Estoria diferente :eek:
achei legal a personalidade dele :yelrotflm
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Bah, o que aconteceu?¿
Mais de 27 comentários só no Prólogo e Capítulo 1, e dois no Capítulo 2 =/?¿
Decaiiiiuuu...
Próximo Cap só com comments, AUHAUAHAUHHu >=D
Capítulo 3 – Início do Dever
Amsterdã, Holanda, 04h15
Aeroportos...
Chego ao meu destino, meu prezado novo lar temporário. Amo e idolatro essa cidade, este país. Já estive aqui em tempos passados, mas por outros interesses...
Verder Spelen, o primeiro da lista de “clientes”. Solteiro, trinta e três anos, originalmente nascido em Rotterden, vizinha de Amsterdã. O encontro, como dito nas informações que continham no envelope, hospedado no hotel quatro estrelas Dramen, onde permanecerá durante quatro dias e quatro noites, período mais que o suficiente para concluir meu serviço...
Cinco da manhã. Alugo um quarto no quinto andar, de frente ao cômodo que o alvo se encontrava. Não faço nada, apenas espero o momento em que ele sair para assim poder segui-lo. Durante esse tempo me ocupo bebendo um pouco, fumando um cigarro atrás do outro, me matando em parcelas, e preparando meus equipamentos de “auxílio”...
Onze horas. Aparentemente ele despertou. Recebe em seu aposento o café da manhã, e horas mais tarde o almoço, mas em nenhum instante sai de dentro de seu quarto. Merda, odeio ficar esperando...
...
Seis da tarde... A espera chega ao fim: Vigiando o corredor através do pequeno orifício de vidro que continha na porta, o vejo sair de seu dormitório, indo em direção ao elevador, sozinho. Saco, terei que ir pelas escadas...
Cento e dez degraus deixados para trás depois, chegamos ao mesmo instante no térreo, repleto de hóspedes e serviçais, indo e vindo de todos os lugares. Ele se dirige ao balcão, conversa um pouco, em inglês, com o atendente, e logo depois passa pela porta de vidro cristalino que dá acesso à rua. Se ele pegar um carro não poderei ir atrás...
Porém, para sorte minha, e azar dele, o vejo continuar a pé, não sei para onde... Ainda.
Vou logo em seu encalço, mantendo sempre, no mínimo, quinze metros de distância do alvo...
Não carrega nada consigo. Vestido com um terno de uma cor branca pura que cobre uma camisa rosa de seda, combinado com uma calça também branca, e eu apenas trajando uma roupa casual mais uma jaqueta de couro como se fosse um mero turista qualquer, atravessamos quadra após quadra, acompanhados pelo vento gelado que insistia em nos atormentar e escoltar, passando por lugares como o museu Rijksmuseum e alguns Coffeeshops, na qual em um deles nós entramos.
Uma das maravilhas desse país, o consumo de drogas em lugares públicos que países antiquados de primeiro mundo como Estados Unidos e seus seguidores tentam de todas as formas abolir de suas ruas, para salvarem seu “nobre” povo inocente e trabalhador. Patético...
O vejo sentar em uma das inúmeras mesas redondas de vidro espalhadas pelo estabelecimento pouco iluminado, a não ser por alguns castiçais pendurados nas paredes, no maior estilo medieval, e pede alguma droga qualquer, enquanto eu fico a algumas mesas atrás, solicitando apenas uma xícara de café e um pedaço de bolo à garçonete de corpo delgado e dona de uma pele excessivamente branca que viera me atender logo que eu adentrara no local.
Permanece lá, pelo menos meia hora, chuto, usando e abusando de tóxicos e conversando com outros viciados, ou simplesmente curiosos, sentados ao seu redor. Abusam da liberdade que esse país lhes dão, fracos...
- Mais café ou bolo, senhor? – Indaga a mesma garçonete de outrora. Reparo num sorriso se moldando em seus lábios, um sorriso levemente malicioso e chamativo. Seus olhos verdes, tremendamente claros e penetrantes, me atraem, porém a ignoro e apenas respondo friamente, sem tirar minha visão da xícara que se encontrava vazia.
- Sim, só mais um – Ou dois, três, quatro... Dependendo de quanto tempo mais isso irá levar, porcaria...
Nove da noite. Milagrosamente, pede a conta e se levanta. Se fosse ao banheiro, seria o momento ideal, mas não: Caminha com seus sapatos de camurça em direção à saída. Hora da perseguição, novamente...
Nove e quinze. Ainda continua a andar. A andar por ruas que se recheavam de prostitutas, drogados e turistas idiotas... Entramos na área Red Light District, local perigoso e surreal, com diversos estabelecimentos comerciais eróticos. O vejo entrar em um bar qualquer, ou ao menos por fora parecia um, por que por dentro se materializava uma casa noturna, iluminada com globos pendurados nos tetos que mostravam todas as cores possíveis dançando de maneira sutil, e diversas mulheres de todos os gostos e desgostos exibindo seus corpos no palco, em troca de migalhas jogadas por homens fracassados e solitários que se aglomeravam em volta delas como se fossem mendigos pedindo sua esmola...
Aproxima-se de uma dessas tantas beldades, uma estupenda loira de corpo moreno e curvas graciosas e, por que não salientar, avantajadas. Dialogam um pouco, com ele falando nos ouvidos dela de forma doce como todo homem faz ao tentar conquistar a desejada, e ela retribuindo com mordazes sorrisos e agrados. Não, tomara que não seja para aquilo, não agüento esperar mais...
Mas infelizmente, estava certo. Vão aos fundos do estabelecimento, que entrava em contraste com o lugar que antes estávamos, todo em ordem e animado, para um pequeno quartinho bagunçado e imundo, onde provavelmente diversos outros homens deixaram os rastros de seus atos sórdidos com essas mulheres da vida...
Não me resta mais nada a não ser... Aguardar, como sempre faço. Desloco-me em direção ao bar, um balcão de tamanho considerável com diversas bebidas que ficava ao lado do palco de apresentações, e permaneço lá, esperando até o momento dele sair, me distraindo com as filhas de Eva que dançavam de maneira sensual ao ritmo de músicas lentas tocadas ao fundo. Duas horas transcorrem, aquelas doze xícaras de café que traguei no Coffeeshop estão fazendo efeito...
Enfim o vejo sair. Dá um ósculo singelo no rosto daquela meretriz e lhe paga pelo prazer oferecido. Cem euros, que barata...
Por ironia do acaso vai ao mesmo lugar em que me encontro, o bar, sentando-se no pequeno banco vermelho de algodão do meu lado esquerdo, e logo depois pede uma dose de whisky com gelo que vem num simples copo de vidro com formas onduladas, e lá, fica mais uns vinte minutos, no mínimo. São meia-noite e meia, e até agora...
- O chenhooor, me acompanha, nessa bebida? – Pergunta a mim, com um tom de voz na qual claramente se mostrava que estava totalmente ébrio.
- Não, obrigado, já bebi o suficiente por hoje.
- Ahhh, o chenhor fala ingleichi também!
- Um pouco, só um pouco. Se me dá licença, já vou indo, tenho que acordar cedo amanhã... Quer dizer, hoje. Tenha uma boa noite. – Me levanto de meu assento e procuro a saída, esperarei lá fora, para evitar qualquer ação imprevista...
- Voche também, boa noite! – O vejo erguer o braço juntamente com o copo quase vazio, me saudando, e logo depois retornando ao trabalho de esgotar mais um drinque.
Palhaço...
Uma da manhã...
Duas da manhã...
E nada. Permaneço todo esse tempo do lado de fora da saída da casa dos pecados, ao andar que meu alvo continua lá dentro, enchendo mais ainda a cara, com certeza...
Dá três e meia, finalmente o vejo abandonar o lugar. Cena deplorável... Anda a passos oblíquos e sem rumo. Não dá nem graça de executar alguém assim... Mas, é o que vim fazer.
Ruas desertas, solitárias, frígidas... Nenhum espectador por perto...
Apanho minha “ajudante” que durante todo o tempo esteve escondida no bolso direito da jaqueta, esperando a ocasião certa para ser descoberta: Uma Taurus PT 357, com dez balas no cartucho, mas creio que não precisarei de tudo isso para um ser que se encontrava naquele estado lamentável...
Lentamente, vou chegando perto da vítima, dando passo após passo, não produzindo som algum pela calçada de mármore limpa e bem cuidada, se preparando para o ataque como uma cobra que espreita sua futura comida segundos antes de dar o bote...
- Ei... – Ele ouve e se vira, quase tropeçando sobre seus próprios pés.
- O que foi cheu... Ah, é voche, o do bar...
- Calado! – Chego mais perto de seu corpo, fazendo nossa respiração ofegante e gélida se encontrarem no ar, e aponto o instrumento de ataque, ou defesa, depende da ocasião, na cabeça do individuo, que subitamente para de falar – Me siga, agora!
Sua face agora tomara outro gesto. Outra forma. Como se estivesse acordando de um sono profundo, seu rosto perde a aparência torpe e bêbada e dá lugar a um semblante translúcido, assustado, surpreso...
- Não, não, por favor, eu...
- Me siga!!
- C-certo, tudo bem...
Ele vai andando na frente, sendo direcionado por meu braço que mostrava por onde deveria continuar o trajeto. Não tentava se desvencilhar de minha pessoa, apenas balbuciava palavras e frases numa língua que desconhecia. O levo para uma viela próxima ao estabelecimento que antes estivemos. O empurro contra a parede, tão fria quanto o vento, ainda apontando a destruidora de homens em sua direção.
- O que... O que eu fiz?
- Bem, não fez nada... Pelo menos pra mim.
- Qu-quer dinheiro? Toma minha carteira, leva, mas me deixe ir, por favor...
Um ato de desespero que sempre presencio em meu oficio. Pessoas se iludindo achando que simples pedaços de papel podem salva-las do pior, do inevitável, do combinado pelo destino... Ridículo...
- Desculpe, senhor Verder Spelen, mas o que me dão pra fazer isso é bem mais do que pode me pagar.
- Quem mandou você? Por quê?
- Sinto muito, mas nem eu sei, só sigo ordens... – Apenas ordens...
- Não, por favor, me diga! Foram eles que lhe mandaram? Só por causa do que fiz?
- Senhor Spelen, nem sei do que está falando, mas, adeus...
- NÃO, por...
Ahhhh, silêncio, paz. Uma bela e perfeita bala de metal de cinqüenta gramas sai a todo vapor da boca da pistola e vai em sentido reto ao centro da testa do desafortunado, o calando para sempre. Nenhum som de grande magnitude fora produzido, devido ao silenciador usado. Seu corpo se esfrega pela parede, deixando marcas de sangue desenhadas de forma abstrata na mesma, antes de cair inerte no chão. Entre um saco de lixo e outro, originadas pela própria casa noturna, escondo o corpo, usando luvas para cuidadosamente não deixar nenhuma digital...
Menos um, faltam sete... Não quero saber os motivos para terem encomendado o seu óbito, não preciso... Não devo.
Quatro da manhã. Volto ao bar, tenho tempo de sobra antes de seguir viagem, a fim de continuar a tarefa... E preciso imediatamente ir ao banheiro, doze xícaras de café definitivamente não foram uma boa idéia...
O de praxe, digam o que quiser...
Última edição por Dard Drak; 08-11-2006 às 21:54.
acabei de ler.. e já to loka pelo proximo capitulo!!!
Dard!!! voce demora muito pra soltar!!!!! me dexa super curiosa.
mas confesso, que tem sido uma experiencia boa ler algo tao bom aos pouquinhos!
nao demora muito mais nao, tá?
beijaooooo!!!!
I'm a Knight In God's Service
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PS: Eu te amo!
Sub-Moderadora Knights
=O~~, como se faz isso com agente u.u? posta pelo menos 1 por semana ja que se tem mais capitulo aew
esperando continuação
Sem críticas...
O capítulo está muito bom, muito bom mesmo...
Não tenho muito o que comentar, até porque o clímax começou agora, e você não cometeu nenhum pecado, o que pode aparecer nos próximos capítulos. Então mantenha essa qualidade.
E se der, da uma passadinha no meu, Novo Capítulo. Ta na assinatura.
Grato, Wk.
_/_/_/_/_/_/_/_/_/
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Roleplay em Neptera!
Com uma obra de arte desta magnitude não era nem preciso pedir para eu comentar aqui. É um prazer, e eu já ia fazê-lo mesmo que não pedisse: Muito bom mesmo!
Sem críticas, a descrição maneirada e prazerosa que eu adoro (não o excesso de Amor~), um personagem cativante e de personalidade. É a história dele, ele é o destaque, e você está fazendo isso com perfeição.
Muito bom, mesmo.
Sem mais;
Asha Thrazi!![]()
Última edição por Kaoh; 12-11-2006 às 14:33.
LangobardisComunidade de Roleplay em Neptera. Venha conhecer!PALMEIRAS - Campeão Paulista 2008
"Posso não concordar com o que dizes, mas lutarei até a morte pelo direito de dizê-lo" Mestre Voltaire
Asha Thrazi!
o.O
Melhor impossível!
Já disse que sou seu fã?
(:
O modo com qual você usa as palavras, nossa, tem nem o que dizer, o texto tá "fodão"!
Esse assassino, parece um cara bem frio, no?
E esse outro que foi assassinado, meu Deus, o cara era um puto vagabundo!
=P
Então, nota 11 pra você!![]()
Bem...vocÊ me convidou a ler esse rp e eu li,inteiro,e gostei,definitivamente não tenho nada a comentar,á não ser,hum...nas votações eu ia votar aos Doze Guardiões ou o Sangue de Crunor,mas mudei de ideia e irei votar para o "Sem Destino",será que você vencerá esse concurso duas vezes consecutivas?!
Sei,tenho certeza,que quem vai para ás finais (são 4 né?) é "Sem Destino","Os Doze Guardiões","O Sangue de Crunor" e "Ferumbras",mas quem vencer merece =]
O quê?! Capítulo 3?! Pelo tempo achei que já estivesse lá pelos 20!!!
Bom, não vou mentir que tive que dar uma olhada no anterior para me lembrar de algumas coisas, mas já segurei novamente na cauda desse cometa chamado "Sem Destino".
Gostei muito desse capítulo, e devo ressaltar que a cena do assassinato ficou magnífica. Estou até com um pouco de medo de você, Dark, pois os frios pensamentos de um criminoso cruél saíram dessa sua cabeçinha aí, o que me deixa até duvidar da sua índole ><
Um bom escritor, uma boa história e um bom suspense! Falta mais o quê?!
Falta passar lá em Ferumbras, que não faz mal a ninguém!
··Hail the prince of Saiyans··
Sem dúvida tá muito bom e imagino que irá para a final com todos os outros que o Sir Curioso falou que eu também li e estão ótimos tambem.
Esperando o próximo...