God Kakaroto, você não respondeu minha pergunta.
Publicidade:
Jogue Tibia sem mensalidades!
Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
https://taleon.online
Curtir: 0




God Kakaroto, você não respondeu minha pergunta.
Eu estava na frente do deposito da cidade observando aqueles mesquinhos aventureiros em suas cacadas futeis, como sentia raiva , por deus, como ele poderia ter um conjunto de cartas daqueles e eu nao perceber?
2.000 tibares pesam no bolso de qualquer um.. ou qualquer uma no meu caso. Bom Josefina voce veio das ilhas piratas em busca de dinheiro, pare de chorar em cima de leite derramado...
Desaboto-o meu decote ate uma altura no minimo "chamativa" e entro na loja de joias do outro lado da rua..
Peco que o cavalheiro do balcao me mostre perolas negras, ele se desculpa olhando para o meu decote entreaberto e diz que ira buscar as perolas no porao, pois era muito perigoso deichar perolas negras no balcao...
Assim que ele desce as escadas eu encosto a cadeira na porta do porao. obstruindo-a, o que vem em seguida eh logico, recolho as joias em minha mochila e saio em direcao a estrada, recuperei meu dinheiro, porem tenho que escapar da cidade, procuro pelo meu potro que deichei atras do hotel e me dirigo em direcao ao noroeste, sigo a estrada e deicho thais para tras, oque vira em sueguida so deus sabe...
peço desculpas a todos, ontem eu não pude postar, pois estava no playcenter o dia todo...
Acordo com o sol batendo em minha cara, levanto-me e vou ate a cozinha, onde se encontra a paladina, e ela me diz com uma cara seria
-como passou a noite?
-bem, por que?
-de uma olhada nisso
E falando isso, me entrega uma copia do Diarío de Thais, no que dizia “caros moradores de Venore, digo-lhes que hoje não é um bom dia para sairem de suas moradas, pois acaba de chagr a cidade um grupo de assasinos, que contém um Monge acusado de trair os princípios e viver de Necromancia, um mercenário que faz valer o própio nome, e um Elfo! Então, eu lhes digo, não saiam de casa por nada!”
-O que achou? Pergunta a paladina
-Eu achei uma tremenda besteira! Eu vim até aqui por Marvik, e pelo Rei Tibianus! Tenho que acabar logo minha missão, pois parece ser importante...
-Eu não deixarei que saia! Moleque atrevido, como ousa arriscar sua vida?
-Faço isso pelo Rei Tibianus, esse assunto é de extrema importancia, não tente me impedir senhora, sua hospitalidade foi otima, mas por favor, agora tenho que sair... alias, eu nunca acreditei nesse Diarío de Thais, eles só falam bobagens neste jornaleco
-Lute comigo então se queres tanto sair
-Não lutarei com a senhora, aki esta seu dinheiro, e adeus
E então coloco 50 peças de ouro na mesa, e saio depressa, a cidade esta vazia, pelo visto todos estão intimidados pelo jornal, nas ruas, vejo apenasum homem de lonje, andando em direção a saida de Venore, estaria este fugindo? Não sei, mas sigo ate o depósito, para pedir informaçoes de onde fica a loja de magia.
Chegando la, deparo-me novamente com Dove, o dedicado trabalhador dos correiose digo
-Ola, poderia me dizer onde fica a loja de magias?
-Claro rapaz, ela fica para o sul, siga esta rua, desça na proxima e vire a direita que veras ela
-Obrigado senhor
-Disponha rapaz
ao ouvir isso, vou seguindo as intruções de Dove, no caminho, vejo uma mulher linda, estava a usar um decote baixo, apreciei-a por um breve periodo mas logo me recompuz e continuei a andar.
Segui as intruções de Dove corretamente, e me deparo com a loja de magias, entro nela e pergunto a quem ouvisse
-alguem sabe onde esta Vladruc?
-Sou eu mesmo rapaz
-Senhor, estou aqui a pedido de Marvik, ele me pediu para falar com o se...
Antes que eu terminasse ele diz
-Me siga
vou com ele ate uma sala, parece ser o depósito deles, ele pega uma encomenta, parece ser velha, pois esta surrada e me entrega dizendo
-Aqui esta, leve-a ate Marvik
-Sim senhor, mas pir que não usaram o correio de Dove para isso?
-O correio pode ser facilmente interceptado rapaz, voçe deve ser de extrema confiança de Marvik, para ele lhe dar essa missão... e peço que não olhe a incomenda ok?
-Marvik já me disse isto senhor, eu não olharei...
-Então pode já pode ir, e que os Deuses olhem por voçe
-Ok, adeus Vladruc, obrigado por tudo
-Disponha rapaz
Então sai da loja e fui em direção a saida de Venore, quando chego la, desço as escadas e então vejo tres bravos guerreiros sendo atacados por um dragão, como eu não estava preparado para o combate, e a minha entrega era mais importante no momento, fugi pelo lado para não ser notado pelo dragão.
Estava andando em um passo rapido, pois estava com pressa, desta vez, consegui chegar ate o começo da região pantanosa como já estava escuro, decidi parar por ali mesmo para tentar dormir, anda dinha medo do que poderia abitar Tibia a noite...
Demorei, mas voltei
http://img77.imageshack.us/img77/9094/dracovc2.jpg
Draconian, simplesmente Draconian
Langobardis, entre você também!
Havia aqui um texto, mas não há mais!
<catando criatividade>
Última edição por Manteiga; 02-11-2006 às 11:26.
Dezesseis anos depois, estamos em paz.
humm aqui está meu personagem e sua primeira "histórinha"![]()
fiz isso meio rapido, mas tudo bem
Vamos lá!
:king:
A noite caia lentamente no continente inteiro, eu como sempre, colocava minha capa escura, comia alguma coisa e ia para as proximidades da grande estrada de Venore, ninguém podia me ver pois eu sempre estava perto de alguma grande árvore ou escondido nela.. a noite estava ótima, os rios estavam calmos e quietos, atrás de min as arvores e a grama alta estavam caladas, como um urso quando está hibernando..
Da árvore em que eu estava observava.. humanos mal tratando os lobos, que eram meus companheiros da solidão, eu poderia pegar meu arco e matar os infelizes, com apenas uma flecha.. mas um dia eles terão o que merecem..
Pobres humanos sempre com suas espadas ridículas vagando por ai, eles sempre são muito teimosos.. e os olhos grandes não gostam disso, apesar de eu também ter herdado do meu pai humano um pouco de sua teimosia.. bem.. eu acho que sou mais elfo do que humano, mas não tenho certeza, sei falar com meu povo em sua própria língua..
Na escuridão do horizonte avisto três humanos se aproximando.. vou subir em uma árvore e observar o que os tolos querem aqui perto de Mount Sternum, não é de se esperar muito de jovens aventureiros quererem matar os grandões da caverna.. meu coração me diz que tenho que matar os invasores, mas calmamente eu abaixo meu arco na escuridão, e deixo os três jovens passarem.. eles pareciam estar felizes, acho que mataram um olho grande ou talvez algum monstro mais forte, vou vigiá-los, como o tigre observa sua presa antes de atacar.. esta muito escuro, e o vento começava a aumentar, ele vinha do sul.. os infelizes acedem uma fogueira com gravetos e com um tipo de pedra mágica..
Eles não estavam usando armaduras pesadas, suas espadas estavam cheias de sangue, a chama que os tolos acenderam pode chamar a atenção de criaturas horríveis que habitam essa região, vou deixá-los em paz.. ultimamente há muito movimento por essas bandas, tenho que falar com meu único amigo, Clycus o que ele acha desse movimento todo.. foi Clycus que me levou até os elfos de venore, e ele que me ajudou quando eu estava lutando com cinco anões nervosos nas cavernas de Kazordoon..
Ele é confiável.. agora vou me retirando da árvore lentamente, sigo em frente sem os três me verem.. eles estavam perto de uma árvore alta e velha.. estava começando a ficar frio, e o orvalho já estava dominando a grama, a lua cheia estava muito linda.. há muitas luzes na estrada, anões, humanos e elfos estavam com suas riquezas indo para suas cidades, o vento balançava muito minha capa escura, e o orvalho molhava meus pés, as árvores estavam calmas e os animais também, a não ser um grupo de lobos que foi atacado... checo meus suprimentos, tenho setenta e oito flechas, todas minhas espadas estavam comigo, num total de seis laminas.. a armadura estava bem presa..
vou até o acampamento de Clycus que fica ao sul, perto de Havoc..
Vou lentamente caminhado fora da estrada, até agora ninguém havia me visto, a não ser alguns ogros estúpidos e medrosos, eles tinham medo de min, por causa que eu matei o líder deles.. agora tenho que pegar a estrada.. não tenho outra opção.. sigo vagarosamente pela grande passagem de terra e pedras que os venorianos tinham construído, havia duas grandes casas no caminho, uma feita de madeira, parecia uma daquelas casas comerciais, a outra casa era feita de pedra, era o lar de um explorador rico que vivia matando ogros por ai, a casa estava bem defendida tinha um portão bem reforçado, era alta e nas janelas havia grades para que ogros não pudessem assaltar as riquezas.. a terra já estava molhada também e nos meus dois lados as plantas balançavam com o vento.. os humanos ficam me olhando, porém não se atrevem levantar as espadas.. passei pela parte mais difícil do caminho, agora tenho que atravessar o deserto.. lá nunca havia muitas pessoas, e nem muitos monstros pois era um deserto diferente.. não era grande e havia pequenos grupos de árvores perto.. o deserto estava quieto alias.. estava tão estranho essa noite.. apenas alguns jovens exploradores vinham aqui em busca de dinheiro.. duas horas de caminhada pelo deserto se passaram e eu finalmente chego ao acampamento de Clycus..
espero que gostem.. abraços~
Assinatura editada pois violava 2 regras, se colocar denovo leva ban.




Bem vindo de volta Triwinkz! E que tal voltar a escrever aquela sua história heim? =D
@Deanita
Joga RPG de mesa? =D
@história
- Alguém está nos observando - diz Pelev - Deve ser apenas um urso - acrecenta.
"Pelev deixa o grupo para trás e sai correndo em direção à Venore"
- Encontro vocês em Venore - diz Pelev a alguns metros do grupo.
"Pelev chega à Venore em cerca de 30 minutos de corrida, e se dirige a joalheria da cidade, pois não se conformava em ter rasgado aquele Robe Azul, aquilo valeria uma nota!. Assim Pelev pula em um telhado e vai de telhado à telhado para não ser notado pela guarda de Venore, após nocautear alguns guardas, quebrar algumas telhas e pular muitos telhado Pelev consegue chegar à casa em frente a joalheria, mas logo percebo que há 3 guardas em frente a porta da joalheria, assim, saco minha besta de mão, armo-a com uma seta, miro no que estava em pé, pois os outros dois estavam sentados, assim ocorreu, os dois soldados levantaram no susto, ao verem uma seta cravada na perna do guarda"
- Merda - fala Pelev em tom raivoso.
"A sorte de Pelev é que os guardas ainda estavam sonolentos, e não conseguiram achar-me, eu estava em uma Penumbra salvadora, assim, armei mais uma seta, e agora eu havia acertado um ponto crítico, consegui penetrar a armadura de escamas do soldado e acertado no coração. Logo observei um dos dois soldados correndo para o norte, indo em direção a torre de vigia, mas não conseguiu, pois consegui perfurar a perna direita do infeliz com uma seta, novamente armei minha besta, mas logo uma flecha passou a cerca de 40 centímetros de mim, e vi o outro soldado com um arco, ele havia me achado, mas logo eu o abati com uma seta no estômago, mas a porta da joalheria foi aberta, e quem apareceu foi Carina e Rokyn, Carina trabalha como joelheira e Rokyn trabalhava como banco"
- Quem está aí!? - berrou Rokyn com um machado duplo nas mãos.
"Carina e Rokyn não falaram mais nada, também, não falariam por mais cerca de 5 dias, pois eu havia usado minhas agulhas, sim, agulhas, pois se usasse minhas adagas eles morreriam, com esse ataque lembrei de minha primeira aula de Anatomia com Jako, bons tempos aqueles eu que eu roubava maçãs do mercado do senhor Anerui. Logo lembrei porque eu havia matado aqueles guardas, pois eu iria assaltar a joalheria, assim ocorreu, usei minhas adagas para arrancar as janelas silenciosamente, pronto, eu havia entrado no grande casarão. Não havia ninguém, pois deveriam estar escondidos, mas eu sabia que a joalheria ficava no primeiro andar, antes que eu decesse as escadas eu tive que derrubar Odemara, mais uma pessoa que trabalhava no casarão, assim eu desci ainda com dúvidas, pois poderiam haver mais guardas ali, mas não, havia apenas criados que me olhavam com medo, ignorei-os, pronto, eu havia chego ao primeiro andar, lá me dirigi ao grande balcão em que as pérolas ficavam, mas não havia nenhuma pérola, xinguei um pouco e me dirigi até a escada que dava para o porão, mas antes eu consegui ouvir passos correndo, eram cerca de 10 pessoas, deveriam ser soldados, mas não houve tempo. Me dirigi rapidamente ao balcão em que ficava o banco, lá achei nada mais do que 3 moedas de platina. Até que consegui ver cerca de 13 soldados na porta, eles também conseguiram me ver"
- Peguem-no! - gritou o soldado que aparentava ser o líder daquele esquadrão.
"Logo subi as escadas com pressa e observei um criado que vinha em minha direção com uma picareta, assim, me esquivei para baixo e fiz um corte certeiro na têmpora, e assim corri para a janela, e olhei 4 soldados armados com arcos apontados para mim, percebi que não havia saída, assim consegui observar 4 soldados que acabavam de subir as escadas e ficaram em frente para mim, um veio com uma espada flamejante, dei um salto para o alto e fiz 5 cortes com minhas duas adagas, este ficara desacordado, os outros dois vieram para cima de mim ao mesmo tempo, saquei uma runa de mísseis mágicos pesados, mas essa estava com apenas duas cargas, quando os soldados se aproximaram de mim eu descarreguei uma carga em cada um que ficaram atordoados e assim cravei minhas duas adagas na coxa de um dos soldados e rasguei a barriga do outro, acho que cortei o estômago do infeliz ao meio, peguei um pequeno criado mudo que estava no quarto e empurrei escada abaixo para ganhar tempo antes que os outros soldados subissem, assim peguei os três corpos, tirei a armadura dos três e joguei os corpos pela janela, para que tampassem a visão dos atiradores lá embaixo, assim pulei da janela para o telhado, pronto, consegui escapar, mas eu ainda estava no telhado da casa, mas não houve problema dali para frente, apenas fugi de telhado em telhado como cheguei."
- Mais um assalto medíocre - falei para mim mesmo.
Foi mal se ficou muito grande pessoal. =D
Não existem tibares... Existem peças de ouro(gold piece, ou gp que é mais conhecido).Postado originalmente por Lady Lacaster
![]()




Deve ser o vício em 3d&t. =DNão existem tibares... Existem peças de ouro(gold piece, ou gp que é mais conhecido)
@ GOD Kakaroto
Cara, eu só gostaria de pedir uma coisa pra você. Até agora tá correndo tudo muito bem. Mas faça um favor: tenta escrever com grafia correta, verifique os erros de português e formatação, porque eu não sei quanto aos outros, mas eu difícilmente entendo o que você diz.
É só.
[]'s.
Jason Walker e o Retorno do Príncipe
Sexta história da série de Jason Walker e contando. Quem sabe não serão dez?
Este fórum exige que você aguarde 120 segundos entre posts consecutivos. Por favor, tente novamente em 1 segundos.
@Blarow
Muito obrigado pelas boas vindas amigo.. eu até tenho uma pequena continuação da minha antiga história, mas não sei se vou continuar..
~
eu fiquei muito tempo sem escrever nada e sem visitar essa seção, eu até tenho uma história que talvez eu poste não sei direito.. não reparem muito nos erros de atenção é normal de min :wscared:
~
vou postar uma foto da minha localização no "jogo"
o ponto preto é onde eu ficava vigiando a estrada.
o ponto vermelho é o acampamento de Clycus.
as linhas amarelas é o movimento estranho..
Vamos lá! :king:
O pequeno acampamento de Clycus parece estar menor.. suas pequenas barracas instaladas perto da água estavam com marcas de flechas e cortes.. o clima estava meio frio..
o fogo já estava fraco, o vento continuava a cantar.. a noite começava a cair lentamente..
Clycus era mas baixo que eu, tinha aproximadamente um metro e setenta e dois, sua pele era mais escura, e seus cabelos eram longos e castanhos, seus olhos eram escuros, ele sempre vestia armaduras leves para correr mais.. com ele sempre havia quinze homens bem treinados para proteger seu acampamento.. ele era muito brincalhão e safado, já tinha roubado dinheiro de várias mulheres por ai.. ele andava sempre com um sorriso na cara..
me aproximo mais do acampamento..o silencio tomava conta do lugar.. havia cinco pequenas barracas vermelhas todas formando um circulo, logo atrás estava o rio que levava para o oceano.. as arvores estavam quietas de mais, mesmo com o vento soprando, elas continuavam sem mexer seus galhos e folhas.. é muito estranho.. me aproximo lentamente, eu pisava nos pequenos gravetos no chão fazendo barulho e ia me aproximando cada vez mais.. alguma coisa me diz para pegar minhas espadas.. o vento parou, a água começou a correr mais rápido, e o fogo do acampamento se apagou.. logo pego minhas duas espadas em minhas costas, observo os lados, e da escuridão no alto de uma arvore a direita, uma flecha veio em minha direção, rapidamente eu desvio, e me abaixo para pegar cobertura..
- parece que seus instintos ainda estão muito aguçados meu amigo!
- Clycus! seu desgraçado eu podia ter te matado! – falei alegremente.
- eu acho que não, mas o que veio fazer aqui no meu acampamento? – disse ele saltando da arvore e olhando direto para min.
- bom.. eu venho observando essas regiões há muito tempo.. há alguma coisa de errado, tem muito movimento na estrada...
- claro, claro, eu também notei isso, parece que há assassinos por ai, andam matando todos os guardas de Venore e Thais.. meus homens falaram que essa madrugada uma loja de jóias foi assaltada em Venore... – disse ele colocando o arco no chão
- e vocês vão deixar eles fazerem isso? Ou vão matá-los?- falei olhando em seus olhos.
- vou deixar pois eu era assim também.. – disse ele respirando fundo.
o sol estava levantando e junto com ele a neblina também, o orvalho estava brilhante como um diamante, as flores permaneciam em silencio, das grandes arvores os pássaros começaram a cantar sem parar.. logo o sol apareceu e molhou minha cara com sua luz..
- como vocês conseguem caçar com um calor extremo??
- como você consegue odiar tanto assim o sol??
- eu não sei, talvez por que eu fui criado, quando era criança em um lugar escuro..
- vamos sente-se naquela arvore, ela vai te proteger do sol.. – disse Clycus colocando sua espada na bainha
a arvore era grande e parecia ser muito velha pelo jeito, suas raízes eram grossas, e suas folhas tinham uma cor mais escura.. eu sentei e comecei a pensar no meu passado..
há muitas memórias boas.. mas também há muitas memórias cruéis e tristes..
- Clycus! Vou ficar aqui por mais dois dias quero analisar melhor esse movimento..
- eu vou para Thais, talvez eu ache algumas coisas raras lá – disse ele pegando sua mochila..
Abraços~
espero que gostem
Assinatura editada pois violava 2 regras, se colocar denovo leva ban.