Embora minha história anterior não tenha dado certo eu estou criando essa história, melhorando a anterior e completando-a. aqui vai.
Contos de Tíbia
Parte I
Tomy Zarve
Capítulo I
Eram apenas 4 horas da manhã quando se ouviu o galo cacarejar. A pequena fazenda no limite da cidade Rookgardiana estava iluminada por apenas um ou dois filetes de sol, fazendo com que a plantação tivesse um aspecto sombrio.______________________________
Embora Tomy ainda dormisse Jhon Zarve se levantou da cama e foi preparar-se para ir à cidade. Jhon sabia que seu filho sonhava em ser um aventureiro, ao invés de ser apenas um fazendeiro, como ele e sua mulher.
A vida na vila começava cedo, pois mesmo não passando das 4 e 30 da manhã Jhon viu a loja aberta.
- Bom dia Zarve, o que vai fazer hoje? Tem algo para vender ao velho Obi aqui? – Perguntou o homem.
Um pouco velho e com olheiras profundas Obi não parecia o tipo de pessoa que alquem gostaria de ter em uma festa. Embora ainda contesse o vigor da juventude seus olhos diziam que ele estava cansado demais, e que em breve ele passaria todo a sua loja para sua neta, Dixi. Atualmente no andar de cima.
- Na verdade eu vim comprar algo – Respondeu Jhon.
Jhon era um fazendeiro bastante conhecido na cidade. Quando jovem ele havia tropeçado em um dos equipamentos da jovem Elene, e após uma grande briga estes acabaram indo ao pódio dos contos do bar local quando Elene o nocauteou.
O fato de ele estar comprando algo preocupou Obi.
- Eu preciso falar com Dixi – Disse Jhon – Preciso de equipamentos e de um machado.
- Dixi está dormindo – falou Obi, confiante – eu posso embalar pra você o que você quiser.
- Certo, vou precisar de um Capacete de couro, uma armadura também de couro, uma calça, um escudo de madeira entalhado com metal e um machado – Falou.
Obi Juntou os equipamentos de má vontade, e após uma longa pausa ele jogou-os no balcão.
- Você vai poder pagar por isso? – perguntou, um pouco carrancudo.
- Tome – disse Jhon, pagando ao homem.
- É para Tomy? – o outro perguntou quando Jhon estava saindo da loja.
Jhon se limitou apenas a acenar com a cabeça.
Dois dias se passaram desde que isso aconteceu, a rotina na fazenda continuou igual. Tomy ajudava na plantação enquanto o pai cuidava das galinhas, e a mãe arrumava a casa.
O jovem Tomy era um tanto estranho. Este tinha cabelos curtos e bastante arrumados. Sua barba, devidamente cortada com a faca de caça que o pai mantinha consigo, era curta e quase invisível. Ele tinha uma pele morena e apesar de trabalhar muito na fazenda seus músculos ainda não estavam muito fortes.
Tomy sonhava em ser um aventureiro e sempre que podia e seus pais se viravam ele se via treinando suas técnicas de machado, mesmo que com um machado de cortar lenha ridicularmente armado e com o fio com o corte prejudicado.
Seu pai um dia havia sido um grande aventureiro (ou como o chamavam um grande encrenqueiro) e sempre que possível saia em busca de aventuras na pequena ilha. Ele nunca tinha saído dela, pois sabia que o barco de volta era caro e ele não poderia voltar sem pagar o preço.
Tomy porém era diferente. O pai via nele um futuro grande e sabia que este seria um poderoso cavaleiro. E foi exatamente por este motivo que ele não acordou Tomy pela manhã no dia seguinte ao seu aniversário de 16 anos.
Eram dez horas da manhã na pequena ilha. Seu mar era iluminado de uma maneira alegre por um sol bastante estranho.
Apesar disso de onde Tomy estava ele não via o mar. Ele imaginou o porque de seu pai não o ter acordado aquela manhã, como em todos os dias.
“Será que hoje é sábado?” pensou Tomy.
Ele se vestiu com roupas quase comuns em Rookgard e escovou seus dentes. Ainda tentando se lembrar de algum motivo para seu pai ou sua mãe não o terem acordado às 6 da manhã.
As escadas davam o rangido habitual, como em todas as manhãs. E sua mãe estava arrumando as prateleiras da casa e tirando o pó.
- Bom dia mãe – Falou Tomy, ela lhe deu um longo sorriso. Apesar de severa Elene era uma mulher bastante compreensiva. O rosto outrora incrivelmente belo agora mostrava os primeiros sinais de velhice, como algumas rugas e alguns cabelos brancos.
Seu irmão, Artur havia ido para a cidade comprar mantimentos juntamente com Selene, sua esposa. Tomy planejava ir à cidade conversar com Taylor, seu melhor amigo. Mas resolveu ajudar o pai nas tarefas diárias antes.
Após tomar um café da manhã demorado ele saiu pela porta, dando de cara com o seu pai, uma coluna de equipamentos estava em cima do toco onde geralmente eles coletavam lenha e a partiam para melhor trabalho da fogueira.
O pai sorria para ele.
- Pronto? – perguntou Jhon. – Então vamos logo.
Embora Tomy já tivesse entendido o que estava acontecendo, uma série de perguntas passou pela sua cabeça, dançando como pessoas num bar.
- Vista-se – Falou o pai. – Você terá de se acostumar ao peso.
Tomy não entendeu direito e logo se sentiu estranho, mas vestiu-se e notou que o pai não mentia, as três faixas de couro deixavam o equipamento bastante pesado, fazendo com que Tomy ficasse ofegando a cada movimento.
Jhon compreendeu a dificuldade do filho e resolveu ajuda-lo. Colocando o restante dos equipamentes em Tomy.
Magicamente os equipamentos desapareceram, exceto o machado e o escudo, deixando com que zarve fosse mostrado totalmente, mesmo sentindo o peso.
- Os equipamentos são encantados para que você possa escolhar uma boa roupa.- disse Jhon.
Tomy sorriu e eles começaram a treinar.
- Primeiro vamos começar com o básico – Falou Jhon. – Eu preparei uma pequena pista de troncos. Pule a todos cinco vezes, em seguida eu quero que faça dez flexões!
O garoto sabia a importância daquilo, mas não deixou de sentir dor no momento em que deu o primeiro salto. O equipamento pesava bastante e não era bo0m utiliza-lo para este tipo de coisa. Seu pai afirmou que aquilo era para o caso de algum dia ele precisar correr atrás das criaturas.
A bateria de exercícios continuou. Além destes haviam outros como reconhecimento no pequeno bosque da fazenda e treino com o machado e o escudo. Ao por do sol Tomy mal podia se manter em pé quando terminava de desenhar no papel em branco o final do mapa do bosque.
- Pronto – Afirmou ele – Acabei.
- Ficou um tanto estranho, mas meus parabéns, por hoje é só. – comentou Jhon.
De tão exausto que estava Tomy comeu três pratos de sopa e foi dormir em seguida, despindo-se das roupas e deitando na cama. Adormeceu quase que instantaneamente.
No dia seguinte os treinos continuariam.
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Indice para melhor organização
Capítulo 01
Capítulo 02
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