Antes de começar o capítulo eu peço mais uma vez seu perdão por ter atrasado. Como os capítulos vão ser maiores eu resolvi criar um capítulo por semana, porém graças a uma combinação de provas, mau-humos e péssima memória, fora a minha preguiça, eu acabei esquecendo de colocar um novo capítulo.
Vou tentar colocar um alarme no meu celular para lembrar de colocar um novo capítulo.
Apreciem!
KaduPala
Tais treinos continuaram por três meses, Tommy estava ficando bem mais forte, mesmo que ainda segurasse seu machado de forma errada. Seu esforço fora recompensado: seu corpo, antes forte, porém magro, agora estava musculoso e visível. Seus cabelos agora não eram mais tanto cuidadosos, mas um pouco crespos e tinham crescido até seus ombros, dando a ele uma aparência rebelde. Suas mãos, embora antes fossem ásperas agora já estavam parecendo casca de arvore, e sua barba, antes rala e quase invisível agora era um meio termo entre um homem com barba pequena e barba média.
Em resumo, seu corpo havia se tornado exatamente o que um guerreiro precisava. Além das mudanças de corpo, sua mente também se tornou forte. Embora ainda fosse caloroso seus modos estavam mais cuidadosos e ele estava se tornando inteligente.
Pórem Zarve sabia que estava atrasado. Aos três meses a maioria dos aventureiros já estavam caçando lobos, enquanto ele ficava parado, treinando para matar ratos – o que aliás já estava se tornando mais uma ambição para ele -.
- Ei, Tom – falou seu pai, que agora não o chamava mais pelo diminutivo. – prepare-se, vou deixar que descanse amanhã, pois depois – e lambeu os beiços, como se quilo lhe desse prazer – vamos nos bueiros.
Tal sugestão foi dada após um treino absurdamente cansativo, por isso Tom não ouviu direito.
- Como? – perguntou Tom
- Iremos até os bueiros para matar ratos. O Tom (o Npc, para evitar confusões, sempre será aqui chamado de O fulano ou A deltrana.) tem uma missão para nós, ele disse para nós conseguirmos matar alguns ratos do subterrâneo dele, estão importunando as carnes, e levar seus corpos para garantir. – fez uma pausa para acentuar sua excitação, o que fez o filho tremer um pouco – e como não posso ir sozinho e você já está bem treinado eu vou te levar junto comigo.
Os dois dias seguintes se passaram bastante depressa.
Tom já havia empacotado tudo que precisaria para uma viagem de, no máximo 9 horas. Afinal eles precisariam explorar o local antes. Levou também, separados, uma tocha e uma caixa de fósforos. A tocha estava molhada com álcool e cheirava a gaze. Ele levou-a até embaixo e esperou pelo pai.
Este demorou um pouco para aparecer. Estava preparando uma mochila quase igual à do filho, exceto que na dele não havia armadura alguma.
- Vamos – falou ele.
- Vamos – disse Tom.
- Antes eu vou passar no bar para conversar com O Tom e dizer que já estamos indo, assim você poderá ver como se negocia uma missão. Ah sim – acrescentou o pai ao reparar que o filho ia subindo as escadas para pegar algo – Já tinha me esquecido, não leve o machado ou o escudo na mão, algumas pessoas do bar podem achar... desagradável.
Tom foi e voltou com a caixa em um segundo, dentro, segundo a mãe, havia um pacote de café, para o caso de se demorarem mais do que o nescessário.
E foi assim que Tommy Zarve entrou na sua primeira aventura.
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Tá bom, eu sei que esse capítulo não ficou muito legal, mas eu vou tentar melhorar, escrevam dizendo o que acharam por favor, e digam onde eu falhei, afinal assim eu farei uma história melhor para vocês.
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