Parece que a casa do bolsofilho Flávio vai cair em breve...
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Parece que a casa do bolsofilho Flávio vai cair em breve...
Liga das Lendas: Vintas
O Flávio realmente está ferrado. Não vai conseguir justificar a origem do dinheiro/bens. Daqui pra frente a estratégia vai ser pensar na melhor desculpa pra não sair tão feio na foto, mas já sabendo que será condenado.
Que isso cara, ele é inocente. Foi tudo o Queiroz!
Eu estou com a ligeira impressão que o governo está segurando artificialmente o preço da gasolina. Tem umas 3 semanas que não vejo aumento nos postos, e o dólar vem disparando.
Em tempo: e estamos vendo o governo de embananar com medidas e reagindo mal a protestos.
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Longe de mim querer defender esse governo, mas vale apenas lembrar que dólar em alta não é necessariamente negativo, tem uma camada da sociedade que se beneficia e muito com o dólar batendo lá em cima (vulgo os exportadores)... Para além disso, acho bizarro o modo como alguns apresentam o Estado em uma lógica de empresa privada: "quebrado, não tem jeito, reduz gasto pra ter dinheiro"; sério que a cabeça de vocês limita o Estado a operar na mesma lógica que uma empresa privada!? Outra coisa, há necessidade REALMENTE de efetuar um corte na educação? Por que não falamos das operações compromissadas do Banco Central?
Obs: Só nesse fórum mesmo pra ter gente assumindo identidade de fanboy do Chicago Boys e do Adam Smith, aos membros com um maturidade, devo levar a sério isso?... Será que a personificação do Adam Smith sabe que certamente, nem mesmo Smith concordaria com o tipo de Capitalismo oligárquico como o atual?![]()
Última edição por Pairon; 16-05-2019 às 18:53.
Correto, mas é essa questão é apenas uma das características que diferenciam a lógica da iniciativa privada e o Estado, contudo é a principal. Convenhamos, se a iniciativa privada pudesse emitir moeda, eles não fariam? Outra questão, rebaixar o Estado a lógica da iniciativa privada não é, ao mesmo tempo, condenar uma nação ao "deus" mercado e, por conseguinte, torna-se suscetível à falhas de mercado?
Pelo termo, acredito que estejas a se referir a reforma da previdência, qualquer pessoa que teve boas aulas de geografia e, acredite, de sociologia no Ensino Médio, ao bater as projeções do IBGE com as projeções da previdência, sabe que o sistema não se sustenta e compreende a necessidade de alterações. Agora meu querido, torno novamente a pergunta, há uma necessidade real de realizar cortes (ou contingencia, para os esperançosos e amantes de um certo alguém) no âmbito da educação e da pesquisa científica? Bueno, se é pra falar em gastança exacerbada, porque não questionamos o ressarcimento pela sobra de caixa dos bancos a juros abusivos? Gasta-se em média de 500 bilhões por anos em operações compromissadas. Detalhe: isenta de imposto e ferindo a constituição (se não me engano é o artigo 167 (caso eu estiver errado vou rever no texto constitucional)). Joga-se mais 500 bilhões nos juros e rolagem da dívida pública. E aí, pra banqueiro tem LRF? Por que não se fala nisso? Por que não se fala em todas as benesses fiscais que são distribuídas pra banqueiro e empresariado em geral? É a sociedade que precisam pagar a conta? Ah pasme!
ps: Fácil falar o "economicês" com quem não entende do assunto neh?
[Sobre o tópico]
Aos apoiadores ferrenhos do governo de plantão, no âmbito da política internacional, segundo qual não haveria uma política externa de ideologias, aliás o próprio Bolsonaro falou isso no discurso de posse se não me engano, portanto, como podemos caracterizar aproximações, ou melhor, as viagens do ministrão Ernesto Araújo à Itália, Hungria e Polônia? A primeira parada, Itália, Ernesto Araújo se encontrou com Matteo Salvini, líder das legendas da liga nord, partido da direita italiana, mas 'talkey', a Itália é um parceiro econômico que não se deve jogar fora e é importante de qualquer jeito ter boas relações com a Itália. Após, Araújo vai para Hungria, o chanceler húngaro comenta sobre as perspectivas ideológicas próximas entre Brasil e Hungria e como pensamentos como o de Bolsonaro trazem novos ares... A Hungria é nosso nonagésimo destino de exportações, o Brasil exporta 115 milhões de dólares pra eles, 115 milhões de dólares, certamente no meu bolso é muita coisa, pra balança externa brasileira, isso não é muita coisa assim; e no âmbito das importações, a Hungria é o quinquagésimo terceiro maior origem de importações, com 354 milhões, um déficit (ou seja, um preju) pro Brasil de 248 milhões. A Hungria é um governo que persegue o próprio judiciário, é um governo que privilegia negócios familiares, não tem muita liberdade de imprensa e afins, isso é fato! Da Hungria, Ernesto vai para a Polônia, o atual presidente da Polônia, comentou que o Bolsonaro partilha dos mesmo preceitos que o atual governo polonês. A Polônia vive um cenário de intervenção do executivo no judiciário e etc... Veja bem, a Polônia é o quadragésimo segundo maior destino de exportações brasileiras, 856 milhões de dólares; e o quadragésimo segundo origem de importações, com 652 milhões de dólares, um superávit de 203 milhões de dólares... Quando a gente pensa os top 15 de exportações brasileiras, 5 estão na europa (países baixos, espanha, Alemanha, italia e belgica), se a gente pensar em laços culturais e históricos com o Brasil, nos temos Portugal, Espanha e Alemanha, com colônias muito maiores do que Polônia e Hungria... Então assim, se a justificativa é laços históricos em comum, você tem outras prioridades. Se a justificativa é abertura de mercados, fazer negócios e melhorar o fluxo comercial, você tem outras prioridades, tanto com a economia brasileira como a europeia também, um exemplo disso, a relação Brasil e França ainda que seja grande, não se compara a possibilidade haja vista o tamanho da economia francesa (mesma coisa se aplica a Inglaterra), portanto, cadê o ministrão indo lá fazer reunião com esses dois países, tenta abrir mercado com esses dois exemplos citados? Dificilmente vai ter uma empresa húngara investindo no Brasil, se tiver vai ser investimentos muito menos que um investimento francês ou britânico. Se o critério é laços históricos? Tem vários outros países na frente; Se o critério é economia? Tem várias outras nações na frente também. Então, pro recorte ser Hungria e Polônia, o critério é outro? (pra mim, o critério, e aqui vou ter que usar uma nomenclatura que eles não gostam muito, é um critério ideológico).
Att,
GrYllO.
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Se tem uma coisa que me dá medo nesse pensamento olavista é essa ideia de que existe uma espécie de "guerra santa", travada contra pessoas que representam o "mal" em forma de uma ideologia política unificada e supostamente articulada.
Não sei se o velho Olavo trouxe isso da época em que curtia o islamismo ou do tempo em que curtia um comunismo, mas é um tanto quanto preocupante. Mais preocupante ainda que esse tipo de narrativa esteja atrelada ao rótulo político de "liberal". Não existe futuro liberal em uma narrativa que enxerga inimigos por todos os lados.
Para mim, parte do que está aí representa uma séria dificuldade em assumir responsabilidades. Olavetes do futuro dirão que o Bolsonaro era de esquerda ou foi cooptado pelos gramcistas.
Última edição por Bob Joe; 18-05-2019 às 02:42.
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