Curtir Curtir:  0

Resultados da Enquete: O conflito entre arabes e israelenses condurá ao Armagedom, predito pelos profetas?

Votantes
23. Você não pode votar nesta enquete
  • Sim?

    9 39,13%
  • Não?

    14 60,87%
Página 1 de 2 12 ÚltimoÚltimo
Resultados 1 a 10 de 13

Tópico: Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio

  1. #1
    Avatar de elielsantos
    Registro
    29-11-2007
    Localização
    Barra do garças
    Idade
    45
    Posts
    783
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Arrow Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio

    Quais foram, ao longo de todo o processo, a tese, a postura, os atos e medidas dos árabes e dos palestinos em relação a Israel? Quais seus objetivos e estratégias?



    Chaim Weizmann.

    Os árabes como um todo (durante a maior parte de duração do conflito, os palestinos têm sido uma minoria sem muita expressão na política árabe) foram resgatando seus vários Estados nacionais das potências colonialistas que dominavam o Oriente Médio e o Norte da África. No início desse processo, alguns poucos líderes árabes chegaram a admitir a convivência com a realização nacional judaica em Eretz Israel (o Emir Feisal entendeu-se sobre isso, por escrito, com o então presidente da Organização Sionista, Chaim Weizmann). Mas a condição para essa convivência era a aceitação, por parte das principais potências coloniais, Inglaterra e França, das reivindicações árabes. Alegando não terem sido atendidas suas exigências por essas potências, os árabes que ainda mantinham algum diálogo com os judeus abandonaram sua postura conciliatória para com o ideal nacional judaico.

    A partir de então, a oposição consolidou-se em rejeição, depois ódio, depois ataques e pogroms, e na recusa programática de qualquer conciliação do nacionalismo árabe com o judaico na Palestina. Todo o conflito árabe-judaico no Oriente Médio nunca teve como causa a recusa judaica de aceitar um Estado árabe palestino. Isso foi aceito pelos judeus (1) em 1922, quando a Inglaterra entregou toda a Transjordânia à família haxemita de Abdallah, bisavô do atual rei da Jordânia; (2) em 1937, quando a Comissão Peel propôs a partilha entre árabes e judeus do que restara da Palestina (a oeste do Jordão) após a cessão de sua parte maior a Abdallah; (3) em 1947, quando a ONU decidiu pela partilha; (4) nas propostas aventadas por Rabin e Peres no processo de Oslo, a partir de 1993; e (5) em 2000, quando o primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, aceitou todas as condições que poderiam levar ao estabelecimento do Estado palestino em Gaza e na Judéia e Samaria. O conflito existe porque os árabes em geral, e os árabes palestinos em particular, não se satisfaziam com a instalação de um Estado Árabe-Palestino, mas tinham como objetivo a eliminação do Estado judeu.


    Nas negociações de Camp David, no ano 2000, o então primeiro-ministro Ehud Barak ofereceu aos palestinos até mesmo um regime especial para Jerusalém, que lhes permitiria estabelecer ali sua capital.




    Por isso, os exércitos de cinco países árabes invadiram o recém-proclamado Estado de Israel em 1948. Por isso, a partir do armistício, os árabes seguiram uma política de antagonismo, boicote e sabotagem a Israel. Por isso, criaram-se organizações terroristas para "libertar" a Palestina, organizações que praticaram o terror durante dezenas de anos (atentados e assassinatos de civis, inclusive mulheres e crianças, seqüestros de aviões, carros-bomba, etc). Por isso, os árabes fundaram em 1964 uma Organização para a Libertação da Palestina (libertação da existência de um Estado judeu, pois as terras destinadas ao Estado árabe estavam em mãos árabes: a Jordânia anexara a Cisjordânia e o Egito a Faixa de Gaza). Por isso, os árabes não criaram nenhum Estado palestino nas terras que permaneceram árabes, mantendo os refugiados em penúria e educando-os no ódio a Israel, como forma de pressão, enquanto os israelenses absorviam, como cidadãos plenos, os refugiados judeus expulsos de terras árabes, tão numerosos quanto aqueles (cerca de 700.000).


    Toda essa postura teve expressão oficial na Carta Palestina de 1964, antes, portanto, da ocupação da Cisjordânia e de Gaza por Israel na Guerra de 1967. Nela se declarava oficialmente que o objetivo estratégico era a liquidação de Israel e a expulsão ou o aniquilamento de todo judeu que lá tivesse chegado depois de 1917. Assim, a esperança de um futuro pacífico para o Oriente Médio sempre girou em torno da perspectiva dos árabes, e especificamente dos palestinos, mudarem sua postura e aceitarem a convivência de dois nacionalismos na região.

    (© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br - http://www.beth-shalom.com.br)

    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online
    Criando Uma Nova Realidade

    Blog: Criador de Realidade Positiva



  2. #2
    Avatar de Wotten
    Registro
    22-01-2009
    Localização
    Juiz de Fora
    Posts
    525
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Eliel, desista, é impossível humanizar o sionismo e o terrorismo de estado israelense.

  3. #3
    Avatar de Cana Brava
    Registro
    24-09-2010
    Posts
    1.820
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Quando li o titulo do tópico já imaginava que era você



    Votei em Sim?, tenho certeza que um dia
    vai escorrer mel da terra de Israel, hsuahsauhsau

  4. #4
    Avatar de elielsantos
    Registro
    29-11-2007
    Localização
    Barra do garças
    Idade
    45
    Posts
    783
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Eliel, desista, é impossível humanizar o sionismo e o terrorismo de estado israelense.
    Ora, se o amigo ainda não desistiu de humanizar o terrorismo islamo-nazista arabe-muculmano, porque eu desistiria de desmitificar o "Bom Terrorista" da esquerda?

    Propagou-se no ocidente, graças á esquerda e aos idiotas úteis de plantão a ideia de que muitos países arabes que apoiam descaradamente o terrorismo, o fazem por causa da opressão colonialista ocidental. Esta é a justificativa. Mas estes esquecem que o Brasil, India, China e outras potencias emergentes também sofrem a mesma pressão neo-colinialista por parte das potencias hegemonicas e nunca sequer imaginaram transformar as populações do primeiro mundo em vítima do terror. Nunca passou pela cabeça dos indianos e brasileiros transformar a luta por posiçôes no mercado em guerra de terror contra populaçôes indefesas. Mas há quem faça e alem de fazer, recebe apoio incondicional da esquerda e da midia ocidental.

    Esta pessoas nunca refletem que o terrorismo não é contra o estado, mas contra a população civil. E se a população vitima for judia, aí que os esquerdistas e idiotas uteis se assanham para justificar o terror.

    E tanto arabes quanto esquerdistas esquecem completamente que o ideal nacionalista arabe nasceu junto com o nacionalismo sionista. Tanto que o fundador da monarquia saudita, o mais importante pais arabe do Oriente tinha no Sionismo um complemento do nacionalismo arabe. Para ele, a luta de ambos serviria para alavancar a independencia de arabes e judeus da região. Mas logo que as naçôes arabes conseguiram sua independencia, abandonaram os judeus.

    Portanto, esta falácia esquerdista de que Israel é terrorista, que serve apenas para esquentar ainda mais os conflitos na região, não tem nenhuma base histórica. Se observarmos o desenrolar dos conflitos na região, veremos que Israel pautou suas açôes na busca da defesa dos judeus, e na busca pela paz. Fez isto em 1948, quando ganhou milagrosamente uma guerra contra 5 poderosas naçôes, fortemente armadas. Logo após, Israel entendeu-se com a Jordânia, em um processo de paz. Buscou uma rápida solução para o conflito com o Egito, na Campanha do Sinai, quando devolveu o Sinai ao Egito logo depois de conquistá-lo. E outras açôes que evidenciam que Israel sempre pautou suas açôes pela busca da convivência pacífica com seus vizinhos, apesar da insistente campanha de seus piores inimigos: A Esquerda. Não bastasse Israel ter como inimigos os arabes, tinham que ter no ocidente a esquerda, a eterna justificadora do terrorismo muculmano.
    Última edição por elielsantos; 15-06-2011 às 18:34.
    Criando Uma Nova Realidade

    Blog: Criador de Realidade Positiva



  5. #5
    Avatar de Wotten
    Registro
    22-01-2009
    Localização
    Juiz de Fora
    Posts
    525
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Não é nem preciso uma base histórica pra afirmar que Israel se trata de um Estado terrorista, que promove uma verdadeira limpeza étnica nos territórios árabes com seus F-18 sobrevoando os palestinos e explodindo casas entupidas de civis todo mês. Alguns dias atrás, nas "comemorações" da Nakba, quando dezenas de milhares de árabes foram expulsos das suas casas e nunca mais puderam voltar pras suas terras anos atrás, a história se repetiu. Dezenas de manifestantes pró-palestina assassinados pelo exército de Israel com o pretexto de que seus estilingues ou suas bandeiras ameaçavam a integridade do país e das forças de segurança. Além dos fuzis apontados pros civis, Israel ainda conta com uma rede de patifes sionistas no mundo inteiro, especialmente na sede da ONU, ou na casa branca lambendo as bolas do presidente americano da vez, e quem diria, inclusive aqui no Brasil.. Ultimamente essa corja de imbecis quis cassar o PCB, sob a acusação de antissemitismo.

    Assim como você, eles seguem a máxima de que qualquer um que critique Israel é antissemita. É a estratégia básica de defesa de qualquer idiota sionista.

    E se há alguma possibilidade deste conflito levar ao armageddon, é o fato de que Israel possui um arsenal nuclear, sob a proteção e tutela do padrinho anglo-saxão. Incrível, qualquer país que queira ter armas nucleares é imediatamente retaliado com sanções econômicas esmagadoras, mas Israel, por incrível que pareça, não. Me leva a crer que Israel não passa de uma base de mísseis estratégicas pra defender a América do fundamentalista drogado do Ahmadinejad ou do comedor de criancinhas do Kin Jong Ill.




    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online
    Última edição por Wotten; 16-06-2011 às 00:13.

  6. #6
    Avatar de Smoking
    Registro
    16-05-2011
    Posts
    3.951
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Nossa,mais um tópico do eliel que eu Nemly & Nemlerey.

    Como sempre é Mencionado os esquerdistas.....UFF....

    tem horas que me pergunto se tu é normal..sério..

  7. #7
    Avatar de Cavaleiro Calmo
    Registro
    16-05-2009
    Localização
    Rio de Janeiro
    Idade
    35
    Posts
    3.106
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Não é questão de achar, é questão de ter base:

    "Megiddo é uma colina em Israel perto do moderno povoamento de Megiddo, conhecida por razões teológicas, históricas e geográficas.

    Nos tempos antigos Megiddo era uma importante cidade-estado. É também conhecida como Tel Megiddo (hebreu) e Tell al-Mutesellim (arábico). De acordo com algumas interpretações da bíblia cristã este lugar será onde ocorrerá o Armagedom ou a batalha final entre as forças da luz lideradas por Jesus Cristo e as forças das trevas lideradas por Satanás ou Anti-Cristo depois do Fim dos Dias."


    Fonte: Wikipedia

    Temos que tentar entender ambos os lados.

    No caso da Transjordânia eu não tenho certeza mas acho que foi apenas uma mudança no mapa, não houve realocação da população local em prol da migração dos palestinos.

    Não acho sadio esse terrorismo de ambos os lados, mas acho que é um conflito enraizado fortemente pra ter alternativas de melhora a curto-prazo.

  8. #8
    Avatar de elielsantos
    Registro
    29-11-2007
    Localização
    Barra do garças
    Idade
    45
    Posts
    783
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Não é nem preciso uma base histórica pra afirmar que Israel se trata de um Estado terrorista,
    Quer dizer que para ti basta um esquerdista abrir sua boca e todo mundo tem que se ajoelhar diante da sua verdade? É isto? Quer dizer agora que a verdade está sujeita à esquerda e suas mentiras e ninguém precisa verificar nada acerca da mesma?

    que promove uma verdadeira limpeza étnica nos territórios árabes com seus F-18 sobrevoando os palestinos e explodindo casas entupidas de civis todo mês.
    Prova? Nenhuma. Só a esquerda que vocifera tem 60 anos a mesma coisa. Nem o Hamas, o pior inimigo de Israel costuma usar este argumento de tão inverídico que ele é.
    Alguns dias atrás, nas "comemorações" da Nakba, quando dezenas de milhares de árabes foram expulsos das suas casas e nunca mais puderam voltar pras suas terras anos atrás, a história se repetiu. Dezenas de manifestantes pró-palestina assassinados pelo exército de Israel com o pretexto de que seus estilingues ou suas bandeiras ameaçavam a integridade do país e das forças de segurança.
    Quem disse isto? O ditador Assad. Não sabia que o amigo dava credito ao que diz um ditador, que já matou milhares de seu próprio povo. É assim que costuma buscar suas fontes de informação, na palavra de ditadores assassinos?
    Criando Uma Nova Realidade

    Blog: Criador de Realidade Positiva



  9. #9
    Avatar de Wotten
    Registro
    22-01-2009
    Localização
    Juiz de Fora
    Posts
    525
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Citação Postado originalmente por elielsantos Ver Post
    Quer dizer que para ti basta um esquerdista abrir sua boca e todo mundo tem que se ajoelhar diante da sua verdade? É isto? Quer dizer agora que a verdade está sujeita à esquerda e suas mentiras e ninguém precisa verificar nada acerca da mesma?
    É só assistir as notícias que saem na imprensa. E a nossa imprensa, você muito bem sabe que ela tem um caráter bastante anti-esquerdista, e volta e meia aparecem notícias de mortos na palestina, da mesma forma que o Kaddaffi por exemplo "fez" (isso foi o que disse a CNN e todo mundo comprou), mas só o ditador sanguinário e maluco sofre retaliações, já Israel, que inclusive tem posse de armas nucleares, não sofre nem uma críticazinha da ONU. O mesmo acontece com vários outras países que comem na mão dos states, como a Arábia Saudita, Barein que possuem governos ainda mais sanguinários e repressivos que o de Kaddaffi, mas a imprensa não fala nada, a ONU/OTAN não fazem nada.
    A hipocrisia não acaba por aí. Esses mesmos políticos e principalmente a imprensa que criticavam o muro de Berlim com todas as letras, abraça e apoia o muro de Israel, que fez com que Gaza se tornasse um outro gueto, semelhante ao de Varsóvia. Estranho e irônico essa inversão, que faz com que um povo que sofreu, foi perseguido e torturado faça o mesmo com outro povo diferente anos depois. A atuação de Israel no cenário geo-político é quase uma vitoria póstuma do nazismo.



    Citação Postado originalmente por elielsantos Ver Post
    Prova? Nenhuma. Só a esquerda que vocifera tem 60 anos a mesma coisa. Nem o Hamas, o pior inimigo de Israel costuma usar este argumento de tão inverídico que ele é.
    Quem disse isto? O ditador Assad. Não sabia que o amigo dava credito ao que diz um ditador, que já matou milhares de seu próprio povo. É assim que costuma buscar suas fontes de informação, na palavra de ditadores assassinos?
    http://g1.globo.com/mundo/noticia/20...-em-golan.html

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/20...22-mortos.html

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/20...m-a-siria.html

    Esse tipo de notícia, você não precisa nem buscar fontes de notícias esquerdistas (e muito menos pela boca de ditadores). Até a própria mídia direitista divulga esse tipo de notícia, como a própria Globo, que diga-se de passagem é o bastião neo-liberal na televisão brasileira.

    É claro que você não sabia do que eu tava falando. Nos sites sionistas que você visita eles não tem coragem de postar algo do gênero. Só na internet e quiçá alguns segundos na televisão.. Isso é claro porque são crianças palestinas. Quando uma bomba explode em uma escola palestina, dificilmente você vai ver alguma coisa na televisão, agora se um maluco fanático se explode no meio de Jerusalém, o mundo todo chora.

    Vou estar fora da minha cidade pela próxima semana, por isso vou me ausentar do debate.
    Última edição por Wotten; 17-06-2011 às 14:33.

  10. #10
    Avatar de elielsantos
    Registro
    29-11-2007
    Localização
    Barra do garças
    Idade
    45
    Posts
    783
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão Conexão Islâmico-nazista

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    É só assistir as notícias que saem na imprensa.
    Errado colega. As noticias tem que ter uma fonte. E a fonte de 90% delas são do governo Sirio. As demais 10% são Palestinas, já que na Síria a imprensa ocidental foi expulsa do país.

    A hipocrisia não acaba por aí. Esses mesmos políticos e principalmente a imprensa que criticavam o muro de Berlim com todas as letras, abraça e apoia o muro de Israel,
    Eu apoio este muro também. Qual o amigo escolhe: o Muro Ou os cadaveres mutilados de crianças e velhos, as vitimas dos terroristas palestinos? Depois que construíram o muro, os atentados terroristas em israel diminuiu em 100%.

    que fez com que Gaza se tornasse um outro gueto, semelhante ao de Varsóvia.
    Eu não vou ofende-lo chamando-lhe de canalha, colega, pois não tenho este hábito. Mas vou chamar assim tua afirmação. Comparar as duas situaçôes da forma que comparastes já demonsra que além de esquerdista você teve uma formação moral 100% deficiente. Conheço as duas histórias. O Gueto de Varsóvia foi construído e composto por judeus pacíficos, professores, liberais, socialistas, etc. A Faixa de Gaza é composta por um povo agressivo, assassino, que toda vez que há uma tentado em Israel ou no mundo que causa grande númerod e vítimas, eles saem às ruas fazendo carnaval. No Brasil se faz carnaval da alegria, do sexo, da convivencia entre raças, não importa a cor. O motivo do carnaval brasileiro é a diversão. Em Gaza o principal motivo do carnaval é a morte de velhos e crianças, mulheres. Um povo deste não merece o apoio incondicional do mundo, da forma que os esquerdistas induziram o mundo, com apoio desta mídia ocidental.

    Portanto, esta comparação canalha que fizeste entre Varsóvia e a faixa de Gaza mostra quem são os esquerdistas.


    Estranho e irônico essa inversão, que faz com que um povo que sofreu, foi perseguido e torturado faça o mesmo com outro povo diferente anos depois. A atuação de Israel no cenário geo-político é quase uma vitoria póstuma do nazismo.

    Em outubro de 1938, numa reação ao Pacto de Munique que Neville Chamberlain fizera com Adolf Hitler, Winston Churchill fez a seguinte advertência no Parlamento inglês:

    Vocês precisam considerar o caráter do movimento nazista e o domínio que ele implica. Nunca poderá haver amizade entre a democracia britânica e o poder nazista, poder esse que despreza a ética cristã, que saúda com aplausos seu avanço conquistado por meio de um paganismo cruel, que se gaba do espírito de agressão e conquista, que da perseguição extrai força e prazer pervertido, bem como usa o ameaçador impulso assassino com impiedosa brutalidade. Tal poder nunca poderá ser um amigo confiável da democracia britânica.

    Um ano depois, com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, naturalmente ficou comprovada a advertência de Churchill de que o Pacto de Munique era “o começo da consideração do problema” com um inimigo implacável.

    Em 2005, naquelas semanas que sucederam os ataques terroristas ocorridos em Londres, ouvimos, por várias vezes, a analogia entre aqueles atentados à bomba e o bombardeio nazista contra a Inglaterra durante a Segunda Guerra. A maioria dessas analogias mencionava a famosa resistência inglesa diante do terror e da carnificina. Algumas dessas comparações tinham relação com a decisão anunciada pela rainha Elizabeth e pelo primeiro-ministro Tony Blair de nunca se render às forças que estavam por trás daquelas bombas. De fato, na maioria dos casos, as analogias feitas entre as duas circunstâncias diziam respeito à reação dos ingleses aos ataques e não à natureza similar dos culpados daqueles atos.

    Entretanto, a verdade é que assim como a resistência paciente dos ingleses relembra a mesma de 65 anos atrás, também há uma semelhança profunda e pedagógica entre os nazistas que atacaram outrora e os combatentes islâmico-fascistas que atacam hoje em dia. Mais importante ainda do que invocar a célebre “resistência paciente” dos ingleses, o cerne da questão é que, para lutar e vencer esta guerra atual, é necessário que se entenda e aceite as similaridades existentes entre os nazistas e os exércitos terroristas árabe-islâmicos.

    A conexão islâmico-nazista de Munique

    Em julho de 2005, o The Wall Street Journal publicou uma reportagem investigativa sobre o estabelecimento e o crescimento do Centro Islâmico em Munique. Conforme Stefan Meining, um historiador alemão, relatou ao jornal, “se você quer entender a estrutura do Islã político, precisa considerar aquilo que aconteceu em Munique”.


    De acordo com a reportagem, a mesquita de Munique foi fundada por muçulmanos nazistas que se estabeleceram na Alemanha Ocidental depois da guerra. Esses homens, que estavam entre os mais de 1 milhão de cidadãos das repúblicas soviéticas, unidos aos nazistas enquanto sob a ocupação alemã, foram transferidos para o Ocidente nos momentos finais da guerra, por ordem de seu comandante nazista, para protegê-los do avanço do Exército Vermelho.

    A reportagem do jornal esclarece que o primeiro líder da mesquita era oriundo do Uzbequistão e se chamava Nurredin Nakibhidscha Namangani. Ele serviu na SS nazista como imame (i.e., líder espiritual muçulmano) e participou do extermínio do Gueto de Varsóvia, bem como da repressão à revolta judaica em 1943.

    Segundo aquele artigo, Said Ramadan, o líder da Irmandade Muçulmana Egípcia, que estava exilado, participou da Conferência de 1958, organizada por Namangani e seus correligionários muçulmanos nazistas com o objetivo de angariar recursos financeiros para a construção da mesquita. Depois o artigo resume o momento subseqüente em que a Irmandade Muçulmana assume o controle daquela mesquita na década de 60 e de sua transformação, com o patrocínio financeiro saudita e sírio, numa conexão para a propagação da ideologia islâmico-fascista em sua convocação para a jihad (guerra santa) e para o domínio do mundo.

    Os nazistas apoiaram os terroristas árabes

    A reportagem ignorou o fato de que não havia nenhuma razão específica, exceto talvez uma hostilidade enciumada por causa da intrusão, para que os nazistas tivessem qualquer problema com a Irmandade Muçulmana. Tal como o cientista político alemão Matthias Kuntzel registrou em seu livro intitulado Islamic anti-Semitism and its Nazi Roots (“O anti-semitismo islâmico e suas raízes nazistas”), a Irmandade Muçulmana que gerou a Fatah da Organização de Libertação da Palestina (OLP), bem como a Al Qaeda, o Hamas e a Jihad Islâmica egípcia, deve muito de seu sucesso ideológico e de suas raízes pseudofilosóficas ao nazismo.

    Nos idos de 1930, o mufti [líder e intérprete oficial da lei islâmica – N.T.] de Jerusalém, Amin el-Husseini, cortejou exatamente os nazistas. Em 1936, quando iniciou sua guerra de terror contra os yishuv (“assentamentos”) judaicos na Palestina governada por mandato britânico, Amin el-Husseini, por várias vezes, solicitou apoio financeiro aos nazistas, patrocínio esse que começou a chegar em 1937.

    De 1936 a 1939, as tropas terroristas de Husseini assassinaram 415 judeus. Anos mais tarde, Husseini comentou que se não fosse o dinheiro nazista, sua investida violenta contra os assentamentos judeus teria sido derrotada em 1937. O movimento que ele liderava estava impregnado de nazismo. Seus homens cumprimentavam-se com saudações nazistas e os membros de seu movimento jovem ostentavam os uniformes da juventude nazista.

    Husseini tinha relações de parentesco com o novo movimento da Irmandade Muçulmana, fundado pelo sogro de Ramadan, Hassan al-Banna, na década de 20. O impacto que sua guerra terrorista causou no movimento foi profundo. De uma lista com 800 membros em 1936, as fileiras da Irmandade cresceram em número para 200 mil membros oficiais nos idos de 1938, apoiados, talvez, por um número igual de simpatizantes ativos.


    Conforme Kuntzel demonstrou, a noção de uma violenta guerra santa ou jihad contra não-muçulmanos não fazia parte de nenhuma doutrina islâmica em vigor até a década de 30 e, segundo ele observou: “Sua cooperação para o advento de um novo anti-semitismo virulento está comprovada em termos bastante claros”. As gangues de Husseini que atuavam no Mandato Palestino foram efusivamente aplaudidas pela Irmandade Muçulmana no Egito, que mobilizou manifestações em massa portando slogans tais como: “Judeus, saiam do Egito e da Palestina” e “Morte aos judeus!”.

    Para os nazistas, os judeus eram considerados a principal força que os impedia de atingir seu objetivo de dominar o mundo. Como Hitler expressou: “Vocês verão que precisaremos de pouco tempo para reorientar os conceitos e critérios do mundo inteiro pura e simplesmente pelo ataque ao judaísmo”. Em sua concepção, Hitler achava que, após destruir os judeus, o resto do mundo estaria a seus pés por causa dessa conquista. Ele declarou: “A luta pelo controle do mundo será travada exclusivamente entre alemães e judeus. O resto é fachada e ilusão”.

    Husseini se tornou um efetivo agente nazista. Fomentou um golpe pró-nazista em Bagdá no ano de 1942 e fugiu em seguida para a Alemanha, onde passou o resto da guerra treinando uma tropa de jihadis composta de muçulmanos bósnios, exortando o mundo árabe a se levantar contra os Aliados, participando do Holocausto e planejando a construção de um campo de extermínio em Nablus, semelhante ao de Auschwitz, depois da [esperada] vitória alemã. Após a guerra, com ajuda francesa, ele conseguiu escapar para o Cairo, no Egito. Lá, Husseini foi recebido como herói de guerra.

    A idéia obcecada de Hitler de que os judeus eram a fonte de todos os males do mundo, ficou tão enraizada nas mentes nacionalistas árabe e islâmica, que passou a ser uma segunda índole.

    Em 2002 na Alemanha, durante o julgamento de Mounir al-Moutassadeq, acusado de colaborar com os seqüestradores dos aviões nos atentados de 11 de setembro, testemunhas fizeram uma descrição da visão de mundo de Muhammad Atta, o líder dos terroristas naquele atentado. Uma das testemunhas declarou:

    A [visão de mundo] de Atta baseava-se num modo de pensar nacional-socialista. Ele se convencera de que “os judeus” estão determinados a conquistar o domínio do mundo. Ele considerava a cidade de Nova York como o centro da comunidade judaica do mundo todo, esta que, em sua concepção, era o Inimigo Número Um.

    A mesma guerra continua

    À luz da fartura de documentação histórica acerca das raízes nazistas do fascismo islâmico, é absolutamente evidente que a cooperação dos nazistas com a Irmandade Muçulmana na construção e desenvolvimento do Centro Islâmico de Munique foi tudo, menos coincidência ou fato isolado.

    A realidade disso é que, à semelhança dos nazistas, é impossível separar a busca ideológico-militar islâmica pelo domínio mundial de seu anti-semitismo genocida. Como no caso dos nazistas, são dois lados da mesma moeda. E, tal como aconteceu desde o momento da ascensão dos nazistas ao poder em 1933 até o fim da Segunda Guerra Mundial, os ingleses e, em grau menor, todavia crescente, os americanos, se recusaram a admitir que a guerra contra os judeus e Israel era a mesma guerra travada contra eles.

    Existem motivos para as tentativas de separar o inseparável. A descoberta de que os responsáveis pelos atentados à bomba em Londres pertenciam à mais distinta classe de imigrantes da Inglaterra é prova de que, hoje em dia, o inimigo é produzido em casa. Um exemplo disso é o daquele grupo organizado anglo-paquistanês, ligado à Al-Qaeda e ao Hamas, que praticou o atentado suicida no Mike’s Place, na cidade de Tel-Aviv, em abril de 2003 e de Omar Sheikh, o inglês de origem paquistanesa ligado à Al-Qaeda que seqüestrou e assassinou o repórter Daniel Pearl do Wall Street Journal numa execução ao estilo nazista em janeiro de 2002.


    Um dos desafios mais difíceis para uma sociedade democrática é enfrentar corajosamente a “quinta coluna”* que vive em seu meio. À parte disso, a grande verdade é que a economia global é movida a petróleo, o qual é controlado pelos mesmos poderes que se encontram na base da atual guerra contra Israel e a civilização ocidental.

    É mais fácil engajar-se no partido dos que negam tais realidades do que lutar contra elas. Assim como os ingleses e franceses outrora responsabilizaram o empobrecimento e a humilhação [alemãs] resultantes do Tratado de Versalhes como a causa do anti-semitismo e espírito belicoso alemão na década de 30, atualmente os ingleses, à semelhança de seus aliados europeus e de grande parte da sociedade americana, consideram que as causas do anti-semitismo e das aspirações árabes e islâmicas de dominar o mundo são a pobreza, resultante da aparente humilhação de estarem nas mãos dos imperialistas ocidentais, bem como o estabelecimento do Estado de Israel e [as ações para garantir] sua contínua viabilidade.

    O Estado de Israel tem o dever (negligenciado em grande parte pelas próprias autoridades israelenses no atual momento) de chamar a atenção do resto do mundo para essa realidade inconveniente. A responsabilidade e o dever de todos os que prezam a liberdade e o direito de viver sem medo é admitir tal realidade, apesar de sua inconveniência. Recusar-se a admiti-la não é uma mera questão de covardia. É a receita do suicídio. (Caroline Glick, www.carolineglick.com - extraído de Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

    * Um grupo de pessoas, dentro de determinado país, que é simpatizante do inimigo ou que lhe oferece ajuda em secreto. A expressão provém de Emílio Mola, um general nacionalista espanhol, que durante a Guerra Civil Espanhola declarou que marchava para Madri com quatro colunas de combatentes e que havia uma quinta coluna de simpatizantes e agentes dentro daquela cidade.

    Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2006.



    A conexão entre o Islâ Palestino e o Nazismo é bem conhecida. Mas os esquerdistas fingem que os nazistas são os Israelenses, as vítimas do terrorismo muçulmano.

    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online
    Criando Uma Nova Realidade

    Blog: Criador de Realidade Positiva





Tópicos Similares

  1. Jogos | Pokemon ALL VERSIONS
    Por Sir Drayk Maximus no fórum Fora do Tibia - Off Topic
    Respostas: 12785
    Último Post: 17-09-2017, 10:19
  2. Taverna | Armagedom: A Russia Versus Israel
    Por elielsantos no fórum Fora do Tibia - Off Topic
    Respostas: 22
    Último Post: 07-06-2011, 15:34
  3. muito azarado xD
    Por Mortadela Flyer no fórum Tibia Geral
    Respostas: 23
    Último Post: 26-05-2011, 11:22
  4. [Conto] O Corsariano - A Infância
    Por rickardorios no fórum Fora do Tibia - Off Topic
    Respostas: 1
    Último Post: 03-03-2011, 09:56
  5. Jogos | Clássicos 4ever!
    Por satoy no fórum Fora do Tibia - Off Topic
    Respostas: 29
    Último Post: 08-09-2008, 01:00

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •