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Os Destemidos
Bom pessoal eu pesso um poco de paciencia pq esse eh meu primero RP xD
espero que critiquem ae pra mim pode melhora com o tempo..
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Os Destemidos.
CAP I: O Homem que vem do Sul
Estava eu na taverna do Gorth em uma mesa ao canto, conversando com meu amigo Glóin, um anãozinho muito simpático que por sinal é meu único amigo no vilarejo.
- Então Aranarth, me conte mais sobre aquela história de quando você era criança!
- Droga Glóin você já ouviu essa história um milhão de vezes. Por Din, deixe-me em paz.
Então continuou a nossa animada conversa até que, um homem alto e de bom porte, trajando uma capa preta com um capuz que o deixa totalmente coberto, entra e para ao pé da porta, ficando ali por alguns instantes a observar tudo minusiosamente. Então ele se dirige ao balcão, pede uma cerveja e senta-se do outro lado da taverna. E nesse momento que eu ja imaginava que ia acontecer, começa Glóin a fazer comentários sobre o tal sujeito.
- Você viu Aranarth ? Que sujeito mais estranho. Penso que ele não deve ser da cidade.
- Bom que ele é muito estranho eu concordo meu bom amigo, mas acho que pelo fato de não ser da cidade não nos da o direito de ficar a espreita-lo.
- Ora essa Aranarth, não seja tolo, você ainda não percebeu que o tal homem não para de nos observar ? Ainda mais você que anda pra cima e pra baixo com essa armadura de cavaleiro. Já lhe falei para arranjar uma capa para si.
E assim ficou Glóin resmungando mais algumas coisas que não me dei ao trabalho de prestar atenção, pois o que me intrigava veemente era o fato de o estranjeiro ficar nos observando sem sequer desviar o olhar por um momento. Até que então senti uma forte dor em minha canela, consequência
do chute que Glóin acertou.
- Droga Aranarth, sabes que odeio quando não presta atenção em que digo! Em todo caso irei me retirar agora. Se precisares de abrigo por hoje como das outras noites procure-me em minha casa.
- Muito obrigado meu bom Glóin. Que Nayru o acompanhe em segurança até seu lar!
- Bah, que se dane seus deuses, sabes muito bem que não os creio.
Assim que Glóin se retirou, pedi mais uma cerveja e mudei rapidamente de lugar para poder ficar frente a frente com o forasteiro, ficando assim por alguns momentos. Até que subitamente em um movimento o forasteiro pôs se em pé e começou a caminhar em minha direção...
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Lol...
Bom, já falei pra você no MSN o que eu achei, mais!
Não percebi erros na escrita de fato está perfeito nestes termos... A história a primeira vista parece bem interessante e promissora, uma boa introdução!
Jotinha
:) :) :)
PS: Eu ví o capítulo 2 primeiro que todo mundo, lálálá!
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droga jotinha nao era pra t falado xD
mais eu quero v c a galera vai gosta.. senao eu nao vo continua x(
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Tá realmente muito bom, promissor como o Jotinha falou, e olha que ele entende xD
Tirando alguns erros de pontuação, eu espero pelo capitulo 2 (droga, nao li ele primeiro :( )
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Mto rox
Ae tá mto fera, agora continua inspirado pra fazer + capítulos, realmente fico bão! :P
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po pessoal c nao tive mais comment nao vai t proximo capitulo ;(
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Eh cara vc tem talento... Foi uma boa introduçao, vc demonstrou ser criativo e saber escrever bem :)
Continua ae q vai fazer sucesso hehe
flw
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Bom cara! jah comecou com o peh direito! bom pra dah aquele gostinho! particularmente eu prefiro rps assim, em que o personagem principal jah comece adulto e treinado naquilo que ele sabe fazer (guerreiro, mago, arqueiro, larapio, sei lah) e esse comeco atissou minha curiosidade, como a d muitos outros.
quanto aos coments... vai se acostumando que aqui eh assim mesmo. poucos chegam a comentar, e saum quase sempre os mesmos. mais vai firme que dah certo
vlw!
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Os Destemidos.
CAP II: O Bilhete
Fiquei ali sentado, sem nenhuma reação, pois sentia que algo dentro de mim me dizia que seria inútil revidar. Porém fiquei com a mão em guarda no cabo de Selenir.
Até que o forasteiro se aproximou sentou-se de frente para mim. E por uns instantes ficou a me observar, então eu que já não aguentando mais tanto suspense tentei iniciar um diálogo.
- O que lhe traz até mim meu bom homem ?
- Então é você o nobre Aranarth, o guardião de Selenir a lendária Espada dos Quatro Elementos ?
- Ao seu dispor.. E o senhor, como posso ter a honra de lhe chamar ?
- A mim ? Me chame do que quiser.. pois prefiro assim.(disse-lhe com um sorriso sarcastico)
Fiquei sem entender muita coisa, porque diabos esse homem saberia tanta coisa sobre a minha pessoa, mais mesmo assim optei por continuar a conversa, pois só assim iria descobrir quem era o tal homem e que ele desejava.
- Então meu nobre andarilho oque lhe trazes à cidade de Hyrule ?
- Por motivos de meu interesse, e seus também.
- Meus interesses ? Explique-se melhor amigo.
- Bom, venho de muito longe ao norte, guiado por um sonho de que meu destino é encontrar o herdeiro de Selenir e rumar junto a ele para o sul, onde muitas coisa estranhas estão acontecendo.
Eu estava ficando cada vez mais intrigado com essa história, mais de certo modo despertava em mim uma certa curiosidade.
- E porque eu haveria de partir com um completo estranho para o perigo que espreita o sul ?
- Bom, trago comigo este bilhete, enderessado a vossa pessoa espero que tudo fique mais claro.
E o andarilho saiu sem nada mais dizer, deixando me ali pensativo como nunca havia estado. Fiquei um pouco sobressaltado talves, sobre essa história do bilhete, mas não estava com coragem de ler de imediato.
Até que então apareceu Gorth vindo do fundo da taverna berrando como um porco.
- Por Din, Aranarth, não vais embora ? preciso fechar!
- Desculpe Sr. Gorth, irei me retirar agora.
- Tudo bem então, mais eu necessito saber quando é que vais pagar a maldita conta Aranarth. Já Beira 500 pesos!
- Ora Sr. Gorth com certeza em breve lhe pagarei. Agora preciso ir, creio que estão me chamando ali fora.
- Ufa.. só assim mesmo para poder escapar do velho Gorth, com certeza em um homem muito duro na queda.
Andava meio que sem rumo, observando aquela noite linda, quando de repente surge em minha frente novamente o tal andarilho.
- Droga que susto você me pregou!
- Desculpe.. Só estou ansioso em saber se ja leu o bilhete.
- Oh claro, o bilhete, ainda não tive oportunidade de lê-lo mais espere um instante.
E assim pego o bilhete em minhas mãos e depois de alguns segundos..
- POR DIN! ONDE VOCÊ ARRUMOU ISSO ?
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CREEEDO!Olha o clichê =P!
Seu RP tá ótimo em gramática em concordância,tudo direitinho,eu que sou enjoado mesmo XD
Mas tá clichezudo mesmo.Tenta dar uma boa originalizada.A história começa numa taverna,o lugar se chama Hyule,todo mundo age sem personalidade como em um esteriótipo medieval...
E cuidado com a linguagem.Tem gafe aí.Certinho,mas seja sem rodeios.
"- O que lhe traz até mim meu bom homem ?
- Então é você o nobre Aranarth, o guardião de Selenir a lendária Espada dos Quatro Elementos ?
- Ao seu dispor.. E o senhor, como posso ter a honra de lhe chamar ?
- A mim ? Me chame do que quiser.. pois prefiro assim.(disse-lhe com um sorriso sarcastico) "
Essa parte que doeu no fundo do meu heart. =P
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vlw mano..
foi oq eu falei..
creitiquem ae pra mim pode melhora afinal eh meu primero rp
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lol,...gostei muito do rp,bem estilo medieval mesmo,so o problema do cliche,mas acho que é o de menos,pelo menos voce sabe narrar em 1° pessoa muito bem,:thumb:,...
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Os Destemidos
CAP III: Uma noite muito longa
E o bilhete dizia.. "Aranarth meu filho, peço que siga com este nobre homem rumo ao sul, pois creio que chegara o dia de sua provação como herdeiro de Selenir. Eu sei que estas confuso, mais acho que tens que seguir o teu destino."
- Mais que raios de bilhete é esse ?
- Esse bilhete é de seu pai Arvedui, Senhor das terras do norte..
- Ora que baboseira é essa ? Minha mãe era uma camponesa.. Apesar de ela nunca ter me falado sobre meu verdadeiro pai.
- Bom acreditando ou não essa é a história. Espero que siga o seu coração e não a sua mente.
- Preciso pensar a respeito. Até mais ver.
- Muito bem, caso tenha se decidido estarei na estalagem da cidade.
E assim fui caminhando lentamente até a casa de Glóin o anão, confuso sem saber o que pensar. Afinal de contas porque minha mãe não havia me contado ? Apesar, de eu ser muito pequeno quando ela morreu, e a unica coisa que guardo comigo desde então é Selenir minha espada. Mais também nunca soube verdadeiramente como a consegui.
- Ora Aranarth bendito seja! Achei que havia esquecido o caminho de casa.
- Glóin. Precisamos falar.
- Claro, entre Aranarth e sente se enquanto busco uma caneca de café para você.
- Lembra se do tal andarilho que encontramos na taverna de Gorth ?
- Sim claro, como haveria de esquecer ? Aquele cidadão me intrigou muito.
- Então ele me convidou para seguir com ele rumo ao sul, e gostaria muito que nos contenplasse com a sua presença Glóin.
- Humm.. Isso é um caso muito sério a se pensar.
- Ora Glóin não tiveste prometido que iria comigo aonde for ? Bom.. se estiver com medo eu até entendo...
- O QUE ? Glóin filho de Thorin I nunca tem medo de nada!
- Que ótimo. Partimos amanhã bem cedo. Mais agora vamos dormir porque teremos uma longa jornada amanhã!
Que bom que tenho um amigo tão orgulhoso.. Assim raramente recusa um desafio quando o chamam de medroso. O problema vai ser aguentar ele contanto sobre as histórias de aventuras que ele participou.
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Muito bom kra continua ai tah ficando legal :)
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Os Destemidos.
CAP IV: É Hora de Partir
Praticamente quase não durmi aquela noite, pensando em tudo oque estava acontecendo, Glóin roncava como um porco e percebi que já estava quase amanhecendo, decidi então que iriamos procurar o tal Andarilho para partir.
- Vamos Glóin, está na hora.
- Droga.. Mais já ? ainda nem amanheceu, deixe me dormir mais um pouco.
- Não podemos nos atrasar.
Então Glóin levantou resmungando como sempre, e se aprontou.
- Precisamos levar o mínimo de peso possível Glóin. Mantimentos e somente algumas coisas mais.
- Tudo bem vou ver o que podemos levar..
Alguns minutos mais tarde Glóin voltou com duas mochilas.
- Essa eu carrego, e a outra fica com você. A proposito, o tal Andarilho sabes que iremos partir agora ?
- Não, por isso temos que nos apressar, quero partir antes do nascer do sol.
E assim partimos da casa de Glóin em direção a estalagem da cidade, enquanto passavamos por uma das ruas mais escuras da cidade, percebemos que um vulto se aproximava.
- Oh Não! Um fantasma!
- Por Din, Glóin não faça tanto barulho! Não vês que é o tal andarilho ?
- Bom, eu já sabia, só estava lhe testando para saber se esta realmente preparado.
E o Andarilho se apoxima.
- Vejo que decidiu seguir comigo, nobre Aranarth.
- Pois é, aquela história de que me contou me deixou muito intrigado. Mas como sabias que iriamos partir agora ?
- Bom, isso não importa agora. Temos que partir imediatamente, quero atingir a orla da floresta antes do amanhecer.
E assim caminhamos por cerca de uma horas até chegar a entrada da floresta, e os primeiros raios de sol já começavam a clarear os campos.
- Eu acho que já está mais do que na hora de pararmos para comer algo.
- Esses anões quando não estão tagarelando estão pensando em comida..
- Pois saiba você homem estranho, que não comemos nada ainda hoje.
E assim paramos um pouco para Glóin praticar seu desjejum, mas eu estava completamente sem fome.
Ficamos ali por alguns intantes, até que o Andarilho me chamou para conversar.
- Bom, como já sabes não temos muito tempo a perder, então eu lhe peço que apresse seu caro colega.
- Perfeitamente, mas até parece que não conheces os anões.
- Humm, mas não foi exatamente pra isso que lhe chamei para conversar. Quero que use esta capa, e dê esta outra para o anão, pois é muito perigoso andarmos por aí com a armadura a mostra.
Falou isso retirando duas capas de sua mochila, uma exatamente de meu tamanho e outra menor para Glóin, pareciam feitas sobe medida.