Curtir Curtir:  0
Página 1 de 2 12 ÚltimoÚltimo
Resultados 1 a 10 de 19

Tópico: Acolchoado Vermelho.

  1. #1
    Avatar de O Bardo Frustrado
    Registro
    10-12-2009
    Localização
    Florianópolis.
    Idade
    30
    Posts
    34
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão Acolchoado Vermelho.


    "Acolchoado Vermelho."

    Prólogo.


    Já passava da serenidade da lua bem ao meio do plano escuro do céu, devia ser em torno das duas horas da madrugada quando o estalido da presença sobre a senda de pedras soou. O fulgor já baixo do carro largo tornou-se nulo depois de uma leve curva de estacionamento, podendo-se apenas notar um clarão amarelado pela garoa leve que descia.

    Tardou alguns minutos, um rapaz dentro de fardas verde-musgo abrira a porta e descera enquanto agitava as calças e chutava as botas umas contra as outras. Descera outro do banco traseiro, aparentando mais estatura que o posterior nos ombros e pescoço largos. Cuspiu contra o piso viscoso e tornara a olhar para o interior do carro, num repuxo quase vândalo, arrancara um homem vestido num terno simples, realçado pelas longas costeletas. Possuía uma expressão indiferente, considerando aparentemente tudo uma parte da vida daqueles tempos difíceis, tempos da saudação de César.

    Assim que conseguira firmar os pés no piso incerto, Ande, judeu desgraçado! Disse bem estruturado, o rapaz do banco traseiro. Chutou. Em frente, o que o judeu via era um grande muro cinzento, que, agora, aparentava ser vinho e azul. Ele permaneceu ali por alguns segundos, imaginando quantos iguais a ele haviam decaído bem em frente donde estava. Juntou as mãos e olhou até o topo da ruína, quando, de súbito, um som plastificado de puxa e solta ecoou por de trás de sua cabeça, onde sua visão não podia alcançar, onde estava parado o largo carro negro. Sorriu alegre como último, imaginou como era injusto que aquele símbolo de dois cabos tortos, tão sagrado em outras culturas, representasse em seu país, a morte. Do olhar dos corvos que já planavam acima da cena, satisfeitos, pôde-se escutar um estrondo após um flash. Eles grunhiram e desceram em espiral para saborear o banquete.

    Lá de dentro do edifício alaranjado ao lado do tal muro, assustou-se um rapaz ao notar dois vultos negros decaindo em vôo do lado exterior de sua janela do banheiro. Escapou-lhe a gilete da mão direita, Merda! Disse de relance, tocando o corte no pescoço.

    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online
    Última edição por O Bardo Frustrado; 31-12-2009 às 18:43.

  2. #2
    Avatar de O Bardo Sortudo
    Registro
    26-09-2009
    Idade
    35
    Posts
    22
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Uma história MUITO diferente, do que estamos acostumados. Como gosto bastante de Segunda Guerra eu achei excelente, foi bem escrito e curto. Do jeito que (pra mim) um capítulo/prólogo de fórum deve ser.

    Só não pude deixar de imaginar como teria sido este prólogo se fosse narrado em primeira pessoa.

    Aguardando próximos capítulos.

  3. #3
    Avatar de Emanoel
    Registro
    04-06-2006
    Posts
    6.851
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Algumas frases soaram exageradamente longas e complicadas, mas sem aquele fulgor poético e sim com o ritmo modorrento de quem pretende complicar o que pode ser descrito de maneira simples; pode não ter sido sua intenção, mas fiquei com a impressão de que existem muitas palavras desnecessárias em um texto tão curto.

    Realmente não gostei da execução desse prólogo, mas o tema é tão singular para a seção que tentarei acompanhar e, acima de tudo, espero por uma obra íntegra.

  4. #4
    Avatar de O Bardo Frustrado
    Registro
    10-12-2009
    Localização
    Florianópolis.
    Idade
    30
    Posts
    34
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão Capítulo 1. O Torturador.

    Primeiramente, muito obrigado pelas críticas, Emanoel.

    Na verdade, não foi minha intenção complicar o texto, estou cada vez mais tentando simplificar meu estilo de escrita, pois ele é extremamente travado e poético. Fico feliz por estar melhorando, saindo do poético e entrando no chato.

    Muito obrigado também pelos comentários, Lucius e Sortudo, não escrevi o prólogo em primeira pessoa, pois, simplesmente, a personagem principal não é judéia. Mas ficaria ótimo.

    Capítulo 1. O Torturador.


    Três minutos se passaram enquanto Bruno vasculhava o banheiro de azulejos esvoaçados em busca de um rolo de papel higiênico ou qualquer tipo de tecido para estocar aquela ferida, acima do vaso sanitário, enfim, haviam alguns restos de roupa e um par de meias. Ele apanhou. Abrira a porta com a mão vaga, enquanto pressionava o corte com um tecido esbranquiçado. Apanhou de relance um sobretudo escuro que havia pendurado no cabide ao lado, sentindo a camada áspera do sujo por cima da camurça cinzenta, levando em conta o reflexo da lua. Assim que avistara do outro lado da janela da sala o carro adornado de bandeiras suásticas nas duas pontas que pôde ver, ergueu a gola da veste enquanto a vestia, tentando esconder o corte. A ferida não chegava a doer, mas corroia o pescoço como um tipo de ácido, temia que o vento fizesse arder mais, pois nada mais ele imaginava ser impossível, desde que aquele caos começou.

    Surgira em saudação, o homem menos estruturado do carro pelo outro lado da janela. Salve, Bruno. Disse em tom brando. Trouxemos um ‘falso ariano’ para você. Em curiosidade, olhara Bruno para fora, forçando o homem a recuar, colocando à mostra a cabeça nas longas ruas em ruínas da cidade de Berlim. Suspirou ao ver um trecho elevado da rua, provável efeito duma explosão recente. Voltara o pescoço jogando para trás os fios soltos do loiro vivaz acima da face. Sentiu que alguma coisa havia entrado em um de seus olhos azuis, mas nada era mais normal naqueles tempos. Passou levemente os dedos por cima dos olhos e fungou. Aquilo que causara uma incômoda sensação em seus olhos o lembrara do que havia acontecido há alguns dias, ironicamente. Russos poderiam estar caminhando por suas cidades, havia pouco tempo desde que Bruno tinha presenciado um bombardeio, e a sensação da poeira que subia e do companheiro ao lado tendo o braço decepado talvez nunca mais fugiria sua memória, sempre que sentisse aquele incômodo nos olhos, lembraria das paredes caindo e do teto desabando. Maldita guerra. Ele pensou, e sem demonstrar qualquer fraqueza emocional, disse, Mande-o entrar.

    Adentrando mais a sala como o fizera em retorno, havia duas portas brancas – descascadas, apresentando uma tonalidade marrom-molhado, que combinariam muito bem com o papel-de-parede verde, em losangos, se não fosse por estar rasgado –, ele tocou lentamente uma chave cor-de-cobre que havia dentro de seu bolso interno, ao lado do peito. Contentou-se ao sentir o gélido toque da arma que havia ali, de deslize, deixou a sensação de lado e apanhou o dever, que por sua vez, era mais cruel do que executar uma tropa rendida. Um som silencioso com uma expressão incrivelmente satisfatória lhe escapara, sempre que via um companheiro abatido ou tocava em uma arma, sentia inveja por não poder estar longe dalí. Deslizou a mão até a fechadura e girara duas vezes, a porta abrira por si só, como se o convidasse. Como é idiota que eu tranque esta porta, qualquer um que chegasse aqui poderia arrebentá-la com os punhos. Pensou, frustrado. Lá dentro não havia nada além de uma cadeira marrom, acolchoada de uma almofada vermelha – suja –, apesar de não parecer conter algo. Ele alisou lentamente ao couro cor-de-vinho que não era utilizado há tempos, deixando que algumas lembranças ocupassem sua mente. Retirara dali, a leves tapas, pequenas farpas de bambu, e quando terminara, jazia em sua porta um homem ruivo de olhos esverdeados – por mais que não aparecessem sob o hematoma nas pálpebras –, acompanhado à força pelo segundo homem que descera do automóvel. Ele gemia num tom baixo, lamentando o destino. Bem-Vindo. Disse, Bruno, o torturador.
    Última edição por O Bardo Frustrado; 12-12-2009 às 14:37. Razão: Correção 'presenciado'.

  5. #5
    Avatar de Meltoh
    Registro
    19-10-2008
    Posts
    40
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Já havia lido o prólogo e esperei pelo capítulo um, para avaliar melhor o texto. Concordo com o que o Emanoel disse quanto às frases longas e complicadas. Mas nesse primeiro capítulo parece que você conseguiu simplificar o texto ,que como você disse, era a sua intenção.

    Sobre o enredo, eu gosto muito de história e acho que um texto como esse retratando a segunda guerra mundial ajuda muito a enriquecer a seção.

    Não encontrei muitos erros, mas teve um trecho que achei um pouco estranho:

    "Russos poderiam estar caminhando por suas cidades, havia pouco tempo desde que Bruno tinha presenteado um bombardeio..."

    O certo não seria "presenciado"?

    Bom... Aguardando o próximo capítulo. Sua história parece promissora. Boa sorte.




    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online
    Leia minha roleplay :Terras Distantes

  6. #6
    Avatar de Emanoel
    Registro
    04-06-2006
    Posts
    6.851
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Receio que tema e enredo falhem em segurar meu interesse, apesar do desfecho desse primeiro capítulo ter sido bastante intrigante.

    O texto continua truncado e seco; desculpe-me pelas palavras, mas é como se tivesse sido pensado por um humano e escrito por uma máquina. São muitas vírgulas e travessões para inúmeros pequenos detalhes, frases mal formuladas e carregadas ― não por palavras difíceis, mas por uma má combinação de palavras ― em uma divisão questionável de parágrafos.

    Talvez eu não seja o leitor correto para essa história, pois sempre tive preferência por textos limpos e harmoniosos. Até gosto do complexo quando bem estruturado e possuidor de finalidade tão pretensiosa quanto sua execução (afinal, o prêmio que o leitor recebe por uma leitura difícil é descobrir alguma grande ideia por detrás da obra; expectativas atendidas).

    Provável que seja uma crítica dura demais para tão pouco texto. Espero estar redondamente enganado e diante de uma história que ainda irá florescer e impressionar.

  7. #7
    Avatar de O Bardo Frustrado
    Registro
    10-12-2009
    Localização
    Florianópolis.
    Idade
    30
    Posts
    34
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão Truncado.

    Bem, Emanoel, muito obrigado pelo comentário sobre o truncado e seco.
    Mas meu comentário não possui o objetivo que o nome teria, eu gostaria de pedir ajuda.

    Como, em sua opinião, transformaria este texto numa história melhor, mais solta? Acho que seria um texto muito melhor, se, no caso, a história acontecesse num campo aberto, e não numa sala.

    Bom, não sei bem, mas creio que seja um tanto difícil escrever um texto harmonioso com poucas personagens num ambiente fechado.

    Creio sim, que gostará do futuro enredo da história. Se não me engano, é mais solto do que os primeiros.

    Muito obrigado pela opinião crítica, ajuda bastante.

  8. #8
    Avatar de Emanoel
    Registro
    04-06-2006
    Posts
    6.851
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Citação Postado originalmente por O Bardo Frustrado Ver Post
    Como, em sua opinião, transformaria este texto numa história melhor, mais solta?
    Pedir para suavizar o texto poderia acarretar em uma traição de estilo. Pode ser uma questão de organizar melhor as informações; você trata de ações, sentimentos, pensamentos e descrições ambientais no mesmo parágrafo, o leitor pula de uma frase para outra tentando interligar as ideias, a leitura fica desconfortável. Meus conselhos: a) divida melhor o texto; b) utilize menos palavras com os supérfluos e mais com as situações pertinentes ao enredo.

    É muito fácil entender quando você é o escritor, mas o leitor fica facilmente perdido após ler um "levando em conta o reflexo da lua" depois de certo comentário sobre a sujeira em um tecido (só depois ficamos sabendo que a janela estava aberta). Da mesma maneira que adjetivar um humano como "estruturado" ou comentar sobre oito cores em um mesmo parágrafo causa estranheza (marrom-molhado, verde, cor-de-cobre, marrom, vermelha, cor-de-vinho, ruivo, esverdeados). É uma conjunção de detalhes que deixam o texto confuso e, ao contrário do que pretende, sem vida.

    Também pode ser que só eu tenha ficado com essa impressão. Espere por críticas de outros usuários.
    Última edição por Emanoel; 12-12-2009 às 19:45.

  9. #9
    Avatar de O Bardo Frustrado
    Registro
    10-12-2009
    Localização
    Florianópolis.
    Idade
    30
    Posts
    34
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão Capítulo 2. 16 de abril.

    Bem, vejo que não estou sendo um escritor dos melhores aqui na sessão, mas vou tentar melhor com o tempo.
    Me desculpem a falta de qualidade.

    Capítulo 2. 16 de abril.


    - Bem vindo. – Disse Bruno recuando um passo e apresentando a cadeira empoeirada – Queira se sentar.

    O homem hesitou. Teve de ser empurrado pelo acompanhante e forçado a se sentar, de torto, quase que deitado. O torturador o ficou encarando por alguns minutos, sem que o homem trocasse um olhar sequer. Sinalizou para que o outro saísse, e então, fechara a porta.

    - Como se chama? – Perguntara enquanto tornava o olhar para o homem novamente. Ele não respondeu. Aproximou o rosto dos olhos inchados do pobre coitado que não devia ter mais de sessenta anos pelas poucas rugas em torno da face – Coopere agora, enquanto as perguntas ainda não determinam sua vida. – Tornara reta a coluna e passara a caminhar lentamente em círculos em torno do homem – Volto a perguntar. Como se chama? – O silêncio prevaleceu por dois minutos. Sentira o velho ruivo que algo vinha em direção de seu pescoço. E vinha. Um golpe dolorido do cotovelo do torturador, que deixara no mesmo instante uma marca amarelada – Diga, desgraçado! Como se chama? – Uma sensação de preto e branco, como na televisão, em câmera lenta ecoou em sua mente como uma dor insuportável. “As várias habilidades do torturador são adquiridas com o tempo”, lembrava-se ele enquanto retornava o braço.

    Talvez por estar em conflito e levar as lembranças como único porto-seguro, qualquer soldado, alemão, russo ou americano, considerava essas dores em déjà vu como um tipo de êxtase, um momento em que qualquer bala poderia atravessar seu crânio e ele morreria sorrindo. Mas não para o torturador. O torturador não podia sentir saudades de um lar com esposa preparando um colossal bolo esbranquiçado, não podia sentir a necessidade de mandar regulares cartas aos filhos. Bruno não tinha nada disso.

    Ele hesitou com um ligeiro movimento do pescoço, que recuou lentamente. Um suspiro lhe escapou.

    - Quem é você? – Perguntou a sangue frio por notar que o homem chorava de medo. O hematoma em seu pescoço já estava esverdeado, a mudança repentina de cor assustara Bruno, era como se o tempo tivesse passado rapidamente. O homem não respondeu, novamente, deixando apenas que soluços freqüentes fossem sua voz. Uma vontade descomunal de atingir-lhe a marca por uma segunda vez transpassou por todo o seu braço, quase o fazendo mover-se por conta própria. Espontaneamente, cessou o movimento, era um feito necessário preservar o corpo do subordinado, necessário para o país e desnecessário para sua sanidade.

    Em dois passos largos chegou à porta que dividia a sala da cadeira e a sala das paredes verdes. Bruno bateu duas vezes no objeto de madeira como se chamasse alguém do outro lado e encostou a orelha. Sim? Respondeu uma voz oca.

    - Quem é este homem?

    - Não sabemos, mas ouvi falar que é um espião russo. Estava entre os homens importantes do Führer até então.

    - Obrigado, Ludwig.

    Bruno retornou o olhar para o homem que fitava o chão com uma expressão quase imperceptível de desespero. O torturador apertou as sobrancelhas, sabendo que teria de usar alguma técnica disponível. De relance, encontrou as farpas de bambu no chão.

    - Uma vez, um italiano me disse que foi torturado por um sul-americano durante dois dias – dizia ele enquanto apanhava as lascas de bambu –. Quando eu o vi, estava com todos os dedos enfaixados – ele hesitou por um instante, deixando que a reação do homem transparecesse –. Você quer ter os dedos enfaixados?

    E pela primeira vez desde que o homem entrara pela porta, ele disse, não, senhor. Bruno hesitou novamente, esperando que falasse mais.

    - Por favor, senhor, mate-me logo! O que posso fazer a esse ponto? – A voz do homem era a de uma pessoa que chorava, não conseguindo completar bem as frases.

    O motivo daquela tortura, na verdade, não era o de apanhar informações para o país, era apanhar informações para os sobreviventes da tropa em que Bruno estava, o TR-16.

    Já faziam mais de cinco dias desde a última vez que encontraram alguma tropa aliada, e os únicos que restavam eram Bruno, Ludwig, e Borcha, o homem mais forte do carro. Eles queriam saber o que acontecia no país, onde estavam os americanos e os malditos russos.

    - Nós só queremos saber o que você sabe. Eu juro que o deixo ir, se me disser onde estão os russos – Bruno teve de recuperar o fôlego, o ar estava extremamente pesado –. Há dois dias atrás houve um bombardeio aqui, o que foi aquilo?

    - Os russos, senhor – Disse, mais aliviado –. O plano deles era invadir Berlim no dia 16 de abril – Ele brevemente sorriu como um maníaco –. Não há nada que se possa fazer.

    Os olhos de Bruno se arregalaram no mesmo instante, o que poderiam fazer? Os malditos estavam em toda parte! Deixando que o desespero lhe consumisse, Bruno apanhou a Walther P38 – uma pistola negra e suja – que levava em seu bolso, mas antes que pudesse atirar contra o homem, Ludwig gritou, T-34! T-34!

    Ouviu-se um zunido após uma explosão catastrófica.
    Última edição por O Bardo Frustrado; 15-12-2009 às 15:46.

  10. #10
    Avatar de Emanoel
    Registro
    04-06-2006
    Posts
    6.851
    Conquistas / PrêmiosAtividadeCurtidas / Tagging InfoPersonagem - TibiaPersonagem - TibiaME
    Peso da Avaliação
    0

    Padrão

    Acredito que a terceira seja a melhor das três partes apresentadas até o momento. Apesar de seguir a mesma linha, achei o texto menos travado; talvez alguns diálogos e maiores informações sobre a situação tenham feito a história fluir.

    Não preciso escrever muito, afinal você já sabe quais são minhas críticas. Apesar de tudo, espero bastante desse tópico e torço para que consiga mais leitores.

    Publicidade:


    Jogue Tibia sem mensalidades!
    Taleon Online - Otserv apoiado pelo TibiaBR.
    https://taleon.online



Tópicos Similares

  1. Tutorial da Cidade de Venore
    Por Dard Drak no fórum Localidades
    Respostas: 148
    Último Post: 10-09-2010, 16:51
  2. Ataque sem quadrado vermelho.
    Por Fuxo no fórum Suporte Geral
    Respostas: 4
    Último Post: 22-06-2008, 22:23
  3. Taverna | Piada rules.
    Por Fuffy no fórum Fora do Tibia - Off Topic
    Respostas: 18
    Último Post: 04-03-2008, 12:54

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •