
Postado originalmente por
Wotten
Deixa eu ver se eu entendi. A esquerda está ameaçando os valores morais da sociedade?
Esta era a proposta de Antonio Gramsci. Buscar acima de qualquer Hegemonia, a
Hegemonia Cultural. A filosofia Leninista pregava uma revolução armada do proletariado. A
Revolução Progressista pregada por Gramsci é uma revolução cultural, tomada de espaços em todas as esferas sociais, em todas as classes sociais. Atuar em todas as fraturas da sociedade, explorar todos os dilemas morais da sociedade.
Texto:
A constituição de uma hegemonia é um processo historicamente longo, que ocupa os diversos espaços da superestrutura. Para Gramsci, a hegemonia pode (e deve) ser preparada por uma classe que lidera a constituição de um bloco histórico (ampla e durável aliança de classes e frações). A modificação da estrutura social deve preceder uma revolução cultural que, progressivamente, incorpore camadas e grupos ao movimento racional de emancipação..
Não é questão de ameaça,
mas de guerra de valores. A cultura dos Direitos Humanos é um reflexo da filosofia cristâ. O respeito à vida, a dignidade humana floresceu em nações cristâs. O que a Esquerda fez foi perverter estes cocneitos, tal qual ensinado por Gramsci. Desde a década de 90 que todas as ONGS de Direitos Humanos majoritariamente são esquerdistas.
É por isto que se um pai educa seu filho e dá-lhe uma palmada, os esquerdistas e suas ONGs caem sobre este pai e o coloca na prisão. Mas um muçulmano de procedência africana que extirpe o clitóris de sua filhinha éd efendido pelos mesmos esquerdistas e suas ONGs de Direitos Humanos em nome do Multiculturalismo. Em vez de Cultura Ocidental, os esquerdistas e suas ONGs implantaram o Multiculturalismo. Em vez de Moral , Relativismo Moral.
Esquerda virou sinônimo de promiscuidade agora?
Esquerda virou sinônimo de tudo que seja contrário à visão cristâ no mundo. A Revolução Progressista ou Gramsciana é uma verdadeira guerra a qualquer principio moral e cultural que tenha conexão com o cristianismo.
Isto se chama Gramscismo. Gramsci teorizou que uma verdadeira Revolução Socialista só seria
HEGEMÔNICA quando ela se tornasse Hegêmonica sobre qualquer classe social, grupo, ismo, credo e etc. Não estamos falando somente de um principio moral, mas de todo e qualquer principio em conexão com o credo cristão.
O comunismo ruiu no leste europeu pois e tão somente por causa da escolha para papa de Karol Voitilla (João Paulo II). E os Progressistas, liberias e neo-liberais sabem disto. Portanto, mesmo se Gramsci não tivesse teorizado sobre
HEGEMONIA, assim mesmo os Progressistas e Liberais teriam o cuidado de cuidar do cristianismo em primeiro lugar. Imagine agora uma revolução cultural Gramsciana-progressista. É por este motivo que desde a década de 90 os
progressistas-liberais-esquerdistas colocaram em xeque toda e qualquer conexão entre a sociedade e o cristianismo. Nem os símbolos católicos escaparam.
Eu já ouvi que esquerdismo era coisa de desocupado, maconheiro e até de criminoso, mas coisa de promíscuo é novo pra mim.
Não devia ser novo. A Revolução Sexual Francesa da década de 60 foi exatamente promiscuidade. E a Mídia Ocidental alardeia como se fosse uma verdadeira Revolução Cultural o fato das universitárias reclamarem por não serem Trepadas... pelos universitários.
E além disso você tá dizendo que a esquerda ameaçou a oposição cristã?
Amigo, eu simplifiquei o que eu disse. Não estou falando em oposição pura e simplesmente, estou falando da maior Revolução Cultural já vista no Ocidente. E um dos principais alvos desta Revolução é o cristianismo.
Israel fonte de bons valores? Por quê?
Por que a esquerda apoia incondicionalmente os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel?
Salomon Mizrahi
http://www.pletz.com/
artigos/esquerda.html
Por que a esquerda, que se considera uma reserva moral e defensora do humanismo, apoia Yassir Arafat e sempre justifica as ações dos grupos para-militares árabes-palestinos que assassinam, indiscriminadamente, a população israelense?
Essa questão é raramente perguntada. É considerada letra morta que a esquerda apoie os árabes-palestinos e que demonstre empatia para com a causa árabe (e os valores do Islã) em sua guerra contra Israel.
A priori essa questão parece paradoxal, pois pela lógica esse apoio incondicional é completamente antagônico aos valores defendidos pelas esquerdas. Mais precisamente, devemos lembrar que os princípios humanistas que a esquerda clama defender são os mesmos defendidos por Israel, mas não pelos seus jurados inimigos.
A esquerda fala de sua paixão pela democracia (“a voz do povo…”). Mas é exatamente em Israel que a democracia funciona plenamente, em contraposição ao que ocorre com todos os que o consideram como inimigo: países árabes e islâmicos. Arafat é um líder autoritário, ditador corrupto, mas a esquerda o adula, protege e defende.
A esquerda diz preocupar-se com os direitos da Mulher. Mas é exatamente em Israel que este conceito é plenamente aceito e assegurado, existindo mesmo já antes da proclamação da sua independência em 1948. Israel foi o primeiro país a integrar as mulheres às suas forças armadas e nas polícias, prática que hoje é corriqueiramente adotada pela maioria dos países ocidentais. Concomitantemente, a situação dos direitos da Mulher nas nações islâmicas é a mais deplorável dentre todos os países do Planeta.
Uma das maiores preocupações da esquerda refere-se aos direitos dos homossexuais. Mas é ainda em Israel que os seus direitos são respeitados e assegurados, enquanto que no Egito e outros países árabes e/ou islâmicos a homossexualidade é considerada crime e o infrator é severamente punido, amargando longas penas de prisão.
É em Israel que existe um sistema judiciário independente do poder executivo e de tradição essencialmente liberal. É em Israel que existe uma imprensa de esquerda livre e independente. É em Israel que os partidos de esquerda ficaram mais tempo no poder que todos os outros partidos juntos. Enquanto que os proclamados inimigos de Israel, ditaduras ou monarquias autoritárias, não permitem o funcionamento de partidos de esquerda, nem outros partidos que façam parte da Internacional Socialista.
Pergunta-se então, por que a esquerda lidera manifestações e discursos anti-Israel? Por que a virulência das resoluções anti-Israel, propostas por ONGs (retiro das viúvas de Stálin e Trotsky), na Conferência contra o Racismo em Durban, em 2001?
Só há uma explicação:
Na realidade, a esquerda não tem como preocupação central os direitos das mulheres, um poder judiciário independente, os direitos das minorias, a democracia, os homossexuais e quase tudo que clama defender em suas manifestações públicas. Como exemplo, vamos nos recordar de sua feroz condenação à guerra dos EUA contra o Taliban e o grupo terrorista Al-Qaeda no Afeganistão, sem ao menos reconhecer que uma conseqüência positiva da guerra foi ter tirado as mulheres afegãs da sua condição de animal doméstico.
Quase todas as causas que a esquerda diz defender, empregando discursos nobres e frases de efeito, servem apenas para encobrir sua real finalidade: derrotar o capitalismo e os assim chamados valores judaico-cristãos do Ocidente, para substituí-los por sua utopia: um “novo socialismo” e “novos valores” que conduzirão a Humanidade para um “Mundo mais justo”. Para a esquerda até o intolerante fundamentalismo islâmico é preferível à “democracia burguesa”.
Freud diria que este é o antagonismo entre os valores do pai com os do filho. Os EUA representam tudo o que a esquerda repudia e quer destruir: É o país que possui maior religiosidade, embora o seu sistema de governo seja democrático e secular, é o paradigma do capitalismo, e é também a maior força econômica, militar e cultural dentre as Nações.
Por que Israel é odiado pela esquerda? Porque Israel partilha os mesmos valores dos EUA. É religioso, mas também conta com um sistema de governo democrático e secular. Valoriza a economia de mercado, e é visto como uma força militar, econômica e cultural do Oriente Médio. E mais, lá não se depredam restaurantes da rede de lanchonetes McDonald e o mote “Yankee go home!” nunca foi usado.
E como os EUA, Israel valoriza sua identidade nacional, e não a do “Mundo”, como pregado cinicamente pela esquerda. Contraditoriamente, a esquerda exalta o nacionalismo dos ditadores plantonistas, desde que ele seja antiocidental, mais especificamente antiamericano e anti-Israel: Taliban, OLP, Irã, Iraque, Líbia, Zimbabwe, Cuba , Coréia do Norte, Síria, etc…
Com um apoio automático dos 56 países islâmicos, de cínicos países europeus e de países terceiro-mundistas, que vendem seus votos por meia-dúzia de barris de petróleo, a ONU transformou Israel em um estado pária. Já antes de Bush (filho) assumir a presidência dos EUA, a esquerda proclamara o binômio EUA-Israel como seu “eixo-do-mal”.
Portanto, a questão “porque a esquerda apoia os árabes-palestinos” com tanto zelo, e reage com fria indiferença quanto à “sorte” da minoria cristã da Nigéria (onde os cristãos são ocasionalmente massacrados às centenas), dos animistas Negros do sul do Sudão (trucidados e escravizados pelo governo fundamentalista islâmico) ou dos Coptas no Egito (cujos direitos como minoria cristã são sistematicamente violados) é extremamente importante.
Esse apoio não se deve porque a esquerda tem maior simpatia pela causa dos árabes-palestinos do que para com os sudaneses do sul. Ele simplesmente decorre da carga de ódio de tudo que for relacionado com EUA e Israel. Para a esquerda, o que esses dois países fizerem deve ser automaticamente condenado, pois qualquer ato reconhecido como positivo será um entrave à sua luta para realizar a sua utopia. É por isso que a esquerda considera essencial apoiar os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel, pois acredita que eles são capazes de combater e minar os países do seu “eixo-do-mal”, acelerando assim a sua destruição.
Salomon S Mizrahi, Professor, Departamento de Física, Universidade Federal de São Carlos - E-mail: [email protected]
Israel fonte de bons valores? Por quê? O fato das maiores religiões do mundo terem nascido na região não influencia em nada, visto que em todas as religiões existem as maçãs podres, e mesmo sem querer entrar em discussão religiosa, se tem algo que religião disseminou no planeta além dos "bons morais" foram os conflitos armados.
Eu coloquei a questão de forma simples novamente, colega. O fato da esquerda odiar Israel tem conexão com a Biblia Cristâ. Não bastava o cristianismo ser odiado, o fato da bíblia cristâ ter inserido em seu escopo os livros do judaísmo torna por tabela esta religião inimiga da esquerda. O esquerdista e seus grupos de pressão política não
“engolem” as lições morais prescritas nos livros do judaísmo que estão na Biblia Cristâ. Como a guerra de valores ou a
Revolução Progressista é cultural, jamais as lições de moral, os princípios morais estabelecidos nos livros dos profetas judeus serão tolerados pela esquerda. A
Hegemonia preconizada por Gramsci supõe uma nova realidade moral e cultural, onde o Cristianismo e seus princípios nunca serão tolerados. O Marxismo nasceu em contraposição ao Cristianismo, portanto não tem como conciliar estas visões diferentes de mundo. Portanto, qualquer governo socialista jamais tolerará Israel. E o amigo ironizou sobre conflitos armados. Parece que desconheces o que o
“Nacional-socialismo" de Hitler praticou de barbárie. Parece que desconheces o que a URSS fez com a Ucrania, deixando propositadamente 7 milhôes de pessoas morrerem de fome apenas por quê os ucranianos não agüentavam mais os russos. Portanto, falar em conflito armado causado pela religião é desconhecer ou fingir desconheecer os crimes praticados em nome do Socialismo.
Não deixe sua religiosidade influenciar de forma tão gritante o debate. Só porque é um Estado fundamentado basicamente na religião não significa que Israel emane moralidade e "bons valores culturais" pelo mundo. Se tem algo que é emanado de Israel pro mundo são as bombas de fósforo branco que despejam na faixa de gaza ,a prepotência e arrogância em que tratam os DOMINADOS, além de nos presentear com a refilmagem do holocausto 70 anos depois.
Desconsidere parte do argumento acima, pois fugi um pouco da pergunta ou questionamento que fizeste.
Sim, o fato de Israel, por exemplo, não enforcar gays, não apedrejar mulheres e respeitar os Direitos humanos não configurar “bons valores culturais” e morais é por que o mundo está perdido mesmo.
Texto:
A esquerda diz preocupar-se com os direitos da Mulher. Mas é exatamente em Israel que este conceito é plenamente aceito e assegurado, existindo mesmo já antes da proclamação da sua independência em 1948. Israel foi o primeiro país a integrar as mulheres às suas forças armadas e nas polícias, prática que hoje é corriqueiramente adotada pela maioria dos países ocidentais. Concomitantemente, a situação dos direitos da Mulher nas nações islâmicas é a mais deplorável dentre todos os países do Planeta.
Israel é a única nação que respeita a mulher como deveria respeitar.
Texto:
Uma das maiores preocupações da esquerda refere-se aos direitos dos homossexuais. Mas é ainda em Israel que os seus direitos são respeitados e assegurados, enquanto que no Egito e outros países árabes e/ou islâmicos a homossexualidade é considerada crime e o infrator é severamente punido, amargando longas penas de prisão.
Se isto não é um bom valor cultural e um bom principio moral, então tais conceitos estão errados
Texto:
É em Israel que existe um sistema judiciário independente do poder executivo e de tradição essencialmente liberal. É em Israel que existe uma imprensa de esquerda livre e independente. É em Israel que os partidos de esquerda ficaram mais tempo no poder que todos os outros partidos juntos. Enquanto que os proclamados inimigos de Israel, ditaduras ou monarquias autoritárias, não permitem o funcionamento de partidos de esquerda, nem outros partidos que façam parte da Internacional Socialista.
Se o fato da esquerda ser livre em Israel e poder falar as abobrinhas de sempre não configura um bom principio moral e cultural, então tais conceitos estão errados
Todos estes conflitos foram tentativas de destruir Israel?
Não existe outra conclusão humanamente possível. Seis países fortemente armados e apoiados pela super-potencia URSS não deixa dúvidas sobre as intenções deles. E nenhum país das dimensões de Israel, enfrentando países com dimensões varias vezes maiores, guerreando com tudo e contra todos, não tem outra conclusão:
era guerra de extermínio. Isto ficou claro nas declarações dos dirigentes árabes antes dos conflitos. Na verdade, desde a década de 30, com o surgimento da
Irmandade Muculmana no Egito que a palavra
“extermínio” a Israel se tornou a tônica do
movimento islâmico.
A culpa disso tudo é da fome de território e à arrogância israelense,
- Israel, depois de covardemente agredido, invade o sul do Libano e se retira de La.
- Israel, depois de covardemente boicotado pelo Egito, invade o Sinai e depois entrega de volta.
- Israel, depois de covardemente agredido por várias nações, invade a Cisjordânia e Síria e depois se retira destes territórios.
- Depois de covardemente agredido por diversas nações, Israel invade a Faixa de Gaza e depois se retira de lá.
Onde está portanto a fome de territórios e arrogância de Israel? O mapa só mostra aquilo que todo mundo no ocidente sabe, e os esquerdistas também, que Israel só invadiu e ocupou territórios depois de ser covardemente boicotado e invadido pelos árabes. Em todas as guerras foi assim. E muitas vezes, Israel entregou territórios ocupados de forma unilateral, como foi em Gaza em 2005.
Oposição cristã? Desde quando na Europa os cristãos foram de oposição?!?
Hegemonia Cultural.
Os Progressitas buscam a Hegemonia Cultural no Ocidente. E ela jamais será
Hegemônica tendo como concorrente os valores morais cristãos. Quando falei de oposição, não falei eu em oposição política. Falava em oposição de valores.
além do mais você fala como se não houvessem esquerdistas cristãos. Vide Frei Betto e Frei Tito (Salve!).
Frei Beto Cristão? Quando foi que ele trocou o Manifesto Comunista pela bíblia? Ele se converteu mesmo? Ora, amigo, tu estás a brincar com minha cara. Nenhum ser normal mentalmente acredita no cristianismo do Frei Beto, o sujeito que organizava as guerrilhas comunistas durante a ditadura, além de ajudá-las a plantar bombas pelo país. O Frei Beto ta mais pra terrorista do que para cristão.
Vale relembrar que o apoio soviético aos
invadidos não foi em hipótese alguma perto do apoio americano ao sionismo,
Concordo contigo: os americanos não chegam nem perto do apoio dos Soiviéticos às células Terroristas palestinas, pois os americanos só começaram a apoiar de fato Israel no governo de Ronald Reagan.
Israel até a década de 80, tinha nos franceses os principais aliados militares, sendo armados militarmente pela industria francesa. Durante a Guerra do Yom kipur os franceses, em aliança com as nações árabes, traíram Israel, deixando de fornecer armamentos e reposições de peças para armas em pleno conflito. Mesmo os EUA tendo salvado Israel criando uma ponte logística, logo depois a revolução no Irâ tirou Israel das preocupaçôs americanas. Foi só com Reagan que Israel entrou seriamente na política de aliança plena com os EUA.
visto que a União Soviética apoiou Israel inclusive em sua própria criação e além do mais,
Sim, na guerra de independência em 1948 a URSS apoiou militarmente Israel, mas foi só.
a união soviética nunca cedeu bilhões e bilhões de dólares todo ano pra que os palestinos comprassem armas, tanques e aviões de última geração.
Cedeu bilhões e até hoje o governo Palestino recebe bilhões de doações. O problema é que a corrupção come tudo.
O primeiro povo à se fixar na Palestina não foram os filisteus? Que por sinal tem origem micênica e não eram semitas, mais de mil anos antes de Herodes. Seguindo a sua linha de pensamento, a terra não seria de nenhum dos dois povos, nem árabes nem judeus.
Seria dos judeus, por falta de concorrentes. Somente os filisteus poderiam concorrer com os judeus pela posse da terra, mas eles estão extintos e os judeus não.