valeu pela outra dica ^^
EDIT: essa história tem futuro?
Capítulo 1
O orc é burro e confia apenas em seus instintos sanguinários. Não sabe se deve se aliar a um desconhecido, mas como é apenas um pacato lanceiro tentando parecer forte, se ajoelha na grama e pede ao paladino:
-Por favor, não me mate! Sou apenas um pacato lanceiro tentando sobreviver!
-O que faz aqui? - Pergunta o paladino.
Se recuperando do medo levanta e fala orgulhoso:
-Fui exilado e estou a quilômetros da cidade! Por isso sou forte!
-Já pensou em olhar para o oeste? - Pergunta o paladino.
-Onde é isso?
O paladino dá uma bússola para o Orc. Era dourada, com ponteiros cromado, enfim, uma bússola muito bonita! O orc começa a girar a bússola sem saber o que fazer, e fica a olhando alguns minutos.
-Você não sabe de nada mesmo hein? Essa bússola aponta para o norte. A sua esquerda será o oeste, direita leste e atráz o sul.
O orc olha para a esquerda e vê uma muralha, muitas luzes e uma escada, a uns 100 metros dali. Era a cidade, uma cidade bonita, suspensa, com muitas luzes, em meio ao pântano. Podia ser reconhecida por sua altura e a impossibilidade de monstros inimigos subirem.
O paladino checa seus equipamentos e runas, e repara que saiu para caçar com um simples arco. Leva o orc consigo até o depósito da cidade. Era um lugar bonito e bem iluminado em frente a um lago. O Orc vai até o lago e bebe um pouco de água, e o paladino vai até ele.
-Isso é uma vara - E a entrega para o Orc - Na ponta dela você prende uma minhoca e joga a linha na água, e um peixe sairá.
Enquanto o orc se ocupa tentando pegar algum peixe o paladino vai até uma caixa marrom e guarda o arco, e pega uma besta e poderosos virotes que podem penetrar as mais resistentes armaduras. Então vai até o orc e fala:
-Vamos caçar alguns beholders. Você deve virar um poderoso guerreiro capaz de comandar tribos, não um covarde que fica pedindo clemência!
O Orc tremendo por ter que enfrentar um beholder novamente, segue o paladino. O Orc já tinha tentado assaltar um beholder antes, e criou encrenca feia com eles. Então os dois caçadores chegam ao buraco do Vale dos Beholders, e Dimble abre o buraco com uma pá, e atira uma runa elétrica no buraco, que por sorte atinge o beholder.
Do buraco começam a sair raios e o orc se joga no chão perto das plantas. O paladino começa a rir e sem perceber é atingido por uma poderosa runa que possui o poder da morte. É uma magia que causa uma explosão preta, fora do comum. Então Dimble cai no chão fraco e grita:
-Exura Vita! Eu não deveria ter feito isso... levante-se Ulfgar, seu Orc covarde!
Com essas palavras o beholder para de lançar raios e se comunica telepaticamente com Dimble, o paladino:
-Me entregue o Orc maldito e lhe darei um prêmio além de sua imaginação!
-Nunca! Sou um nobre paladino e nunca me rebaixarei a este nivel de ganância!
Mas isso eram apenas palavras, ele lutava com sua consiência, mas pega o Orc, e quando vai jogar aparecem dois cavaleiros, que vêem a cena. Um deles grita:
-Pare! Está se aproveitando de um pobre Orc, porque o joga no buraco dos beholders? Não consegue matá-lo com sua própria força?
Falando isso, os dois guerreiros tiram seus grandes machados de fogo, e cada um com seu escudo. O guerreiro mais jovem pega seu escudo da medusa, e o mais experiente pega seu escudo do vampiro. Equipamentos bonitos eles tinham, o mais jovem possuia uma armadura da realeza que brilhava e refletia a luz de seu machado. Ele possuia uma lança nas costas capaz de perfurar as mais poderosas armaduras. Uma lança do dragão. E o guerreiro mais experiente possuia uma armadura que era o sonho de qualquer aventureiro, uma armadura dourada, e calças da realeza. Seu escudo do vampiro podia defendê-lo de qualquer golpe quase.
O paladino não sabe o que fazer. Nunca foi bom em combate contra pessoas. O orc ainda está pendurado, e o paladino o deixa na grama e diz:
-Tudo bem. Eu deixo o Orc em paz. Mas me prometam que me deixarão em paz também. - Falando isso sai correndo para longe.