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Bob Joe
STF é desnecessário. Cada um segue sua própria versão da Constituição. Se eu discordar da sua versão da Constituição, a gente decide na bala. O mais forte prevalece, o mais fraco padece. Lei da selva.
Extremamente desnecessário, já que sua primeira função, guardar a constitucionalidade das leis foi relegada a muito tempo a segundo plano. Se eles desconsideram sua principal função diante da constituição, pra que sua existência? Qualquer tribunal pode substituir esta instituição, pois no fundo, ninguém dá valor à sua função constitucional.
E o segundo ponto em desfavor do STF: a função do STF é constitucional, mas a instituição age muito mais como corte criminal, que constitucional.
O terceiro ponto: as principais questões relativas a leis são "legisladas" pelo próprio STF, suprimindo a competência do Parlamento, como no caso da Extensão do alcance da lei Maria da Penha para todos os casos envolvendo questões de gênero. Isso cabe ao congresso. Nesse mesmo sentido, o STJ vem usando em casos envolvendo partilha de bens e conflitos parentais um tal "Protocolo de Genero" que não é lei ou norma constituição. Estão usando conceitos com efeito de lei provenientes da esquerda que sequer foi objeto de apreciação do congresso, nem do STF, no entanto eles citam este protocolo como se já fosse norma legal. E não é.
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My on easy
O STF ano passado julgou 87,546 processos. Isso é cerca de 41 processos por ministro por dia efetivo de trabalho. Completamente bizarro e inexplicável. Nesses processos se enquandram várias "legisladas" pelo STF. Como as sensuras de redes sociais e outras bizarríces como decisoes monocráticas.
Eu soou defensor de que precisamos de um STF, mas não esse STF que temos hoje. Meu STF teria poder muito limitado, somente para verificar a constitucionalidade do que é apresentado pelo legislativo, e os cargos de ministros teriam que ser votatos pela população com mandatos curtos sem direito a reeleição. Eu estou em dúvida se o STF deveria ser responsável por enquadrar "autoridades" (políticos com foro privilegiado) porque no atual esquema isso simplesmente não funciona.
Deveriam tirar do STF o direito de interferir em questões criminais, já que sua função é constitucional. O STF age mais como corte criminal. E impedir que Partidos ou grupos judicializem questões do parlamento. Leis devem ser decididas pelo parlamento, não pelo STF.
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mestre do yellow
Falta um poder moderador, afinal o sistema de Freios e Contrapesos (checks and balances) se mostrou falho. Por mais que no papel seja boa a ideia, um poder ter como moderar o outro, tal como um "pedra-papel-tesoura", na prática se ignora as manipulações de jogos de poder que poder deixar desbalanceado.
Por exemplo, se o Legislativo tem poder de abrir um processo de impeachment para um ministro do STF, este pode se sentir desmotivado de faze-lo, por mais que haja provas o bastante para tal, seja por uma questão "lícita, mas moralmente questionável" (por exemplo, o partido daquele senador ser "amigo" daquele ministro), ou por algo totalmente errado (se "lícito ou não" prefiro não opinar), como por exemplo ter algum podre envolvendo direto, ou indiretamente esses senadores (indireto podendo ser do partido, familiares, etc) em que o ministro pode ou não levar adiante o processo, basta o senador "andar nos trilhos". Claro falando de forma teórica, não estou dizendo que isso acontece aqui no Brasil, mas é algo que infelizmente em sistemas assim tem risco de ocorrer.
Já um poder moderador poderia servir como um garantidor que os Freios e Contrapesos funcionem bem. Nessas o Imperador faz falta, ele era o poder moderador e o Império do BraZil era uma referencia na geopolítica (e não o anão diplomático atual que somos na República do BraSil).
O poder moderador hoje não cabe mais em nossas "democracias" liberais, que na verdade são "sexistocracia" feminista. Se tentar algo do tipo, será ostracizado pela comunidade internacional