
Postado originalmente por
Eliasafe
Clássica falsa equivalência. Você tenta normalizar um pedido de repasse absurdo de R$ 134 MILHÕES provado em áudio para o clã Bolsonaro misturando com honorários de advocacia e doações ao PP, como se fosse tudo "o mesmo esquema comum". Não é, pois inclusive um era simplesmente trabalho antes de prova de crime, o outro foi "favor de amigo" já 1 dia antes da prisão e sabendo do caso todo. O suposto crime de terceiros não transforma a lavagem de dinheiro escancarada do Flávio em algo minimizável. Reduzir provas materiais a "cada um acredita no que quer" é puro malabarismo lógico para passar pano e sair como isentão.
Toma vergonha.
kkkkkkkkkkkkkkk
Porra, Eliasefe, o post é uma ironia, cabeção. tá muito engatilhado.
É óbvio que é um argumento ruim, é uma emulação de como será a desculpa dos caras pra essa picaretagem. Quem acredita nessas "coincidências" é otário, o nível de proximidade e entrelaçamento do poder econômico com o poder político nesses casos é muito evidente. É uma das manifestações mais claras e comuns de como funciona o Patrimonialismo na política e nas instituições do Brasil.
Mas a parte do "cada um acredita no que quer acreditar" é a única opinião de fato minha, porque é assim que funciona mesmo. Sempre vai ter gente pra apoiar qualquer político, independente de qualquer coisa. Política não é uma competição de quem é mais honesto, de quem está mais certo, de quem é melhor. É uma competição de narrativa, afinidades, convencimento e popularidade. Tudo isso regado a muito dinheiro. O bolsonarismo vai passar incólume dessa simplesmente porque: um, está todo mundo comprometido, inclusive quem julga e prende; e dois, quem já está comprometido com a visão de mundo que abraça essa direita brasileira aí, não vai mudar de opinião, vai aceitar qualquer narrativa que justifique minimamente o caso.