Bom...
aproveitando que os 5 já estão aqui.
Eu, Euronymous da crueldade, demônio do mundo da grécia antia,
trag à vocês a história da chegada da humanindade em Vernon.
Que o Show comece!
Capítulo I - Parte I
Vernon
Vida. Qual seria o sentido real desta palavra? Os dicionários podem definir de várias formas. Mas eu defino simplesmente como “algo que se adapta para sobreviver.” Pois é isso que é a vida. É a adaptação para a sobrevivência.
A vida agora se adaptava novamente. Os humanos cresciam e tomavam conta dos espaços restantes no mundo de Chames. Eram uma praga. E logo decidiram ir para o ponto mais distante do sistema, Vernon. Onde o clima era frio e a noite poderia matar.
Muitas cápsulas foram construídas por máquinas antes mesmo que os humanos pudessem vir a Vernon. Essas cápsulas seriam usadas para manter a temperatura adequada para a sobrevivência destas criaturas.
Quando tudo estava pronto eles vieram. Invadiram o planeta com sua população de parasitas, que só buscavam por mais um planeta para sugar tudo o que precisavam. Planejaram meios de mudarem a temperatura atmosférica. Mas tudo deu errado. Até que um dia, uma espécie mais desenvolvida no planeta resolvera se revelar.
Uma criatura estava nos portões de Vernon agora. E ela desejava falar com o rei. Não abria a boca. Mas todos, em qualquer lugar ouviam as palavras que ela falava. Um tipo de humanóide que mais parecia ter sua pele coberta pelo gelo, porém era linda e formosa. Mesmo sua aparência gélida não conseguia ofuscar sua beleza e seu poder de atração.
- Desejamos ver seu rei. Queremos falar com ele. - Era tudo que todos escutavam. Eles temiam aquilo. As crianças estavam espantadas, e seus pais estavam confusos.
Quando o responsável pela colônia chegou, e não demorou muito para que a notícia o perturba-se o suficiente para que se levantasse, tudo se acalmou. Um silêncio envolveu todos. E aquela voz cessou.
Aproximando-se de um tio de megafone ele falou algo para que a tal criatura soubesse que ele a escutava.
- Não precisam disto. Só venho lhes pedir que saiam deste planeta. Pois aqui é o lar de muitas criaturas que não foram tocadas pela sua maldade e egoísmo. Saiam daqui, em duas semanas do seu tempo.
Dizendo isso, a criatura misteriosa e bela, sumira por dentro das nuvens de neve. Sem nem esperar uma resposta, e sem nem abrir a boca.
Um debate foi aberto pelos líderes da colonização. Eles se comunicaram com Chames e entraram juntos em debate. Pois não se sabia de nenhuma forma de vida naquele planeta frio e solitário. Nunca se via nada em suas sombras. Mas era incontestável que algum ser estava ali. E exigia aquele local como uma morada própria.
- Não devemos nos perturbar com esse tipo de incidente – dizia o general Godfild McGarden, homem imponente e respeitado, aturava tudo e todos, menos o desrespeito – Se criaturas vivem neste planeta, que vivam. Não estamos impedindo nada. Só estamos desenvolvendo nossa vida ao seu lado.
- Sabe que não é assim general – Comparada com a voz do general, aquela não passava da voz de uma criança. A voz dom homem que falava, homem da ciência, e que tremia ao olhar a figura imponente do general – Eles podem carecer de coisas que não sabemos, e podemos estar tirando isso deles. Afinal, se há um tipo de vida, por que não haveria mais outros?
- Não estamos aqui para discutir quantos tipos d vida deve haver nestas terras. E sim a nossa vida. Precisamos deste planeta para sobreviver. E ficaremos aqui!
Quando o conselho ouviu as palavras do General, aplausos saram por todos os lados da sala. Eles estavam decididos. Iriam ficar.
- Tolos! Nunca nos escutam. Depois pedem nossos conselhos. – resmungou o cientista inconformado.
- Você está aqui para dar conselhos sobre o que decidimos fazer Adan. E não para decidir isso por nós. A colônia está liberada. Vocês devem ficar onde estão – Essas foram as palavras finais, vindas do Representante da União de Vozes de Chames (U.V.C.)
E durante esse tempo nada demais aconteceu. Exceto que as tempestades não cessaram. A neve cobria tudo em volta. Porém exatos 13 dias depois da reunião do conselho, a tempestade parou. No outro dia, a neve já havia baixado, e a visão que os habitantes da colônia de Vernon tiveram naquele dia fora de assustar.
Havia um exército lá fora. Eram seres de diferentes formas e dimensões. E a mulher, ou o que quer que fosse, estava à frente deles. Ela olhava e esperava algo, algo que não sabiam o que era.
O General organizava sua tropa e gritava que nenhum ser “inferior” o faria tombar. Quando todos estavam em suas posições, um silêncio mortal invadiu seus corações.
- Deviam ter ido quando falei. Agora, seu tempo acabou.
E imediatamente os seres do outro lado das paredes de vidro avançaram em um grito louco de batalha. Não sabiam os humanos que toda a sua tecnologia e avanço, não trariam a vitória que tanto pensaram ter em suas mãos. Pois o povo com quem lutavam não era um povo comum. Poderes que os humanos jamais imaginaram existir rondavam aquelas criaturas. Tão belas e tão mortais.
Alguns sobreviveram. Ficaram no meio do povo “primitivo”, os nativos daquela terra. Ficaram, pois eles eram senhores de seus desejos. Homens e mulheres que tinham o coração puro e sem ambições cruéis para com as outras formas de vida.
A vida como sempre, se adaptou. Uma nova raça surgiria ali naquele “berço”. Distante do conhecimento da humanidade que achava ter perdido todos em uma guerra que ainda seria vingada.
Isso ocorreu no ano de 1689 da 1ª era da humanidade. Em Vernon os anos passaram muito. A sociedade se desenvolveu em todos os aspectos. A 10ª era chegou, e estamos no ano 1556 da mesma.
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soero que tenham gostado do início da história.
E lembrando que se o responsável pelo outro plaeta citado não gostou de ser mencionado. A história dele pode omitir todos os fatos e até mesmo contradizê-los. Pois isso é só a vizão qe há hoje em dia no planete de Vernon.
Sem mais,
o cruel.