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Resultados da Enquete: Haverá uma guerra na regiãos egundo a professia do Armagedom Biblico?

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Tópico: O Armagedom: Irão continua a provocar Israel e o ocidente

  1. #31
    Avatar de Wotten
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    Onde foi que eu falei isto? Desde quando a militância homossexual representa a totalidade dos homossexuais? O colega anda confundindo militante gay comunista com homossexual. 99% dos homossexuais não tem filiação partidária, só querem sossego.
    Parece que o amigo anda confundindo as bolas também. Aponta a militância gay como sendo de esquerda, como se todo gay fosse comunista, o que não é verdade infelizmente.

    A logística dos atentados que mataram centenas de pessoas no Brasil foram responsabilidade destes franciscanos. Se não me engano, na idade média a responsabilidade pela inquisição era da ordem dos franciscanos. Parece que o espírito assassino nunca morre. Frei Beto e Frei Tito, se tivesse uma medalha para monges assassinos, certamente já teriam sido condecorados. O atentado do Aeroporto Guararapes foi idealizado por uma organização que tinha vínculos com as organizações rurais que assolaram a sociedade brasileira na década de 50 e 60. Toda a logística destas organizações terroristas foi idealizada e implementada com apoio dos Franciscanos, especialmente estes dois que citastes. Portanto, não confunda um comunista que se disfarça de padre com um cristão. O amigo parece que anda confundindo muita coisa. Mas não é de espantar vindo de alguém da esquerda.
    Não adiante querer se eximir e dizer que não existem padres comunistas. Dizer que um padre, que por ser comunista abandonou o cristianismo é simplesmente ridículo. Mesmo a igreja sendo uma das instituições mais anticomunistas que existem no mundo possui principalmente nos degrais mais baixos da sua instituição padres que compactuam com a esquerda. Eu nunca imaginaria que o padre que celebrava as missas de quando eu era bem criança e ia na igreja com a minha família era guevarista. Fui saber anos depois, quando meu vô, pessoa bastante religiosa me disse que quando foi visitar o padre que já estava muito doente, foi descobrir que ele era socialista, através das obras e dos quadros do Che Guevara que ele tinha em casa.

    Portanto, qual é pior dizer: que Mao mandou derrubar a Muralha da China durante a revolução cultural ou que os chineses praticaram canibalismo aos milhares durante esta revolução?
    A pergunta certa seria, qual é o mais ridículo. Eu até discuto à respeito dos clichês anticomunistas quando estes inventam estatísticas, alteram discursos e artigos ou deturpam o socialismo, mas quando eu leio algo do gênero eu me sinto abismado, porque pelo menos antes deu embarcar nas discussões políticas, pelos debates que eu via, os fascistas e suas viuvinhas da direita costumavam inventar argumentos menos cômicos e mais ponderados no que tange à ludicidade das mentiras, já ultimamente, tenho lido que Stálin queria cruzar homens com macacos, Mao queria derrubar a muralha da China ou que Pol Pot mandava fuzilar todos que usassem óculos.

    Colega, o amigo está se confundindo novamente: nem tudo é questão somente de inteligência, mas de caráter também. Quando se une o conhecimento com carater, princípios morais, a verdade se estabelece. Os comunistas sempre pecaram por dar ênfase no conhecimento e não na formação moral de seus elementos. Basta ver os horrores que produziram para se ter a prova.
    Depende da "formação moral", se ela for a formação reacionária criada pelos milicos ou pela igreja pra educar as pessoas durante a ditadura militar, eu abdico esse tipo de moralidade. Caráter é financiar grupos paramilitares extremistas pra combater o comunismo? Ou defender Israel e toda sua limpeza étnica? Depende, se for assim eu sou imoral mesmo, sem caráter e tudo mais.

    Quer dizer que quando o assassinos presidente do Irâ dia que Israel deve ser varrido do mapa, concordas com sua política externa para Israel?
    "Com o encontro, Ahmadinejad pôs fim à sua polêmica visita oficial ao Líbano, que o levou a visitar o sul do país, a apenas uns quilômetros de Israel, onde mais uma vez preconizou o desaparecimento do Estado hebreu: “Os sionistas vão desaparecer”."

    Leu? Sionistas, não judeus.

    Sim, já que Israel não consegue desapegar da intolerância e coexistir com uma Palestina livre, concordo em gênero, número e grau quanto à extinção da instituição estatal que Israel se tornou, berço do nazismo do século XXI, lar da intolerância e da pureza étnica, e não lar dos judeus. Se eu fosse judeu, a última coisa que eu iria pensar é que Israel me defende chacinando povos árabes.

    Você critica tanto o Ahmadinejad, mas segue uma postura igual mas inversa em relação aos palestinos nos outros tópico sobre esse assunto. Já parou pra pensar nisso?

    Fazendo com que Ezequiel 38 e 39, um dos profetas judeus aceitos pelos muçulmanos se cumpra. E em Ezequiel 38 e 39 a bíblia cita claramente a Persia como uma das líderes da invasão a Israel. E o que Almadinejad ganha com isto? Ele quer forçar o MESSIAS a se revelar. É por isto que em comunicados no Irâ, Almadinejad é tratado como se fosse o enviado para esta tarefa. Ele quer invadir Israel para cumprir Exequiel 38 e 39.
    É aí que a credibilidade morre parceiro.

    Não pega bem seu argumento, colega, pois todo mundos abe que nos EUA, promoteres e juízes não tem muito medo dos outros poderes (Vide Clinton e a Modelo estagiária).
    Você acredita mesmo que exista de fato a separação dos três poderes em um estado liberal? Isso é outra falácia que se usa pra legitimar esse sistema podre de governo. Isso é tão falso quanto a perspectiva de ascensão de classe, típica do liberalismo. Os poderes não são totalmente independentes, no caso do judiciário, um ou outro é avesso as perspectivas governistas, o resto compactua com o governo vigente. Aqui no Brasil por exemplo, tem um ou outro elitista defensor de banqueiros e esmagador de trabalhador sem terra no supremo, como o Gilmar Mendes, o resto (ainda bem óh senhor!) coaduna de certa forma com o governo atual. E aposto que em quase todo o mundo é assim que funciona a tão admirada "independência dos três poderes" que os liberais gostam tanto de citar.

    E os terroistas que explodem mulheres e crianças em mercados no Iraque, financiados pelo presidente iraniano?
    Isso tem tanta credibilidade quanto dizer que o Hugo Chavez colabora com as FARC. Boatos, sem prova alguma.

    Claro, que se danem milhões de soldados americanos arrancados de seus lares, esposas, filhos e filhas para combater uma nação agressiva como o Japão. Esqueceram de informar-lhe que o Japão agrediu os EUA, em seu curso de comunismo.
    Esqueci de mencionar também o fato da tentativa americana de mostrar poder diante da União Soviética. Antes de assinar a papelada e mandar Hiroshima e depois Nagasaki pra vala, aposto que o Truman sonhou com as bombas caindo em Moscou, visto que os alemães não conseguiram triunfar diante da Rússia, pra infelicidade dos países do primeiro mundo.

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  2. #32
    Avatar de elielsantos
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    Arrow Palestinos são co-autores da "Solução Final" de Hitler

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Parece que o amigo anda confundindo as bolas também. Aponta a militância gay como sendo de esquerda, como se todo gay fosse comunista, o que não é verdade infelizmente.
    Novamente o amigo confunde novamente Militante homossexual com homossexual. Conheço militantes da causa gay que não são gays. Militam apenas pela causa. Achei que no tópico anterior o colega já tinha percebido a confusão que fizera entre um e outro.
    Não adiante querer se eximir e dizer que não existem padres comunistas.
    Não conheço nenhum. Todos os comunistas que dizem ser padres, são na verdade comunistas. Não confunda um traiçoeiro revolucionário que trocou Jesus Cristo, o mestre do Amor, por Stálin, o Supremo Assassino.
    Dizer que um padre, que por ser comunista abandonou o cristianismo é simplesmente ridículo
    Ridiculo é um sujeito coadunar com este sistema político assassino.
    Eu nunca imaginaria que o padre que celebrava as missas de quando eu era bem criança e ia na igreja com a minha família era guevarista. Fui saber anos depois, quando meu vô, pessoa bastante religiosa me disse que quando foi visitar o padre que já estava muito doente, foi descobrir que ele era socialista, através das obras e dos quadros do Che Guevara que ele tinha em casa.
    Guevara é considerado como um dos maiores assassinos que já trilhou a America do Sul. Provavelmente este padre já deve ter matado alguém, para admirar este assassino frio.
    A pergunta certa seria, qual é o mais ridículo. Eu até discuto à respeito dos clichês anticomunistas quando estes inventam estatísticas, alteram discursos e artigos ou deturpam o socialismo, mas quando eu leio algo do gênero eu me sinto abismado, porque pelo menos antes deu embarcar nas discussões políticas, pelos debates que eu via, os fascistas e suas viuvinhas da direita costumavam inventar argumentos menos cômicos e mais ponderados no que tange à ludicidade das mentiras, já ultimamente, tenho lido que Stálin queria cruzar homens com macacos, Mao queria derrubar a muralha da China ou que Pol Pot mandava fuzilar todos que usassem óculos.
    Deixe deste argumento imbecil de direita versus esquerda. Citei casos comuns entre historiadores ocidentais e não destes esquerdistas acadêmicos brasileiro, acostumados a fazer da história lixo .
    Ou defender Israel e toda sua limpeza étnica? Depende, se for assim eu sou imoral mesmo, sem caráter e tudo mais.
    Alémd e defender os terroristas palestinos e suas milhares de vitimas de seus atentados, ainda apóias uma limpeza étnica? Achei que você só apoiava ataques terroristas. Quer dizer que se diverte vendo Palestinos esplodires ônibus lotados de crianças e depois se diverte ainda mais vendo Israel fazer limpeza étnica contra terroristas? Achei que não tinha caráter, mas vejo que teu caso é mais sinitro: tu te divertes com a desgraça de todo mundo,s eja ele terrorista palestinos ou criança israelense.
    Leu? Sionistas, não judeus.
    Ahmadinejad: Israel vai "desaparecer do mapa"
    Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse que Israel vai logo desaparecer do mapa e que o "poder satânico" dos Estados Unidos está se destruindo, em mais um ataque contra seus arquiinimigos.

    Ahmadinejad falou durante um encontro com convidados estrangeiros para marcar o 19º aniversário da morte do aiatolá Ruhollah Khomeini, líder revolucionário iraniano, segundo a ageência de notícias oficial Irna.
    "Você deve saber que o regime sionista criminoso e terrorista, que tem 60 anos de saques, agressões e crimes em sua ficha, chegou ao fim de seu trabalho e logo vai desaparecer da cena geográfica", disse.
    Falando sobre os Estados Unidos, ele disse que a era de declínio e destruição de seu "poder satânico" já começou. E acrescentou: "O sino já tocou e a contagem regressiva para a destruição do império de poder e riqueza já começou".
    A oposição a Israel é princípio fundamental do Irã, que apóia os militantes palestinos contrários às negociações de paz com o Estado judeu.
    Em 2005, Ahmadinejad declarou que Israel deveria ser "varrido do mapa" e, com isso, ultrajou a comunidade internacional.
    Em abril, um importante comandante militar iraniano disse que seu Exército responderia a qualquer ataque de Israel "eliminando-o". Washington condenou os comentários.
    Os Estados Unidos, que romperam os laços diplomáticos com o Irã logo após a Revolução Islâmica de 1979, lideram os esforços para isolar Teerã devido a seu polêmico programa nuclear.
    Alguns analistas especulam que Israel ataque o Irã para impedir a continuidade de suas atividades nucleares. O Ocidente suspeita que seu objetivo seja a produção de armas nucleares. O Irã, que não reconhece Israel, insiste que deseja ter tecnologia nuclear somente para a produção de energia.
    O Irã, que é também o quarto maior produtor de petróleo do mundo, diz ter desenvolvido mísseis balísticos capazes de atingir Israel e as bases norte-americanas na região.
    Washington afirma que quer uma solução diplomática para a disputa nuclear, mas não descarta uma intervenção militar caso isso não dê certo. Teerã insiste que não vai ceder à pressão ocidental.
    Fonte: Reuters

    Quer dizer que na sua visão esquerdista, Wotten, Israel só tem sionista?

    Sim, já que Israel não consegue desapegar da intolerância e coexistir com uma Palestina livre,
    Israel é que não consegue desapegar da intolerância? Quem apoiou os nazistas em 1930, com o grão mufti, bem antes de existir Israel, ein esquerdista? Tá certo que espear de um esquerdista caráter é impossível, mas pelo menos tu poderia se ater aos fatos hitóricos pelo menos e deixar a Desinformação esquerdo-nazista de lado:
    De acordo com o pesquisador Roger David Carasso os “árabes aprenderam sua técnica de desinformação com os nazistas”, mas como a foto acima mostra, isso não é nem de longe a única coisa que eles têm em comum.

    A história de Mohammed Amin al-Husseini (o Grão Mufti de Jerusalém) é o ponto da história que explica o começo do "nacionalismo palestino", o movimento islamo-fascista de dominação e extermínio que altualmente se faz passar por um movimento de libertação nacional.

    Já que o que não falta são artigos e documentos sobre a colaboração do líder religioso islâmico com o nazismo e sua responsabilidade por diversos massacres perpetrados contra os judeus nativos da região, não vou me alongar no assunto.
    Abaixo segue uma pequena lista com algumas das contribuições do líder religioso islâmico:

    -Em 1929, ele foi acusado de instigar o massacre dos judeus que residiam há milênios em Hebron. Foram mortos 68 judeus e os sobreviventes fugiram da cidade.

    -Em abril de 1936, Husseini comandou a Grande Insurreição, que começou com uma greve geral. As exigências, apresentadas às autoridades britânicas, eram a proibição da imigração judaica e da venda de terras a judeus. Houve ataques aos kibbutzim e outras colônias judaicas

    -A partir da subida de Hitler ao poder, em 1933, Husseini tentou convencer os nazistas a apoiarem o movimento árabe muçulmano contra os judeus.

    -O Grande Mufti propôs a criação do Partido Nazista no Oriente Médio, mas Hitler não concordou, porque o partido era exclusivamente para arianos, árabes não podiam ser aceitos.

    -Na Alemanha, Husseini foi recebido por Hitler em 28 de novembro de 1941. O líder árabe propôs uma declaração a ser assinada pelos líderes do Eixo a qual afirmava que: "A Alemanha e a Itália reconhecem o direito dos países árabes de resolver a questão do elemento judeu, como é exigido pelos interesses nacionais e étnicos dos árabes, tal como a questão dos Judeus foi resolvida na Alemanha e na Itália".

    -Hitler prometeu a Husseini a "destruição do elemento judeu" nas terras árabes. Documentos nazistas descobertos recentemente no arquivo militar de Freiburg por dois pesquisadores da Universidade de Stuttgart revelam que Hitler planejava ocupar a "Palestina" e exterminar os 500 mil judeus que ali viviam, contando com a aliança dos árabes comandados pelo Grande Mufti. Entre as atividades de Husseini durante a guerra estão:

    * Uma fatwa proclamando jihad dos muçulmanos de todo o mundo contra a Grã-Bretanha

    * Programas de rádio com propaganda nazista dirigidas aos árabes

    * Organização de espionagem e terrorismo em áreas muçulmanas da Europa e do Oriente Médio

    * A criação das unidades muçulmanas da SS nos Balcãs

    * Treinamento de religiosos muçulmanos para acompanhar as unidades SS. As unidades SS muçulmanas chegaram a ter dezenas de milhares de soldados, na maioria muçulmanos da Bósnia, que combateram os guerrilheiros comunistas nos Balcãs.

    -O Grande Mufti colaborou ativamente no extermínio dos judeus no Holocausto (responsavel direto por aprox. 20 mil mortos).

    -Segundo depoimento no julgamento de Nuremberg dado pelo lugar-tenente de Adolf Eichmann, Dieter Wisliceny, "o Mufti foi um dos iniciadores do extermínio sistemático dos Judeus da Europa e foi um colaborador e conselheiro de Eichmann e Himmler na execução desse plano. Ele era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava a acelerar as medidas de extermínio. Ouvi ele mesmo contar que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito as câmaras de gás de Auschwitz ".

    -Husseini interveio pessoalmente para conseguir que Himmler cancelasse a troca de 5 mil crianças judias polonesas por prisioneiros de guerra alemães, que estava sendo negociada com a Cruz Vermelha. As crianças estavam internadas no gueto de Theresienstadt e foram removidas para campos de extermínio e assassinadas.

    -Uma das operações terroristas organizadas por Husseini foi o envio de cinco pára-quedistas para jogar toxinas (arma bacteriológica) no reservatório de água de Tel Aviv, durante a guerra. Os cinco foram capturados com 10 recipientes que continham veneno suficiente para matar 250 mil pessoas.

    -Depois da guerra, o Grande Mufti conseguiu fugir de Berlim, mas foi capturado em Paris. Escapou da prisão e se refugiou no Cairo. Embora sua captura para ser julgado em Nuremberg tivesse sido pedida, os britânicos temiam a reação dos árabes, e permitiram que ele continuasse em liberdade. De seu refúgio no Cairo, o Grande Mufti foi um dos principais instigadores da guerra contra a independência de Israel em 1948, para a qual criou uma força árabe, o exército da Guerra Santa (Jaysh al-Jihad al-Muqaddas). Em 2002, Yasser Arafat disse numa entrevista ao jornal palestino Al Quds: "Nosso herói é Hajj Amin al-Husseini. Tentaram muitas vezes se livrar de Hajj Amin, que consideravam um aliado dos nazistas. Mas ele morou no Cairo, participou da guerra de 1948, e eu fui um dos soldados dele".

    -Em 2 de novembro de 1943, Himmler enviou um telegrama a Husseini: " Para o Grande Mufti: o Movimento Nacional Socialista da Grande Alemanha tem, desde sua criação, inscrita em sua bandeira a luta contra os Judeus do mundo. Por isso acompanha com especial simpatia a luta dos árabes que amam a liberdade, contra os invasores judeus. No reconhecimento deste inimigo e da luta comum contra ele repousa a firme fundação da aliança natural entre a Grande Alemanha Nacional Socialista e os muçulmanos que amam a liberdade em todo o mundo. Neste espírito lhe envio neste aniversário da infame declaração Balfour (NT: a promessa britânica de um lar nacional para os judeus na “Palestina”, em 1919) minhas saudações calorosas e o desejo de sucesso na sua luta até a vitória final. Reichsfuehrer SS Heinrich Himmler".

    concordo em gênero, número e grau quanto à extinção da instituição estatal que Israel se tornou, berço do nazismo do século XXI, lar da intolerância e da pureza étnica, e não lar dos judeus. Se eu fosse judeu, a última coisa que eu iria pensar é que Israel me defende chacinando povos árabes.
    Não foi o mufti de Jerusalém, avô de Yasser Arafat que deu a Hitler a idéia da Solução Final? Quer dizer que os judeus são vitimas do nazismo árabe, mas els é que levam a fama de nazistas?
    Devotos de Hitler

    Em entrevista publicada num jornal árabe de Londres e reproduzida no diário palestino Al Quds de 2 de agosto, Yasser Arafat proclamou novamente sua fidelidade aos ideais de seu mestre Hajj Amin al-Husseini, a quem chamou “nosso herói”.
    Al-Husseini, grande mufti de Jerusalém no tempo da II Guerra, foi aliado de Adolf Hitler e apologista da Solução Final, mas não se deve acusá-lo de ter sido apenas um tagarela inconseqüente: ele passou das palavras aos atos, recrutando para as SS dezenas de milhares de muçulmanos da Bósnia e da Albânia, que vieram a participar ativamente da matança de sérvios, judeus e ciganos.
    Em março de 1944, no auge do Holocausto e três anos antes da fundação do Estado de Israel, Al-Husseini fez uma cordial visita ao Führer, a quem pediu que estendesse aos territórios palestinos o empreendimento nazista de extermínio de judeus. Não satisfeito com meras conversações de gabinete, exclamou em entrevista a uma rádio de Berlim: “Árabes! Matai os judeus onde os encontrardes. Isso agrada a Deus, à História e à religião."
    Arafat foi protegido de Al-Husseini durante quarenta anos, mas a bondade do mestre para com seu discípulo também não ficou em palavras: o grande mufti mandou vir de Berlim técnicos das SS para aprimorar o treinamento militar do seu pupilo, que veio a se revelar um menino notável.
    Tão notável que, hoje, passado meio século, ele já se tornou uma espécie de ser miraculoso, encarnação viva da coincidentia oppositorum: de um lado, recebe o apoio enfático de todas as organizações neonazistas do mundo; de outro, quem é chamado de nazista na mídia dita esclarecida não é ele, e sim o imprudente que se aventure a falar mal dele ou de seus parceiros queridos, Saddam Hussein, Fidel Castro, as Farc e a garotada enragée do Fórum Social Mundial.
    Talvez explique esse paradoxo o fato de que a organização que ele preside, a OLP, foi criada pela KGB (você sabia?) com fragmentos de organizações palestinas mais antigas. Foi também a URSS que rearmou o Exército alemão com o intuito de usar os nazistas como estopins do processo revolucionário, e depois, quando os manobrados se voltaram contra o manobrista, invadindo o território soviético em vez de seguir fielmente o plano original de Stálin, lançou uma vasta campanha mundial de antinazismo retroativo, impondo até hoje como verdade inquestionável a lenda que faz do socialismo o inimigo natural em vez de pai do nazismo. Poucas mentiras antigas conservam ainda o apelo nostálgico da literatura antinazista produzida às pressas nos anos 40, sob encomenda de Stalin, para camuflar ex post facto a desastrosa parceria com que ele produzira a II Guerra Mundial.
    É graças à força residual dessa mistura estonteante de maquiavelismo e retórica sentimental que a elite falante do Ocidente (por exemplo, noventa por cento do pessoal das nossas redações) pode hoje fazer causa comum com Arafat e os neonazistas e ao mesmo tempo se encher de brios antinazistas, quase chorando de indignada emoção, ao falar contra Israel e os EUA.
    A mentira é a maior força enlouquecedora do universo. Guiado por ela, o mais inteligente dos homens se põe docilmente a serviço daquilo que professa odiar, e nem faz idéia do abismo de paradoxos em que mergulhou sua porca vida. E vá você tentar alertá-lo! O que tenho recebido de e-mails indignados de sujeitos que me acusam de ser um monstro, porque tento assassinar seus belos sonhos, é uma grandeza. E se lhes digo que foram mantidos sonhando para ser usados na produção da mais medonha realidade, então respondem que sou uma alma perversa, carregada de ódio, tão diferente de Arafat e Fidel Castro, essas flores do puro amor.
    Educadas nessa base, não é de espantar que tantas almas padeçam do que chamo “síndrome da desconfiança enviesada”: olham com suspicácia paranóica os EUA e Israel, adivinhando conspirações mortíferas, ao mesmo tempo que nunca, nunca ousam sequer imaginar alguma intenção maldosa no que venha do outro lado. Rejeitam a hipótese in limine, sem necessidade de verificação, mesmo quando são profissionais do jornalismo, que se gabam de tudo verificar. Fidel Castro, metido no narcotráfico? Anátema! A China, financiando terroristas? Loucura! Morticínio de brancos na África do Sul? Calúnia! E não se fala mais nisso. Sinistra locuta, causa finita. Nem de longe passa pela cabeça desses beatos que há uma diferença entre a dose de maquiavelismo assassino possível numa democracia, onde tudo pode ser vasculhado pela mídia, e num regime como o de Cuba ou da China, onde os canais de informação são controlados pelo governo. Acreditam que Bush passa o dia tramando conspirações no porão, enquanto Fidel e Arafat são a transparência encarnada. Nem de longe vislumbram a hipótese de examinar com igual desconfiança -- e igual candura -- os dois lados. É claro: se fizessem isso, como eu fiz, acordariam de seu sonho embriagante e não suportariam a humilhação de saber que foram idiotas úteis. Sei que tudo o que venha de mim será lido com o mesmo viés, mas, se de algo adianta, deixo o depoimento: também passei por essa humilhação. E ela me fez muito bem.






    Eliel:
    Fazendo com que Ezequiel 38 e 39, um dos profetas judeus aceitos pelos muçulmanos se cumpra. E em Joel 38 e 39 a bíblia cita claramente a Persia como uma das líderes da invasão a Israel. E o que Almadinejad ganha com isto? Ele quer forçar o MESSIAS a se revelar. É por isto que em comunicados no Irâ, Almadinejad é tratado como se fosse o enviado para esta tarefa. Ele quer invadir Israel para cumprir Joel 38 e 39.


    Wotten:
    É aí que a credibilidade morre parceiro.

    Imediatamente após assumir a presidência do Irã, Mahmoud Ahmadinejad começou a declarar sua crença no retorno iminente do Mahdi como base para suas atividades políticas. A despeito da crença tradicional de que ninguém pode prever a hora do retorno do Mahdi, Ahmadinejad freqüentemente afirmava que a vinda dele estava próxima, e até mesmo fez uma predição específica. Durante uma reunião com o ministro de Relações Exteriores de um país islâmico, ele disse que a crise no Irã “era um presságio da vinda do Imã Oculto (ou Escondido), que apareceria dentro dos próximos dois anos”.[1] Em um discurso feito em dezembro de 2006 em Kermanshah, Ahmdinejad desejou aos cristãos um Feliz Natal, e disse: “Eu, neste ato, anuncio que, com a ajuda de Deus, não está longe o dia em que Jesus voltará ao lado do Imã Oculto”.[2]
    Ahmadinejad não apenas desejava proclamar a iminente vinda do Mahdi e, desta forma, dar legitimidade a sua política e suas ações ao associá-las com o Imã Oculto, como também se apresentou como sendo aquele que está em conexão direta com Deus. Em um discurso sobre o programa nuclear do Irã, ele afirmou ter “uma conexão com Deus” e exortou os iranianos a serem crentes verdadeiros para que Deus os apoiasse em sua luta justa em favor da tecnologia nuclear.
    “Creiam[-me], falando legalmente, e aos olhos da opinião pública, nós fomos absolutamente bem sucedidos. Falo isso com conhecimento de causa. Certa pessoa me perguntou: ‘Você realmente possui uma conexão? Com quem?’ Eu respondi: ‘Tenho uma conexão com Deus’, uma vez que Deus disse que os infiéis não terão como fazer mal aos crentes. Bem, [mas] apenas se formos crentes, porque Deus disse: Vocês [serão] os vitoriosos. Mas os mesmos amigos dizem que Ahmadinejad diz coisas estranhas.
    Se nós formos [verdadeiramente] crentes [islâmicos], Deus nos mostrará a vitória, e este milagre. Hoje é necessário que um camelo fêmea surja do coração da montanha[3] para que meus amigos aceitem o milagre? Não foi a Revolução [Islâmica] [suficientemente] miraculosa? O Imã [aiatolá Khomeini] não foi um milagre?”.[4]
    Ahmadinejad também se apresentou como aquele que está inteirado das intenções e ações de Deus, o que se refletiu em sua afirmação de que “Deus designou o Imã Oculto para ser nosso sustentador”.[5] A reivindicação de ter um relacionamento direto com Deus também ficou evidenciada no discurso que ele fez quando de seu retorno ao Irã após ter se pronunciado na Assembléia Geral da O.N.U., em 2005. Ahmadinejad afirmou que, à medida que ele estava fazendo seu pronunciamento na O.N.U., sentiu-se “rodeado por um halo de luz” simbolizando a natureza messiânica de sua mensagem às nações do mundo.[6]
    Os discursos de Ahmadinejad têm sido caracterizados pelo uso de termos messiânicos e pela ênfase na necessidade de preparar o terreno para o retorno do Mahdi.[7] Por exemplo, em um discurso feito em maio de 2007 na província de Kerman, ele disse: “Temos uma missão – fazer do Irã o país do Imã Oculto”.[8]
    Como parte do compromisso dos ministros iranianos com essas preparações, e a partir da sugestão de Parviz Daoudi, assessor sênior de Ahmadinejad, eles assinaram um compromisso de fidelidade a Ahmadinejad.[9]
    De acordo com sua política messiânica, Ahmadinejad também endossou uma tradição folclórica iraniana-xiita que afirma que o Imã Oculto dá importância especial à mesquita Jamkaran, em Qom – uma tradição que não tem sido apoiada pelas autoridades religiosas conservadoras.[10] Como parte dessa política, o ministro Iraniano da Cultura e da Orientação Educacional Islâmica, Mohammad Hossein Saffar Harandi, recebeu a ordem de jogar o compromisso de fidelidade dos ministros em um poço no pátio da mesquita Jamkaran, onde os crentes jogam suas orações e pedidos pessoais.


    Ahmadinejad também alocou 10 milhões de dólares para a renovação da mesquita e de seus arredores em preparação para o retorno do Mahdi, e, em 2005, gastou em torno de 8 milhões de dólares em refrigerantes para os peregrinos durante a celebração do aniversário do Mahdi.[11] O encorajamento do regime ao mahdismo também fica evidente no conteúdo do site do serviço de notícias do governo do Irã. Por exemplo, o site apresenta informações sobre a série iraniana de televisão chamada “O Mundo em Direção à Iluminação”, que trata da chegada iminente do Mahdi.[12]
    Deve-se observar que as manifestações políticas das crenças messiânicas de Ahmadinejad eram evidentes mesmo antes de sua eleição à presidência do país. De acordo com relatos, durante seu mandato como prefeito de Teerã (2003-2005), a municipalidade imprimiu um mapa da cidade que mostrava, dentre outras coisas, o roteiro que será empreendido pelo Mahdi quando de seu retorno.[13]
    No Seminário Internacional Sobre a Doutrina do Mahdismo, realizada no Irã nos dias 6 e 7 de setembro de 2006, durante as celebrações do aniversário do Mahdi, e tendo a participação de representantes de diversos países, Ahmadinejad enfatizou a natureza universal e ativa do mahdismo e convidou o Ocidente a aceitá-la:
    Hoje, a humanidade está prosseguindo em direção à verdade. Hoje, a felicidade da humanidade depende de se prosseguir em direção à verdade. Hoje, nós convidamos a todos para prosseguirem em direção à verdade, uma vez que [a verdade] é o único caminho (...) Esta celebração [do aniversário do Mahdi] não é apenas para os muçulmanos, mas para todo o mundo. O Mahdi pertence a toda a humanidade (...).
    O Imã Oculto não possui uma presença tangível entre nós, mas ele está sempre [aqui], e devemos preparar o caminho para seu rápido aparecimento (...) Alguns afirmam que, durante sua ocultação, sua [nobreza] está suspensa, mas isso não é verdade (...) Pelo contrário, devemos nos apressar em direção a ele e acelerar o passo para preparar o caminho para seu aparecimento. [Ele não aparecerá] se nós ficarmos sentados preguiçosamente. A humanidade deve avançar com rapidez em direção ao Imã Oculto a fim de alcançá-lo. Uma pessoa que [apressa ativamente a vinda do Imã] é diferente daquela que não o faz (...) Hoje, a humanidade está prosseguindo rapidamente em direção à perfeição, à verdade, à justiça, ao amor, à paz e à compaixão, e isso é possível apenas debaixo do governo do homem perfeito [i.e., o Imã Oculto].[14]
    (extraído de www.memri.org – Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)
    Notas:
    1. Aftab (Irã), 16 de novembro de 2005, citado em Rooz (Irã), 12 de dezembro de 2005.
    2. Emrooz (Irã), 20 de dezembro de 2006.
    3. Isso se refere a um verso do Alcorão (7:73).
    4. Iran News (Irã), 15 de outubro de 2006. Para as informações a respeito das afirmações de Ahmadinejad acerca de sua conexão com Deus, veja MEMRI Special Dispatch, nº 1328: “Ahmadinejad, o presidente do Irã: ‘Eu tenho uma conexão com Deus, uma vez que Deus disse que os infiéis não terão uma maneira de prejudicar os crentes’; ‘Falta apenas um passo para chegarmos ao cume da tecnologia nuclear’; ‘O Ocidente não vai ousar nos atacar’.”. 19 de outubro de 2006, http://memri.org/bin/articles.cgi?Pa...sd&ID=SP132806.
    5. Fars (Irã), 1 de abril de 2006.
    6. Rooz (Irã), 1 de outubro de 2006.
    7. Para obter exemplos, ver Kayhan, 29 de setembro de 2005; agência de notícias Fars, 11 de outubro de 2005; Sharaq, 12 de novembro de 2005; agência de notícias ISNA, 16 de novembro de 2005; agência de notícias IRNA, 16 de abril de 2006; Kayhan, 23 de novembro de 2006; Emrooz, 20 de dezembro de 2006; Jomhouri-ye Eslami, 24 de dezembro de 2006.
    8. Aftab (Irã), 10 de maio de 2007.
    9. ILNA (Irã), 17 de outubro de 2005.
    10. Estudiosos xiitas estão divididos no que se refere ao status dessa mesquita. O diário Jomhouri-ye Eslami, que é afiliado dos seminários religiosos em Qom e que representa as visões dos importantes aiatolás dos seminários, declarou que a mesquita não é em nada diferente de qualquer outra (13 de setembro de 2006), enquanto que o semanário Parto-ye Sokhan, afiliado ao aiatolá Mohammad Taqi Mesbah-e Yazdi, citou a crença tradicional de que a mesquita havia sido construída baseada na ordem do Imã Oculto e que ela possui importância especial para ele (20 de setembro de 2006).
    11. Os xiitas celebram o aniversário do Imã Oculto no 15º dia do mês islâmico de Sha’ban, que, em 2006, coincidiu com o mês de setembro.
    12. Ver MEMRI Special Dispatch nº 1436, “Waiting for the Mahdi: Official Iranian Eschatology Outlined in Public Broadcasting Program in Iran” [Esperando pelo Mahdi: Escatologia Oficial Iraniana Esboçada em Programa de Noticiário Público no Irã], 25 de janeiro de 2007. http://memri.org/bin/articles.cgi?Pa...sd&ID=SP143607.
    13. Os relatos afirmaram que “a distribuição de um mapa deturpado (...) mostrando o roteiro [que será empreendido] pelo Mahdi [quando de seu retorno] foi interrompida [seguindo] reações [críticas] de círculos políticos e religiosos. O mapa foi distribuído pela prefeitura de Teerã (...) mas as cópias foram recolhidas seguindo [as orientações críticas] de oficiais seniores do regime”. (site Hatef – aparentemente o site Hatef News, associado a patrocinadores de Rafsanjani – 5 de dezembro de 2005, citado em Rooz, 5 de dezembro de 2005).
    14. ISNA (Irã), 6 de setembro de 2006.


    Mahmud Ahmadinejad: O xiismo messiânico no poder
    Irão. O isolamento do país conheceu novo impulso com a eleição para a Presidência de Ahmadinejad, o homem que acredita ser preciso preparar o país para a chegada do 12.º imã, Mahdi, o Imã Escondido, espécie de D. Sebastião do xiismo
    A família do Presidente iraniano mudou o apelido nos anos 50, quando o patriarca decidiu que era tempo de deixar Garmsar (perto de Aradan) e tentar a sorte um pouco mais a norte na grande capital, Teerão. Saborjhian está muito bem para a aldeia, onde todos se conhecem, mas, no anonimato da grande cidade, aquele sufixo "ian" podia ser facilmente confundido com alguma origem arménia ou, pior ainda, judaica. O pequeno Mahmud, nascido a 28 de Outubro de 1956, cresceu assim em Teerão como Ahmadinejad, estudou, entrou na universidade, tornou-se engenheiro, professor, doutor em Engenharia de Transportes, fez a guerra Irão-Iraque nos serviços secretos e de segurança dos Guardas da Revolução, unidade militar de elite do Irão, meteu-se na política, foi governador e, mais importante, tornou-se presidente da câmara dessa cidade que recebeu a família nos anos 50.
    Nessa altura, em 2003, quando ganhou a câmara da capital ainda era um perfeito desconhecido, rosto principal de uma coligação de pequenos partidos e organizações religiosas (Abadgaran - Aliança dos Construtores do Irão Islâmico) que primava pelo seu conservadorismo e se opunha firmemente às políticas reformistas do Presidente Mohammad Khatami.
    A religião é uma parte fundamental da visão política de Ahmadinejad, senão mesmo a única. Qualquer dimensão da vida se rege segundo os preceitos do Alcorão, ponto de partida e de chegada de uma filosofia política que pretende regressar ao purismo da Revolução islâmica que derrubou o Xá Reza Pahlavi, entronizou o ayatollah Khomeiny, vestiu de preto o Irão e sonha agora com exportar o xiismo.
    "Esta revolução tenta criar um governo de alcance mundial", disse Mahmud Ahmadinejad durante a sua campanha eleitoral para a presidência em 2005, uma frase encarada como um exagero de eleições que se vem afirmando cada vez mais como um objectivo. A forma como o Irão aproveitou o caos do Iraque para fazer valer as suas pretensões, demonstra como o Presidente está empenhado nessa matéria.

    O programa nuclear iraniano, o ostensivamente público antagonismo em relação aos israelitas, mesmo a negação do Holocausto parecem etapas de um processo cujo objectivo mais próximo é aumentar a influência do Irão (e do xiismo) no Médio Oriente e que tem como fim longínquo o domínio do mundo.
    O messianismo de Ahmadinejad é uma componente muito forte da sua visão. O Presidente está convencido que é preciso preparar o país para a chegada do 12.º imã, Mahdi, o Imã Escondido, espécie de D. Sebastião do xiismo - uma das primeiras acções do seu Governo foi a doação de 12,5 milhões de euros para a mesquita de Jamkaran, um popular centro de peregrinação onde os mais religiosos lançam num poço mensagens para o imã. O mais interessante do regresso do 12.º imã é que, segundo as profecias, este chegará depois do caos, da guerra e da carnificina.
    Ahmadinejad é um devoto do ayatollah Mohammd Mesbah Yazdi, o mais conservador entre os poderosos e influentes oligarcas clericais iranianos. Este clérigo de Qom - cidade santa e principal centro de estudos religiosos xiitas - defende o isolamento total do Irão das influências do Ocidente e considera heréticas todas as interpretações não literais do Alcorão. É o principal teórico dos que se opõem às reformas no Irão.
    Não estranha, portanto, que assim que tomou conta dos destinos de Teerão (e depois do país), a ênfase de Ahmadinejad tenha sido inverter quase tudo o que os reformistas alcançaram nos oito anos em que Khatami esteve no poder. Segregação das mulheres, redução da cultura aos estudos religiosos, imposição de códigos estritos de comportamento e indumentária, erradicação das ideias reformistas das universidades, restrições à liberdade de imprensa com o fecho de jornais e de rádios, violação dos direitos humanos.
    Fonte: http://www.dn.pt/inicio/interior.asp...=994914&page=2
    Última edição por elielsantos; 16-07-2011 às 20:34. Razão: Correção de citação bíblica referente a Joel 38 e 39
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  3. #33
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    Não conheço nenhum. Todos os comunistas que dizem ser padres, são na verdade comunistas. Não confunda um traiçoeiro revolucionário que trocou Jesus Cristo, o mestre do Amor, por Stálin, o Supremo Assassino.
    Não houve um post seu em todos os tópicos que eu passei os olhos que você não cometeu uma generalização. Não houve um sequer! Começo a achar que é burrice ou falta de intelecto.

    Guevara é considerado como um dos maiores assassinos que já trilhou a America do Sul. Provavelmente este padre já deve ter matado alguém, para admirar este assassino frio.
    Então eu também já matei alguém, não que eu me lembre, mas já matei uns por aí.

    Deixe deste argumento imbecil de direita versus esquerda. Citei casos comuns entre historiadores ocidentais e não destes esquerdistas acadêmicos brasileiro, acostumados a fazer da história lixo .
    Então falar que se canibalizava os burocratas durante a revolução cultural proletária ou falar que Stálin mandou milhões pro paredão não é fazer da história lixo?

    A direita caga encima dos fatos históricos que se passaram e ainda passa nos países comunistas. Isso é fazer da história lixo.

    A história é contada por quem vence a batalha, e atualmente quem tá por cima são os "historiadores ocidentais", fazendo com que os historiadores que tem material pra refutar todos esses absurdos fiquem apagados. Veja só, nos últimos anos, vários mitos anticomunistas caíram por terra. A farsa do Holodomor, o massacre de Katyn e por aí vai, mas estes trabalhos não são divulgados porque ajudam à acabar com o mito do comunismo genocida, mas quando alguém se atreve à falar demais e ameaçar todos os absurdos que a direita sempre se apoiou, passam a régua nessa pedra no sapato, como o caso atual do deputado russo Viktor Ilyukhin, que liderava a investigação aos documentos e arquivos russos dos "genocídios stalinistas", descobrindo várias falsificações históricas, principalmente sobre o massacre de Katyn (você Eliel provavelmente já deve ter copiado algo à respeito e usado em um debate na internet sobre ele). Pois é, de uma saúde perfeita segundo seu boletim médico pra um infarto fulminante, no auge de seus trabalhos investigativos.

    Alémd e defender os terroristas palestinos e suas milhares de vitimas de seus atentados, ainda apóias uma limpeza étnica? Achei que você só apoiava ataques terroristas. Quer dizer que se diverte vendo Palestinos esplodires ônibus lotados de crianças e depois se diverte ainda mais vendo Israel fazer limpeza étnica contra terroristas? Achei que não tinha caráter, mas vejo que teu caso é mais sinitro: tu te divertes com a desgraça de todo mundo,s eja ele terrorista palestinos ou criança israelense.
    Compare as mortes causas por palestinos e as mortes causadas por Israel. Só desde 2000 Israel já chacinou mais de 1500 crianças palestinas, segundo a própria ONU, e não são pessoas isoladas que fazem a limpeza étnica, é o próprio governo. Terrorismo estatal. Enquanto na palestina, "terroristas" isolados, ou chame como quiser, disparam morteiros em direção à cidades israelenses, que quase sempre erram ou acertam alguém, seja civil ou militatr.

    Não quero legitimar um nem outro ato, visto que atacar áreas civis é um ato deplorável, mas criticando a atitude dos palestinos, você está criticando a atitude de Israel ao mesmo tempo. Que hipocrisia!

    Você é preconceituoso em relação à árabes. Admita.

    Quer dizer que na sua visão esquerdista, Wotten, Israel só tem sionista?
    Evidente que não, mas os testemunhas de Jeová também foram vítimas de perseguições e pogroms e nem por isso eles possuem uma nação. Israel sendo um Estado Judeu, ou seja, fundamentado em religião é quase tão ruim quanto um califado islâmico, ainda mais quando algum desses contam com a conivência de todo o ocidente.

    Israel é que não consegue desapegar da intolerância? Quem apoiou os nazistas em 1930, com o grão mufti, bem antes de existir Israel, ein esquerdista? Tá certo que espear de um esquerdista caráter é impossível, mas pelo menos tu poderia se ater aos fatos hitóricos pelo menos e deixar a Desinformação esquerdo-nazista de lado:
    Veja só o que eu achei neste outro tópico sobre este assunto.

    http://forums.tibiabr.com/showthread...=419085&page=2

    "E quanto a associação deste ou aquele setor cristão com o Socialismo Alemão, é natural. Existem ovelhas negras em todos os setores. Se todo cristão tivesse que responder pelos pecados de outros ele estaria em dificuldade. Diferente do Comunismo, onde todos comungam do ódio e utopia comum a todo esquerdista. Não é uma questão de somente alguns serem criminosos. É questão de que todos que comungam com a Utopia Comunista primar por um sentimento de ódio a tudo que contradiz sua utopia. "
    Veja só Eliel, são as suas próprias palavras. Você é hipócrita, e esse tipo de coisa só ajuda a embasar a minha afirmação que você é preconceituoso em relação aos árabes. Pois é, esses são os sionistas.

    Aliás, você não cansa de copiar e colar esse texto? Você já postou ele em todos os outros três tópicos em que participei de discussões, e até mais de uma vez por tópico. Tendo que responder os mesmos argumentos todo hora fica cansativo Eliel!

    Rejeitam a hipótese in limine, sem necessidade de verificação, mesmo quando são profissionais do jornalismo, que se gabam de tudo verificar. Fidel Castro, metido no narcotráfico? Anátema! A China, financiando terroristas? Loucura! Morticínio de brancos na África do Sul? Calúnia! E não se fala mais nisso.

    Morticínio de brancos? Falar isso no mínimo é contraditório, tomando-se os anos de repressão, torturas e mortes aos negros sul-africano. Eu sabia que essas fontes, assim como você, era racista. De preconceito contra árabes à racismo é só um passo. Sionista e quase um defensor do apartheid. Espero que isso seja um mal entendido, porque se passar por defensor dos direitos humanos e semeador do amor cristão e ser racista ao mesmo tempo não dá né.

    Fazendo com que Ezequiel 38 e 39, um dos profetas judeus aceitos pelos muçulmanos se cumpra. E em Joel 38 e 39 a bíblia cita claramente a Persia como uma das líderes da invasão a Israel. E o que Almadinejad ganha com isto? Ele quer forçar o MESSIAS a se revelar. É por isto que em comunicados no Irâ, Almadinejad é tratado como se fosse o enviado para esta tarefa. Ele quer invadir Israel para cumprir Joel 38 e 39.
    Eu até entenderia se você falasse que o Irã quer dominar o mundo, ou estender sua influência no Oriente Médio, mas cumprir uma profecia da bíblia? Você quer mesmo que eu acredite nesse argumento?

  4. #34

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    essa discussão não vai levar a lugar nenhum


    @elielsantos Cara, vc é fanático. fala como se quisesse colocar os leitores a favor de israel a todo custo.

  5. #35
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    Arrow Terrismo Palestino e esquerdista

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Não houve um post seu em todos os tópicos que eu passei os olhos que você não cometeu uma generalização. Não houve um sequer! Começo a achar que é burrice ou falta de intelecto.
    Qual o problema da generalização quando ela corresponde aos fatos? Ou você nega que a esquerda, por exemplo é anti-semita? Ou tu és ingênuo demais ou ignorante demais acerca de sua própria ideologia.

    Ex: Na Somália todo ano milhares de pessoas são violentamente trucidadas pelos extremistas muçulmanos. Mulheres são apedrejadas, cristãos são arrastados pelas ruas e tem sua cabeas decapitadas apenas por serem cristãos. Na Etiópia e parte do leste africano crianças do sexo feminino tem seus órgãos sexuais mutilados. No Sudão muçulmanos já mataram mais de 1 milhão e 500 mil cristãos, centenas de milhares de mulheres foram estupradas e seguindo um prática comum naquele lugar, antes de serem mortas tiveram seus seis cortados. Logo depois são cruelmente mortas pelos muçulmanos. Todo ano morrem no mundo, vítimas principalmente dos muçulmanos, 150 mil cristãos. Agora eu te desafio: quantas Flotilhas rumo a estes países os esquerdistas fizeram para interromper esta barbárie? Quantos manifestos comunistas em prol destas vítimas esquecidas foram feitos em blogs comunistas e na imprensa em geral, geralmente com suas linhas editoriais repletas de socialistas e simpatizantes?

    Notou a hipocrisia e canalhice? Por ano são 150 mil cristãos mortos, vitimas principalmente dos assassinos muçulmanos. Mas nunca vi um blog esquerdista escrever ma virgula a respeito. Mas basta Israel, respondendo aos terroristas do Hamas atacar e matar um Palestino e eles fazem mega-manifestações, contratam dezenas de barcos para fazerem protesto em alto-mar contra Israel.

    Agora eu te desafio novamente: me explique o por quê dos esquerdistas só se enfurecerem com a morte de Palestinos, se no cômputo geral de mortes por violência eles não representam nem 1%?

    Não estou dizendo que estas mortes não devam ser lamentadas, mas sem hipocrisia. Eu costumo lamentar toda e qualquer morte e não somente daquelas que alguma ideologia endeuse.
    Então eu também já matei alguém, não que eu me lembre, mas já matei uns por aí.
    Na verdade todo esquerdista é um assassino em potencial. Não estou brincando. Para cometer um genocídio não falta motivos a um esquerdista. Sempre que houve uma revolução, a primeira coisa que os revolucionários fizeram foi massacrar os proprietários rurais, entre outros. E Isto está documentado em todo o mundo. Basta lembrar ao amigo, antes que venha com a eterna cantilena esquerdista de complô contra o socialismo, que os arquivos do mundo inteiro referentes ao período de governo comunista já foram abertos à pesquisa. Portanto, contenha sua imaginação sobre teorias de conspiraçao.



    Então falar que se canibalizava os burocratas durante a revolução cultural proletária ou falar que Stálin mandou milhões pro paredão não é fazer da história lixo?
    Como assim? Desde quando falar algo extensamente documentado é fora dos parâmetros? Ou não sabias que a primeira coisa que Boris Ielsen, presidente eleito após a queda de Gorbashov fez, foi abrir muitos arquivos à pesquisa pública? E que o Livro Negro do Comunismo, escrito por Comunistas franceses e que relatam os horrores do período stalinista e leninista foi escrito baseado nestes arquivos cedidos pelo próprio governo russo? Não sabias disto? Certamente que sabes. Se eu, que não sou esquerdista sei, por quê tu não saberias? Não se faça de desentendido.

    A direita caga encima dos fatos históricos que se passaram e ainda passa nos países comunistas. Isso é fazer da história lixo.
    Uma impossibilidade política, colega. Parece que desconheces o fato de que o comunismo da Cortina de Ferro acabou mas o socialismo não. Portanto, a direita seria impossibilitada de fraudar os fatos tão somente pelo fato de que os socialistas estão aí (infelizmente), para fiscalizar. Se a direita fosse absoluta e não houvesse oposição, aí sim poderias alegar isto. Mas somente nos países comunistas, este paraíso democrático que tanto veneras, é que os fatos eram distorcidos por falta de oposição.

    A história é contada por quem vence a batalha, e atualmente quem tá por cima são os "historiadores ocidentais",
    Os socialistas - que fiscalizam tudo menos eles mesmos - estão aí, para impedir que os fatos ou venham à tona (No caso de seus crimes) ou que os crimes da direita fiquem impunes.
    fazendo com que os historiadores que tem material pra refutar todos esses absurdos fiquem apagados.
    Não entendi. Torrei meus neurônios com este argumento seu (Ironia) .
    Veja só, nos últimos anos, vários mitos anticomunistas caíram por terra. A farsa do Holodomor, o massacre de Katyn
    Caíram por terra? Mas somente agora é que estão começando a abrir os arquivos referentes ao assunto? O massacre de Katyn, por exemplo, ate bem pouco tempo todo mundo pensava que foram os Nazistas que massacraram milhares de oficiais poleneses e cidadãos comuns. Os “historiadores” de Stálin reponsabilizaram os nazistas, mas com a abertura dos arquivos soviéticos desta época descobriu-se que foi Stálin que ordenou o massacre e não Hitler. O De Hodolomor, se não me engano, foi o massacre de 7 milhôes de Ucranianos, deixados morrer à míngua por Stálin por que não queriam mais viver sob o domínio do “Supremo Assassino” Stalin, o deus que o amigo venera. O que está acontecendo contigo? Adoecestes? Como podes tu dizer que este “Mito” foi desmascarado se na verdade o foi mesmo: destruiu-se o mito de que os nazistas massacraram os poloneses em Katyn.

    Compare as mortes causas por palestinos e as mortes causadas por Israel. Só desde 2000 Israel já chacinou mais de 1500 crianças palestinas, segundo a própria ONU, e não são pessoas isoladas que fazem a limpeza étnica, é o próprio governo. Terrorismo estatal. Enquanto na palestina, "terroristas" isolados, ou chame como quiser, disparam morteiros em direção à cidades israelenses, que quase sempre erram ou acertam alguém, seja civil ou militatr.
    Chacina de 1500 crianças Palestinas? Quando aconteceu isto? Sei o que significa o termo “Chacina” e se caso houvesse ocorrido tal qual o termo quer dizer, então não tinha nenhum esquerdista vivo: teriam morrido de parada cardíaca. Nenhum esquerdista suportaria tal acontecimento, já que eles só se enfurecem com as mortes Palestinas - resquício do anti-semitismo nato no esquerdista. E as crianças judias não morrem na mesma proporção pois felizmente o governo israelense não é canalha como o governo do Hamas. Em Israel não se vê crianças sendo usadas como escudo humano. Você já viu em Israel um lançador de mísseis ou morteiro dentro do pátio de uma escola ou em cima de um hospital? Já argumentei isto diversas vezes, mas é bom repetir pois um socialista tem uma doeaça terrível que impede-lhe de notar o óbvio. É a “Síndrome da Obviedade”. Um esquerdista jamais consegue enxergar o óbvio.

    Não quero legitimar um nem outro ato, visto que atacar áreas civis é um ato deplorável,
    Mudando um pouco de assunto: não sabia que o Word Traide Center era área militar. E o metrô de Londres? E o Times Square, onde um Paquistanes quase explodiu metade do centro nova iorquino? Seguindo seu raciocínio, os muçulmanos jamais explodiram áreas civis, só militares. Faço esta analise, pois o terrorismo como conhecemos hoje é fruto do terrorismo palestino. Portanto, fazendo um paralelo, os Palestinos, (Pais do Terrorismo) jamais explodiram bombas em áreas civis. Ora Wotten, se eu continuar a debater contigo acabo passando para o lado dos Palestinos. Se for verdade o que diz, eles são santos.
    mas criticando a atitude dos palestinos, você está criticando a atitude de Israel ao mesmo tempo. Que hipocrisia!
    Não simplifique novamente desta forma. Não jogue na mesma vala Israel e Terroristas. Não foi Israel que em 1948, quando iniciou o atual conflito, massacrou todos os judeus que viviam em Jerusalem e em Hebron. Não venha mostrar os efeitos como se fossem a “causa” do atual conflito.





    Aliás, você não cansa de copiar e colar esse texto?
    Voçê já cansou de usar a mesma mentira toda vez sobre o mesmo assunto?

    Você já postou ele em todos os outros três tópicos em que participei de discussões, e até mais de uma vez por tópico. Tendo que responder os mesmos argumentos todo hora fica cansativo Eliel!
    Peraí, perai, perai. Desse jeito terei que copiar todo o nosso debate anterior, pois o amigo, em seu desespero, está apelando. Nos outrtos tópicos tu aventaste ou comparaste Israel ao regime do Apartheid Sul Africano, por causa do muro. Os argumentos que coloquei foram para dirimir as duvidas levantadas por ti, ou melhor, pela fábrica desinformativa esquerdista. E em todo o tópico que criei você fez a mesma comparação. Portanto, não posso me dar ao luxo de pesquisar eternamente para responder-te, pois em todo tópico que criei você faz as mesmas acusações. Portanto, a não ser que eu esteja descansado, você tera as mesmas explicaçôes. Sei que de um esquerdista você só pode esperar mentiras. Mas primo pela verdade. E tanto faz a verdade estar em muitos textos como só em um, será sempre verdade. Agora, se o amigo quiser continuar mentindo, como faz todo esquerdista, PACIÊNCIA!




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  6. #36
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    Qual o problema da generalização quando ela corresponde aos fatos? Ou você nega que a esquerda, por exemplo é anti-semita? Ou tu és ingênuo demais ou ignorante demais acerca de sua própria ideologia.
    Já te provei por meio de diversos argumentos. Você devia estar envergonhado de repetir uma frase que já caiu por terra.

    Quantos manifestos comunistas em prol destas vítimas esquecidas foram feitos em blogs comunistas e na imprensa em geral, geralmente com suas linhas editoriais repletas de socialistas e simpatizantes?
    http:// blogak-47. blogspot. com/2011/07/o-imperialismo-e-africa.html
    (retire os espaços)

    Que coincidência Eliel! O que ocorre na palestina, nada mais é que o mesmo imperialismo que acontece na África, só feito por Israel.

    Dizer que a esquerda não tá nem aí pra África demonstra total falta de conhecimento histórico. Foi Cuba quem apoiou os guerrilheiros do MPLA contra a UNITA, guerrilheiros apoíados inclusive militarmente pelo governo do apartheid sul-africano, e sei bem, que uma das condições que Fidel colocou na mesa pra que as tropas internacionalistas cubanas fossem retiradas do continente africano foi que Nelson Mandela fosse libertado da prisão. Falar que a África não existe pra esquerda é o mesmo que dizer que somos antissemitas. Ignorância.

    Como assim? Desde quando falar algo extensamente documentado é fora dos parâmetros? Ou não sabias que a primeira coisa que Boris Ielsen, presidente eleito após a queda de Gorbashov fez, foi abrir muitos arquivos à pesquisa pública?
    Documentos esses feitos e elaborados por Krushev, sucessor de Stálin e seu eterno inimigo político, e pra começar sua "desestalinização" da URSS com pé direito, demonizou Stálin através do discurso secreto no vigésimo congresso do PCUS. Atitude revisionista que daria início ao processo de degradação da União Soviética, através dos investimentos militares em massa, crescente burocracia na Duma e da criação da chamada "burguesia vermelha". Esta que iria pra cadeia nos tempos de Stálin. E pra legitimar essas traições ao socialismo, um dos maiores pilares do marxismo-leninismo foi demonizado, na tentativa de aproximar a URSS às potências estrangeiras. Esse desvio grotesco do socialismo resultou lá na frente no fim do bloco soviético e mais a curto prazo, na ruptura sino-soviética, em que os ideais do maoísmo já não batiam com os ideais revisionistas e anti-leninistas da União Soviética de Kruschev, Brezjnev, Gorbatchov e esses outros traidores. Isso pode ser comprovado pelos carimbos usados nos documentos "liberados por Kruschev" e pelas datas controversas dos mesmos documentos. Kruschev dizia que Stálin era o demônio da mesma forma que o Bush dizia que o Saddam tinha armas atômicas.

    E daí? Diccere et nom probare est non diccere. Dizer e não provar é o mesmo que não dizer.

    Portanto, a direita seria impossibilitada de fraudar os fatos tão somente pelo fato de que os socialistas estão aí (infelizmente), para fiscalizar. Se a direita fosse absoluta e não houvesse oposição, aí sim poderias alegar isto.
    Fiscalizar? Você já viu algum historiador socialista fazendo matéria em revista de grande circulação ou dando entrevista na grande mídia? Nunca eu aposto.

    Caíram por terra? Mas somente agora é que estão começando a abrir os arquivos referentes ao assunto? O massacre de Katyn, por exemplo, ate bem pouco tempo todo mundo pensava que foram os Nazistas que massacraram milhares de oficiais poleneses e cidadãos comuns. Os “historiadores” de Stálin reponsabilizaram os nazistas, mas com a abertura dos arquivos soviéticos desta época descobriu-se que foi Stálin que ordenou o massacre e não Hitler. O De Hodolomor, se não me engano, foi o massacre de 7 milhôes de Ucranianos, deixados morrer à míngua por Stálin por que não queriam mais viver sob o domínio do “Supremo Assassino” Stalin, o deus que o amigo venera. O que está acontecendo contigo? Adoecestes? Como podes tu dizer que este “Mito” foi desmascarado se na verdade o foi mesmo: destruiu-se o mito de que os nazistas massacraram os poloneses em Katyn.
    Se você tiver coragem de assistir ou ler, e ver todas as coisas que você sempre rezou pra serem verdades serem desmentidos, eu recomendo. Mas cuidado, acabar com a alienação imposta pela grande mídia em relação à esquerda pode te transformar em um comunista comedor de criacinhas.

    A farsa do Holodomor.











    Katyn, a grande cova rasa achada pelos nazistas dois meses depois de tomarem uma surra em Stalingrado. Por que será que eles só "acharam'' os corpos enquanto recuavam e se retiravam da Rússia? Leia se tiver coragem.

    http://mythcracker.wordpress.com/201...no-1%E2%80%9D/

    http://mythcracker.wordpress.com/201...tyn-documents/

    http://mythcracker.wordpress.com/201...an-state-duma/

    http://mythcracker.wordpress.com/201...red-army-pows/

    Fico feliz que você siga o guia do anticomunista ignorante. Esse é o artigo número 40 e diz assim: Quando contestado acerca de números ou contexto histórico, apele a rótulos como “tirano impiedoso”, “assassino cruel”, entre outros. Lembre-se, pessoas como Stálin eram assassinos em massa por causa de todas as pessoas que eles mataram, e nós sabemos que eles mataram todas essas pessoas porque eles eram assassinos em massa. Cola direitinho!"

    Mudando um pouco de assunto: não sabia que o Word Traide Center era área militar. E o metrô de Londres? E o Times Square, onde um Paquistanes quase explodiu metade do centro nova iorquino? Seguindo seu raciocínio, os muçulmanos jamais explodiram áreas civis, só militares.
    É aí que você se confunde. Defendo o Hamas e os palestinos, e não os fundamentalistas do Talibã e da Al-Qaeda.

    Não simplifique novamente desta forma. Não jogue na mesma vala Israel e Terroristas. Não foi Israel que em 1948, quando iniciou o atual conflito, massacrou todos os judeus que viviam em Jerusalem e em Hebron. Não venha mostrar os efeitos como se fossem a “causa” do atual conflito.
    Não duvido que houve estes massacres. Não duvido de forma nenhuma. Só que a diferença é que você esquece o que fez Israel. E foi muito pior. Enquanto algumas centenas de judeus morriam, centenas de milhares de palestinos eram humilhados e expulsos de suas próprias casas. E isso aconteceu tanto em mulheres quanto em crianças. E acontece até hoje, você sabia que quase mil crianças e adolescentes foram pra PRISÕES israelenses por jogar pedras?

    Aliás, repetirei aqui o que você ignorou no post anterior, talvez por vergonha ou falta de coragem pra responder. Segundo suas próprias palavras: "E quanto a associação deste ou aquele setor cristão com o Socialismo Alemão, é natural. Existem ovelhas negras em todos os setores. Se todo cristão tivesse que responder pelos pecados de outros ele estaria em dificuldade.''

    Não sou eu que estou dizendo, não é a esquerda que tá dizendo. E sim você. Eu sabia que um dia, os artigos que você copia e cola iriam entrar em conflito com as poucas coisas que você realmente escreve. Eu já disse isso anteriormente, eu só me preocupo com você e com a sua argumentação. Ela deve ser bem fraquinha pra você entrar em uma contradição dessas.

  7. #37
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    Arrow Holodomor: Genocídio Esquerdista

    Citação Postado originalmente por Wotten Ver Post
    Já te provei por meio de diversos argumentos. Você devia estar envergonhado de repetir uma frase que já caiu por terra.
    Vou desconsiderar o que disse. Sei que é infantilidade a pessoa se auto-gabar, mas o amigo não sabe disto, rsssssssssss. Estou avisando para que não peques por ignorância.
    Que coincidência Eliel! O que ocorre na palestina, nada mais é que o mesmo imperialismo que acontece na África, só feito por Israel.
    É mesmo? Achei que Israel já havia se retirado na Faixa de Gaza, principal tema de nossas discussões desde algum tempo. Não sabia que na África os Europeus também haviam abandonado a ocupação TAM qual o estado de Israel. Foi bom me informares sobre este aspecto obscuro do imperialismo europeu na África que eu desconhecia. Por isso considero importante discutir com um esquerdista: sempre se descobre coisa nova.

    Dizer que a esquerda não tá nem aí pra África demonstra total falta de conhecimento histórico. Foi Cuba quem apoiou os guerrilheiros do MPLA contra a UNITA, guerrilheiros apoíados inclusive militarmente pelo governo do apartheid sul-africano, e sei bem, que uma das condições que Fidel colocou na mesa pra que as tropas internacionalistas cubanas fossem retiradas do continente africano foi que Nelson Mandela fosse libertado da prisão. Falar que a África não existe pra esquerda é o mesmo que dizer que somos antissemitas.
    Parece que não compreendestes ou fingistes muito bem que não compreendestes o questionamento que fiz. O fato do Fidel Castro (das 50.000 execuções de opositores) apoiar um grupo guerrilheiro comunista não evidencia de nenhuma forma preocupação coma a condição africana. E outra: tu não explicaste por quê os esquerdistas dão preferência aos mortos Palestinos, dezenas ou centenas em todo entrevero e deixam os um milhão e quinhentos mil mortos cristãos do Sudão e as 150-175 mil mortes de cristãos todo ano. Chamam a morte de 100 Palestinos de genocídio e não falam nada sobre o verdadeiro genocídio de outros povos. Ainda estou esperando tua explicação sobre esta contradição:

    Sudão: uma lição de genocídio anticristão




    Julio Severo
    Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecidas em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.

    Bandeira do Sudão do Sul, o mais novo país da comunidade inernacional
    Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
    Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.
    A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.
    A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?
    Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.
    O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
    Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.
    No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?
    Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?
    Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?


    Agora eu te pergunto: com um milhão e quinhentos mil mortos, um verdadeiro genocídio, cadê os comunistas e suas Flotilhas pela paz rumo ao Sudão, para libertar este povo da barbárie islâmica? Por quê será que somente os mortos Palestinos comovem um esquerdista?


    Documentos esses feitos e elaborados por Krushev, sucessor de Stálin e seu eterno inimigo político, e pra começar sua "desestalinização" da URSS com pé direito, demonizou Stálin através do discurso secreto no vigésimo congresso do PCUS.
    Sei. Como eu previa, você colocará em questão todo e qualquer documento que coloque em risco a integridade moral do Stálin. Parabéns.
    E daí? Diccere et nom probare est non diccere. Dizer e não provar é o mesmo que não dizer.
    Claro. O mesmo digo eu sobre teu argumento em defesa de Stálin, dizendo que Krushev fraudou os documentos. Prova? Nenhuma. Apenas usas como eviedencia a inimizade dos dois, que não é prova nenhuma. Então, dizer uma coisa, como sempre dizes, apenas com palavras, não é provar nada.
    Fiscalizar? Você já viu algum historiador socialista fazendo matéria em revista de grande circulação ou dando entrevista na grande mídia? Nunca eu aposto.
    E daí? Quem escreve a história não é a imprensa, mas a academia. E a academia está repleta de socialistas, principalmente a ciência humana da história.
    A farsa do Holodomor.
    Holodomor
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




    Vítima do Holodomor numa rua da cidade ucraniana de Kharkiv. Essa fotografia foi efectuada por um cooperante alemão, em 1932.
    Holodomor (em ucraniano: Голодомор) é o nome atribuído à fome de carácter genocidário, que devastou principalmente o território da República Socialista Soviética da Ucrânia (integrada na URSS), durante os anos de 1932 - 1933. Este acontecimento — também conhecido por Grande Fome da Ucrânia — representou um dos mais trágicos capítulos da História da Ucrânia, devido ao enorme custo em vidas humanas. Apesar de esta fome ter igualmente afectado outras regiões da URSS, o termo Holodomor é aplicado especificamente aos factos ocorridos nos territórios com população de etnia ucraniana: a Ucrânia e a região de Kuban, no Cáucaso do Norte.

    Como tal, é por vezes designado de "Genocídio Ucraniano" [1] ou "Holocausto Ucraniano", significando que essa tragédia seria resultante de uma acção deliberada de extermínio, desencadeada pelo regime soviético, visando especificamente o povo ucraniano, enquanto entidade socio-étnica.

    Tendo como referência o conceito de genocídio e a sua definição jurídica verifica-se um crescente consenso dos historiadores, relativamente à natureza genocidária do Holodomor

    Há um número cada vez maior de países que o reconhecem oficialmente como um acto de genocídio.
    O termo Holodomor deriva da expressão ucraniana 'Морити голодом' (moryty gholodom), tendo como raíz etimológica as palavras holod (fome) e moryty (matar através de privações, esfaimar), significando por isso "matar pela fome".
    O termo terá sido utilizado pela primeira vez pelo escritor Oleksa Musienko, num relatório apresentado à União dos Escritores Ucranianos de Kiev, em 1988.
    No quarto Sábado do mês de Novembro a Ucrânia e as comunidades ucranianas implantadas em diversos países de acolhimento prestam homenagem às vítimas do Holomodor.


    1929: a colectivização da agricultura e a deskulakização ("Grande Viragem")
    Os objectivos da "Grande Viragem"

    No início da década de 1930, Estaline (ou Stálin) decidiu aplicar uma nova política para a URSS, através da transformação radical e acelerada das suas estruturas económicas e sociais. Essa mudança visava aos seguintes objectivos:

    • A coletivação da agricultura, ou seja, a apropriação pelo Estado soviético das terras, colheitas, gado e alfaias pertencentes aos camponeses. Dessa forma, o Estado passaria a estabelecer planos de colecta para a produção agro-pecuária, que lhe permitiam de modo regular e quase gratuito, abastecer as cidades e as forças armadas, bem como exportar para o estrangeiro. Por outro lado, pretendia-se estabelecer um efectivo controle político-administrativo sobre o campesinato, forçando-o a apoiar o regime soviético. Esse apoio seria igualmente garantido com a eliminação da camada social mais próspera e favorável à economia de mercado, os kulaks.
    • A industrialização acelerada da União Soviética, com base nas receitas financeiras obtidas através da exportação dos produtos agrícolas, sobretudo dos cereais.


    A "guerra anticamponesa"


    O processo de colectivização acelerada da agricultura e de "liquidação dos kulaks enquanto classe" (deskulakização), desencadeado por decisão do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética, em Dezembro de 1929, teve consequências trágicas para milhões de pessoas.

    Para a sua execução, os funcionários e membros do Partido Comunista que estavam presentes nos campos, foram apoiados por brigadas de operários e de "activistas" vindos dos centros urbanos.[39] Sendo a União Soviética um país em que a fractura entre o mundo dominante das cidades e o mundo dominado das aldeias continuava a ser profunda, a colectivização foi sentida como uma verdadeira guerra declarada pelo Estado contra o modo de vida e a cultura camponesa tradicionais.

    Os camponeses (82% da população soviética), depois de serem obrigados, através de todo o tipo de abusos e violências, a entregar os bens, são forçados a aderir às explorações agrícolas colectivas (kolkhozes) ou estatais (sovkhozes). Estas destinavam-se a abastecer, de forma regular e quase gratuita, o Estado com produtos agrícolas e pecuários, através de planos de colecta fixados pelas autoridades centrais.

    Com base na acusação arbitrária de pertencerem à categoria dos kulaks (camponeses ricos e hostis ao poder soviético) , os "socialmente estranhos" ao novo sistema agrícola kolkhoziano, são desterrados a título definitivo para outras regiões, principalmente para o Cazaquistão e a Sibéria. Por outro lado, as operações de deportação visavam fornecer os recursos humanos necessários à colonização e exploração das imensas riquezas naturais, existentes nesses territórios desabitados.

    No total, são deportadas - frequentemente de modo caótico e precipitado - cerca de 2,8 milhões de pessoas:
    • 2.400.000, dos quais 300.000 ucranianos, no contexto da campanha de deskulakização (1930-1932);
    • 340.000, devido à repressão da resistência às requisições predatórias efectuadas pelos organismos estatais encarregues de se apoderar dos cereais (1932-1933).



    No entanto, em muitos casos, as vítimas da repressão foram simplesmente abandonadas nesses territórios distantes e inóspitos. Em consequência disso, aproximadamente 500 mil deportados, entre os quais muitas crianças, morreram devido ao frio, à fome e ao trabalho extenuante.

    Os sobreviventes, trabalhando como "colonos de trabalho" nas empresas de exploração dos recursos naturais - exploração florestal, carvão, minerais não ferrosos, metalurgia, agricultura e artesanato - ou nos estaleiros de obras públicas - construção e manutenção de estradas e vias férreas - são tratados como verdadeiros párias, sendo sujeitos a todo o tipo de privações e abusos.

    Por sua vez, cerca de 400 mil camponeses foram enviados para uma rede de campos de trabalho forçado (Gulag), gerida pelo O.G.P.U.- na época, sob a direcção de Vyacheslav Menzhinsky - e outros 30.000 foram punidos com a pena capital.

    A resposta dos camponeses foi desesperada e muitas vezes violenta, havendo numerosas manifestações, revoltas e distúrbios por todo o país (mais de 14.000 casos registados pelo O.G.P.U.).

    Essa resistência mobilizou cerca de três milhões de pessoas, em particular nas regiões do rios Don e Volga, no Cáucaso do Norte, no Cazaquistão, e sobretudo, na Ucrânia.

    As motivações da sublevação camponesa foram múltiplas, surgindo de acordo com os novos desafios suscitados pela intransigência do Estado soviético: recusa em aderir aos kolkhozes; oposição à política anti-religiosa das autoridades (encerramento das igrejas, confiscação dos sinos, vandalismo anti-religioso dos activistas da Juventude Comunista); solidariedade com os kulaks e outros "elementos anti-soviéticos", vítimas de perseguição; resistência à confiscação, pelos órgãos estatais de colecta, de uma crescente percentagem da produção agro-pecuária, através de "desvios" e roubos da colheita "colectiva", numa conjuntura económica cada vez mais degradada.

    1931: o início da fome soviética
    O âmbito geográfico


    A partir de 1931 - com o perfeito conhecimento das autoridades - as crescentes dificuldades alimentares começam a provocar a morte de centenas de milhares de pessoas, em várias regiões da União Soviética.
    A situação é especialmente grave no Cazaquistão, bem como nas principais áreas cerealíferas - Ucrânia, Cáucaso do Norte e território do rio Volga - onde tinha sido oferecida maior resistência à política de colectivização agrícola.


    As causas iniciais da fome
    Exceptuando o caso particular do Cazaquistão, as causas iniciais desta tragédia devastadora foram globalmente idênticas:


    • a grave desorganização do ciclo produtivo agrícola causada pelas medidas de deskulakização, que visavam reprimir e eliminar as elites camponesas;
    • a colectização forçada, que levou muitos dos camponeses a reagir de forma violenta e desesperada, através da destruição de uma grande parte do seu património (alfaias, animais, colheitas, etc.);
    • a ineficácia e a miséria que caracterizam os kolkhozes, instituídos num contexto de violência e de caos generalizados;
    • as sucessivas e implacáveis vagas de requisição (colectas), através das quais o Estado procura dar resposta a um triplo problema (dificuldades sentidas no processo de industrialização acelerada; explosivo crescimento urbano, em resultado do êxodo rural; necessidade de travar o agravamento da dívida externa, mediante o crescimento da exportação de matérias-primas);
    • a resistência dos camponeses face àquilo que consideravam tratar-se de uma "segunda servidão" - designada, por Nikolai Bukharin, de "exploração militar-feudal" - trabalhando cada vez menos, devido à sua rejeição do modelo colectivista imposto pelo regime, ou em consequência da debilidade física gerada pelas dificuldades alimentares;
    • as más condições meteorológicas que prejudicaram as colheitas de 1932.
    Por conseguinte, a fome desencadeada em 1931 - embora numa escala reduzida, em comparação com os dois anos subsequentes - é na sua origem, o resultado de uma política de inspiração marxista que pretendia eliminar as bases sociais e o modo de funcionamento da economia capitalista.
    Havia, no entanto, a plena consciência por parte das forças em confronto - Estado e camponeses - de que se estava a reeditar a situação de violência e de fome que caracterizara o período do "Comunismo de Guerra" (1918-1921).

    1932-1933: o Holodomor ucraniano
    A escalada da crise


    Em 1931 - em consequência das más colheitas na Sibéria Ocidental e no Cazaquistão - milhares de kolkhozes da Ucrânia, do Cáucaso do Norte e da região do rio Don, foram alvo de requisições acrescidas.

    Desse modo, os órgãos estatais de coleta, apesar de uma colheita bastante medíocre (69 milhões de toneladas), conseguiram obter perto de 23 milhões de toneladas. A Ucrânia foi obrigada a contribuir com 42% da sua produção cerealífera, o que provocou o agravamento da desorganização do ciclo produtivo, iniciada com a colectivização forçada e a deskulakização.

    Na Ucrânia e em outras regiões, a partir da Primavera de 1932, assistiu-se ao alastramento da fome e ao êxodo dos camponeses em direcção às cidades, suscitando a preocupação das autoridades, nomeadamente dos dirigentes de várias repúblicas. Por seu lado, o governo animado com o êxito das requisições, fixa o plano de colecta para 1932 em 29,5 milhões de toneladas, dos quais 7 milhões devem ser obtidos na Ucrânia.

    Deste modo tornou-se inevitável o conflito entre os camponeses, determinados a usar todos os meios para conservar uma parte da produção, e as autoridades locais, obrigadas a cumprir o plano de colecta, o qual, nas palavras do dirigente soviético Sergei Kirov, representava:
    A pedra de toque da nossa força ou da nossa fraqueza, da força ou da fraqueza dos nossos inimigos.


    Com efeito, esses planos são de tal modo elevados, que os obrigam a tentar esconder a maior quantidade possível de cereais, para garantir as reservas alimentares indispensáveis à sua sobrevivência.

    A campanha de colecta de 1932 depara-se, por isso, desde o início, com inúmeras dificuldades: manifestações dos camponeses atingidos pela fome; fuga dos kolkhozes de um crescente número de trabalhadores; roubo dos bens pertencentes aos kolkhozes (gado, alfaias e sobretudo colheitas) e recusa de muitos funcionários locais e regionais do Partido ou dos sovietes em aplicar planos de colecta que condenariam à fome dezenas de milhões de pessoas.

    Inicialmente, Estaline manifesta a sua crescente impaciência face ao ritmo lento que caracteriza a campanha de requisições na Ucrânia, acusando os dirigentes locais de serem os responsáveis pela situação, devido ao seu laxismo e falta de firmeza perante os "actos de sabotagem" e de "terrorismo".

    Para superar essas dificuldades, a 7 de Agosto de 1932, entra em vigor a lei sobre o " roubo e delapidação da propriedade social " (mais conhecida por "lei das cinco espigas"), punível com dez anos de campo de trabalho forçado, ou com a pena capital.

    As brigadas encarregues da colecta efectuam autênticas expedições punitivas, nomeadamente nas regiões cerealíferas. Estas requisições são acompanhadas de inúmeros abusos, violências fisicas e detenções maciças de kolkhozianos.

    Apesar de uma ligeira diminuição nos objectivos dos planos de colecta e de uma repressão extremamente dura (mais de 100.000 pessoas foram condenadas nos primeiros meses de aplicação da lei), em 25 de Outubro, Moscovo só colectara 39% da quantidade de cereais exigida à Ucrânia.

    A "interpretação nacional" de Stalin


    .
    Mas entre Julho e Agosto de 1932, Stalin concebeu uma nova análise da situação na Ucrânia e das suas causas, expressa a 11 de Agosto, numa carta endereçada a Kaganovitch:
    [A Ucrânia] é hoje em dia a principal questão, estando o partido, o Estado e mesmo os órgãos da polícia política da república, infestados de agentes nacionalistas e de espiões polacos , correndo-se o risco de se perder a Ucrânia, uma Ucrânia que, pelo contrário, é preciso transformar numa fortaleza bolchevique sem olhar a custos.



    Na perspectiva do ditador, o Partido Comunista e o governo ucranianos tinham sido infiltrados por agentes nacionalistas ("Petliuristas") e espiões polacos ("agentes de Piłsudski"), e as aldeias renitentes à colectivização, estavam sob a influência de agitadores contra-revolucionários.

    A decisão de utilizar a fome - provocando artificialmente o seu alastramento - para "dar uma lição" aos camponeses, foi tomada no Outono, num contexto especialmente delicado para o ditador, com a agudização da crise provocada pelo 1.º Plano Quinquenal, o receio de uma guerra com a Polónia, e o suicídio da sua esposa Nadezhda Alliluyeva.

    Em 22 de Outubro de 1932, são enviadas para a Ucrânia e para o Cáucaso do Norte duas "comissões extraordinárias" - dirigidas respectivamente por Vyacheslav Molotov e Lazar Kaganovitch - com o objectivo de "acelerar as colectas" e tendo o apoio dos mais altos responsáveis do O.G.P.U. (incluindo Genrikh Yagoda).

    Simultaneamente, milhares de agentes da polícia política e de "plenipotenciários" do Partido foram transferidos, para colmatar a ineficácia das estruturas comunistas locais e reprimir qualquer indício de "sabotagem". Entre Novembro e Dezembro, mais de 27.000 pessoas são detidas (30% são dirigentes de kolkhozes e pequenos funcionários rurais) com base na acusação de "sabotagem dos planos de colecta".

    O recurso à "arma da fome" adquire uma lógica e uma violência particulares nos territórios essencialmente ucranianos. Estaline - em perfeita coerência com a sua própria análise acerca das origens e dinâmicas do fenómeno nacional - considerava a Ucrânia um caso de especial gravidade, devido à interligação profunda entre o "nacionalismo burguês" e o campesinato.
    De facto, já em 1925, Estaline tinha explicitado o seu ponto de vista sobre a "questão nacional", ao afirmar:
    Que isto explica o facto do campesinato constituir o principal exército do movimento nacional, de que não pode existir um movimento nacional poderoso sem um exército camponês.


    Em conformidade com esta análise, o dirigente do O.G.P.U. ucraniano, Vsevolod Balystsky, define, em 5 de Dezembro de 1932, como principal missão a desempenhar pela polícia política da república:
    o urgente desmantelamento, identificação e esmagamento dos elementos contra-revolucionários e kulak-petliuristas que estão a sabotar as medidas aplicadas pelo Governo Soviético e pelo Partido nas aldeias.


    A repressão do campesinato ucraniano
    As medidas repressivas

    Em resultado da "interpretação nacional" que Estaline fez da situação ucraniana, a decisão de utilizar a fome nesses territórios adquire características específicas de natureza genocidária, confirmadas pela recente desclassificação de milhares de documentos provenientes dos arquivos ucranianos.


    Assiste-se a uma escalada de medidas repressivas, em grande parte diferentes das aplicadas noutras regiões da União Soviética:
    • em 18 e 20 de Novembro de 1932, o Comité Central ucraniano impõe respectivamente aos camponeses particulares e aos kolkhozes, diversas multas em géneros alimentícios, no caso de incumprimento ou de sabotagem do plano de colecta;
    • em 1 de Dezembro de 1932, é interditada a comercialização da batata nos distritos refractários, e em 3 de Dezembro, esta medida é igualmente aplicada à carne e aos animais;
    • em 6 de Dezembro de 1932, com base no princípio da responsabilidade colectiva, as aldeias sujeitas a esta punição passam a fazer parte de "listas negras";
    • em 15 de Dezembro de 1932, é também proibida a importação de artigos manufacturados pelos distritos que não tenham cumprido o plano de requisição;
    • entre o Outono e o Inverno de 1932, é implantado nas fronteiras da Ucrânia - pelas tropas do Ministério do Interior e da milícia - um bloqueio ao fornecimento de alimentos. Esta medida, impede os camponeses atingidos pela fome de procurar comida na Rússia e em outras regiões, ou de a trazer para a Ucrânia;
    • em 22 de Janeiro de 1933, Estaline e Molotov dão ordens específicas à polícia política no sentido de impedir o êxodo dos camponeses ucranianos - da Ucrânia e do Cáucaso do Norte - que em desespero procuravam obter comida noutras zonas. Para justificar a decisão, declararam estar convictos de que era uma fuga:
    organizada pelos inimigos do poder soviético, os socialistas revolucionários e os agentes polacos, com objectivos de propaganda, para desacreditar, por intermédio dos camponeses que fogem para as regiões da URSS a norte da Ucrânia, o sistema kolkhoziano, em particular, e o sistema soviético, em geral.


    • nessas regiões, é suspensa a venda de bilhetes de comboio e são montadas barreiras policiais nas estações ferroviárias e nas estradas que levam às cidades. Só no decurso do mês de Fevereiro, são detidas 220.000 pessoas, fundamentalmente camponeses à procura de comida, dos quais 190.000 são obrigados a regressar às aldeias para aí morrer de fome;

    • em conformidade com a decisão tomada pelo Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética, em 27 de Dezembro de 1932, o governo da Ucrânia decreta, a 31 de Dezembro, a criação do passaporte interno. Esta medida exclui os camponeses, que ficam "presos" à sua terra, numa situação semelhante à do "servo da gleba";
    • além da actividade exercida no âmbito do combate aos "sabotadores do plano de colectas" - apoio às brigadas que tentavam localizar os cereais escondidos pelos camponeses, usando todo o tipo de violências e abusos; deportação das populações mais insubmissas e detenção dos suspeitos de actos de sabotagem - a polícia política é a única organização autorizada a recolher informações sobre a fome, de acordo com o decreto do Politburo de 16 de Fevereiro de 1933.
    A confirmação de que a fome servia para impor a total obediência dos camponeses aos ditames do regime soviético e do seu chefe supremo, está presente na carta enviada para Moscovo pelo secretário-geral do Partido Comunista da Ucrânia, Stanislav Kossior, em 15 de Março de 1933:
    a insatisfatória evolução das sementeiras em numerosas regiões, prova que a fome ainda não levou à razão muitos kolkhozianos.


    No sentido de garantir as condições necessárias às futuras colheitas, entre Janeiro e Junho de 1933, as autoridades centrais adoptaram, de forma tardia, selectiva e insuficiente, várias medidas de auxílio a algumas das regiões atingidas pelas "dificuldades alimentares".
    Para cerca de 30 milhões de pessoas atingidas pela fome, são disponibilizadas 320.000 toneladas de cereais, ou seja 10 quilos de cereais por pessoa, representando somente 3% do consumo médio anual de um camponês.
    No entanto, esta ajuda, além de privilegiar o abastecimento das cidades, destina-se unicamente aos que a "merecem": os kolkhozianos com melhor rendimento, os brigadistas, os tractoristas, etc.

    As consequências


    Em termos demográficos, a mortalidade na Ucrânia, à semelhança dos outros territórios soviéticos atingidos pela fome, incidiu fundamentalmente sobre a população rural, independentemente da sua origem étnica.
    No entanto, o regime soviético tinha a perfeita consciência de que essa população rural continuava a representar a "espinha dorsal" da nacionalidade ucraniana (75% a 85% dos ucranianos residiam em aldeias), em contraste com as cidades, etnicamente mais "cosmopolitas" (russos, judeus, polacos, etc.).
    Por conseguinte, a fome adquiriu características e dimensões bem distintas das que teria evidenciado noutras circunstâncias políticas.
    Apesar de ser bastante menos intensa e generalizada do que a Fome de 1921 - 1922 , em termos de seca e de regiões afectadas (a colheita de 1945 foi inferior à de 1932, mas não existiu fome generalizada), causou entre três a quatro vezes mais vítimas, em resultado de decisões políticas que procuravam salvar o regime da crise, que ele próprio tinha provocado.
    A convicção de que se tinha alcançado uma vitória definitiva sobre o campesinato, foi assumida em diversas ocasiões, pelos mais altos dignitários do regime. São disso exemplo, as palavras de Lazar Kaganovitch:
    nós ganhámos definitivamente a guerra, a vitória é nossa, uma vitória fantástica, total, a vitória do estalinismo.


    de Sergo Ordjonikidze:
    [i]os nossos quadros que enfrentaram a situação de 1932-1933 e que aguentaram […] ficaram temperados como o aço. Acredito que com eles se construirá um Estado como a História nunca viu.[/]


    e de Mendel Khataevich:
    está a decorrer uma luta feroz entre os camponeses e o poder. É um combate até à última gota de sangue. É uma prova de força entre o nosso poder e a sua resistência. A fome demonstrou quem é o mais forte. Custou milhões de vidas, mas o sistema dos kolkhozes viverá para sempre. Vencemos a guerra!


    No decurso da tragédia, o Estado soviético continuava a exportar milhões de toneladas de cereais para o estrangeiro (em 1932,1.730.000; em 1933,1.680.000), enquanto acumulava enormes reservas estratégicas (em 1933, 1.800.000 toneladas).

    Num acto de retaliação, em 22 de Outubro de 1933, o adido consular da União Soviética em Lviv, Alexei Mailov, foi assassinado por Mykola Lemyk, militante do movimento independentista "Organização dos Nacionalistas Ucranianos".[130][131]

    A repressão das elites ucranianas


    Devido à sua convicção de que, na Ucrânia e no Kuban, a questão camponesa era também uma questão nacional, o regime soviético sentiu necessidade de as enfrentar e de as "resolver" de forma conjunta.
    Com efeito, na óptica do regime soviético, os camponeses não eram os únicos culpados da crise, partilhando a responsabilidade com a elite política e cultural ucraniana.

    E para que esta resolução fosse duradoura, procedeu à eliminação das elites ucranianas e das suas políticas, suspeitas de conivência com os camponeses.
    Em 14 e 15 de Dezembro de 1932, o Politburo aprovou dois decretos especificamente destinados aos territórios de população predominantemente ucraniana, revogando a política das nacionalidades aplicada desde 1923.

    Na sua perspectiva, a política de "Ucranização" ou indigenização ("Korenizatsiya") fora desenvolvida de forma errada na Ucrânia e no Kuban, tendo estimulado o nacionalismo e os seus agentes, inclusivamente no interior do Partido e do governo:
    o desleixo levou à «Ucranização» não-bolchevique da maior parte dos distritos do Norte do Cáucaso, o que não corresponde aos interesses culturais da população, sendo aplicada sem qualquer controlo dos órgãos regionais sobre o processo de «Ucranização» das escolas e da imprensa, dando aos inimigos do poder soviético cobertura legal para organizar a oposição dos kulaks, dos [ex-] oficiais, dos antigos Cossacos emigrantes e dos membros da Rada do Kuban.



    Em consequência desse diagnóstico, preconizava-se:
    Mudar imediatamente da língua ucraniana para a língua russa, a documentação administrativa dos órgãos soviéticos e cooperativos, bem como todos os jornais e revistas dos distritos «Ucranizados» do Norte do Cáucaso, por ser mais compreensível para a população do Kuban, e também preparar a mudança para a língua russa do ensino nas escolas.


    Esta mudança também afectou as medidas de "Ucranização", de que tinham beneficiado as comunidades implantadas na Rússia. Ao contrário das outras minorias nacionais, os milhões de ucranianos que aí viviam, perderam o direito ao sistema educativo e à imprensa na sua língua, bem como à autonomia política.


    Com a chegada, em Janeiro de 1933, de Pavel Postychev, acompanhado de centenas de quadros russos, na qualidade de novo plenipotenciário de Moscovo na Ucrânia, desencadeia-se uma vaga de terror antiucraniano.
    A polícia política perseguiu com obstinação as "organizações contra-revolucionárias nacionalistas burguesas" - alegadamente infiltradas nas instituições políticas e culturais - causando milhares de vítimas.

    A título de exemplo, no âmbito das purgas, são reprimidos 70% dos secretários distritais e dos sovietes (entre Janeiro e Outubro de 1933); 40.000 pequenos funcionários dos sovietes; a quase totalidade dos quadros do Comissariado do Povo para a Educação; 4000 professores e 200 funcionários dos institutos pedagógicos.

    Por sua vez, individualidades importantes, como o dirigente partidário Mykola Skrypnyk[146][147] - acusado de ser um "instrumento de elementos nacionalistas burgueses" - e o director teatral Les Kurbas, são alvo de perseguição.

    O escritor Mykola Khvylovy é igualmente vítima desta vaga repressiva, sendo o seu suicídio interpretado como um acto de protesto contra o genocídio em curso.

    No seu discurso ao Partido Comunista ucraniano, em Novembro de 1933, Pavel Postychev expôs de modo eloquente a interpretação conspirativa que o regime fazia da situação na república, ao afirmar:
    os erros e falhas cometidos pelo Partido Comunista da Ucrânia, na implementação da política das nacionalidades, foram uma das principais causas para o declínio da agricultura ucraniana em 1931-1932. Não restam dúvidas de que sem a eliminação dos erros na implementação da política das nacionalidades, sem a derrota esmagadora dos elementos nacionalistas, que se tinha instalado em diversas áreas da construção social na Ucrânia, teria sido impossível superar o atraso na agricultura.



    Epílogo
    Regressão, herança e genocídio



    Com o seu cortejo de violências, de torturas e de chacinas pela fome, o Holodomor constituiu uma enorme regressão civilizacional. Assistiu-se à proliferação de déspotas locais, dispostos a tudo, para extorquir aos camponeses as suas escassas reservas alimentares e à banalização da barbárie, que se traduziu em rusgas, abusos de autoridade, banditismo, abandono infantil, "barracas da morte", canibalismo e agravamento das tensões entre a população rural e a população urbana.

    Apesar da herança do Holodomor apresentar similitudes com as de outras regiões da União Soviética – a "arma da fome" esmagou a resistência camponesa, garantindo a vitória de Estaline e do seu regime totalitário; abriu o caminho para a vaga de terror de 1937-1938 (o "Grande Terror"); transformou o estado federal soviético num império despótico, através da submissão da segunda república mais importante; deixou um legado de dor em numerosas famílias que nunca tiveram direito a expressar o luto, porque a fome se converteu em segredo de Estado – na Ucrânia, as suas marcas físicas e psicológicas foram bastante mais profundas e traumatizantes.


    Essas marcas são o resultado da especificidade que caracterizou a evolução dos acontecimentos na Ucrânia e no Cáucaso do Norte, e que conferem ao Holodomor o seu carácter de genocídio:
    uma taxa de mortalidade superior às das outras repúblicas (a taxa de mortalidade por mil habitantes, em 1933, foi de 138,2 na Rússia e de 367,7 na Ucrânia), tendo a esperança de vida descido de 42,9 (sexo masculino) e 46,3 (sexo feminino), em 1926, para respectivamente 7,3 e 10,9, em 1933. A título comparativo, no ano de 1941, durante a invasão alemã da União Soviética, a esperança de vida na Ucrânia foi de 13,6 e 36,3, respectivamente para homens e mulheres;
    • os milhões de vítimas ucranianas - incluindo as da região de Kuban - e os outros milhões de ucranianos submetidos a uma política de russificação, depois de Dezembro de 1932;
    • um decréscimo de 20% a 25% da população de etnia ucraniana, tendo a natalidade decaído de uma média de 1.153.000 nascimentos (1926-1929) para 782.000, em 1932 e 470.000, em 1933;
    • a decisão de Estaline em utilizar a fome numa perspectiva antiucraniana - em resultado da "interpretação nacional" da crise das colectas no Verão de 1932 - causando o seu agravamento e multiplicando o número de vítimas;
    • a eliminação de uma grande parte da elite política e intelectual da república, sob a acusação de "nacionalismo burguês".



    Deste modo, toda a sociedade ucraniana foi sujeita a uma enorme violência, comprometendo, por muitas décadas, o difícil processo de construção da identidade nacional.

    Quantas vítimas?

    Relativamente à definição exacta do número de vítimas, os historiadores têm deparado com sérias dificuldades resultantes dos seguintes factores:
    as restrições no acesso a certos arquivos da ex-União Soviética;
    • a mortalidade directamente imputável às epidemias de tifo;
    • a política de secretismo imposta pelo regime, ao proibir os funcionários dos sovietes rurais de mencionar a fome como causa da morte;
    • a desorganização dos registros, em consequência do falecimento ou da fuga dos funcionários pertencentes às regiões dizimadas;
    • a circunstância de muitas vítimas terem ficado insepultas ou enterradas em valas comuns;
    • as migrações de camponeses famintos para outras repúblicas soviéticas;
    • a adopção da nacionalidade russa, por parte de muitos camponeses ucranianos.



    Apesar da existência de estimativas que vão de 1,5 a 10 milhões de vítimas ucranianas, os cálculos mais recentes do historiador Stanislav Kulchytsky, com base em fontes dos arquivos soviéticos, indicam um número entre 3 a 3,5 milhões de mortes.

    Por sua vez, calcula-se que 1,3 a 1,5 milhões tenham morrido no Cazaquistão (exterminando 33% a 38% dos Cazaques), além de centenas de milhares no Cáucaso do Norte e nas regiões dos rios Don e Volga, onde a área mais duramente atingida correspondia ao território da República Socialista Soviética Autónoma Alemã do Volga, totalizando aproximadamente 5 a 6 milhões de vítimas, entre os anos de 1931 e 1933.

    Da negação ao reconhecimento
    Uma "página em branco"


    A fome na União Soviética e na Ucrânia constituiu desde o início, segredo de Estado, permanecendo durante meio século como uma "página em branco" da sua História.
    Em Janeiro de 1933, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Maksim Litvinov - contrariando as informações veiculadas por alguns jornais europeus e norte-americanos - negou a existência de qualquer problema, e em Fevereiro, o Politburo emitiu uma resolução, no sentido de restringir as deslocações dos correspondentes estrangeiros.

    Também foram rejeitadas as ofertas de auxílio humanitário de várias entidades, tais como o Comité Central de Salvamento da Ucrânia, o Cardeal de Viena Theodor Innitzer, o metropolita greco-católico de Lviv Andrii Szeptycki e o Comité Internacional da Cruz Vermelha.

    Reagindo às diversas iniciativas humanitárias, o Chefe de Estado soviético, Mikhail Kalinin, acusou os que pediam "contribuições para a «esfomeada» Ucrânia" de serem "impostores políticos" e declarou:
    Só classes degradadas e em desintegração podem produzir elementos tão cínicos.


    Por outro lado, diversas personalidades estrangeiras, como Édouard Herriot, Walter Duranty ou George Bernard Shaw, contribuíram, de forma inconsciente ou deliberada, para a ocultação dos factos.

    Estaline, ao receber em Dezembro de 1932, o dirigente ucraniano, Rodion Terekhov, também manifestou a sua posição negacionista:
    Deram-me conhecimento de que é um bom orador, mas também estou a ver que é um bom contador de histórias. Você elaborou uma fábula acerca de uma pretensa fome, pensando certamente que me assustava, mas isso não resultou. Em vez disso, deveria deixar as suas funções de secretário regional e de membro do Comité Central da Ucrânia e trabalhar para a União dos Escritores. Você escreveria fábulas e os imbecis liam-nas.




    Actualmente, ainda persiste a tese negacionista do Holodomor
    , não obstante a existência de numerosa documentação contemporânea aos acontecimentos, como por exemplo:
    a correspondência diplomática italiana, britânica, alemã, polaca turca e japonesa;
    • as declarações de jornalistas ocidentais, como Gareth Jones e Malcom Muggeridge;
    • os relatos de simpatizantes do regime, como Harry Lang e Adam Tawdul;
    • as denúncias de opositores do sistema estalinista, como Boris Souvarine ou Victor Serge;

    • os testemunhos de dignitários desiludidos com o Estalinismo, como Fyodor Raskolnikov e Pyotr Grigorenko;
    • as memórias de sobreviventes e testemunhas.

    Conotados com sectores políticos da Extrema Esquerda, o jornalista canadiano Douglas Tottle, autor do polémico Fraud, Famine and Fascism: The Ukrainian Genocide Myth from Hitler to Harvard (1987) e a historiadora francesa Annie Lacroix-Riz, afirmam tratar-se, no essencial, de uma invenção propagandística de carácter anticomunista, envolvendo o Vaticano, os imperialismos nazi e polaco e o magnata da imprensa norte-americana Randolph Hearst.






    A posição da comunidade académica


    Em 1984, depois de uma campanha promovida pela comunidade ucraniana dos E.U.A., as duas câmaras do Congresso aprovaram a constituição da Comissão de Inquérito dos E.U.A Sobre a Fome da Ucrânia, sob a direcção do professor da Universidade de Harvard James Mace. No seu relatório apresentado ao Congresso em 1988, a comissão reconheceu como provado o carácter genocidário da fome de 1932-1933.

    Por outro lado, graças aos esforços da mais importante organização da diáspora - o Congresso Mundial dos Ucranianos Livres - foi criada, em 14 de Fevereiro de 1988, a Comissão Internacional de Inquérito Sobre a Fome de 1932-33 na Ucrânia. Esta comissão, presidida pelo professor da Universidade de Estocolmo, Jacob Sundberg, era formada por sete juristas de diferentes países: Reino Unido, Canadá, França, E.U.A., Suécia, Bélgica e Argentina.

    No relatório final, apresentado em 1990 ao subsecretário da O.N.U. para os Direitos Humanos e ao Presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, a Comissão anunciou as seguintes conclusões:
    • [i]existiu uma fome artificial na Ucrânia entre Agosto - Setembro de 1932 e Julho de 1933;
    • a fome foi imposta ao povo ucraniano pelo regime soviético, tendo causado um mínimo de 4,5 milhões de mortes na Ucrânia, além de 3 milhões de vítimas noutras regiões da U.R.S.S.[/b]
    Depois do trabalho pioneiro de Robert Conquest The Harvest of Sorrow: Soviet Collectivization and the Terror-Famine (1986) e da revolução arquivística e historiográfica de 1991, os meios académicos passaram a dedicar uma crescente atenção a este acontecimento.
    Durante os anos noventa, em resultado da acumulação de novos conhecimentos aprofundou-se o debate sobre a natureza da fome. Esse debate - muitas vezes influenciado por divergências de carácter ideológico - foi protagonizado por diferentes interpretações:
    a "revisionista", que relativiza a dimensão criminal - Stephen Wheatcroft ou Mark Tauger;

    a "nacional", que salienta a especificidade genocidária do Holodomor ucraniano - James Mace, Yuriy Shapoval [289] ou Nicolas Werth;
    • a "camponesa", que destaca, numa perspectiva pan-soviética, o uso da fome como "arma política" contra o campesinato - Viktor Kondrashin ou Georges Sokoloff


    No entanto, as comemorações dos 70 anos do Holodomor, em 2003, constituíram um ponto de viragem, em especial, com a realização de uma grande conferência internacional, em Vicenza (Itália).
    Deste encontro científico, patrocinado pelo Presidente da República Carlo Ciampi, resultou uma declaração - subscrita por 28 personalidades académicas da Itália, Alemanha, Ucrânia, Polónia, Canadá e E.U.A. - apelando ao Parlamento italiano, bem como a Silvio Berlusconi, que exercia a presidência rotativa da União Europeia, e a Romano Prodi, Presidente da Comissão Europeia, no sentido de promoverem o reconhecimento internacional do Holodomor como um acto de genocídio.




    Em Paris, na Universidade da Sorbonne, também se realizou uma conferência sobre o tema, com a participação de historiadores de diversos países. Nessa ocasião, foi apresentado um apelo, dirigido à Assembleia Nacional francesa e ao Parlamento Europeu, para o reconhecimento da fome de 1932-1933 na Ucrânia, enquanto acto de genocídio.
    Em Kiev, na sequência do encontro académico internacional intitulado "É Tempo de Dizer a Verdade", em que estiveram presentes especialistas deste período histórico, bem como deputados, representantes dos meios diplomáticos e da comunicação social, foi igualmente aprovada uma resolução, apelando ao reconhecimento internacional do genocídio.

    A Ucrânia e o Holodomor

    Durante mais de 50 anos a diáspora ucraniana procurou divulgar os factos relativos ao Holodomor, deparando com a indiferença da maioria da opinião pública mundial e com a oposição sistemátiva da União Soviética.
    Só depois da desagregação da U.R.S.S. e da recuperação da independência nacional em 1991, é que se tornou possível invocar publicamente o genocídio.
    Em 1998, foi instituído no quarto sábado do mês de Novembro, o "Dia da Memória das Vítimas da Fome e das Repressões Políticas" e em 2006, o Parlamento da Ucrânia aprovou uma lei sobre o carácter genocidário do Holodomor.

    O Holodomor e a comunidade internacional

    A comunidade internacional tem, de forma gradual, vindo a assumir posições favoráveis ao reconhecimento do Holodomor como genocídio, ou mais genericamente, como um crime contra a Humanidade.
    No âmbito das organizações internacionais, destacam-se as resoluções aprovadas pela Assembleia Báltica; Assembleia-Geral das Nações Unidas; Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa[318]; OSCE Parlamento Europeu e UNESCO.
    Merece igualmente destaque o reconhecimento expresso pelos parlamentos, chefes de Governo e chefes de Estado dos seguintes países:

    • Andorra
    • Argentina
    • Austrália
    • Brasil
    • Canadá
    • Chile
    • Colômbia
    • Equador
    • Eslováquia
    • Espanha
    • Estados Unidos da América
    • Estónia
    • Geórgia
    • Hungria
    • Itália
    • Letónia
    • Lituânia
    • México
    • Paraguai
    • Peru
    • Polónia
    • República Checa
    • Ucrânia
    • Vaticano



    O impacto cultural do Holodomor
    Ao longo de muitas décadas, a abordagem cultural do Holodomor esteve severamente condicionada pela censura imposta pelo regime soviético, com a natural excepção das comunidades de exilados implantadas no estrangeiro, nomeadamente nos E.U.A. e no Canadá.
    Com a independência da Ucrânia, em 1991, a situação sofreu uma profunda mudança, permitindo a artistas e escritores a possibilidade de o invocar nas suas criações.

    Uma excepção genocidária?


    Os meios académicos e políticos têm dedicado igualmente a sua atenção a outros crimes praticados pelo regime estalinista, que evidenciam características genocidárias. A título de exemplo:
    as deportações - entre as décadas de 30 e de 50 - de numerosos grupos étnicos da União Soviética ou de países ocupados, tais como os Balquares, os Tártaros da Crimeia, os Alemães do Volga, os Inguches e os Chechenos, os Polacos, os Letões, os Estonianos, os Lituanos, os Coreanos ou os Finlandeses da Carélia.
    • o extermínio de 22.000 prisioneiros polacos, conhecido genericamente por "Massacre de Katyn", em 1940.
    • a eliminação de 200.000 prisioneiros húngaros, nos campos de concentração soviéticos, em 1944-1948.





    Leia mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Holodomor





    Katyn, a grande cova rasa achada pelos nazistas dois meses depois de tomarem uma surra em Stalingrado. Por que será que eles só "acharam'' os corpos enquanto recuavam e se retiravam da Rússia? Leia se tiver coragem.
    De quem é a culpa do massacre de Katyn?

    O episódio hoje conhecido por Massacre da Floresta da Katyn foi noticiado pela primeira vez pelos alemães em abril de 1941. Numa colina coberta de abetos dominando o Rio Dnieper, perto de Smolensk, na Rússia, soldados nazistas tinham encontrado os cadáveres de vários milhares de oficiais empilhados em valas comuns.

    Acusando os russos de terem cometido êsse assassinato em massa após a sua invasão da Polônia, em 1939, os nazistas enviaram turmas de médicos não alemães a Katyn pela corroborarem a descoberta e levaram vários prisioneiros aliados para ver os corpos.

    Os russos revidaram imediatamente acusando os nazistas da autoria do crime. Eis a versão russa: Quando os exércitos vermelhos se retiraram de Smolensk, em julho de 1941, tiveram de deixar para trás os oficiais poloneses prisioneiros. Os nazistas fuzilaram os poloneses, forjando então a história de Kaytn com fins de propaganda.

    Durante o período de cordialidade ocidental-soviética do pós-guerra, a versão russa foi aceita como autêntica. Todavia, alguns membros do Congresso Norte-Americano, instados por um grupo chefiado pelo ex-Embaixador Americano na Polônia, Arthur Bliss Lane, tentaram, com insistência, investigar novamente o caso de Katyn e em 1951 foi instituída no Congresso uma comissão especial de inquérito para examinar todos os indícios existentes. - Condensado de "Time".

    (Condensado de "Commentary")
    Entre as famosas atrocidades da História, destaca-se Massacre de Katyn pela dúvida que reinou durante longo tempo quanto aos seus verdadeiros autores. Hoje, porém, existem provas suficientes para se chegar a uma conclusão.
    Para a Polônio, o Massacre de Katyn foi uma catástrofe nacional. Cêrca de um têrço da oficialidade do Exército Polonês de antes da guerra, tanto da ativa como da reserva, desaparecer na Rússia. Os poloneses não podiam deixar de interessar-se profundamente em descobrir o que acontecera aos seus oficiais desaparecidos, e empenharam-se numa ampla investigação, cujos resultados foram publicados no decorrer de 1951/52 em três livros de autores poloneses diretamente interessados.

    A história de Katyn começa com o aprisionamento de grande parte do Exército Polonês em setembro de 1939 pelas fôrças soviéticas que invadiram a Polônia pelo leste, dezessete dias depois dos alemães a terem invadido pelo oeste. Quase todos os prisioneiros oficiais, aproximadamente nove mil, certo número de graduados, a gendarmaria e guardas de fronteira, perfazendo o total de 15 mil homens, foram internados em três campos, em Kozielsk, Starobielsk e Ostashkov. Aí foram submetidos a longos interrogatórios sôbre suas opiniões políticas e atividades políticas anteriores. Em abril de 1940, cêrca de 400 oficiais, considerados amigos, foram conduzidos a um campo em Pavlishchev Bor. Os restantes tiveram destino ignorado.

    Em outrubro de 1940, as tropas alemãs entraram na România e o govêrno soviético compreendeu então, pela primeira vez, que Hitler poderia, a despeito do pacto nazi-soviético, avançar sôbre a Ucrânia. Três semanas depois, um oficial polonês pró-soviéticos, o Ten.-Cel. Berling, foi convidado, juntamente com dois outros, a entrevistar-se com os chefes da NKVD, Beria e Merkulov, em Moscou. Perguntaram-lhes se queriam ajudar na organização de unidades militares polonesas que seriam, possìvelmente, empregadas contra os alemães. Berling concordou e sugeriu que os oficiais poloneses desaparecidos fôssem incluídos no plano, ao que Beria respondeu:
    - Não, êsses não. Cometemos um grave êrro com êles.

    A enigmática observação, repetida por Berling, deu muito que pensar aos demais prisioneiros poloneses.

    Quando Hitler lançou suas tropas contra a Rússia, a U.R.S.S. concordou em conceder "anistia" a todos os prisioneiros poloneses e permitiu que o govêrno polonês em Londres formasse com êles um exército. Imediatamente, afluíram poloneses de tôdas as partes da União Soviética para alistar-se, mas quse não havia ex-oficiais entre êles. Afirmavam as autoridades soviéticas que todos os prisioneiros poloneses tinham sido libertados e que desconheciam o paradeiro de cada um individualmente.

    Quanto, após vários meses, nem um só polonês dos que haviam sido internados em Kozielsk, Starobielsk ou Ostashkov (excetuando-se os 400 levados para Pavlishchev Bor) compareceu aos centros de recrutamento, as autoridades militares polonesas ficaram inquietas. Através da organização subterrânea souberam que as famílias dos desaparecidos não recebiam carta dêles desde maio de 1940.

    Em dezembro de 1941, o Primeiro-Ministro polonês, General Sikorski, levou o assunto diretamente a Stalin. Stalin aventou, apenas, que os prisioneiros desaparecidos poderiam ter escapado para a Mandchúria - o que implicava em terem sido enviados para a Sibéria. Um inquérito que durou ano e meio, no qual estavam representados também os embaixadores inglês e americano em Moscou, não revelou o menor indício dos oficiais. Os chefes poloneses chegaram à conclusão de que as autoridades soviéticas estavam mentindo, que os prisioneiros não mais viviam.

    Ao anunciarem, em abril de 1943, o descobrimento dos cadáveres na floresta de Katyn, os alemães declararam que os oficiais poloneses tinham sido vítimas de um massacre russo e convidaram a Cruz Vermelha Internacional a investigar. O govêrno soviético não só se recusou a permitir tal investigação, mas ainda rompeu relações diplomáticas com o govêrno polonês por não ter imediatamente repelido as alegações alemãs. Ao mesmo tempo deu a conhecer a nova versão sôbre o destino dos oficiais: haviam sido aprisionados pelos alemães durante a sua invasão, em julho de 1941.

    Se essa versão é verdadeira, os chefes soviéticos deviam estar sabendo o que ocorrera durante todo o tempo em que foram alvo de perguntas a respeito. Por que não disseram que os prisioneiros poloneses, juntamente com centenas de milhares de soldados russos, haviam caído em mãos dos alemães? Se os russos eram inocentes, não havia motivo para não o admitirem; mas, se eram culpados, havia forte razão para não contarem tal história. Enquanto afirmaram não saber onde estavam os oficiais poloneses, ninguém podia provar que êles tinham morrido. Agora, porém, os corpos tinham sido encontrados.

    Depois que ocuparam novamente a área de Katyn, em setembro de 1943, os russos designaram uma "Comissão Especial para Investigar e Comprovar os Fatos Relacionados com o Fuzilamento de Oficiais Poloneses pelos Agressores Fascistas Alemães na Floresta de Katyn". Essa comissão compunha-se inteiramente de cidadãos soviéticos. Seu relatório declarou que os alemães, tendo assassinado os prisioneiros poloneses no autono de 1941, deliberaram acusar os russos da autoria do crime e, para isso, em março de 1943 - um mês antes de anunciar a descoberta das sepulturas - desenterraram todos os corpos, tiraram todos os documentos com datas posteriores a abril de 1940 e tornaram a enterrá-los.

    Antes de se retirarem de Katyn, os alemães permitiram à Cruz Vermelha Polonesa exumar e examinar os cadáveres. A Cruz Vermelha Polonesa não fez nenhuma feclaração pública e não podia, por isso, ser acusada de ajudar a propaganda anti-soviética alemã. Contudo, seu relatório completo das provas foi evniado ao govêrno polonês em Londres pelo serviço subterrâneo. Os indícios encontrados nos cadáveres consistiam no seguinte: 3.300 cartas e cartões-postais, nenhum com data ou carimbo ulterior a abril de 1940; certo número de diários, todos terminando em abril ou na primeira semana de maio de 1940 (um dêles descrevendo, como última ocorrência registrada, a viagem, sob escolta da NKVD, para a floresta de Katyn); centenas de jornais e recortes de jornais, todos datados de março ou abril de 1940.

    O relatório da comissão soviética não dá a entender que a Cruz Vermelha Polonesa estivesse mentindo, mas sim que os alemães removeram tôda a documentação com data posterior a abril de 1940, enganando assim os investigadores.

    Êste é o nó de tôda a história. Joseph Mackiewicz, que visitou Katyn com a Cruz Vermelha Polnesa, não tem dificuldade em refutar a explicação soviética. Em primeiro lugar, escreve êle, não era apenas uma questão de remover papéis, mas também de substituí-los por outros, de reescrever e forjar detalhes em diários e especialmente de obter ou reproduzir o necessário número de jornais russos da primavera de 1940. Mesmo, porém, que tivesse sido levada a cabo tôda essa fraude, o processo de colocar falsos-documentos nos cadáveres era tècnicamente impossível.

    "Estando tudo impregnado de repugnante e pegajoso líquido dos cadáveres", escreve Mackiewicz, "era impossível desabotoar os bolsos ou tirar as botas. Foi necessário cortá-los à faca para achar os objetos pessoais... Nenhuma técnica permitiria passar revista àqueles bolsos, tirar alguns objetos e pôr outros em seu lugar, depois abotoar todos os uniformes e empilhar os corpos novamente, camada sôbre camada..."

    Seria evidentemente impossível ocultar os vestígios da fraude. Redundaria em certa autodenúncia para os alemães apresentarem semelhante trabalho aos peritos imparciais da Cruz Vermelha Internacional. Devemos, pois, concluir que a exumação e nova inumação efetuadas, segundo os russos, em março de 1943, nunca tiveram lugar, e que as datas dos documentos encontrados nos cadáveres indicam a data do massacre.


    Não pode haver mais dúvida alguma sôbre a responsabilidade do Kremlin no crime hoje conhecido como um dos mais revoltantes dos nossos tempos. A comissão investigadora do Congresso dos Estados Unidos encontrou provas que confirmam esta conclusão.

    Há a declaração feita pelo Ten.-Cel. John H. Van Vliet, Jr., um dos quatro oficiais aliagos prisioneiros obrigados pelos alemães a irem a Katyn. "Eu detestava os alemães", conclui a declaração de Van Vliet, "e não queria acreditar nêles. Só com grande relutância concluí serem os russos os autores."
    Van Vliet frisou que os uniformes e botas dos cadáveres estavam em boas condições, o que difìcilmente seria o caso se os oficiais tivessem sido mortos após dois anos em campos de prisioneiros. Outros investigadores declararam que muitos dos oficiais vestiam casacos de peles e agasalhos de lã - traje pouco adequado para o mês de agôsto, quando os vermelhos dizem que os poloneses foram fuzilados.

    O Ten.-Cel. Donald Stuart, outro oficial americano forçado pelos alemães a presenciar as exumações de Katyn, atesta. "Deixey Katyn convencido de que os russos tinham executado aquêles homens. Aquêle massacre não podia ser falsificado ou forjado."

    O Cel. Henry I. Szymanski, oficial de ligação americano no quartel-general do Exército Polonês, contou à comissão que fôra enviado pelo Departamento de Guerra Norte-Americano para investigar as atrocidades de Katyn. Em seu relatório, baseado em conversas com centenas de ploneses que tinham conhecimento do morticínio, declarou que para êle não havia sombra de dúvida quanto a terem os russos trucidado os poloneses num ato premeditado de genocídio.

    Em fevereiro último, um polonês mascarado, cuja identidade foi mantida em segrêdo para proteger seus parentes na Polônia, atestou em dramático depoimento, que presenciara a morte de 200 oficiais poloneses na floresta de Katyn. De um esconderijo próxima à vala comum, êle e um companheiro viram os oficiais sendo conduzidos aos pares para o fôsso, com os braços amarrados nas costas, seguro cada um por dois soldados russos. Enquanto um guarda segurava a vítima, outro enchia-lhe a bôca de serragem. Os que resistiam eram alvejados. Os outros eram "simplesmente derrubados a pontapés" no fôsso, onde provàvelmente morriam asfixiados.

    Um oficial fugitivo do Exército Vermelho, Cel. Vasili Ershov, testificou que, em 1944, em oficial da polícia secreta soviética, embriagado, se tinha vangloriado, na sua presença, das enormes quantidades de vodca consumidas pelos pelotões encarregados do massacre de Katyn antes e depois do morticínio.

    A prova mais interessante talvez seja, no entanto, a que emana do próprio Kremlin, que se recusou a permitir que as suas próprias testemunhas comparecessem perante a comissão. Alarmados com o impacto da verdade nas suas ireequietas populações-satélites, os comunistas lançaram uma campanha mundial de desvirtuamento e contra-acusações. Todos os jornais da Polônia tiveram de publicar o comunicado soviético de oito anos antes, que tentava culpar os nazistas. O Pravda encheu-se de ruidosas contestações e acusações caluniosas contra os americanos.

    Ninguém melhor do que os chefes comunistas sabe quão profundamente a verdade sôbre êste crime bestial pode prejudicar sua causa. Mas quanto mais a União Soviética tenta obstruir a descoberta da verdade, tanto mais certo se torna que os homens que jazem mortos na floresta de Katyn jazem também na consciência da União Soviética.

    (Extraído de "História Secreta da Última Guerra", Seleções do Reader's Digest)


    Filme: O Massacre de Katyn
    Autor: Edson Carlos de Oliveira

    Produzido em 2007 por Andrzej Wajda, o filme Katyn, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2008, relata o assassinato de um terço de todo o oficialato polonês durante a II Guerra Mundial. Durante quatro décadas os nazistas foram apontados pela propaganda comunista como responsáveis por esse crime. E o ocidente, ainda aterrorizado pela selvageria hitleriana, engoliu por inteiro a versão dada por marxistas sem levar em conta que para estes a verdade é um conceito da moral burguesa.

    Quando os nazistas quebraram o pacto com Moscou e invadiram a Rússia, encontraram, em 1941, na floresta de katyn, em Smolensk, valas com os corpos dos oficiais assassinados. Mas para os soviéticos, esses oficiais teriam sido deixados para trás durante a invasão e foram mortos em julho de 1941 pelos nazistas para culpar os russos.



    Os documentos encontrados nos cadáveres somavam mais de 3.000 cartas e em nenhuma havia uma data ou carimbo posterior a abril de 1940. Todos os diários terminavam em abril ou na primeira semana de maio de 1940. O último registro de um dos diários é sobre uma viagem para a floresta de Katyn.

    O drama do filme de Andrzej Wajda versa exatamente sobre essa polêmica. Ana, esposa de um oficial do exército polonês, esperava ansiosa o retorno de seu marido, pois este não constava na lista dos mortos em Katyn. Mas um amigo dele - que se aliou aos comunistas para não ser morto - lhe trouxe a trágica notícia e conseguiu para ela os pertences do marido. Entre eles, um diário...
    O filme foi exibido no último mês de Abril no Congresso Americano, em Washington. E o governo russo liberou, no mesmo mês, documentos que comprovam que "Joseph Stálin aprovou o massacre comandado por Lavrenty Beria, seu homem de confiança dentro da polícia secreta, durante a Segunda Guerra Mundial" (Cfr.: Terra Notícias, 29/4/2011).










    É aí que você se confunde. Defendo o Hamas e os palestinos, e não os fundamentalistas do Talibã e da Al-Qaeda.
    Poderia me especificar as diferenças entre eles?



    Não duvido que houve estes massacres. Não duvido de forma nenhuma. Só que a diferença é que você esquece o que fez Israel. E foi muito pior. Enquanto algumas centenas de judeus morriam, centenas de milhares de palestinos eram humilhados e expulsos de suas próprias casas.
    Agora, me diga por quê eles foram expulsos. Tudo neste mundo tem um motivo, uma causa. Mas os esquerdistas nunca dizem a “Causa” das coisas. Deixo para ti a tarefa de dizê-lo.
    Última edição por elielsantos; 20-07-2011 às 14:29. Razão: Correçôes várias
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  8. #38
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    Só eu que não leio oque o eliel posta?


    Eliel,tente ser mais claro e direto,não vou ficar lendo coisas gigantes,e ainda por cima viajadas.

  9. #39
    Avatar de luizjuiz
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    Última edição por luizjuiz; 23-06-2015 às 15:31.

  10. #40
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    Agora eu te pergunto: com um milhão e quinhentos mil mortos, um verdadeiro genocídio, cadê os comunistas e suas Flotilhas pela paz rumo ao Sudão, para libertar este povo da barbárie islâmica?
    É que o Sudão não tem mar Eliel!



    Agradeça ao uncle Sam por ter financiado os fundamentalistas islâmicos no Afeganistão. Se hoje estes fundamentalistas têm toda a logística e a influência que eles têm, é por culpa dos veteranos do Afeganistão, pagos pelos states e abandonados após o fim da guerra pela pátria que tanto os ajudou e tantou torceu por eles. A própria América financiando grupos jihadistas.. Quando se trata de combater os comunistas malvados vale tudo né .

    Parece que não compreendestes ou fingistes muito bem que não compreendestes o questionamento que fiz. O fato do Fidel Castro (das 50.000 execuções de opositores) apoiar um grupo guerrilheiro comunista não evidencia de nenhuma forma preocupação coma a condição africana. E outra: tu não explicaste por quê os esquerdistas dão preferência aos mortos Palestinos, dezenas ou centenas em todo entrevero e deixam os um milhão e quinhentos mil mortos cristãos do Sudão e as 150-175 mil mortes de cristãos todo ano. Chamam a morte de 100 Palestinos de genocídio e não falam nada sobre o verdadeiro genocídio de outros povos. Ainda estou esperando tua explicação sobre esta contradição:
    50 mil execuções feitas pelos cubanos? Eu já esperava isso. Pensei que você ia dizer um número maior, de 6 ou 7 dígitos, como os imbecis anticomunistas já estão acostumado à inventar.

    Tenho certeza que ambos concordamos que o genocídio indígena pelos europeus que desembarcaram na América é lamentável e injustificável, e ambos concordamos nisso, mas o fato de você nem eu comentarmos sobre isso não significa que concordemos com a matança. O genocídio indígena e o genocídio cristão nos países africanos, como os coptas no Egito, no Sudão e etc são totalmente fora do contexto da discussão. Se queres discutir à respeito, crie um tópico falando sobre isso e eu vou postar minhas ''condolências", mas não use isso como forma de mudar o assunto e os rumos do tópico.

    Claro. O mesmo digo eu sobre teu argumento em defesa de Stálin, dizendo que Krushev fraudou os documentos. Prova? Nenhuma. Apenas usas como eviedencia a inimizade dos dois, que não é prova nenhuma. Então, dizer uma coisa, como sempre dizes, apenas com palavras, não é provar nada.
    60 das 61 afirmações de Kruschev foram desmascaradas aqui.

    http://www.abebooks.com/Khrushchev-L.../4350911417/bd

    Desde o falso culto à personalidade de Stálin às "dezenas de milhões" de presos nas prisões soviéticas (os proprios documentos abertos por Gorbatchev e seguidamente Yeltsin depois de 91 comprovam a falsidade de tais números, que se reduziam à quase 400 mil, e não à 12 milhões). A grande maioria dos arquivos abertos depois do fim do bloco soviético vai de encontro com o que Kruschev "afirmou" após a morte de Stálin. Isso porque Gorbatchev, Yeltsin e essa turma toda eram mais anti-stalinistas que o Kruschev.

    Holodomor
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Você não viu os vídeos que eu te recomendei, ele explica todas essas imbecilidades anticomunistas. Absolutamente tudo no que tange ao Holodomor está explicado e desmascarado nos videos, desde fotos falsas (usam fotos da crise de 29 dizendo que elas são do Holodomor, jornalistas que nunca estiveram na Ucrânia e toda a falsificação de William Hearst, jornalista que "importou" o Holodomor pra América diretamente dos jornais da Alemanha nazista. O próprio "criador" mor desse mito, Robert Conquer deixou de defender a posição de que a União Soviética causou as fomes ucranianas até a década de 40 (visto que a Ucrânia sofria fomes cíclicas desde os tempos do tzar, e que cessaram depois da coletivização e do fim das sabotagens e incendios terroristas contra as lavouras e o maquinário).

    Os vídeos explicam tudo que qualquer anticomunista imbecil possa escrever, principalmente na Wikipedia, que é uma enciclopédia livre e que qualquer idiota pode criar uma conta e escrever o que quiser.

    Poderia me especificar as diferenças entre eles?
    O Hamas tem inspirações esquerdistas (OH NÃO! OS CANALHAS DA ESQUERDA!), não prega a sharia e muito menos prega o fundamentalismo islâmico. Já a Al-Qaeda e Talibã tem inspirações totalmente anti-esquerdistas, visto que surgiram direta ou indiretamente através do financiamento americano pra lutar contra a única faísca de progresso social no Afeganistão, ou seja, combater os soviéticos, ambos são fundamentalistas e jihadistas.

    Agora, me diga por quê eles foram expulsos. Tudo neste mundo tem um motivo, uma causa. Mas os esquerdistas nunca dizem a “Causa” das coisas. Deixo para ti a tarefa de dizê-lo.
    Por causa da ridícula partilha da Palestina feita pela ONU. Agora você vai vir e dizer "Mas eles atacaram covardemente o recém criado Estado de Israel, mereceram!!". Me diga o que você faria Eliel, se de um dia pro outro um muçulmano tomasse a sua casa de assalto e de um dia pro outro ela não fosse mais sua, o seu governo não existisse mais e você fosse visto como um terrorista em potencial? Tendo sua liberdade cerceada na sua própria terra? Quer um exemplo melhor? Os judeus, comunistas e ciganos da Polônia, que de um dia pro outro passaram à serem vistos como inimigos do Estado e da socidade.

    Citação Postado originalmente por Smoking Ver Post
    Só eu que não leio oque o eliel posta?


    Eliel,tente ser mais claro e direto,não vou ficar lendo coisas gigantes,e ainda por cima viajadas.
    Eu já falei isso pra ele, mas ele não me ouve rapaz

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