Bem, argumentos elucidados, só um último adendo. Quanto ao ponto da comunidade GLBTT, ela não pode ser considerada exclusivamente como fonte estatística. Deixe eu lhe dar um exemplo:
Você pega 50 evangélicos pentecostais, aquela corrente mais radical e que há "possessões" e coisas do tipo, então pergunta para eles, por exemplo, se maldições e coisas do tipo existem. A maioria dirá que sim. No entanto, você não pode considerar que a maioria dos evangélicos pensam iguais a eles, mesmo tendo um grande número de evangélicos como grupo de teste, eles são do mesmo meio e, portanto, estão sujeitos a ter opniões parecidas. Por isso que quando pesquisadores vão fazer esse tipo de estudo, pegam diversos casos de diferentes grupos políticos, religiosos, sociais e culturais.
Levando para esse caso:
Você pode conhecer 50 pessoas da comunidade GLBTT. No entanto, já que são pessoas próximas e com pensamentos parecidos, tomar apenas eles como dado estatístico te dará uma versão deturpada da realidade porque, além deles, existem outros "tipos" de gays e muitas outras pessoas que dizem ao contrário do que eles falam.
Já que estamos encerrando a discursão, gostaria de falar que minha opinião é muito parecida com a sua. Ao que tudo indica a orientação sexual é predominantemente genética e o fenótipo, ou seja, a manifestação dela apenas depende do meio. No entanto, esse assunto está longe de estar concluído, então o que estou discutindo é que, mesmo pensando parecido com você, nem eu, nem você, nem mesmo os cientistas, podem falar com certeza o que você parece afirmar com convicção, como se já fosse algo resolvido.
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