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Tópico: As Batalhas de Cala-Nore - Capítulo I - A invasão de Cala-Nore

  1. #1
    Avatar de Thodias
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    Padrão As Batalhas de Cala-Nore

    Índice

    Capítulo I - A Invasão de Cala-Nore
    Capítulo II - A Concentração das Tropas
    Capítulo III - A Guerra Começa
    Capítulo IV - Batalha nos Campos de Varalondë
    Capítulo V - "Adeus, Aldor!"
    Capítulo VI - Partindo de Varalondë
    Capítulo VII - A Batalha na Câmara
    Capítulo VIII - Caminhando no Escuro
    Capítulo IX - Inimigos de Pedra
    Capítulo X - Enfim, Os Refugiados de Ered Gorgoroth

    Capítulo I – A Invasão de Cala-Nore

    Quando Aldor, o Loiro, recebeu seu mensageiro aquela tarde, foi avisado sobre acontecimentos alarmantes.Sua face, que geralmente era tranqüila e jovial, parecia extremamente envelhecida e se fechava em uma expressão preocupada, seus olhos cinzentos fitavam a mensagem que recebera, de forma pensativa. Se esforçando para não transparecer insegurança, pediu para ficar sozinho enquanto os capitães não se apresentavam para a reunião de última hora que convocara.
    Rapidamente o mensageiro se retirou puxando a pesada porta dos salões da casa do rei, causando um baque grave e abafado.
    Aos tropeços, Aldor correu até uma das grandes janelas do salão dos cavaleiros de Varalondë, confirmando seus temores: o fim poderia estar próximo. Imediatamente mandou chamar seu filho, Artamir, para ter com ele no salão.
    Artamir chegou após alguns minutos, nos quais o Rei Aldor ficara mirando uma das paredes do grande salão.Era um rapaz de vinte anos, que lembrava muito seu pai, principalmente em seus olhos cinzentos e profundos e seu rosto austero, sob longos cabelos loiros.Parou diante do pai e curvando-se e disse:
    -Mandaste me chamar e aqui estou.O que desejas? – perguntou erguendo-se para fitar os olhos do pai, mas este mirava a parede como quem decifra algo – O que houve?Será que fui enganado?Não mandaste me chamar?
    -Não, – prosseguiu sem desviar o olhar da parede – não foste enganado. Mandei chamar-te aqui, pois desejo despedir-me de ti antes de ir.
    -Ir? – Artamir parecia não compreender o que o pai queria dizer – Se vais a algum lugar, por que me chamar, assim desse jeito?Falas como se não fosses voltar!
    -Talvez não volte. – diz como a voz estremecida.
    -Como?Para onde vais que podes não voltar?
    -Para a guerra, meu filho. – disse com profunda tristeza.
    -Mas quem nos faria guerra? Algum traidor?
    -Veja você mesmo, – o rei indicou a janela que estivera olhando a pouco – ao norte.
    Artamir caminhou até a janela, apoiando-se no parapeito.Subitamente, deu um pulo para trás, sem tirar o olhar daquela paisagem terrível: ao norte, um grande exército marchava em direção à cidade. – Ruína... Ruína... – murmurou, a face pálida, tomado por uma sensação de pavor que nunca havia sentido antes – Que força terrível é essa?
    -Uma força que a muito tempo não é exposta de tal maneira.Algo maligno e cruel ... – fez uma pausa prolongada, voltando-se novamente para a parede que fitava no início da conversa – Um mal que vem causando a destruição de nossos antepassados a treze gerações.
    -Que mal é esse que perturba até Aldor, o Loiro, o mais valente cavaleiro que já conheci?
    O rei apontou para a parede que estivera olhando. Nela se encontravam doze armas : escudos e espadas , interligados, formando uma espécie de “trilha”.
    -Esse é o arsenal de seus antepassados – disse Aldor – as espadas representam os reis que viveram de guerra e os escudos mostram os que viveram de paz.Existiram treze reis...
    -Falta uma arma.
    -Sim.
    -Um rei que morreu brevemente, eu suponho.
    -Não, – corrige Aldor – o rei Galdor, o Alto, cuja espada deveria ser posta naquele espaço vazio , morreu em combate e não teve o corpo encontrado.Sua morte nem mesmo se confirma.Ele foi o único a derrotar um desses exércitos que está se dirigindo para cá.
    -Que problema há então? – perguntou, parecendo aliviado - Se já os derrotamos uma vez podemos fazê-lo de novo.
    -Galdor, cujo filho conquistou a vitória sobre os Exércitos Demoníacos, perdeu setenta mil homens em dez minutos de batalha, seu exército ficou reduzido apenas à sua guarda de duzentos homens e seu filho só obteve a vitória porque a erupção de um vulcão os ilhou em meio à lava e consumiu as tropas inimigas.
    -Bem, se vais à batalha, eu, como teu filho, devo ir contigo.Afinal, não temos por que temer, temos muitos aliados e Deus nos ajudará.
    Aldor levantou-se, pegou sua espada preferida, seu escudo de prata, sua armadura e capa e ironizou :
    -Ao menos acho que Aldor, o Loiro, não haverá de por um escudo nesta parede. – desceu e ordenou uma concentração de tropas em frente ao castelo, onde pretendia liderar um exército para fazer frente ao inimigo –
    Venha Haldir! - disse ao capitão – Se o inimigo pretende nos dominar, que não espere que seja fácil!

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    Última edição por Thodias; 25-11-2005 às 18:01.

    E no msn ...

    Protoman: o importante eh que o sacul tem fotos de japa pelado no pc
    Joe Joe: do joe (Kinzivelt) ?
    Kinzivelt: é
    Kinzivelt: muito suspeito isso

  2. #2
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    Ah, e aproveitando pra pergunta, o próximo capítulo eu posto aki msm ou começo um outro topico?Se for aki msm, eu edito lá em cima ou ponho como comentário? É a primeira vez q posto algo nessa parte de RP então nem sei ...

    E no msn ...

    Protoman: o importante eh que o sacul tem fotos de japa pelado no pc
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  3. #3
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    Ta daora, sobre o negocio de posta o outro capitulo, eu postava no mesmo topico mas, é bom tipo faze link que leve na pagina do capitulo tal, dai melhora para quem for ler num ter tanto trabalho :]
    http://www.pokeplushies.com/images/a...les/490432.gifClique aqui para me alimentar com um Raro Doce! Nuss O.o To mais de 2 anos offline aqui no TibiaBR e voltei ele ja ta no lv 22 o_O

    Eita, agora em 2010 eu volto e vejo que ta no 32 o.o Bem vlw quem clico

  4. #4
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    A tá, vo edita o título do tópico então pq eu escrevi capítulo I lá. Vlwz ae!!!

    E no msn ...

    Protoman: o importante eh que o sacul tem fotos de japa pelado no pc
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  5. #5
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    Nossa, tá tão ruim assim?Só uma pessoa comentou ... bem, lá vai mais um capítulo.

    Capítulo II – A Concentração das Tropas

    A concentração das tropas começara cedo e havia um número satisfatório de soldados reunidos para criar uma ameaça ao inimigo.
    Ainda havia muito tempo para ser gasto, os exércitos negros mal haviam se deslocado três milhas em direção a Varalondë, a capital do reino de Cala-Nore e residência do rei.Avançavam lentamente, pois encontravam muita resistência, não só dos humanos, mas também os animais silvestres pareciam impedir o deslocamento das tropas.Ao menos isso foi o que um batedor e um espião relataram ao rei de noite.O próprio Artamir espionara o inimigo um dia após ter visto os exércitos marchando em direção a Varalondë, e presenciara ataques e emboscadas de leões e até nuvens de gafanhotos que atacavam o inimigo.
    - Avançam agora lentamente. – relatara ele a seu pai – Carregam catapultas e resultados dos saques à Tarlondë.Não vi nenhum demônio, apenas orcs, trolls, alguns ogros, pelotões de homens-lagarto e bárbaros: feiticeiros e cultuadores do demônio, mas nenhum filho das trevas até o momento.
    Alguns soldados chegavam para ajudar a proteger Varalondë, a maioria vinha de Tarlondë, uma das províncias de Cala-Nore, além de sobreviventes dos saques de outras províncias atacadas, que agora se reuniam e traziam notícias das perdas sofridas.Vinham também tropas de Tarfalas e Utúniem, porém a maior força viera ao final do quinto dia: Lord Lothar, senhor de Kazhûd, trouxera um exército de mil e trezentas vintenas (vinte e seis mil homens), entre eles três mil arqueiros, mil cavaleiros, sete mil lanceiros e o restante de espadachins que conseguiram buscar em outras campanhas.
    Pouca se sabia sobre a quantidade do exército inimigo, até a chegada dos últimos batedores que diziam ter visto toda a vastidão das tropas e estimavam cerca de cento e sessenta mil soldados que se dirigiam para lá, pois o exército se dividira em dois , e a outra parte rumara ao norte através de Tarador e certamente visava às terras do norte em torno de dois meses para tomar Tarfalas.
    No sétimo dia da invasão os exércitos inimigos finalmente chegaram a menos de uma milha de distância de Varalondë. Ali fixaram seu acampamento de tendas negras e acenderam fogueiras.Do castelo era possível se ver tochas perambulando pela noite.
    O rei ordenara no dia anterior que todos os soldados se alojassem no castelo e que houvesse um toque de recolher.
    Assim, antes do amanhecer do novo dia Aldor cavalgou com uma força de quarenta mil homens em direção às tropas inimigas.




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  6. #6
    Avatar de Trolie
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    Nada mal, um texto bem detalhado, do jeito que eu gosto ... nos faz se sentir dentro da própria história. Quanto ao coments, dê apenas um tempo que rapidamente chove, sempre vem alguem elogiar ou dar paltite .

    Continue assim, por enquanto esta satisfatório ^^.
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  7. #7
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    Lá vai mais um capítulo. Tá pequeno, mas depois dele as coisas vão esquentar.

    Capítulo III - A Guerra Começa

    A tropa cavalgava em direção ao inimigo otimista, pois diziam que Deus os ajudaria e que os exércitos inimigos seriam esmagados, já que eles não possuíam cavaleiros,a não ser por poucos orcs que montavam grandes lobos .
    O príncipe fora encarregado de comandar cerca de seis mil arqueiros que iriam na retaguarda, por ordem do rei.
    -A batalha não é uma brincadeira, – dissera Aldor ao filho – e você lutou poucas vezes.
    Chegaram finalmente ao local onde o exército estivera acampado: um lugar estreito e cortado por dois braços de floresta que vinham do sul e do norte.Agora haviam milhares de tochas enfileiradas, cada inimigo segurava uma.
    Os exércitos estavam a menos de cem metros um do outro, ambos já em formação.A comitiva do rei se dirigiu ao centro do espaço entre as duas tropas, onde uma comitiva de inimigos se formava.
    Havia um cheiro esquisito no ar, um misto de queimado com enxofre, causando náuseas aos cavaleiros de Varalondë.A guarda inimiga era formada por seres estranhos, diferentes dos orcs ou bárbaros que estavam nas guarnições: suas peles vermelhas eram forradas de tribais negros, diademas escuros ocupavam suas frontes, seus dentes eram verdes e seus olhos oblíquos possuíam um brilho amarelado.Um deles tinha chifres que se erguiam a quase um metro de sua cabeça. Todos eram alados, com exceção de um que portava um grande martelo de guerra.
    Os senhores dos homens pararam e se curvaram para cumprimentá-los, mas antes que pudessem se erguer um demônio já apresentava seus termos.
    -Os Senhores das Trevas exigem sua rendição e submissão total ao seu poder.Só assim sua raça nojenta será poupada de nossa fúria. – disse enquanto puxava um pergaminho cujas bordas estavam queimadas – Todas as religiões, exceto a adoração à imagem do Rei das Trevas, serão banidas, sendo elas élficas, pagãs não-obscuras e cristãs, em especial.A adoração à natureza não fará mais sentido, pois não haverá mais natureza. – falava com desdém, soltando risadas pelo canto da boca.
    Os senhores dos homens se entreolharam. Uma ponta de medo surgia em seus corações, mas Aldor montou em seu cavalo, desembainhou sua espada e apontou para os demônios, dizendo:
    -Saiam desta terra, ou, em nome de Deus, vou mandá-los de volta ao abismo de onde nunca deveriam ter saído para atormentar-nos, e serão motivo de riso entre seus companheiros de tormento!
    Os demônios começaram a se retirar, blasfemando contra o rei e fazendo caretas.Voltaram à formação e ordenaram ataque total.
    O rei não se arrependia de ter comprado tamanha briga para seu reino.Só pensava consigo mesmo: “Faremos aqui uma batalha digna de ser cantada por todas gerações”.Ordenou que seus estandartes fossem desfraldados, ergueu a espada, brandindo-a no ar e ordenou ataque em um só tempo.

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  8. #8
    Avatar de Rofie
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    Tá lekaw,tem detalhes,enredo...

    Melhor que o meu x]~

    _Rofie_
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    O bom filho à casa torna...


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  9. #9
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    Padrão Me perdi...

    Kd o resto...ñ achei, mas ate aqui ta EXELENTE!!!!!!

    Se vc continuo, pls manda o link ai...vlw

  10. #10
    Avatar de Thodias
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    Capítulo IV - Batalha nos Campos de Varalondë

    -Cavalguem, cavalguem!Para a glória! Para a ruína!Para o fim do mundo! – bradou Aldor saindo desabalado em frente a seu exército que o seguia fielmente.
    O rei ia como um raio montado em seu corcel branco, Anarchos.
    Houve um grande estrondo seguido de choque de armas, os exércitos de Aldor perfuraram o inimigo, sua cavalaria derrubou montes de orcs desavisados.Artamir irrompeu das árvores, atacando o flanco sul do inimigo, com grande número de arqueiros, cobrindo o céu de flechas.
    Não havia sinal dos demônios, até que todos eles voltaram, com exceção do que possuía grandes chifres,cuja fúria causava tremor aos cavaleiros e cavalos.
    Aldor avistou o seu líder, Baal, que portava um grande martelo de guerra e um escudo de ferro.Virou o cavalo em sua direção numa fúria cega, disparando contra sua retaguarda, passando sobre ela como uma tempestade devastadora.Alcançou seu inimigo a tempo de vê-lo destroçar toda uma guarnição com apenas um golpe de seu martelo.
    Os inimigos resistiam, trolls e ogros vieram pelo sul, atacando os arqueiros de Artamir pelas costas, desacordando alguns e quebrando os escudos de outros.Bárbaros se despejavam aos milhares no campo e explosões lançadas por feiticeiros cegavam por algum tempo os cavaleiros de Varalondë.
    A esperança acabava nos corações dos homens, até o mais valente fraquejou nesse momento.Agora lutavam por si mesmos, sem muita organização, em meio a um mar de inimigos, com o desespero tomando conta de suas mentes.
    Artamir avistou o rei de onde estava, que branida sua espada ferozmente, com seu alto elmo com um rabo-de-cavalo louro no topo e seu escudo reluzindo, mas, repentinamente,Aldor foi jogado para frente e caiu no chão com um grande estardalhaço, causando um baque que foi abafado pelo som da batalha.
    Tomado pelo desespero, Artamir saiu em disparada para amparar seu pai, golpeando ao léu e ordenando aos seus arqueiros que atirassem nos inimigos que se interpunham entre eles.
    A metros dali, o rei se ergueu com dificuldade, olhando para Anarchos, e percebendo que este havia sido trespassado por uma lança negra.Sobre ele estava Baal, que se vangloriava, como um caçador se vangloria por sua presa.
    -Ser imundo! – vociferou o rei – Venha e me enfrente!Lute!Ou vais ficar matando cavalos indefesos?!
    O demônio parou, seus olhos se voltaram para Aldor.Correu em sua direção e desferiu um golpe com seu grande martelo, mas o rei desviou.Sete vezes golpeou e sete vezes atingiu o chão, abrindo enormes crateras.
    Artamir abria caminho na batalha, flechas eram disparadas contra o demônio, tentando evitar que o rei fosse ferido.
    Por fim, exausto, Aldor tropeçou em uma das crateras abertas pelo martelo.Gritos de “salvem o rei!” foram ouvidos por todo o campo de batalha, flechas voaram , mas o demônio empurrou o rei com seu escudo contra o chão e o golpeou com seu martelo.Aldor era resistente,por duas vezes fora golpeado mas se reerguera, mas, por fim, já sem forças para lutar, sucumbiu aos pés do demônio, que esmagou seu pescoço com os pés sem piedade.
    Artamir chegou em meio a flechadas e golpes de espada e contemplou aos prantos o resultado desastroso da batalha travada entre Baal e Aldor.Rumou em sua direção, ordenando que seus arqueiros fizessem uma formação em meio-círculo, interpondo-se entre o demônio e sua montaria.
    -Não sairás vivo daqui! – disse ao demônio, que ergueu seu martelo para confrontá-lo – Arqueiros! – gritou o príncipe.
    Arcos cantaram, flechas irromperam os céus, o demônio caiu ajoelhado em frente a Artamir, com o corpo coberto de flechas.O príncipe ergueu sua espada e desceu-a com força, decapitando o demônio.

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