Eu não votei na enquete e aqui diz que votei, comofas
Eu apertaria nulo, nenhum presta
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José Serra (PSDB)
Dilma Rousseff (PT)
Marina Silva (PV)
Levy Fidelix (PRTB)
Rui Costa Pimenta (PCO)
José Maria de Almeida (PSTU)
José Maria Eymael (PSDC)
Ivan Pinheiro (PCB)
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL)
Votarei nulo
Eu não votei na enquete e aqui diz que votei, comofas
Eu apertaria nulo, nenhum presta
Esta dando dilma,que na minha opinião é a menos pior.
Agora é só esperar quem votou no serra falar que só ta ganhando por que os pobres são os que votam.
Marina silva era minha preferida,mas depois que eu vi que ela paga de dificuldades financeiras enquanto o vice dela é um dos 500 mais ricos do mundo...
A maldição de Hellmann's
Cap 1 - Cap 2 - Cap Final
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Usando um Avatar de 2007 pela melancolia...
Mas sério, vontade de me socar por ter gostado de Gaia on-line
(Alguém ainda lembra daquilo?)
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----Extensão de Assinatura ----
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••• Faker City Café •••
Vai dar Dilma, podem escrever. A eleição presidencial esse ano é mais pra ficar com a consciência limpa do que qualquer outra coisa.
Ainda to indeciso entre votar em Dilma ou Marina.
Texto interessante:
Gostem ou não do cara, ele é um gênio.Decorridos escassos três dias de propaganda eleitoral, Dilma Rousseff se descolou de Serra. Ela foi a 47%. Ele ostenta 30%. A diferença saltou de oito para 17 pontos. Contabilizados apenas os votos válidos, a pupila de Lula vai a 54%. Significa dizer que, se a eleição fosse hoje, Dilma liquidaria a fatura no primeiro turno.
Movido a intuição, Lula assentara sua tática eleitoral em oito estacas. Por ora, permanecem todas em pé. Vai abaixo um inventário do sucesso:
1. A antecipação: No Brasil, são três as evidências que permitem a um presidente detectar a chegada da síndrome do fim do mandato. Súbito, começa a beber cafezinho frio. Os aliados ensaiam o desembarque. E irrompe à sua volta um irrefreável burburinho acerca da sucessão presidencial.
Sob Lula, tudo aconteceu às avessas. Aquecido pelos índices de popularidade, o cafezinho queimava-lhe a língua. Legendas como o PMDB o bajulavam. A sucessão? Foi antecipada em dois anos pelo próprio presidente. Levou Dilma à vitrine em 2008.
2. O bloqueio: Ao impor Dilma ao PT, Lula interditou um debate interno que levaria sua legenda à disputa fratricida. Cristã nova no petismo, a ex-pedetê Dilma não era a preferida de ninguém. O próprio Lula cogitara outros nomes.
Antonio Palocci, o primeiro da fila, fora apeado do pedestal pelo caseiro Francenildo. Antes dele, a alternativa José Dirceu perdera-se nos desvãos do mensalão. Num instante em que petistas como Patrus ‘Bolsa Família’ Ananias e Tarso ‘Justiça’ Genro esboçavam os primeiros movimentos no tabuleiro, Lula deu-lhes o xeque-mate.
No início de 2008, o jogo no PT estava jogado. Dilma foi às pesquisas com um percentuais mixurucas –2% a 3%. Em maio daquele ano, roçava os 10%. No final do ano, FHC dizia, em privado, que a presença de Dilma no segundo turno de 2010 era fava contada. Previa que ela não teria menos do que 30% dos votos.
3. Ciro Gomes: Lula decidira que seu governo seria representado na campanha por um único nome. Nos subterrâneos, pôs-se a tramar contra Ciro Gomes. Empurrou-o para a a disputa paulista. Ao perceber que Ciro resistia à idéia a despeito de ter transferido seu domicílio eleitoral para São Paulo, Lula sufocou-o.
Por baixo, tirou dele todas as perspectivas de alianças com legendas governistas. Pelo alto, acertou-se com o governador pernambucano Eduardo Campos, presidente do PSB. Minado por sua própria legenda, Ciro ruiu como candidato de si mesmo.
4. O plebiscito: Lula pressentira que 2010 repetiria um embate que, desde 1994, submete as disputas presidencias brasileiras a um bipartidarismo de fato. De um lado, o PT. Do outro, o PSDB. Guiando-se pelas pesquisas que atestatam a impopularidade da era tucana, Lula decidiu levar FHC à roda. “Seremos nós contra eles”, decretou.
Num jantar realizado no Alvorada em dezembro de 2009, Ciro dissera a Lula que sua estratégia estava errada. Arriscava-se a converter Dilma em candidata mais cotada para fazer de Serra o próximo presidente da República. Lula deu de ombros. Dizia, já nessa época, que a eleição seria definida num turno. A seu favor.
5. A megacoligação: No início de 2010, enquanto o tucanato se consumia em dúvidas –José Serra ou Aécio Neves?— Lula cuidava de reproduzir ao redor de Dilma o consórcio partidário que lhe dá suporte no Congresso. Mirava o tempo de TV. Dizia que Dilma, por desconhecida, precisava de uma vitrine televisiva ampla.
Simultaneamente, num movimento iniciado em 2008, Lula exibia sua escolhida em pa©mícios. Arrancava-a do gabinete, batizava-a de “mãe do PAC”. Dava musculatura política a uma técnica jamais submetida ao teste das urnas. Manuseando o prestígio pessoal e afrontando a lei eleitoral, acomodou ao lado de Dilma uma megacoligação de 11 legendas.
6. O PMDB: Na costura da aliança, Lula deu prioridade ao PMDB. Ordenou ao PT que reduzisse a ambição de eleger muitos governadores. Deixou claro que o palanque nacional se sobrepunha aos estaduais.
Enquanto Serra adiava sua candidatura, retardando a formação dos palanques regionais da oposição, Lula empurrava o PMDB goela abaixo do PT. No último lance, impôs, em Minas, o pemedebê Hélio Costa aos petês Fernando Pimentel e Patrus Ananias.
7. O vice: Lula demorou a digerir Michel Temer. Informado de que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, alimentava pretensões políticas, desaconselhou a filiação dele ao PP de Goiás. Mostrou a Meirelles a porta do PMDB. Tramara fazer dele o vice de Dilma. Em movimento simultâneo, Temer costurou algo que parecia impossível.
Temer uniu o PMDB da Câmara, que traz no embornal, ao PMDB do Senado, comandado por José Sarney e Renan Calheiros. Virou pólo de concórdia de uma legenda tisnada pela discórdia. Depois, Temer puxou suas fichas. Pragmático, Lula intuiu que não valia a pena pagar pra ver. Em troca da flexibilização da traquéia entregou a Dilma um PMDB unido como nunca antes na história desse país.
8. A despedida: No estágio atual da campanha, Lula dá o último ponto no tricô que deu um nó na cabeça da oposição. Converte a emoção da despedida do presidente superpopular em arma eleitoral. Já verteu lágrimas num ato de 1º de Maio, num comício em Curitiba e numa entrevista de televisão. Virou o paizão que transfere o povo aos cuidados da grande “mãe”. Uma ex-poste que ameaça converter José Serra no mais preparado ex-futuro presidente que o Brasil já teve.
http://josiasdesouza.folha.blog.uol....14-10045644-25
Última edição por Ninja Dragon; 21-08-2010 às 09:53.
Meu time tem onze títulos brasileiros. E o seu?




Você quis dizer ele é um político de primeira, sabe manipular as peças da tabuleiro como ninguém. Porque chamar o Lula de gênio é um atentado contra a educação.
Só espero que não tenhamos mais 12 anos de PT no governo (Dilma + Lula + Lula).
Eu quero muito alternância no poder, ver PT e PMDB governando o Brasil mais 4 anos com uma presidente que não tem puço firme não me parece uma boa opção.
Prefiro votar em um outro candidato, não excluindo a hipótese de poder votar no Lula em 2014.
Última edição por Dragon Bur; 21-08-2010 às 10:50.
"O que não me mata me fortalece"
F.N.
Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente - Art. 5, inc XVI, da Constituição;
IV - é livre a manifestação do pensamento
Caramba rapaz, que perspectiva de política você tem ! Meus olhos estão marejados de emoção pelo seu discurso. -n
# Votarei na Marina e depois na Dilma no segundo turno
Não gosto da escola política do PSDB junto com suas alianças todas corruptas (viva o PTB).
GABEIRA NA CABEÇA PORRA !
<ASSINATURA IRREGULAR>




Mas gênio nem sempre sinônimo de superintelectual (Lula é um anti-intelectual, aliás), mas pode ser de alguém que manja muitíssimo de uma profissão, área do conhecimento etc. É lugar-comum chamar Pelé de gênio, e ele é mesmo. Lula, por sua vez, talvez seja o sujeito que mais manja de política no Brasil. Chamam-no de apedeuta, mas poucas personalidades souberam trabalhar tão bem a própria imagem, chamar a atenção do público e promover alianças como Lula. Ninguém se torna o presidente mais popular da história do Brasil de graça.
Olha,pra mim,discordem ou não,o Estado que decide eleição é MG,o 2º estado em número de eleitores,Minas decide eleições,o que me deixa assustado é a falta de Interesse do PSDB em fazer propaganda aqui,eles acham que o povo vai conectar o Aécio com o Serra só porque são do mesmo partido.
Se em 2014 o Aécio candidatar,e o PSDB não fazer nenhuma gracinha,ele vence.
É a mesma coisa de classificar uma pessoa como genial só pq tira altas notas,pra mim nerd é burro.
Um exemplo óbvio,é que na palestra que houve na minha escola,uma mina nerdona peguntou se "Vender voto era ilegal",Ah vá!
É mesma coisa do Lula,ele não tem curso superior nem nada,mas foi o melhor presidente que esse país já teve,muitos o criticam pelas suas batalhas contra a língua portuguesa,mas não faríam 1% do que o cara fez.
É só
Semper Fidelis
Última edição por El Tristeza tropeirón; 21-08-2010 às 12:40.
Clube Atlético Mineiro & Indianapolis Colts
"And the sky, could be blue, could be gray
Without you is a waste of time"
Layane, papai te ama!




Acho que nenhum estado tem poder para decidir eleições no Brasil, mas se fosse para escolher um mais importante acho que é MG mesmo. Mais do que SP, é o estado que mais costuma "acertar" o presidente eleito. Isso se deve muito à heterogeneidade do estado e à sua posição central no Brasil: há desde miseráveis sertanejos a grandes fazendeiros e ricaços semelhantes aos de São Paulo. É o estado mais mediano do País, uma versão sintética da nação. Quem costuma ganhar em Minas costuma ganhar no Brasil. Não que haja uma relação de causa-consequência, mas sim porque MG é o estado que mais se parece com o Brasil de forma geral.