Pior eu, que curti só o Portrait of Ruin, que todos metem pau. Por outro lado, além desse só curti o Castlevania: Lamment of Innocence, que reclamam por se distanciar do estilo clássico. Vai ver, só curto Castlevania quando não é no estilo clássico.
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Pior eu, que curti só o Portrait of Ruin, que todos metem pau. Por outro lado, além desse só curti o Castlevania: Lamment of Innocence, que reclamam por se distanciar do estilo clássico. Vai ver, só curto Castlevania quando não é no estilo clássico.
Order of Ecclesia é bom, mas somente a parte do Castelo. O resto é só pra encher linguiça mesmo.
DoS e PoR não fedem e nem cheiram.
Bah, acho que não fazem mais nada no nível de Symphony of the Night.
Simplesmente, medo de mexer com jogo imortalizado. Daí qualquer errinho vão cair em cima, dizendo que estragaram um jogo clássico e tal. Então, jogos como esse, Chrono Trigger, Ocarina of Time, dentre outros, são os que nunca receberão uma sequência direta. No máximo, uma "sequência espiritual", como se chama quando o universo é o mesmo, mas tudo está diferente.
espero ancioso o novo castlevania que está sendo produzido com os criadores do metal gear!!!!
dawn of sorrow eh o melhor castlevania na minha opiniao.
soh que eh ruim de joga em emulador, eu sofri pacas pra fazer aqueles seal com o mouse. Nunca sofri tanto pra virar um jogo.
Tinha q matar o mesmo boss mais de 3 vezes ate acertar o seal xD
já saiu um the sims que preste pra DS?
toh de saco cheio de cuidar de pets .-.
revivi pra num dexa morrê... comofas/
Nunca tive problemas em fazer o Seal no emulador, mas isso também vai de mouse pra mouse então nem posso falar muito.Citação:
Postado originalmente por Maximoon
E pra mim The Sims só presta para PC mesmo, no DS é muito esquisito, não fui muito com a cara.
Mudando de assunto, alguem já jogou o novo Zelda que saiu?
Eu já joguei, não curti como o primeiro. Pensei que as viagens de trem, por possuírem trajetórias retas, seriam mais simples e rápidas. No entanto, tá mais demorada e tediosa. Constantemente, você tem que ir desviando e pegando novos caminhos porque existem trens inimigos que querem bater em você (se bater, game over na hora). O máximo que você faz é se preocupar com algum inimigo tosco que aparece, e ficar olhando toda hora pra um lado e pra outro, pra tentar acertar um coelho e caçar ele. A velocidade do trem lembra a empolgação de uma criança quando vai pro posto de saúde tomar injeção. E ainda tem frescura de parar certinho na parada de trem, tendo que frear antes, se passar tem que dar marcha ré. Parece até balize em exame de trânsito. Sinceramente, era muito melhor a livre trajetória do navio, e aquele espação todo pra você navegar como quiser, tinha várias maneiras de contornar um obstáculo, os inimigos e perigos eram mais interessantes, visto que a maioria das viagens não eram tediosas (a partir do momento que você aprendia a se teleportar entre os mares). Essa parte do trem é complicada.
Agora, vamos sair do trem. Quem lembra de reclamar do Temple of the Sea, do primeiro jogo, não vai estar 100% livre. Há uma espécie desse templo, mas em forma de torre, no novo jogo. Você não luta contra o tempo, mas tudo está ali, os andares, a necessidade de pegar pedaços de mapa, Phantons invencíveis que só são derrotados após 3 ítens do dungeon serem pegos (daí a Zelda entra neles), safe zones... Enfim, está lá. A única diferença é que a cada mapa que você pega, não precisa passar de novo por aquele andar, o que não era tão ruim no primeiro jogo, contando que você conhecesse atalhos. A mecânica da Zelda no Phanton é bem-vinda, interessante, e até funciona legalzinho. Você pode mandar ela bater nos bichos, atravessar lava subindo no escudo dela (mas é um cu lutar em cima desse escudo), fazer ela distrair outros Phantons... A maioria dessas coisas é um processo demorado, poderiam fazer de modo mais dinâmico, pra divertir de forma mais contínua. E, o que é pior, você usa pouco isso. Vai cheio de orgulho pros dungeons comuns, achando que a Zelda vai ajudar, vai lá... Vai e quebra a cara. Até agora, ela só me ajudou na torre, mal dá uma de Navi/Tatl/Ciela/Seiláquem e te ajuda ou fica do teu lado. Ela tipo sai do teu bolso, no maior estilo Caça-Fantasmas, repetinamente, e diz algo geralmente tosco. Penso que é pra manter a verossimilança, pois a Zelda não é uma aventureira diferente ou um ser tão mágico quanto às fadas, que realmente tinham um papel melhor de companhia pro Link.
Outras coisas que não curti:
- Flauta-pã, legal o jeito que se toca (previsível até), mas as músicas são rápidas e pouco-elaboradas, não vai dar aquela paixão que as de Ocarina of Time deu. Além do mais, você as usa, muitas vezes, de jeito tosco. Lembram no Phantom Hourglass, quando a gente falava na moral com a Gossip Stone? Agora, tem que tocar uma música pra ela acordar, depois fala, e ela volta a dormir. Toda santa vez. Outra música faz objetos ocultos surgirem da terra, como se nunca tivesse havido a shovel nos jogos anteriores. Os usos da flauta são limitados e pouco criativos, mesmo musicalmente falando, uma pena.
- Design dos puzzles, em termos de solução, continuam divertidos, mas muitos organizam-se de tal modo que a jogabilidade envolvendo sua solução torna-se sofrida. Sejam por espaços apertados, superfícies deslizantes, locais escuros, bumerangue batendo em uma parede toda hora, cata-vento com um atraso grande... Vai ser chato. O puzzle devia usar a cabeça, não a força. Me sinto fazendo o contrário, resolvo em segundos, e uso mesmo é do esforço pra vencer a jogabilidade e montar tudo aquilo. Jogos de Zelda sempre utilizaram o trabalho braçal do Link, mas facilitavam isso.
Enfim, o jogo tem sua qualidade, que muito se parece com a do jogo anterior, dá pra divertir, mas não creio que tenha saído superior ao Phantom Hourglass. Os gráficos até estão um pouco melhores, mesmo, só que uma má-escolha de design gráfico fez com que mais texturas de baixa qualidade ficassm visíveis, o que existe em todo jogo de Ds, mas não conseguiram esconder tão bem.
Era pra sair um post de três linhas, mas resolvi falar tudo logo.
Lawl, isso que eu chamo de análise.
Começei a jogar, e realmente senti uma queda na qualidade em comparação ao Phantom.
Eu queria pelo menos um suporte aos botões direcionais, não gosto muito quando só usa a Stylus, pelo menos nesse tipo de jogo.
Bah, acho que vou testar Might & Magic: Clash of Heroes. Parece interessante.
Esse Might & Magic é interessante, só tome cuidado que ele é frustrante e envolve muita tentativa-e-erro. Constantemente, haverá duas ou mais lutas que você pode optar por batalhar, mas só vai saber a força do oponente na hora que já tiver começado. E, vai por mim, mesmo a diferença de um nível já pesa entre vocês. Uns três níveis, então, é praticamente impossível vencer o adversário, mesmo com a melhor das estratégias. Também depende um pouco da sorte, de vir as unidades necessárias pra você. É mais ou menos como o pôquer, mesmo o melhor jogador do mundo tem boas chances de fracassar, caso tenha má sorte. A interface do mapa também não é muito legal, parece até que copiaram da seleção de fases do Super Mario World, quando deveria haver movimentação livre no mapa, pra dar mais controle ao jogador.
De resto, é bem divertido. Se tu curtes puzzle e estratégia por turno, o jogo é excelente nisso. Gráficos bonitos, suporte a stylus e direcional/botões e jogabilidade acessível. O negócio é dominar aquilo, mas o jogo não te castiga com excesso de coisas pra aprender.