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Tópico: A Décima Porta

  1. #11
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    Ah... Muito bom. Devo dizer que senti o mesmo tédio que o Emanoel sentiu no iniciozinho do capítulo. Logo ficou muito melhor, talvez porque você tenha um talento para descrever ações que é impressionante, cheguei a ficar boquiaberto nessa parte:

    Citação Postado originalmente por Melgraon I
    Um comandante jovem e bem vestido com roupas limpas se aproximou calmamente do muro, mantendo a face consternada e visivelmente de mau humor. Ele olhou com desdém para aquela massa descontrolada de homens que ignorava a sua presença. Observando-os, viu que aquelas pessoas mostravam no rosto uma intensa raiva, mas que era uma raiva vazia. Longe de estarem em perfeito juízo, babavam e grunhiam como animais selvagens, atacando o muro irracionalmente, de modo que alguns, de tanto baterem a cabeça e outras partes do corpo no muro, desmaiavam e caíam ao pé da paliçada, apenas para acordar logo depois e continuar com o ataque. Uma hora a madeira iria ceder mesmo que aqueles homens fossem o único recurso disponível de investida contra o muro, mas esse não era o plano. Ainda sim, os homens batiam continuamente, machucando suas mãos e corpos, que começavam a ficar esfolados e sangrar, fazendo um som de tambor sem nenhum ritmo.
    Gostei de tudo. Achei só uma coisa estranha, que foi: apesar dos barulhos e da muralha que parecia que ia ceder a qualquer momento nenhum dos aprendizes de monges sentiu-se na necessidade de correr.

    Agora eu te pergunto: Próximo Capítulo?

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    Última edição por Drasty; 16-05-2008 às 13:29.

  2. #12

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    Obrigado pelos comentários, elogios e críticas, pessoal.

    Olha, vou dizer: Também não foi muito divertido escrever o início desse capítulo... Tive que mudar várias coisas pra ficar mais verossímil. Mas eu acho melhor que o tédio seja no início, e não no final. Pelo menos assim o leitor não acaba de ler com uma má impressão.

    É que a cena inicial da invasão é necessária para preparar o ambiente para a segunda parte (e o fato deles estarem "fora de si" é importante para um ou dois capítulos mais à frente), senão eu teria tirado ela fora.

    E eu concordo com o Drasty, ficou estranho mesmo nenhum deles correr. Eu pretendo corrigir isso assim que tiver tempo.



    A.E. Melgraon I

  3. #13

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    Aqui está, depois de um atraso, a segunda parte do primeiro capítulo.

    Boa leitura, espero que gostem e critiquem bastante.




    Capítulo Primeiro - A Grande Fogueira (Parte 2)


    Dentro da grande sala de reunião as paredes eram de granito branco, com grandes tábuas entalhadas de madeira de cedros e mogno como rodapés. Mesas e cadeiras rudes espalhavam-se pelo recinto, que era circular, e no centro de tudo estava uma única mesinha de pedra branca polida, que reluzia à luz das velas assim como uma cadeira adjacente feita de algum metal sem muito valor. Naquele salão que agora servia de abrigo, todos ouviam em silêncio ao barulho que vinha de fora, abafado, mas ainda sim ameaçador. Quase trezentos homens de várias idades e tipos se amontoavam no lugar, atônitos. A maioria dos que estavam ali, porém, ainda nem havia saído da puberdade.

    Ao contrário do que seria esperado em um lugar religioso, poucos recorriam a orações ou a preces a alguma divindade. Estavam ocupados demais concentrados na ameaça iminente e nos seus próprios medos, e portanto se limitavam a chorar e ceder, um após o outro, ao desespero que tomava conta do lugar.

    O mais velho entre os que estavam ali, também o mais experiente, se apoiava na mesinha central. Era um senhor grisalho vestido em trajes bordados com fios de prata que, falando com tristeza em sua voz grave, quebrou o silêncio:

    - É como se uma besta gigante estivesse a martelar a nossa casa... Que a nossa vida de virtudes e resignação sirva para nos fazer merecedores de uma morte digna.

    A atenção de todos se desviou da rua pela primeira vez desde o início do cerco, e voltou-se para aquelas palavras recém ditas. O estresse tornou-se tão forte no lugar que parecia que todos estavam em seus limites, ao passo que o som de uma simples agulha de metal caindo no chão seria suficiente para desencadear o caos.

    Um dos monges adultos retrucou, gaguejando pela adrenalina e gesticulando com os braços:

    - M...mestre, façamos alguma coisa! Não tem nada que possa nos livrar? Nenhuma escapatória?

    Vendo que acabara de ser rude com o seu superior ao esquecer da formalidade no falar e os gestos de submissão necessários, calou-se, visivelmente arrependido de ter se manifestado. Ele voltou a se misturar aos outros rapidamente, como que tentando esconder a sua fraqueza do olhar do ancião.

    Respondendo após um breve período, o outro disse, segurando levemente a sua curta barba branca e olhando para o nada, imerso em suas próprias palavras:

    - Não para todos.

    Houve mais um breve período de silêncio, e ele continuou:

    -Seria impossível tomar uma decisão justa para decidir quem se salva e quem morre. Não serei o executor dessa sentença, que não cabe a mim.

    Ao terminar de falar essas palavras, que ecoaram levemente pelo salão chegando aos ouvidos dos que se encontravam no local, subitamente um estrondo abafado vem do lado de fora – era como se uma grande tora de madeira tivesse caído no chão.

    Porém, antes mesmo que qualquer suspiro pudesse ser dado, houve mais um estrondo, tão forte e poderoso que fez com que o chão tremesse sob os pés de todos. Algumas paredes trincaram, mesmo sendo feitas de pedra maciça. Dessa vez, uma parte inteira da muralha parecia ter caído, não havia dúvidas. Logo o silêncio que outrora enchia o lugar foi substituído por berros e correria.

    No meio da desordem, os mais jovens, também os mais vulneráveis, eram pisoteados pela massa que tentava fugir. Alguns monges escalavam desesperadamente as paredes usando a decoração como suporte, tentando alcançar as janelas mais altas. Outros corriam em direção às portas e aos corredores que levavam às outras instalações do mosteiro.

    Enquanto isso, o mestre continuava parado de pé, imóvel no centro. Ele suspira e chora um choro reprimido, silencioso e discreto, fechando os olhos e mantendo a seriedade nas feições duras e marcadas de rugas pelo tempo. Ele sabia desde o início que isso iria acontecer e não poderia ser impedido – Era uma prova de força de espírito para a qual nem uma multidão de mil monges dos mais serenos estaria preparada, e aqueles eram apenas alguns garotos e jovens medíocres na fé.

    Foi quando, retirando uma pequena bolsa de couro das vestes, o velho desamarra lentamente e com pesar o nó da corda trançada que a mantinha fechada, e joga com força a mesma no meio da multidão. Muitos estavam tão ocupados que nem perceberam os pequenos objetos vítreos redondos do tamanho de uvas que saíram rolando quando a sacola atingiu o piso de madeira. Alguns, porém, viram o acontecido e atiraram-se sobre as esferas, pois esperavam que elas fossem mágicas. Mesmo sem saberem do que se tratavam aqueles objetos, os religiosos agiam como se naquele momento as pequenas bolinhas fossem para eles a única chance que restava de sobrevivência.

    Quando o primeiro que conseguiu pegar uma das esferas usou-a, ao apertá-la em sua mão, um flash de luz tomou a sala, chamando a atenção de todos. Alguns até chegaram a cair do lugar nas paredes onde estavam escalando, tal foi a força da luz, que era tão intensa que cegava por alguns segundos. Um a um, os que pegaram os artefatos foram desaparecendo em pequenos portais espirais luminosos, lançando mais flashes e aumentando ainda mais o frenesi do lugar.

    Ao verem isso, uns homens adultos que já estavam subindo quase ao teto se jogaram de volta ao chão, quebrando ossos e indo desesperadamente tentar alcançar as bolinhas que ainda estavam rolando no piso, retorcendo-se de dor mas ainda sim avançando como animais. Os outros fizeram o mesmo, o que resultou em uma briga violenta pela posse dos artefatos restantes, que eram poucos. Ao mesmo tempo em que o caos assumia o controle da situação e os monges matavam-se entre si usando cadeiras, estátuas de deuses e castiçais como porretes, os invasores arrombaram de uma só vez a porta e entraram na sala de modo bárbaro com suas armas, engajando numa luta que se consumia em sangue e flashes de luz onde, entre um homem que caía expirando e outro, uns poucos sujeitos sumiam na luz.

    Uma das esferas foi chutada acidentalmente no meio da briga, rolando pelo chão de pedra negra para perto de um dos cantos do salão, onde um garoto estava encolhido ao lado de uma criança pequena, os dois tapavam as suas orelhas com as mãos e mantinham seus olhos lacrimejantes fechados. Era Letur, que ainda tinha ao seu lado o seu jovem amigo que outrora havia se agarrado às suas pernas em desespero. Quando o objeto tocou um dos pés descalços do menino, ele se encolheu ainda mais pelo toque gelado e inesperado e olhou para aquilo sem saber o que era. Sem se levantar, pegou aquela coisa que parecia ser de vidro maciço e olhou para dentro, onde podia ser vista a imagem do que parecia ser o interior de uma caverna. O objeto era frio como metal em uma manhã de inverno, e parecia roubar o calor de tudo em que encostava.

    Dois monges jovens, vendo a esfera nas mãos do garoto, correram em sua direção como cães famintos que acabam de receber comida. Um deles tropeçou numa cadeira quebrada, caindo no meio do caminho gritando blasfêmias e dando murros no chão em pura ira, ao passo que o outro, quando estava a poucos passos de Letur, foi atingido por trás por um homem que portava um machado. O golpe lhe acertou as costas com força para jogá-lo longe e a lâmina da arma entrou fundo. O infeliz caiu cuspindo sangue aos pés de Letur e morreu com uma expressão agonizante no rosto, e os meninos gritaram de horror ao presenciarem a cena. O guerreiro que desferiu o golpe então parou de pé perto do adolescente, que estava paralisado de pavor, olhando fixamente em seus olhos. Era um homem de ombros muito largos, que usava um pano verde enrolado em seu rosto e estava coberto com vestes de couro rasgado. Parecia um selvagem maltrapilho e sujo.

    Inesperadamente, o estranho então pegou o jovem monge e colocou-o em cima de um dos seus ombros. O menino estava em um estado de medo tal que, em choque, não reagiu, limitando-se a esboçar algumas palavras de protesto diluídas em lágrimas que se perderam no ardor do momento. Logo depois, o guerreiro pôs-se a correr em direção à rua, segurando as pernas daquele que ele carregava com uma das mãos e abrindo caminho entre as pessoas com a outra, usando seu machado.

    O pequeno infante amigo de Letur, vendo a cena, estendia os dois braços na direção do amigo que distanciava-se, como que tentando agarrar alguma entidade invisível ao alcance das suas mãos, e gritava a plenos-pulmões com sua voz aguda e falha:

    -Solta ele! Solta! Letur!

    A pequena bolinha caiu das mãos de Letur, que ainda permanecia perplexo em cima de um dos ombros do guerreiro. Ele olhava atônito e apavorado para baixo e para todos os lados, observando com os olhos arregalados a matança que ocorria ao seu redor, tão perto que às vezes ele quase podia sentir o bafo quente que emanava daqueles homens e o cheiro de sangue.

    Ao cair no chão, o singular objeto fez um som que chamou a atenção dos que estavam brigando nas proximidades, sendo que logo após um monge mais velho pegou a esfera e o último flash tomou a sala.

    Letur, que agora começava a voltar à realidade e recuperar-se da grande dose de adrenalina que corria pelo seu corpo, viu o mosteiro ficando para trás enquanto o homem do machado ia em direção á floresta em largas e rápidas passadas.
    Na grande sala, alguns poucos monges ainda lutavam ou tentavam fugir em vão. Enquanto isso, as toras de madeira da grande muralha caída estalavam com o calor e brilhavam, incandescentes. Estavam destruídas como todo o resto da cidade, onde agora as labaredas da gigantesca fogueira começavam a se extinguir em alguns pontos, ou a passar para a floresta em outros.

    O homem que carregava Letur não percebeu, pois estava concentrado na fuga, mas um único tronco de árvore restava de pé no lugar onde antes estava a muralha. Era provavelmente uma tora de pinho amarelo, retorcida e imóvel, numa posição fantasmagórica que lembrava um homem de braços levantados ao céu.

    A nuvem de fumaça atingia centenas de metros de altura, subindo e misturando-se às nuvens pesadas de chuva. Pedaços de cinzas pareciam cair do céu como um chuvisco leve, carregados pelo vento.

    O aprendiz de monge debateu-se e tentou se jogar das costas daquele homem que o carregava várias vezes, sem sucesso - aquele, que agora o segurava com os dois braços, era forte demais para que ele pudesse resistir.

    E assim foi, até que chegou a hora em que o cansaço e o trauma da situação o venceram, seus braços e pernas foram cedendo, suas costas relaxando, e ele dormiu. Sua cabeça permaneceu recostada nas costas em movimento constante daquele guerreiro que, ainda concentrado, embrenhava-se por entre as árvores escurecidas pela noite.




    A.E. Melgraon I
    Última edição por Melgraon I; 31-05-2008 às 20:46.

  4. #14
    Avatar de Kurama Youko Undead
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    Comentando os dois primeiros capítulos:

    Bem, gostei dos detalhes, realmente gostei dos detalhes.

    -O cheiro característico do fumo do homem foi perfeito, assim nós conseguimos lembrar do personagem ("Ah! Aquele é o cara do cachimbo fedorento!").

    -O nome do prólogo foi uma referência sutil a dois objetos que se encontram em posições de contraste no texto (apesar de eu ter achado que o sino maior passou mais como uma descrição habitual da cidade).

    -A menção do material da madeira no prólogo foi interessante.

    -Monges safados, finalmente alguém quebrou o mito. xD

    -Personagens curiosos (velho maluco do sino).

    -História a ser avaliada.

    -Escrita, como sempre, muito boa de se ler.

    Goodbye...

    (Nossa! A quanto tempo eu não uso essa "assinatura de despedida")
    http://img406.imageshack.us/img406/7...inaturaay8.png

    Eu visito a seção de Roleplay para:
    -Eu não visito a seção de Roleplay.

  5. #15
    Avatar de Emanoel
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    Em umas duas ou três frases eu tive dúvidas quanto a gramática, mas acho que não é necessário ficar quotando. Nenhum erro gritante. Muito bem escrito, por sinal.

    Citação Postado originalmente por Melgraon I Ver Post
    Ao contrário do que seria esperado em um lugar religioso, poucos recorriam a orações ou a preces a alguma divindade. Estavam ocupados demais concentrados na ameaça iminente e nos seus próprios medos, e portanto se limitavam a chorar e ceder, um após o outro, ao desespero que tomava conta do lugar.
    Quem tem apego a religião acabaria orando em um momento de desespero. Pedir ajuda a sua divindade não seria mais sensato do que simplesmente chorar? Não compreendi esse comportamento.

    Citação Postado originalmente por Melgraon I Ver Post
    A pequena bolinha caiu das mãos de Letur, que ainda permanecia perplexo em cima de um dos ombros do guerreiro e desmaiou.
    Eu achei o desmaio de Letur bastante estranho. Aconteceu rapidamente e sem naturalidade, pareceu apenas um artifício para fazer a bolinha cair no chão.



    Ultimamente eu não tenho aparecido muito nessa seção, mas vou fazer um esforço para continuar comentando nos tópicos que acompanho.

    Até a próxima!




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  6. #16

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    @ Emanoel: Justamente, e pessoas apegadas à religião também não contribuiriam para a prosperidade de um reduto de prostitutas nos arredores. Realmente, o que eu quis demonstrar desde o prólogo é que, naquele reduto religioso, os monges eram "podres". Apenas alguns anciãos (vide o capítulo 1, segunda parte) realmente agiam de acordo com o ambiente.

    Veja bem, a maioria dos que estavam ali eram crianças que sequer tinham saído da puberdade e jovens, será que a reação deles seria a mais sensata (pedir ajuda à divindade) numa situação dessas, nesse contexto?

    Eu achei o desmaio de Letur bastante estranho. Aconteceu rapidamente e sem naturalidade, pareceu apenas um artifício para fazer a bolinha cair no chão.
    Hmm... Ok, anotado para futuras correções.
    Obrigado pela crítica. Novamente, um comentário que vai me ajudar a melhorar o texto.



    A.E. Melgraon I
    Última edição por Melgraon I; 20-05-2008 às 22:13.

  7. #17
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    O desmaiu ficou falso mesmo. Ele ficou perplexo e desmaiou em sequência, fico meio non-sense. Tirando isso achei o capítulo muito bom. Com ritmo e velocidade na medida certa. Não tem como criticar algo que está bom, porém acho que devia buscar trabalhar um pouco mais sobre a personalidade dos personagens. Os dois velhos que apareceram no prólogo e nesse capítulo me pareceram muito semelhantes, logo leva a crer que velho é sinônimo de calma, nem sempre. Só um comentário.

    Esperando o próximo, abraços.

  8. #18
    Banido Avatar de Hovelst
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    Como já foram dois capítulos, vou comentar de uma maneira geral.

    A história é intrigante. Envolve um suspense surpreendente e até agora nada foi revelado.
    A única coisa que eu não gosto na história é o tamanho dos capítulos, porque ou eles são pequenos demais, ou é porque a história rende, pois eu sempre fico querendo mais. Creio que são os dois...

    É interessante como você entrelança dois espaços diferentes de uma maneira sutil, passando de um local para outro na narrativa. Acho que foi a primeira vez que vi isso aqui na seção.

    Uma única coisa me intriga: A madeira da paliçada.

    - Pinho amarelo. Que construtores descuidados...
    Como não entendo bulhufas disso, gostaria de uma explicação do "Pinheiro Amarelo". É uma madeira fraca? E, ela exala um cheiro forte, não?

    Só espero, que esse projeto siga em frente.
    E depois leio a segunda parte do capítulo I.

    Estarei acompanhando.

    Hovelst

  9. #19

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    Bem, refiz a cena final do capítulo1, parte dois. Acho que agora ficou bem melhor, pois Letur não desmaia, e eu acrescentei um "algo mais".


    Obrigado mesmo pelos comentários, estão me ajudando um monte a melhorar as partes que estão deficientes da história.

    @Drasty: Bah... Eu não tinha pensado nisso... Mais um clichê pra eu evitar. Obrigado.

    @Hovelst: Que bom saber que tu ta gostando. Leia a segunda parte que tu vai entender o porquê do "estranho" ter comentado sobre o pinho amarelo (que, por sinal, é uma madeira que eu inventei. Hehe.) Só posso dizer que a peculiaridade dela não é ser fraca, nem forte. Mas ela tem "algo de especial". - Leia a segunda parte que você vai ver. Mas ja vou avisando, as coisas só vão ser totalmente explicadas com clareza um pouco mais tarde, por enquanto só estou dando algumas peças do quebra cabeça (eu acho muito melhor assim, não concordam? )



    A.E. Melgraon I

  10. #20
    Avatar de Drasty
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    Tá. Agora vou ser chato. Melhorou muito a edição que você fez. Porém porque ele não reagiu e tentou escapar? Em nenhum momento ele se debateu. Por favor não me agrida por esse comentário, foi só para deixar seu texto mais realista, você nem precisa fazer nada se não quiser.

    Abraços...

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