Bom galera, me esforcei pra faze essi, quando eu postei o capitulo 1, esse ja tava na metade, pq eu vo fazendo conforme me da as ideias, dai eu tava mto afim de fica escrevendo e veio isso, espero que todos goste :riso:
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Capitulo 2 - A Aventura
Não vi mais ninguém então disse:
- Utevo vis lux - e o lugar se encheu de luz.
Era uma sala, úmida, pequena, com uma cama, uma mesa-de-cabeceira e um espelho. A porta estava aberta, me preparei para o pior.
- Utamo vita - ordenei.
Fui caminhando até a porta, sai por ela, onde encontrei-me em uma caverna, igualmente úmida. Ouviu alguns grunhidos, então corri. Estava tentando achar uma saída quando lembrei:
- Vou sair daqui sem o meu equipamento? Claro que não, vou procurá-lo. - pensei sozinho. - Utani gran hur - ordenei e corri como se tivesse um furacão me levando.
Sai em busca do meu equipamento, por toda a caverna, teve horas que eu encontrei alguns ratos, no qual usei a magia que meu mestre havia me ensinado, a exori mort, e matei-os somente com um golpe. Após muita busca, muita procura, virando em cada curva que eu via, finalmente achei meu equipamento. Estava em uma sala bem iluminada, onde não tinha umidade, e até tinha um cheiro bom, ao contrario do resto da caverna. Havia uma mulher usando-o, mas... não era possível, era uma amazona.
- Hei você, Amazona, devolva meu equipamento! - exigi dela.
- Seu equipamento? - disse ela com um leve sorriso.
- Estou lhe avisando, me devolva agora! - disse novamente.
- Não, acho que não irei devolve-lo - disse ela, alargando o sorriso.
- Ultima vez que vou lhe avisar, me devolve o equipamento ou... - ameacei.
- Ou o que? - zombou ela.
Joguei minhas mãos para frente e ordenei:
- Exevo flam hur.
Mas ela estava preparada, puxou meu escudo demoníaco e bloqueou a onda de fogo que saiu de minhas mãos.
- Para uma criança como você, até que não foi tão ruim - zombou ela, novamente.
- Devolva agora! - mandei novamente.
Mas do nada, aconteceu. Uma micro explosão, causada por uma flecha.
- Ãã? Quem é...? - Fiquei confuso, me virei e vi um paladino.
Estranhei a semelhança, achei que o conhecia, mas não podia ser, depois de tanto tempo ele ainda iria parecer como era, alto, cabelo ruivo, um brinco na orelha e uma cicatriz no rosto, causado por um lobo que ele tentara matar sozinho aos sete anos de idade. Mas não tinha duvida, ele era o meu velho amigo Lisadr.
- Lisadr?
- Sim? Eu lhe conheço?
-Lisadr, sou eu, Luckaz!
-Luckaz? Não pode, ele esta sempre na guilda dos magos treinando seu nível mágico, ele não sai de lá por nada nesse mundo!
- É eu não saia, mas agora saio sim! Mas vamos parar de conversar e acabar logo com essa Amazona? Ela roubou meu equipamento!
- Pegue isto - e me entregou uma runa branca - faça uma Morte Súbita e atire nela.
- Uma o quê? - perguntei
- Arree! Morte Súbita, não sabe o que é?
- Não, oras... nunca soube de uma runa com esse nome.
- Como não? Só magos podem fazer... - Irritou-se
- Ahhh! Você deve estar falando da SD.
- Não se diz sd, e sim Morte Súbita.
- Por que não falou antes? - perguntei
- Porque você é mago, e é a sua obrigação saber o nome das runas. Mas para de conversa e faz logo porque ela ta acordando - disse ele atirando outra flecha.
- Adori vita vis - ordenei.
Então, com uma flecha de Lisadr e a minha Morte Súbita, nocauteamos a Amazona, peguei de volta o meu equipamento.
- Você sabe se ainda é dia? - Perguntei.
- Claro que não é, há quanto tempo você está aqui?
- Não sei, eu estava indo para o Monte Draggys, e estava usando uma magia então desmaiei, e acordei há pouco tempo aqui.
- Naturalmente, você não sabe onde está. Bom, essa amazona fugiu do calabouço da guilda dos paladinos há algumas semanas, e andou roubando nossos arcos e flechas, o paladino real pediu para eu procura-la, depois disso terei uma expedição, para me tornar um nobre paladino. - contou ele cheio de alegria.
- Você está brincando! Eu também estou indo para me tornar um Supremo Mago, daqui a uma semana, será que nós iremos viajar juntos?
- Não sei, mas o Paladino Real disse que eu irei daqui a uma semana junto com um integrante de cada guilda.
- O Mestre Mago, também me disse a mesma coisa!
- Exani tera - conjurei cordas mágicas, amarramos a Amazona e saímos dali.
Fizemos uma fogueira logo depois da saída e ficamos conversando um pouco sobre as guildas.
- O meu Mestre, sempre usa uma capa preta, nunca vi seu rosto, mas parece ser muito velho a comparar com as mãos, que estão sempre com luvas, mas esses dias eu vi elas sem luvas, estão realmente muito enrugadas. - contei a Lisadr
- O Paladino Real, nunca usa capa, ao contrario, está sempre com sua armadura, uma armadura de ouro, muito bonita por sinal, e muito melhor do que esta minha - ele apontou para sua Armadura de Cavaleiro.
Os dois conversaram até o sono bater, então nenhum dos dois agüentou mais ficar acordados, e dormimos.
Acordei, e Lisadr ainda estava dormindo, deixei-lhe um bilhete dizendo aonde fui e dando adeus.
Cheguei a Monte Draggys, subi as escadas e graças ao meu escudo não fui torrado por uma rajada forte de um dragão que estava perto. Como meu Mestre me disse, usei a magia Exori mort no dragão. Até então, eu só havia caçado dragões com runas. Mas esta magia foi bastante forte, usei-a três vezes o dragão cambaleou, então usei-a uma quarta vez e o dragão tombou de vez. Fiquei realmente animado com esta nova magia. Passou-se quatro dias, e eu precisava usá-la apenas duas vezes para matar um dragão, o que me animou muito mais, pois agora, eu não precisaria mais de runas para caçar dragões, e já tinha 20 garrafas de sangue de dragão. Eu pretendia vende-las no povoado, pois muitas pessoas compravam, e diziam que dava mais força. No último dia, eu já estava forte suficiente, para usar a “Exori Mort” apenas uma vez, minha mochila estava quase cedendo ao peso das garrafas de sangue de dragão, que agora passava de 30 litros. Cada dragão dava mais ou menos 0,5 litros. No dia seguinte, eu iria para a expedição com um dos meus melhores amigos.
Então, voltei a guilda, e o Mestre veio ao meu encontro:
- Então, você fez o que eu lhe disse para fazer? - começou ele.
- Treinei a magia sim, mas não sei realmente se aumentei meu nível mágico.
- Veremos então - disse ele pegando um objeto pontiagudo e colocando no meio dos meus olhos - aqui tem um vidro - disse ele apontando para algo que parecia ser um plástico. - Seu nível mágico aparecerá aqui, você estava em 87 da ultima vez, eu disse que você teria que aumentar pelo menos um nível, agora só esperar mais um tempo e já aparecerá.
Então apareceu: 87,9 na hora, fiquei desesperado, e gritei:
- Utevo vis lux - e de 87,9 mudou para 88. Olhei para meu Mestre e ele disse:
- Esperto você, mas tudo bem, você poderá ir. À noite você saberá quem vai com você - disse ele. - Eles virão até aqui. Agora, se apronte.