Me lembrei que tenho um rp e vou postar o 4° Capítulo o.Ó
@Tibiri: Obrigado =)
Agradecimentos a Dark Profion, por ter me ajudado em uma pequena parte do capítulo.
Bom, aqui vai:
Capítulo 4 – O Inicio da Jornada
Todos de Garrius pareciam estar tontos sobre o que havia acontecido na noite passada. Então, havia vampiros ainda pelo redor do mundo, seguidores de Vlad, que não sabiam o que fazer neste novo mundo.
Mas eu vi Lars sendo morto. Enquanto invadíamos o Castelo de Vlad, estávamos acabando com mais alguns vampiros e mortos vivos que resistiam aos ataques, vi Lars sendo encurralado ao canto da parede, por três Armstrongs, não havia jeito dele escapar dali. Mas precisava seguir o caminho, e não parei pra olhar a morte de meu meio-irmão, mas não podia ser verdade, ele TINHA que estar morto.
Arrumei-me durante a madrugada, para ir atrás de Lars, que disse estar nas terras amaldiçoadas de Vladia, lar de vampiros e mortos, terra de Vlad Tepes, onde se encontrava toda a origem do mal do mundo.
Nunca explorei muito aquele lugar. Vlad dizia que se precisássemos de repouso, havia comida suficiente para nos satisfazer, e ótimos caixões para descansarmos, mas que não devíamos ir muito além do território de Clamp, forças quase tão poderosas quanto ele mesmo guardavam aquelas terras.
Lars também sabia disso, então porque diabos ele iria até aquele lugar?
Em meio aos meus pensamentos, fui até a Fortaleza Armstrong e pedi para que Law me emprestasse algumas armas, tais como bestas, espadas de prata, água benta, e munição.
-Eu lhe emprestarei tudo o que pedir Arahul, mas, por favor, deixe que eu o acompanhe em sua vingança. Não posso deixar que a morte de Roseli – e estremeci ao ouvir seu nome – deixe passar em vão.
-Esta vingança é minha, e não deixarei que nenhum outro atrapalhe o meu caminho, mesmo sendo você, ou qualquer um de seus irmãos.
-Mas, Arah...
-Basta! Ira me emprestar tais armas ou terei que conseguir de outros?
Law me fitou por alguns instantes. Meus olhos demonstravam fúria, ódio, e ele, percebendo isso, cessou. Levou-me até os porões do Clã, e, chegando lá, fiquei deslumbrado.
Armas e armas, munições, tudo que se possa imaginar, corredores apenas de armas para combate. Nunca havia entrado ali, era extremamente grande aquele lugar. Não dava para se contar ou imaginar quantas armas tinham ali, ou como eles conseguiram tudo aquilo. Espadas e adagas, dos mais variados tamanhos e cortes.. Chicotes feitos em metal, couro, prata, e platina, os mais ricos materiais do planeta. Arcos e bestas das mais variadas formas. Tudo que podia se imaginar em armas, havia ali dentro.
-Co... Como vocês juntar... conseg... fizeram tudo isso? – disse, totalmente atordoado.
-Ah caro amigo, Armstrongs não são apenas guerreiros. Temos em nossa família os melhores ferreiros que existem. É claro, temos também médicos, tesoureiros, artesões, entre outras profissões, afinal, nem todos nascem guerreiros – Law disse, dando meio que uma risada.
-Muito interessante, mas não pretendo ouvir a história de sua grande família... – respondi, em um tom de arrogância já – Enfim, ira me emprestar ou não?
-Hmpf! Você esta muito irritante hoje Arahul, mas vou pegar logo essas suas armas – e partiu para o meio dos infinitos corredores.
Ele pediu para eu espera-lo na entrada da masmorra, pra falar a verdade, eu mesmo não queria entrar naqueles corredores adentro, perder-se ali não deve ser a coisa mais difícil de acontecer...
Passou se longos dez minutos, que pareciam ter sido longas horas, naquele lugar que era mal iluminado, e sem alma viva nenhuma, e ele voltou, carregando consigo algumas bestas, uma bela espada, alguns vidros com líquidos, e munição.
-Tome, – me entregando tudo o que carregava – e lembre-se, caso precise de ajuda, acenda isso, mire ao céu, e espere atirar. Iremos o mais rápido que pudermos.
E me deu um abraço, como o de um amigo.
Saímos daquele lugar, e quando chegamos do salão principal, todos os membros do clã se humilhavam diante de mim, abrindo caminho como se em desespero, pedissem perdão.
-Boa sorte – veio Hector me dizer,seguido por Tales, outro guerreiro da familia, ambos saindo da multidão – E que Deus o ajude nesta batalha.
-Obrigado, mas não acredito em Deus.
-Então que ele o ilumine, fazendo acreditar o quão forte é sua força.
-Arahul, – interrompeu Law – enterramos Roseli em nosso cemitério, onde ficam nossos parentes e familiares, em homenagem a grande pessoa que ela era, e o que você é.
As palavras sumiram de minha boca, como se estivessem fugindo de mim. Não encontrei o que dizer... Um sofrimento horrível invadiu a mim.
Sem o que falar, atravessei o salão, passei sem olhar pelo cemitério, abri a porta que me separava do resto do mundo. “Estou preparado, irei atrás de Lars, nem que eu tenha que ir até o inferno.”
E com este pensamento, fui em direção a Vladia.