Bom primeiramente gostaria de agradecer as visitas que a história recebeu, realmente percebo que minha história está num bom nível e agrada aos leitores, demorei para publicar esse capítulo porque vai ter surpresas nele e vou mostrar indicios esclarecendo algumas dúvidas no enredo apresentado, esse capítulo tem como base uma quest que todos nós já participamos, espero que gostem, boa leitura:118:
Capítulo 7 – O Enigma do Deserto.
Parte I – O Mendigo.
Estavam todos voltando pela trilha que Izan escolheu, as sombras das árvores refrescaram o calor daquela manhã, Codemons e Lucas Avelino Two estavam contentes por solucionarem um mistério que rumou entre as tavernas da cidade, já Griffos gostou do calor da batalha que tinha travado.
Começaram a ver as altas torres da cidade e se alegraram pelo fim da jornada, então Izan os levou para a entrada sul de Venore para visitarem o moinho de trigo, ele falava que poderiam comer deliciosos pães como refeição, falou sobre como os pães são deliciosos ao sair do forno e ficavam bem quentinhos, são muito melhores do que os pães duros que os aventureiros levam nas longas caçadas, de tanto falar todos já estavam com água na boca e não viam a hora de chegarem no moinho de trigo.
Quando chegaram viram Antônio moendo alguns grãos de trigo e ele como de costume nem reparou que eles chegaram, Izan foi chamar sua atenção e Antônio se virou:
Antônio: - Bom dia, a aventura foi boa?
Izan: - Foi sim, se nem imagina o que achamos!
Antônio: - A criatura existe? Ah . . . pela cara de vocês sim, eu sabia que existia!
E Antônio começou a rir sem parar e todos ficaram perplexos com a reação dele e quando Antônio viu que ria sozinho parou e começou a falar:
Antônio: - É que apostei com o ferreiro que no mundo existem das mais diversas criaturas e que esta que falaram existia, daí ganhei a aposta!
Izan: - Que bom Antônio, nós vamos pegar alguns pães para comer!
Antônio: - Pode ir lá dentro, você já conhece o caminho!
Izan: - Depois eu volto e conto toda a história para você, mas só posso adiantar que não temos um pedaço da criatura para provar que ela existe!
Antônio: - Agente arruma uma prova!
Todos iam caminhando em direção ao centro comercial enquanto comiam os deliciosos pães que Antônio tinha preparado, todos se dividiram para reabastecer seus suprimentos e combinaram de se encontrar num deposito central a tarde para comentarem com outros cidadãos sobre o ocorrido na exploração.
O deposito central da cidade era imenso, muitos aventureiros e viajantes depositavam os mais diversos produtos em suas caixas, elas tinha um feitiço que ao abrir a caixa só o proprietário encontraria seus produtos e ninguém mais, eram um feitiço realizado por um mago muito poderoso e dele ninguém sabia nada, só havia comentários de que seria próximo ao Rei.
Izan e o grupo explicaram tudo o que passaram aos comerciantes da cidade, alguns mais influentes ouviam com mais cuidado, como a cidade era comandada pelos comerciantes e estes sempre ouviam com atenção os relatos de criaturas nas redondezas, as invasões na cidade eram feitas por elfos e raramente por trolls, mas o relato e a confirmação de um posto orc era de grande perigo para a cidade, a destruição do posto deveria ser confirmada o mais rapidamente por um grupo melhor preparado.
Izan mostrou no mapa a localização do posto orc e do local onde a criatura foi derrotada para os comerciantes, Griffos explicou o nível dos orcs do posto, que seria um pequeno grupo de sondagem e teria apenas um orc shaman para comandar o grupamento. Lucas Avelino Two e Codemons explicaram que destruíram todas as embarcações que os orcs usaram e que poderiam vir reforços pela costa.
Depois das explicações os comerciantes agradeceram e pagaram uma bonificação aos aventureiros, todos foram ao banco depositar suas recompensas e se despediram deslocando cada um para um local para dormir.
Enquanto Izan ia caminhando viu um mendigo, era uma coisa bem incomum em Venore, o mendigo usava roupas esfarrapadas e estava muito sujo e olhou com o rosto encoberto por um capuz para Izan e disse:
Mendigo: - Uma esmola para comprar comida por favor!
Izan: - Pegue eu lhe dou uma bolsa com pães!
E estendeu uma pequena bolsa com pães para o mendigo, e este se alegrou ao abrir a bolsa, pegou um pedaço do pão e comeu com toda vontade, saboreou até o último pedaço, se virou para Izan e disse:
Mendigo: - Muito obrigado, eu estava faminto!
Izan: - Bom já vou indo, boa noite!
Mendigo: - Espera rapaz, já que você me ajudou, vou te contar um segredo!
O mendigo explicou para Izan sobre um local no deserto em que um poderoso mago testava os aprendizes de todas as classe para que cada um mostrasse seu valor, se tivesse sucesso teriam acesso a um tesouro grandioso.
Izan: - Mas onde fica tal local?
Mendigo: - Ninguém sabe ao certo, mas rumores dizem que é onde ficava a torre desse feiticeiro poderoso e teria focos da magia dele!
Izan: - Obrigado pela informação e boa noite!
Mendigo: - Boa noite bondoso jovem!
Por um momento Izan sentiu que já havia conhecido o mendigo, algumas vezes sentia isso sobre as pessoas, mas sabia que poderia ter conhecido em outra ocasião, mas teria se lembrado, decidiu pensar sobre este tal local de treinamento, como seria este treinamento e sabia que no deserto não tinha nenhuma torre, achava estranho a afirmação do mendigo, concluiu que no dia seguinte reuniria seus novos amigos para conversar e ver a possibilidade de explorar aquele temido deserto.
Quando Izan estava longe o suficiente o mendigo ergueu seu rosto e o capuz caiu para junto de sua mochila, seu rosto se iluminou ao ver no que tinha se tornado este aprendiz nas artes mágicas.
Com esse parte do capítulo espero satifazer algumas dúvidas, ou deixar mais mistérios no ar, estou soltando as peças do quebra cabeça para o pessoal juntar:riso:
Bom aguardo vocês no próximo capítulo:thumb:
Capítulo 7 – O Enigma do Deserto.
Parte II – A Caixa.
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