"Eis que houve há tempos sem contar,
Batalha de anciãos e sua criação,
Eis que venho de sorriso cantar,
O feito de Zathroth, deus da destruição.
Sorri o destruidor,
Sorri o meio do sábio,
Sorri o manipulador,
Sorri ao prever o falho.
Pessoal motivo de rancor,
Irmão dos irmãos do sábio ancião,
Ciúme exposto de profunda dor,
Mata! Destrói sem compaixão.
Sorri o ciumento,
Sorri o matador,
Sorri egocêntrico,
Pois não mata por amor.
Forjada em cobre,
A adaga do assassino,
Derrama sobre odre,
O sangue de fervor divino.
Crava-lhe a faca,
Dá o fim à harmonia,
Deixa que o panteão perca lasca,
Mostra o sorriso da aleivosia.
Sorri o mentiroso,
Sorri o condenado,
Sorri o orgulhoso,
Sorri exaltado.
A morte lhe convém,
O mau agora expande,
Harmonia, beleza, o bem,
Nada mais que o caos em falange.
O sorridente planejava,
Planejava o fim da novidade,
Destruição da criação almejava,
Famílias, forja pelo sol da crueldade.
Sorri o atrevido,
Sorri o maléfico,
Sorri o convertido,
Sorri o lado ético.
Forja do sol do flerte e da mentira,
Amor fictício entre Fafnar e outro,
Fruto da traição viria,
Brog, pai dos gigantes d’ouro.
Herdara ódio como sucessor,
Criação como raiva materna,
Exala o exultante criador,
Em bestas de escama vivendo em caverna.
Sorri o patrono,
Sorri a malevolência,
Sorri sentado em trono,
Sorri a abstinência.
Guerra entre irmãos agora surge,
Contra o chão e contra eles,
Orcs, gigantes e dragões rugem,
Por peças ateadas como seres.
Ganância finalmente funcionara,
Planos dos males da morte,
Guerra! O caos que exaltara,
Exprime. Sorriem as presas de Zathroth."