toma cuidado, Drago hehe!!:riso:
bom, mais um otimo cap, Manteiga!!:)
bem, num tenho mais o q falar, a não ser:
ESPERANDO PRÓXIMO CAP
até mais...
PS: viva, consegui entrar no forum. esqueci a antiga senha! :/
Versão Imprimível
toma cuidado, Drago hehe!!:riso:
bom, mais um otimo cap, Manteiga!!:)
bem, num tenho mais o q falar, a não ser:
ESPERANDO PRÓXIMO CAP
até mais...
PS: viva, consegui entrar no forum. esqueci a antiga senha! :/
Ótimo capítulo ! ^^
- Esperando próximo capítulo.
=;]
Cara, gostei muito da sua história.
Bem escrita, com um enredo bem interessante.
Boa sorte, e parabéns.
opa é manteiga axo que o destino me fez novamente mais uma de suas estórias<nen vo comentar a tirada em meu ultimo post em elementalis>
adorei como sempre passei 2 dias para lê-la completamente mais te digo ganhaste um novo leitor \0/
15 dias sem nada de novo capitulo :(
Lamento o atraso =D
Capítulo XVIIIA brisa gelada das calmas manhãs de inverno se tornara uma nevasca assassina no meio da cidade. A neve que cobri as ruas agora era uma montanha branca! E a chuva fina que lavava as dores das pessoas agora. Literalmente, as lavava...
Teia de Sentimentos
Onde brevemente se narra sobre longas horas de confusão.
E tudo isso combinado com o stress gerado pela festa de fechar as estações criava um clima tenso no ar. E isso não era diferente no Salão Sangrento. Como poderia? Ders estava doida com os preparativos para a festa. Qualquer um que cruzasse seu caminho ela botava trabalhar.
Mas todo esse esforço estava valendo a pena. O casarão estava cada vez mais belo e ornamentado. Um colírio para os olhos. Mas Ders não se acalmava. Pelo contrário. Cada nova tapeçaria pendurada na parede era sinônima de mais stress para a próxima.
Por isso eu e Ama saímos de fininho no meio da tarde para correr até Thais. E também porque não estávamos com a mínima vontade de limpar os banheiros com um leve odor de fezes. Com certeza, Ders já notara e a essa altura já devia estar tiririca da vida...
Eu e Ama estávamos no “parque” da cidade. Se é que dava pra chamar uma porção de grama com uma ou outra árvore ao lado do salão de jogos um parque. Sentamos-nos em um banco simples de madeira em frente a um caminho de cascalho que atravessava o parque. Bem em nossa frente, havia a bela visão de uma fonte de pedra com água. Água congelada. Tudo isso combinado com a neve criava um clima romântico que eu adorava.
Eu estava usando meu típico uniforme “antifrio”: Aquele sobretudo verde e as luvas verdes como o gorro. Coisa simples. Já Ama estava irresistível! Trajava um casaco amarelo sobre um suéter rosa com desenhos de corações vermelhos. Também usava uma calça de lã rosa como o gorro em sua cabeça.
Olhei em seus olhos e a beijei. Não pude me conter. Mas depois do beijo, ela riu. Muito. Até demais. Ela estava se estourando de tanto rir!
- Que foi? Eu sou tão feio assim? – Perguntei ligeiramente preocupado.
- Não seu besta! Você é lindo – Ela disse entre uma risada e outra.
- Então está rindo de que?
- E eu sei lá! É sua companhia... Faz-me ao bem que me da vontade de rir – E ela continuou a rir.
- Ahh... Vou considerar isso um elogio... Eu acho... – Falei, entrando nesse clima de risos.
Estávamos tão distraídos que nem percebemos a forma sorrateira descer ao esgoto.
***
A Sala da Nova Thais era um abrigo subterrâneo construído na época da guerra contra Ulderek e serviu de esconderijo para as maiores mentes de Thais. Hoje, o maldito lugar era apenas uma sala escondida com entulho pra tudo que é lado. Mas ainda servia de abrigo.
O bispo Zivrid sabia bem disso. Por isso estava ali. Eu devia ser pago pra isso! Pensou Zivrid. Sua batina se arrastava pela lama repulsiva dos esgotos.
- Toda essa falta de higiene só para um mapa! – Zivrid praguejou alto, assustando uns morcegos que dormiam por ali.
Depois de um tempo, ele chegou até a costumeira parede acidentada. Tateou nos arredores em busca da chave. Logo a encontrou e quebrou o código. Se não fossem as reformas que a TBI fez, seria impossível entrar ali.
A sala era circular. Tinha um piso de madeira podre, paredes repletas de mofo e um leve cheiro de ratos mortos. Recostadas às paredes, havia enormes estantes de bambu carregadas de livros com formas e cores diferentes. No centro da sala, sobre um tapete de pele de urso branco, havia uma enorme mesa quadrada e quatro sofás verdes.
- Espero que esteja aqui – Zivrid pensou alto.
***
Quilômetros e quilômetros dali, Ele arrastou sua capa pela sala. O cheiro de sangue era insuportável. Virava-se em todas as direções, preocupado. Onde estaria Zivrid com o mapa?
Ele nem podia acreditar. O caminho para a cidade! O maldito caminho estava no maldito mapa na maldita Sala da Nova Thais. Mas Ele confiava em Zivrid. Principalmente depois que Zivrid enviou aquela carta para a garota. Agora ela estava em algum canto de Thais.
O frio penetrava pelas janelas. Ele precisaria sair logo. Tirou sua capa e tateou as cegas pelo casaco. Depois, desceu as escadarias e saiu pela porta, para o campo. Virou-se e viu a placa de madeira que indicava seu esconderijo até então.
CASA DA ROSA VERMELHA
***
Ders estava uma pilha de nervos. Dava até pra ver a nuvem negra soltando raios sobre sua cabeça. Druid tentou acalmá-la com uma xícara de chá de capim cidreira fumegante. Depois ele que teve de limpar os cacos da xícara no chão.
Eu e Ama já tínhamos retornado ao Salão, e estávamos escondidos no quarta de Alia com ela e Sam.
- Eu vou me matar – Recitava Alia – Se aquela doida me puser lavar pratos de novo, ela morre!
- Calma – Dizia Sam – Ela até tem razão... Isso aqui está uma zona.
- Até você se uniu com a jararaca? – Praguejou Ama – Esse mundo está perdido!
- Gente sem neura! – Eu disse me sentando na cama. Algo pinicou ao meu lado. Peguei e vi um bilhete.
- Me dá isso – Sussurrou Alia para mim ao ver o bilhete em minhas mãos.
- Por quê? – Eu disse rindo. Desdobrei o bilhete e passei a ler em voz alta – “Querido Zeffyx...” Nossa! Que apimentado...
- Me devolve – Gritou Alia corando.
- Parece que você tem umas fantasias com ele... Alguém aqui é de menor? – Comentei checando linhas à frente.
- Seu merda! – gritou Alia emburrada.
- Calma, é só brincadeira!
- Não achei graça nenhuma!
- Problema seu... – Disse lhe devolvendo o bilhete – Vá falar com seu “Zeffyxinhu”.
Alia corou fortemente e saiu porta a fora. E eu mal imaginava que aquele forte sentimento que ela sentia por ele iria salvar minha vida no futuro.
***
Em meio a penumbra, Zivrid tateou na mesa. Suas mãos tocaram um pergaminho enrolado e ele sorriu.
- Utevo Vis Lux – Ele murmurou. A sala se encheu de luz. E ele desdobrou o pergaminho. Sorriu mais ainda.
Citação:
Não ficou lá essas coisas, mas e importante :)
A role playing está muito boa...Espero que continue...
Depois de uma passada na minha...Só entrar no link da minha assinatura...
Ótimo capítulo! xD
muuuuuuuito massa, Manteiga!:D
muitos mistérios agora, bom...
bom, esperando próximo cap
até mais...
Atualizando minha gente =D
Capítulo muuuuuuuuuuuuuuito importante! Graças a ele, ocorre uma coisa que desencadeia uma coisa muito maior e cretina u.u
Capítulo XIX
Vendo e Ouvindo
Onde Ele arma seu próximo golpe, Bruno reaparece e Ders ouve mais do que deveria...
O clima de tensão ainda permanecia no ar. Mas isso se devia ao fato da festa de fechar as estações estar próxima. Pra falar a verdade, ela seria amanhã. E quando se tem menos de 24h para fazer algo, é de costume colocar um esforço sobre-humano nas suas atividades.
Pois é, parece que Ders de Candia não foi avisada disso. Apesar de ser noite, penúltimo dia da estação e um dia que prometia nevascas intensas, a doida deu um jeito de reunir os três novamente. Como sempre.
Ders estava sentada em um banco da Praça de Thais. Quieta. Pensativa. Se encolhia em seu casaco púrpura, na fútil tentativa de escapar do frio. Um ruído discreto chamou sua atenção. O ruído ia ficando mais contínuo e forte à medida que se aproximava. Definitivamente, eram passos.
- Já achei que não iria vê-lo aqui hoje – Disse Ders, brincando com o cabelo – Então Mike, como vai?
- Em primeiro lugar, meu nome é Mi! – Praguejou ele, tornando-se nítido em meio as trevas – Vou bem, obrigado.
Ders encarou Mi. Ele parecia procurar alguma coisa. Virava-se para todos os lados em busca de algo.
- Druid ainda não chegou. Se é isso que você procura Mike.
- Pare de me chamar assim. E onde ele se meteu?
- Pra falar a verdade, eu estava aqui bem antes de vocês – Disse uma voz vinda do bar do Frodo, do outro lado da rua. Druid de Candia saiu pela porta e sorriu em frente aos amigos.
- Devemos ser breves.
- Naturalmente – Disse Ders. Virou-se e passou a encarar Mi – Então, conseguiu alguma coisa nessa sua viagem?
- Claro! – Disse Mi, animado – Sabe, tenho algumas poucas informações sobre o bispo.
- O bispo? – Falaram Druid e Ders ao mesmo tempo, pasmos – Fala!
- Parece que seu nome é Zivriddinoes Khraktônios Ptalohwe – Disse Mi consultando uma folha em seu bolso – O bispo Zivrid. Ele é visto perambulando por Thais a noite. Com freqüência.
- E daí? – Pediu Druid.
- E daí que da última vez que ele foi tão visto assim houve uma praga de ratos mutantes – Terminou Mi – Temo que ele esteja tramando alguma...
- Não me venha com asneiras Mi – Disse Ders, ficando em pé – Até onde sabemos, Zivrid obedece a alguém. Fala-se em Venore que cinco primaveras atrás ele foi visto na taverna com um homem todo de preto. O “mestre” dele, ao que tudo indica.
- Que seja.
- Temos que ser rápidos. Precisamos pegar esse cara antes que faça sei lá o que ele quer – Disse Druid – Só sei que se ele concretizar seus objetivos, coisa boa não vai acontecer!
- Tudo bem – Disse Ders – Mi, tente encontrar uns dados desse Zivrid. Druid continue com buscas na procura desse cara. Eu vou vigiar essa cidade - Ders encarou diretamente uma janela no segundo andar do bar do Frodo e piscou.
***
Escondido atrás de uma janela em um quarto no segundo andar do bar de Frodo, Zivrid observava os três vultos conversarem. Não podia ouvir o que diziam, só sabia que não era nada bom.
Zivrid correu até a escadaria e a desceu. Uma pontada de luxúria tomou conta de seu corpo e ele não resistiu. Tirou o pergaminho da batina e o leu. Certamente seu mestre ficaria muito feliz com aquilo. Zivrid guardou o mapa e saiu pela porta dos fundos, com destino à Baixa Thais.
***
O dia seguinte amanheceu ensolarado. O dia prometia ser perfeito! Eu estava doido para correr até os campos caçar, correr, aproveitar esse Sol. Mas para minha alegria, Druid tinha programado uma seção de treino para hoje.
Ele estava recostado à parede sul do Salão segurando um mochila que parecia levemente pesada. Eu caminhei até ele, lutando contra a neve. No que fiquei a uns dez metros de distância dele, Druid me jogou a mochila que atingiu-me a cara. Caiu um tombo lindo.
Pude ouvir Druid rindo alto.
- Vamos seu molenga – Ele gritava – Quero ver sua mira!
- Mira?
- É seu lerdo – Ele apontou para um boneco de panos, sujo e remendado suspenso no ar quinze metros sobre a cabeça dele – Atinja o boneco e o faça cair! Quero ver seu poder.
Minha vontade era de atirar nele, não no boneco. Encarei aquela coisa flutuante por um momento e cai na gargalhada.
- Esse boneco foi feito com as almofadas do quarto da Ders?
- Claro que não Drago. Agora apura.
Bom. Se aquelas não eram as almofadas de Ders, qual seria a explicação do nome “Ders” rosa bordado em uma delas?
Mas já era hora de acabar com aquilo. Abri a mochila e tirei uma runa vermelha, com um circulo negro marcado. Uma grande bola de fogo. Mirei o tiro bem nas fuças do boneco e disparei. E nem me toquei da grande bosta que eu havia feito. A bola de fogo passou rente à cara do boneco. Mas não o atingiu. Atingiu o quarto de Samuca. Que estava exatamente atrás dele.
***
- SEU IRRESPONSÁVEL! – Gritou Ders, fora de si – DRUID SUA BESTA! QUE IDÉIA FOI ESSA?
- Mas é que eu... – A voz dele parecia um sussurro
- POR CULPA DESSA SUA IDÉIA DE GERICO EU ESTOU SEM ALMOFADAS E TODAS AS COISAS DO SAM FORAM CARBONIZADAS!
- Na verdade eu tirei tudo quando limpei – Cochichou Alia no meu ouvido.
- COMO VAI SER HEIN? ESSA REFORMA VAI CUSTAR CARO, SABIA? E O SAM, ONDE VAI DORMIR?
- Ders, calma – Druid falou tranquilamente – Como foi o Drago que disparou, acho que o Sam podia dormir no quarto com ele, sei lá...
- ÓTIMO ENTÃO. Agora vamos descer e comemorar o fim das estações CIVILIZADAMENTE.
***
Nas entranhas da Baixa Thais, Zivrid escolheu certa porta de madeira para bater. Levara dias para descobrir que a porta que ele procurava era essa. Bateu três vezes até ser atendido. Quando a porta foi aberta, um homem alto, moreno, forte, de porte desajeitado e cara quadrado apareceu.
- Olá Bruno. Quanto tempo não? Onde você esteve?
***
A Casa da Rosa Vermelha estava misteriosamente silenciosa naquele momento. Ele estava encostado em uma parede, lendo um pergaminho que chegara pelo correio. O mapa. Ele sorriu. Com esse mapinha de nada, Ele poderia concretizar seu próximo passo.
- Tibianus me aguarde – Disse Ele, rindo.
***
Enfim, era o primeiro dia de uma nova estação. A comemoração no Hall fora muito intensa e animada, apesar de tudo. A festa durou até as matinas, quando Ders teve um ataque obrigando todo mundo à ir dormir.
Sam já estava instalado em meu quarto. Ele estava na minha querida e confortável cama, quase dormindo, e eu estava em uma cama de armar dura. Lendo.
- Posso te falar uma coisa? – Falou Sam, do nada.
- Erm... Claro... O que é?
- Você sabe controlar seus sentimentos?
- Como assim?
- Sabe, ocultar, controlar. Conter.
- Por que você ta me pedindo isso?
- Se eu te dissesse um segredo, você iria acreditar e não contar pra ninguém?
Enquanto isso, Ders subia as escadas animadamente. Sua camisola branca arrastava-se no chão. Ela quase tropeçava nela. E foi num desses tropeços, que Ders parou em frente a um quarto. A porta estava entreaberta e o quarto iluminado.
Ders não pôde se conter e se apoiou na parede, encostando o rosto da parte aberta da porta. Ela viu Drago Aaril e Samuel Hunter conversando. E não só isso: Ela podia ouvir!
- Pode falar – Disse Drago, fechando o livro que lia.
- Sabe... Desde que eu conheci a Ders, cinco anos atrás, nós somos bons amigos, certo? – Ders ouviu Sam falar.
- É.
- E se eu te falasse que o que eu sinto por ela não é apenas amizade?
- Eu ficaria surpreso. Você jamais me passou essa impressão.
- Pois é. Mas acontece que eu não sei o que fazer.
- Como assim, não me diga que essa suposição é verdade?
- É sim Drago. Eu amo a Ders!
***
Do lado de fora, Ders derrubou sua caneca de leite quente. Provocando um baque muito alto. Virou-se e saiu correndo escada a baixo, desesperada. Isso não poderia estar acontecendo! Não! Só ia piorar as coisas!
Ders corria pelos corredores sem destino. Tem que haver outra explicação pra aqueles olhares todos dele! Ders ia correndo mais e mais. E então, depois da negação, veio a luz. Essa era a brecha perfeita.
Citação:
Espero que gostem
gostei claro, ela realmente esta na corda bamba e a propósito manteiga tem alguns errinhos de digitação que vc comeu alguns palavras da uma re-lida no texto e tira assim ficará ótimo