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Boa noite.. aqui esta meu outro capitulo da história..
se notarem algum erro em relação ao cenário na parte das pontes me avisem.. porque quando eu fui escrever me confundi com uma parte do mapa que pensei que fosse o "amazon camp" mais não era.. então se acharem me avisem..
minha localização:
http://i7.tinypic.com/2ezmzq0.jpg
O ponto vermelho é a planície "chata"
O ponto azul é as árvores das amazonas onde começa o cenário "legal"
O ponto amarelo é a caverna.
O ponto Marrom são as duas pontes.
Vamos lá :king:
Sol, Sol, Sol... como pode existir um astro que incomode tanto assim?
Depois de vigiar aquela pequena vila de orcs, o grupo partiu mais para o norte onde o grande lago já era visível, a planície agora parecia mais alegre com o sol, os animais estavam tranqüilos, cantando e dançando.. em árvores ou no solo, estava tudo calmo.. a grama já estava um pouco mais brilhante e verde, havia poucas árvores, secas e escuras..
O rio estava agitado, a sua água era branca e azul, suas correntezas eram fortes e havia pequenas pontas para fora da água como se fossem dentes do lago.. o sol brilhava muito naquele dia parecia até magia, um dia antes estava frio e agora esta quente..
-Sol como te quero! Meu amigo venha me dar calor – cantava o rei com a cabeça erguida em seu cavalo, e com um sorriso no rosto.
-Está animado hoje não é? – disse Nakiel olhando para frente ao lado do cavalo do rei.
- canções são populares em minhas terras, alguns dizem que pode curar e até ressuscitar. – falou Lissiel olhando para seu irmão.
- se canções pudessem ressuscitar minha cara amiga, os reis do passado já estavam todos de volta! – disse o rei.
O grupo andava vagarosamente pelas planícies, todos alegres, somente eu estava atento pois agora sabia que daqui pra frente se encontrava a casa do dragão..
- Elessar que tal uma musica aqui?! – perguntou o rei gritando.
- não sei cantar.
- o que é isso? Não sabe cantar?!
- não, meu senhor.. espero que me ensine um dia desses – falei gritando pois era um dos últimos e as águas do rio estavam tão agitadas que havia dificuldade para conversar..
eu nunca havia visto o rei assim, tão alegre, quem sabe porque ele quisesse conhecer Thais ou gosta mesmo do perigo.. eu estava pensativo e serio, até os soldados estavam com um sorriso na cara..
a paisagem logo foi mudando, as árvores sumiram de vez, uma vasta planície se abria a nossa frente, além dela as grandes montanhas de Kazordoon e o rio, era um deserto verde, não havia nenhuma elevação, algumas flores amarelas e azuis moravam aqui, mas não em grande quantidade..
- estranha essa planície não me recordo de ter passado por aqui antes – disse o rei desconfiado..
a seriedade tomou conta do grupo inteiro..
- como assim não se recorda? Você disse que sabia o caminho – falou Nakiel nervoso.
- calmo amigo, não disse que não sabia falei que não me recordava – respondeu o rei, deixando Nakiel calado..
- vamos pegar água no rio e.. e por onde vamos atravessá-lo, meu senhor? – disse um soldado.
- há uma ponte que passa pelo acampamento das guerreiras, alias duas pontes uma grande e a outra pequena.. pelo que me lembro, ao leste daqui.. – respondeu o velho olhando para o leste.
O sol me atrapalhava e muito, parecia que queimava minha pele.. de alguma forma ou de outra eu precisava me acostumar melhor.. o grupo agora seguia serio e sem alegria para o leste, onde havia pequenas árvores verdes e brilhantes, que balançavam junto do vento vindo do sul.. suas folhas eram cristalinas como a água que desce das fontes Elficas, seus troncos eram finos como o braço de uma criança, porem resistentes como o pilar das torres de Edron..
O rei deu uma enorme gargalhada e disse:
É por aqui! Essas são as árvores de Valkryuas, dona dessas terras e senhora das guerreiras..
A paisagem triste e feia havia desaparecido, agora seguíamos por uma bela planície verde e cristalina com suas árvores alegres, e um braço do grande rio que cortava a passagem.. de longe dava para se ver uma caverna alta, suas pedras eram cinzas, tinha o formato de algum tipo de muro com pequenos dentes no alto mas não era largo..
- cuidem para não pisar nas árvores.. pois diz a lenda que as amazonas jogam um feitiço em quem pisa em suas amadas árvores, - falou o rei descendo do cavalo.. – não peguem armas e não falem nada da espada que estamos carregando..- finalizou ele soltando seu cavalo..
- mas seu cavalo irá pisar nas árvores ele vai ficar amaldiçoado – disse um guarda olhando para o cavalo que lentamente ficava para trás..
- não, os animais têm cuidado e não pisam em coisas importantes como os humanos e alguns elfos por ai..
o grupo logo chegou perto da caverna, ela parecia ser feita a mão, porque as pedras estavam umas em cima das outras, era estranho para min..
- não há guardas aqui? – perguntou Nakiel olhando para o lado.
- há algo de errado, a fumaça nunca subia do salão principal das amazonas.. – falou o rei.
- peguem suas armas amigos, tem uma coisa grande e forte lá, olhem – o velho apontou para a fumaça escura que subia do leste na casa de suprimento das guerreiras..
- as amazonas sabem se defender, elas tem um exercito bem treinado e forte, mas isso que criatura poderia ter feito essa destruição? – disse o rei..
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Humm... Boas Histórias aqui não? Parabéns à todos vocês aê! Vou continuar acompanhando a história anonimamente, já que me desliguei dela =|
Mas em breve eu terei tempo livre, e se criarem outras histórias me chamem!
:)
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Era mais um sonho,levantei e vi que o sol estava nascendo,a barraca salva,sem ferimentos,sem armadura,apenas com minha tunica verde,levantei vi Draco dormindo novamente,peguei minha Kunai e começei a treinar,o cheiro continuava insuportavel,mas nao fazia com que eu parasse de treinar,estava sem fome e estava perto de Venore,nao podia andar por ali,nas bandas tem ogros de muitas especies e trasgos verdes e marrons,nao sabia o que fazer,estava sem fome,sem vontade de fazer nada
Pratiquei um pouco a artilharia com minha adaga nos galhos de arvores caidos no chao,ate que me lembrei do sonho,queria sair dali rapido,nao queria ficar ate tarde la,tinha medo de criaturas perversas que habitam o pantano de Venore,alem de ser um mercenario,ahvia meus proprios medos e meus objetivos,olhei o mapa novamente,depois de olhar muitas vezes para ele,tive um presentimento,alguma coisa estava errada,ja teriam nos achado se fossemos no pantano de venore,aventureiros e guardas vasculham a parte de toda Venore,seu matagal,vegetaçoes e etc. ninguem por ali,o rei mandou que fossemos por um caminho que desconheci.Monte Sternun seria o lugar de ciclopes,mesmo com todas as nossas forças,nao conseguiriamos passar por ali,alem dos ciclopes serem burros,um ataque pode ser fatal,se fossemos pelo lado esquerdo de Monte Sternum,encontrariamos elfos,seres que nao queria ver novamente,os elfos odeiam humanos,mas lutamos pela mesma coisa,pela paz,fiquei com medo na hora,seria uma ilusao???logo percebi que Draco acordou,virei para ele com um tom serio e disse:
-Isso parece ser uma enrascada
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galera, obrigado pelos elogios do meu ultimo capitulo e o de vcs taum 10 XD
tipow, voltei hj de viagem, kndo der eu posto mais capitulos pq to em semana de prova XD, mais mesmo assim vo tenta naum tarda....
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Muitos dias haviam se passado após minha chegada naquele lugar, e até ali, eu continuava em meu quarto, tentando compreender tudo que havia se passado naqueles dias, talves semanas...
Tudo oquê eu comia des de então, era pão e bebia um vinho forte e vermelho que um elfo como os que eu havia mensionado vinha me trazer...
Alguma vez, o padre que cuidava do orfanato que eu morava, me disse que o significado do pão era a realidade, e que o do vinho era a imaginação, talves comendo aquilo, eu estava tentando juntar a realidade com a imaginação...
Ja havia me acostumado com o calor, as vezes tentava ler alguns dos livros de diversas cores que estavam na estante daquele quarto, porem desistia na minha futil tentativa de decifrar simbolos que para min eram abstratos...
Meus pensamentos naquele dia, logo foram interrompidos quando aquele mesmo velho que havia me salvado, abriu a porta do quarto com certa rapidez, trazendo alguns pergaminhos em sua mão esquerda, junto com um tinteiro e uma pena, e em sua mão direita trazia um ou dois livros...
Ele feichou a porta e parecia me ignorar, simplesmente sentou na cadeira que estava na frente da pequena mesa do lado da estante, jogou os livros em seu lado direito, pegou a pena, pois o tinteiro do lado dos livros que havia abrido, abriu um dos pergaminhos que estavam em branco, e se pois a escrever rapidamente em uma daquelas estranhas linguas...
Eu não entendia porque ele me ignorava, resolvi ir ao lado dele e botar a mão no ombro dele...
Quanto eu me aproximava dele, ja estendia minha mão, porem algo que parecia um manto invisivel o cobria e me impediu de chegar mais perto, então ele se virou e me fitou como se aquilo tivesse sido um ataque...
- Mais oque é você? - Eu disse um tanto assustado, então ele estendeu sua mão com sua palma voltada para o chão, e como se jorrase do chão, saiu um jato intenso e forte de lava em direção a palma da mão dele, que logo foi interrompido, e como se nada tivesse acontecido, o chão de marmo se feixou novamente, e o estranho homen começou a modelar algo que parecia uma bola, com a lava que havia em sua mão...
Como se ele não se queimasse, modelou uma bola de lava, então a soltou no chão, mais ela não mudou seu formato original, então aquele homen estendeu sua outra mão em direção a bola de lava, novamente com sua palma voltada para baixo, e de seus dedos comessaram a sair em direção da lava, algo que parecia um liquido azul, não como a água, um azul forte e intenso e o liquido era viscoso...
A lava rapidamente se transformou em pedra, então ele comessou a murmurar algumas palavras que eu não compreendia, e aquela pedra foi crescendo, se esticando, e se transformou em um elemental de pedra, como aquele que eu ja havia visto anteriormente...
Perplexo no que eu havia visto, continuei olhando tudo aquilo abismado, então o homen simplesmente saiu da sala seguido pelo elemental, e eu percebi que tudo oque eu havia visto até agora, estava longe de ser o fim das novidades, era apenas o começo...
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malz ai esse topico eh uma coisa e achei ser outra...
bom thau...
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entao porque postou???voce floodou
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Começamos a arrumar nossos suprimentos rapidamente e logo saimos dali,cheiro insuportavel de veneno me incomodava,guardei uma pequena Varinha do brilho lunar escondida para dar a Draco,um dia antes da partida em busca da Espada da Furia
Com o mapa em minha mao,retornei a olhar,me lembrei de uma passagem,que eu conhecia,mas perigosa;vi o veneno borbulhar e vir aquele barulho,passamos pelo atalho,uma casa muito deformada,seu teto cobria o veneno mortal que impedia nossa passagem
-Isso era o que eu temia;gosmas!!!!
Gosmas apareciam diante de uma escada que parecia dar em um lugar muito escuro,daquela escuridao dava para ver gosmas verdes e veneno pra tudo que era lado,começei a correr e logo alertei a Draco a correr tambem,o mesmo nao quis e atacou as gosmas com misseis magicos pesados,o que nao fazia grande efeito sob elas,decidi ajudar,mas uma apareceu em meu caminho e molhou minha mao esquerda,apenas sobrou meu escudo e minha armadura,ja minha Kunai na mao esquerda sendo destruida com o acido daquela gosma,soltei runas de morte subita,quando ela sugou a carga da runa,tirei minha mao de la e subi as escadas"Agora ja esta tarde demais-pensei-"
As gosmas começavam a sugar meu corpo,minha armadura torrando e meus equipamentos sendo vaporisados,quando vi um grande vaso com listras amarelas,era minha salvaçao,peguei um vaso e carreguei uma runa de morte subita,as gosmas sugavam ela enquanto eu peguei o vaso e peguei uma boa parte de seu liquido,fazendo com que elas virem apenas veneno,fui ajudar Draco,que corria e soltava,por vez,runas de bola de fogo gigantes,mas logo foi atacado por uma gosma que estava atraz dele
Com o vazo que estava em minhas maos,fiz o mesmo com as outras gosmas e funcionou,nao sobrou nenhum tipo de gosma,apenas seu liquido venenoso dentro do vaso,continuei o caminho;depois de um longo tempo de caminhada,perguntei:
-Qual sua pericia com magia???
-Tenho certeza que esta muito alta,treinei muito com Marvik
-Tenho um presente para voce-mostrei a Varinha da luz lunar que guardei-espero que goste
Draco assionou com a cabeça,com certeza havia gostado,ou melhor,nunca viu,mas com certeza Marvik lhe contou sobre suas existencias,fora criado a pouco tempo,a armada de Edron que fez para auxiliar os magos e druidas
Ja haviamos passado pela casa deformada e estavamos em um solo seco,sem o menor sinal de vida,estavamos proximos ao campo das amazonas,assim fiquei em alerta e em posiçao de defesa,para que nao roubem nosso ouro
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talvez amanha eu poste meu cap, eu até tenho ele pronto, mas não fico legal e daqui a poco eu vo te que sair..
continuem postando suas histórias..
mais uma coisa aqui, não fiquem muito no mundo do tibia, invente armas histórias, magias, cidades, acontecimentos e etc.. (isso se quiserem)
abraços~ :king:
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sim, também acho que não devemos ficar muito no mundo e tibia... pois não sabemos se só xitem mesmo todos aqueles equipamentos ou exitem mais...
@GOD Kakaroto
cara, não use palavras em incles, como o meu cajado vulcanico, estava me dirigindo a volcanic rod... moonlight rod seria cajado do brilho da lua... e não coloque nivel de magia, coloque assim : como esta sua pericia com magias Draco? está muito boa! treino-a quase todos os dias de minha vida...
fica bem melhor assim não? pois é confuso colocar nivel de magia...
amanha ja posto o meu cap, tinha um aqui pronto, mais modificarei ele por causa do post de GOD Kakaroto, amanha de manha eu ja postarei. aguardem!!
Sem mais, Draco