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Tópico: Amor Eterno...Conflitos Insolúveis

  1. #11
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    Capítulo 2 – Acontecimento Inesperado



    Seis horas, “merda, sua tonta”, penso eu, tinha esquecido de ajustar o despertador para as cinco da manhã...
    Levanto rápido, tenho meia hora para acordar Davi, arrumar sua roupa, preparar o café, me trocar para ir trabalhar e leva-lo à escola. Enquanto isso, meu marido Gustavo roncava assustadoramente alto, já que hoje ele entraria no trabalho mais tarde, e decido não acorda-lo, não queria atrapalhar...
    Vou correndo arrumar minhas coisas, e na pressa derrubo a bolsa no chão, droga! Arrumo a bagunça e vejo um livro no meio... Ué... Que livro é esse? De dentro dele cai um bilhete...

    Bilhete?

    De repente me relembro de tudo de ontem à noite, no ônibus, mas não era hora nem momento para pensar nisso, já estava muito atrasada.
    Como de costume, logo após deixar Davi na escola me encontro com Amanda no ponto de ônibus, e ficamos conversando até ele chegar, lotado, apinhado de gente, como toda manhã...
    Ela desce dois pontos antes de mim. Ela trabalha como atendente de uma loja da Pernambucanas, onde ganha um mísero salário mínimo.

    Porém ela nem precisaria desse emprego, já que seu marido é um bem sucedido engenheiro. Mas, eu entendo os motivos dela fazer isso. Perfeitamente... Até demais.

    Chego em meu local de serviço minutos depois. O dia transcorre normalmente, enfadonho como sempre, em um banco mais enfadonho ainda, com sua aparência fria, com paredes, teto, chão, tudo em um tom cinza deprimente, como em qualquer outro lugar burocrático.
    Até que, depois de passadas duas horas nesse ritmo entediante, vejo um homem, branco, com quase toda a face coberta por uma barba mal-feita, vestindo roupas simplórias, e que aparentava não ter mais de quarenta anos, discutindo vigorosamente com uma colega minha de trabalho, Chris. Resolvo ver o que estava acontecendo e caminho até eles. “Mais uma discussãozinha boba”, penso enquanto ando. Estando ao lado dos dois, que já tinham mais da metade das pessoas em volta os observando, pergunto, do jeito mais formal e falso possível:

    - Desculpe, mas posso ajudá-lo em alguma coisa, senhor?

    O homem, que parecia nervoso, e ao mesmo tempo preocupado, desvia seu olhar para mim, ignorando uma Chris que corava de vergonha em meio à situação embaraçosa em que se encontrava.

    - Me desculpe, é que preciso falar com o gerente daqui,o senhor Rafael Santos de Almeida.

    - Qual seria o assunto?

    - Sou um amigo de infância. Preciso falar com ele urgentemente sobre um assunto pessoal...

    - Sinto – lhe informar, mas Rafael pediu demissão faz dois dias, desde então eu peguei o emprego dele como gerente.

    Quando dou esta notícia, seu rosto fica pálido, parecendo um fantasma, anêmico, estava quase chorando, mas consegue se segurar e fala, gaguejando:

    - Ma... Ma... Mas a senhora sabe se tem como entrar em contato com ele?

    -Desculpe... Senhor?

    - João Carlos.

    - Senhor João Carlos, infelizmente não sabemos como entrar em contato com ele, e mesmo se soubéssemos, não poderíamos lhe contar, compreenda...

    - Entendo... – Interrompe, agora olhando para o chão - Bem, obrigado mesmo assim...

    - De nada, tenha um bom dia!

    O vejo sair do banco, cabisbaixo, com uma face tão lúgubre que dava até pena.Gostaria de ajudá-lo, mas não poderia, não ali...

    Ali não.

    - Chris, poderia ficar no meu lugar, é rápido, só uns cinco minutos.

    - Ah, claro, tudo bem.

    Saio do banco, vou à rua e olho para todos os lados, procurando aquele homem. Barracas de camelô, ônibus, carros, tudo atrapalhava minha visão e dificultava a procura por ele.

    Por que eu iria fazer isso?

    Quase desistindo, quase caindo em si, pensando que aquilo nada tinha a ver comigo, finalmente o acho, sentado em um banco num ponto de ônibus, olhando uma foto que imediatamente esconde no bolso direito da calça quando repara na minha aproximação.

    - Senhor, desculpe, esqueci seu nome...

    - João Carlos. O que houve, sabe de alguma coisa?

    - Não, infelizmente – E retribui com uma cara de decepção – Mas se o senhor quiser, poderia passar o seu número de telefone para eu lhe ligar caso descubra algo.

    - Sim, sim, mas, não tenho onde anotar...

    - Tome, escreva aqui – E estendo um pedaço de papel e uma caneta a ele.

    - Obrigado. Tome. Pode ligar a qualquer hora.

    - Obrigada.Então... Qualquer coisa eu ligo para o senhor. Agora tenho que ir, tchau!

    - Tchau, senhora...

    - Vanessa.

    - Senhora Vanessa, obrigado mais uma vez.

    E pela primeira vez vejo se formar naquele rosto, que estava desde então com um semblante triste, um sorriso, um tímido sorriso, mas animador. E caminho de volta ao banco, enquanto perco de vista aquele sujeito chamado João Carlos que acabara de entrar em um ônibus com destino à Barra Funda.

    Eu fiz o certo?

    De volta ao banco...

    - Ufa, desculpe pela demora, é que eu...

    - Não, tudo bem.

    - Aliás, Chris, você conhecia o rapaz que aquele homem estava procurando, o Rafael?

    - Mais ou menos, nunca falei nada com ele além de um simples oi. Mas ele é um gato! Você tinha que ver os...

    - Não precisa contar! Tudo bem, pode ir...

    - Tá bom...

    E o resto do expediente permanece “normal” com apenas os rotineiros serviços que tinha eu de fazer...
    Sete horas. Pego o ônibus de volta para a casa, me encontro com Amanda alguns pontos depois, e lhe conto o ocorrido no serviço...

    - Que estranho, do jeito que você falou, fiquei até com dó dele!

    Não, não ficou.

    - É, eu também, espero que ele encontre esse rapaz....

    Passamos pela moradia de Amanda, me despeço dela e continuo sozinha em direção à minha casa. Snoopy dormindo, sem marcas de patas sujas na roupa hoje... Chego, sou indagada com a entediante pergunta de meu marido “Como foi o trabalho hoje?”, enquanto ele brincava com Davi na sala de estar com alguns brinquedos e assistindo televisão. E como de praxe, respondo, automaticamente:

    - A mesma coisa de sempre...


    ...



    Novamente, faço a janta, comemos em silêncio, tomo banho, vou para a cama. Em cima do travesseiro encontro o livro, e decido ler algum poema até cair no sono, algo que meu marido já havia feito há tempos. Pego o bilhete de novo, leio e releio várias vezes, e decido dormir de uma vez.
    O coloco em cima da cabeceira da cama, e resolvo abrir a janela do quarto, estava muito calor, como de costume no verão paulista. Abro, um brisa suave se espalha por todo o cômodo, e faz o bilhete cair virado para baixo no chão do aposento. Agacho-me para pegá-lo, e vejo que havia algo a mais escrito nele, na parte de trás... Apenas mais algumas palavras:

    “Preciso que venha para cá rapidamente, eles
    Estão ficando cada vez mais impacientes e violentos.”

    Seu amigo,
    Rafael S. de Almeida

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    Última edição por Dard Drak; 22-05-2007 às 22:47.

  2. #12
    Avatar de cronus0590
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    HOHOHOHOHO, misterios.......... hehehe ta legal =)

  3. #13
    Avatar de Curiox Morozesk
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    :787: Here I go! :dry:

    Sweet

    Bem escrito, e eu gosto mais de narrador em 1ª pessoa do que em 3ª. Sei lá, acho melhor narrar, mas vá em frente.


    Curiox Morozesk

  4. #14
    Banido Avatar de Saurito
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    Ae tio bem escrito. Mas o tanto que voce lê RP seria dificil escrever mal xD

    misterio fdp :mad:

    posta logo o novo cap :rolleyes:

  5. #15
    Avatar de Thulio Santos Almeida
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    Padrão <-----------

    num sei pq mas esse sobrenome Santos Almeida me é familiar, por que será :rolleyes: .

    topico: huhu agora vai ter ação, to doido pa ve o q ta acontecendo, continua plz.



    go go go new cap go go go




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  6. #16
    Avatar de Deanita
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    Gostei! Gostei ainda mais porque foi feito a partir daquela narrativa minha!

    Muito bom e misterioso também, vou continuar acompanhando. =**

    Bye Bye
    Love must be forgotten.

  7. #17
    Eu não floodo. Você sim Avatar de Dard Drak
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    Capítulo 3 – Do Outro Lado...





    Ela está estranha hoje. Dormiu tarde, e acordou aflita, com algo lhe preocupando, mas não sei o que. Não quero perguntar...

    Não. Na verdade eu gostaria de perguntar a ela o que a abatia tanto.

    Mas isso poderia piorar nosso relacionamento já gasto. Como uma mulher de apenas vinte e nove anos anos, que ganha um bom salário, mora numa bela casa, cria um ótimo filho, tem um corpo de dar inveja a muitas garotas de vinte anos, um belo corpo com medidas extravagantes... Tem de tudo, como pode estar assim, tão triste?Será que sou eu, eu sou o culpado?

    Sou?

    Está certo que já cometi muitos erros durante nossa vida conjunta, erros grotescos, erros que para muitos seriam imperdoáveis, mas ela poderia ao menos falar comigo sobre o que está acontecendo!

    Vejo Vanessa tomar um rápido banho, preparar o café e arrumar o Davi para levá-lo à escola. Não me dirige a palavra em nenhum momento.

    Como se eu não estivesse ali...

    Dá apenas um “tenha um bom dia” para mim antes de sair, e seus belos olhos castanhos continuavam com a mesma expressão de preocupada com a qual estava desde que tinha acordado, e consigo levava um livro na mão; o segurava firmemente, mas não importa o porquê disso ou o título do mesmo, tinha que me trocar para ir trabalhar também...

    Me troco, ficando longos dez minutos arrumando meu cabelo, e mais quinze procurando as chaves do carro, e acho dentro de um brinquedo de Davi, criança danada! Assisto um pouco o noticiário antes de ir. Corinthians ganhou, filho da....

    Entro no meu carro e o ligo, um simples Vectra, presente de aniversário que dei à Vanessa faz dois anos, mas que não o usou mais depois de sofrer um sérissimo acidente de carro há dez meses, na Marginal, ficando quatro meses internada no hospital onde nos conhecemos quando éramos jovens, e na qual eu ainda trabalho.

    Saio da garagem e contemplo a rua onde moro, que é exatamente o que a maior parte de São Paulo não é: Bonita, bem-cuidada, limpa, com suntuosas casas enormes e belas, típico de um bairro de classe média-alta. Mas ao sair desta rua, se vê a verdadeira face da cidade: Feia, com carros cuspindo tanta fumaça que deixa o ar insuportável, com um tom cinza horrível. Prédios e mais prédios gigantes, abandonados, aos pedaços... Poluição e sujeira para todo lugar que se olhasse, pessoas solitárias e egoístas que só se preocupavam consigo mesmas.

    Vanessa...

    A chamam de “a cidade que não pára”, mas com trinta quilômetros de congestionamento, fica difícil, e só me restam vinte minutos para chegar ao trabalho...
    São Paulo pode ser a cidade mais rica do país, mas de longe não é a melhor para se viver....

    Chego ao hospital, coloco meu jaleco e já tenho serviço a fazer: Checar os resultados de raio-x da perna quebrada de um garoto, visitar uma mulher com câncer terminal, me encontrar com outro que sofre de tuberculose, enfim, coisas que para mim são rotineiras, mas que para muitos seria o fim do mundo ver e fazer; se sentem melhores fingindo que coisas assim nunca acontecerá com eles, só com os outros...

    Será que eu deveria ligar para Vanessa?

    Estava fazendo meu serviço, até que sou interrompido por uma enfermeira:

    - Dr. Gustavo, temos um paciente no quarto treze com hematomas e escoriações por todo o corpo. Foi encontrado hoje de manhã desmaiado em um beco, a dez quilômetros daqui.

    - Pode deixar, já irei dar uma olhada nele.

    Deixo o paciente que estava atendendo em companhia com a bonita enfermeira, e vou ao já citado quarto treze, onde mais um infeliz me esperava.

    Entro no quarto, e lá estava ele: Um rapaz, um jovem rapaz, mas não dava para calcular a sua idade, devido ao corpo e rosto estarem enfaixados e com graves ferimentos, na qual ele só não agonizava de dor pelo fato de ter recebido uma alta dosagem de morfina. Não há muito o que fazer, creio que não resistirá por muito tempo, infelizmente sou experiente nisso. Só checo sua respiração, os batimento cardíacos e a pulsação, e vou me retirando do quarto, mas antes peço a ficha do paciente para a enfermeira que tinha acabado de chegar.

    Seu nome é Rafael. Rafael Santos de Almeida, de apenas 23 anos, muito jovem para lhe acontecer uma desgraça dessas. Não que deveria acontecer com os mais velhos, mas esse rapaz não aproveitou quase nada da vida, e já se encontrava à beira da morte...

    Vou saindo, já pensando no que iria dizer à família do rapaz a respeito de seu grave estado. Isso se achassem algum parente do rapaz, já que com ele não havia nada que pudesse ajudar nisso. Minha conduta ética obriga a não esconder nada dos pacientes e seus familiares, e logo, também teria que dizer a eles que as chances de Rafael sobreviver sem a ajuda dos aparelhos seriam nulas. Já fiz isso diversas vezes, mas dar uma notícia dessas nunca é fácil, a parte que mais odeio... Talvez a única... Do meu trabalho.

    Nisso, quando estou no corredor, que possuía uma cor depressiva, mas que ao mesmo tempo tranqüilizava o ambiente, reparo em um homem; um homem que normalmente não chamaria a atenção estando no meio de uma multidão, mas ali, tinha uma estranha conduta, e uma aparência um tanto quanto “curiosa”.

    Não parava de dar voltas e mais voltas ao redor da entrada do quarto onde Rafael estava internado. Tinha uma aparência desleixada, com barba a fazer e com falhas, cabelos excessivamente grandes e lisos, que iam até a metade de suas costas... Poderia facilmente ser confundido com uma mulher... Vestindo uma camisa preta de uma banda de rock qualquer, e por cima uma jaqueta de couro, também preta, com um estranho volume no bolso esquerdo... E para terminar, usava uma calça jeans toda surrada e um tênis da Olympicus, falsificado, com certeza...
    Fumava compulsivamente um cigarro, o levando à boca a cada dez segundos.
    Mas, não é permitido fumar aqui!

    Dirijo à ele de forma autoritária. Que mal educado, fumando em um local desses!

    - Senhor, me desculpe, mas queira apagar o cigarro, aqui é proibido fumar. Temos uma sala especial para isso e...

    Antes que eu terminasse de falar, o sujeito faz uma cara de reprovação ao meu aviso, visivelmente com raiva, e joga com ignorância numa cesta de lixo o que tinha sobrado da droga.
    Em seguida dá meia volta e anda em direção ao banheiro, sem dizer uma palavra.

    Definitivamente, hoje não era meu dia...
    Última edição por Dard Drak; 22-05-2007 às 22:45.

  8. #18
    Avatar de cronus0590
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    n&#227;o ficou ruim n&#227;o, ta massa =), fico la no dia de trabalho e talz, mas n&#227;o achei cansativo n&#227;o... as coisas come&#231;am a se encontrar hein
    continua =)

  9. #19
    Banido Avatar de Navisko
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    Muito bonito, fofo, macio e dá pra comer no café da manhã.
    Mas acho que falta aquele "tchan" na história.
    Interessante também é o modo que você fez o personagem, narrando em terceira pessoa e no feminino. Apesar, é claro, de estar um tanto "gay".

  10. #20
    Avatar de Thulio Santos Almeida
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    nãããão, vc mato o kra que tem meu sobrenome, seu malvado(LOL :riso: ) plz new cap que esse ta massa, continua plz.



    go go go new cap go go go(e tbm mais ação plz )

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