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Bem galera, agora eu to sendo muito mal, vejam porque:
A Windsinger.
Ao apanhar a arma, algo de mágico aconteceu, dois pontos faiscantes, coloridos em tons esverdeados, percorreram todo o meu corpo, como se, a arma havia me escolhido! Após, a grande ‘platéia’ aplaudiu, soltou alguns ‘Yupi!’, nada de mais. Após um dia de treino, pois precisava conhecer o instrumento de guerra, após dominar vários golpes, sejam eles com a lâmina ou com o bastão, pois a arma era, basicamente um bastão, seguido de uma lâmina de ferro esverdeado na ponta. Fui durmir e quando acordei, vesti o traje de batalha, por precaução, e não era pra menos, ouvi uma trombeta, o som era muito grave, tremia a terra de tão intenso, ouvi gritos:
- PE WARIBIWÉFOIKPE WEDEZOYÚ YUZOYUSYYULIKYPE!
Ao ouvir aquilo, corri imediatamente para as torres do castelo, onde ficavam os arqueiros, dava para ver a grande distância do exército inimigo, minha irmã foi logo correr para os seus aposentos. Quando o exército estava pronto para atacar:
- WEDEBIWEFOWERI!
E contei a eles a minha tática, aos gritos, pois o castelo devia ter mais de dez metros de altura. Ao meu sinal mandei eles atacarem, sabia de uma falha, que era proposital, o exército inimigo estava a porta do castelo, quando fui para a parte mais ao sul da torre, e corri, pulei daquela altura
- YAHOOOOOOOOOO!
Mas alguns segundos depois:
- FERROOOOOOOOOOO!!!!
Dica 1 de 27 sobre a nova língua:
Cada letra corresponde a uma silaba, ou melhor, um conjunto letra + consoante ou vice-versa.
Por exemplo:
K = Qo;
R = Iq.
A acentuação ocorre da mesma forma que no português, isso é, se um Ye for uma vogal, com acento agudo ela ficará Yé, com circunflexo, idem.
E as palavras são formadas assim, nesse exemplo:
A palavra é babaca, com:
A=Ri
B=Ge
C=Di
Então, ficaria assim:
Babaca = Gerigeridiri.
E tem mais coisas por ai!
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Ae galera, capítulo curto pra deixar suspense e esse capítulo é muito fundamental para o resto da trama... E agora, vai ter GUERRA!!! YAHOOOOOOOOOOOOO!
Capítulo II – O pacto
Pular daquela altura gigantesca de aparentemente dez metros será que sairei vivo disso? Fechei os olhos, esperando o futuro, ou melhor, o destino decidir, ao tocar o chão, seja eu em forma de espírito ou de corpo físico, toquei-o, senti sua temperatura, estava morno, era bastante áspero, acinzentado, havia quatro grandes pilastras no local onde estava, observava também alguns soldados, alguns em armaduras negras, outros, montados em cavalos, mas a maioria estava usando uma armadura branca. Levantei-me, observava a cena com mais detalhes, alguns soldados haviam AMORTECIDO A MINHA QUEDA para o minha surpresa, se fosse contar, seriam uns dois nos cavalos, outros dois de infantaria negra e mais seis de branca, puxei a Windsinger da roda de armas, mas, o que era essa roda de armas? Ela era um equipamento dos cavaleiros oficiais, ela suportava até oito armas e as armas ocupavam o mesmo lugar sempre.
Iniciei usando a minha bardiche para cortes verticais, ouviu-se alguns gritos de dor, e os soldados me atacaram...
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Que pena, sem comentários ou críticas, mas vai assim mesmo! Continuação do capítulo 2!
“a coisa fico feia!”, cortando mais uma vez, meus inimigos diagonalmente, sentido direita superior-esquerda inferior:
- MORRAM DESGRAÇADOS! NINGUEM TOCARÁ NA MINHA IRMÂ! – Berrei – OLHO DA TEMPESTADE!
Um tornado pequeno é criado, colocando-me sobre uma ‘aura’ de vento, simplesmente corri para os meus adversários! Preparei-me para uma forte investida, mas, algum ser vivo miserável me atacou pelas costas:
- Isso não vai ficar assim! Não mesmo!
Com fúria imbuída, parti meu inimigo ao meio com golpe veloz. Agora, vieram os cavaleiros, investindo diretamente, rolei para esquerda e provoquei um grande e profundo corte no cavalo, matando-o, e aquele maldito lanceiro continuavam vivo, parti a lança em dois cortei a sua cabeça. :
- Na na ni na ni na não, nada de golpes por trás! Covardes! – Acertando meu oponente com a traseira da arma, e com um rápido movimento, cortei aquele otário.
- Senhor, os guardas imperiais quebraram os portões. ELES ESTÂO ENTRANDO NO CASTELO!
E corri para os portões de 4 metros de altura, para impedi-los...
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ae Curiox, legal, gostei ^^.
Num tenho muito o q fala, a historia ta boa enredo bom etc.
flws
Passa no meu
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Obrigado Fawetu, novamente, e aqui mais uma parte!
Ao chegar ao local, lá estavam os guardas imperiais, eles eram gigantes, usavam escudos quase do mesmo tamanho tinham uma armadura muito pesada e resistente, uma espada grossa e muito pesada e não eram fáceis de morrer. A coisa estava preta. Eu tinha vantagem na velocidade, era mais rápido, mas era menos resistente. A luta seria dura, pois era um par contra eu, um reles mortal, contra dois monstros! Não tinha problema, parti pra cima deles.
Comecei com um corte horizontal, sentido esquerda-direita nos meus gigantescos inimigos, e um deles atacou, aquela gigantesca espada, acertou meu corpo com uma força tremenda, não apenas cortando, mas perfurando também! Estava com um machucado bem critico, a única pancada foi bem forte em ambos :
- Acho que tá na hora... OLHO DA TEMPESTADE!
E mais uma vez, um tornado foi criado, os dois otários ‘levantaram vôo’ com esse ataque, e deixei o bardiche no meio do lugar onde um caiu, morreu. Faltava um, este havia levantado e se recuperado e pronto para mais um embate.
- Eu definitivamente, o admiro – o guarda se aproxima – admiro muito – aproxima-se ainda mais – por ser tão idiota! – e o guarda novamente caiu de costas.
- Que ótimo! – enfiei a lança no maldito escudo, que ficou preso. – Xi, ferro!
Corri para um dos blocos dos inimigos, arranjei uma espada e a peguei emprestada, corri para o inimigo, consegui destraí-lo e recapturar a arma, acertei o coração com o bardiche e o matei, e algo místico aconteceu.
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boa como sempre Curiox, continua ae.
passa nos meus
FLW
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Valeu Sacul, eu não me importo com coments, só quero uma história boa e 'gostosa' de ler. ;) E para os santos comentaristas, olha o presentinho:
A arma começou a brilhar muito forte, fechei os olhos, quando dei por mim, a luz havia cessado, e a lâmina da Windsinger havia se modificado! Cresceu em sentido horizontal, algo como se criasse uma ondulação. Ela estava em sua segunda forma! (Haviam quatro)
Usei a chave no portão, que se destrancou e achei outra criatura mística. Me lembro do passado negro, da morte dos meus pais, na verdade, foram um dragão branco e uma quimera vermelha que os mataram, e adivinha o que tinha logo na minha cara? UMA QUIMERA! Ela estava acorrentada, presa ao chão, com flechas em seu corpo. Sua cabeça de leão estava sangrando, seu corpo de cabra, também e sua cauda de dragão, idêntico. Começamos um dialogo, ela estava quase morta:
- E então, quimera, está pronta para morrer?
- Mate-me, se quiser, mas você nunca poderá sujar minha alma, humano tolo.
- Certo... – ando um pouco, pensativo – então te proponho um pacto.
- O que?
- Um pacto! Não tem outro jeito!
- Hmph, o que faz útil um pacto comigo?
- Útil ou não, eu desejo viver. E então, sua resposta...?
E de repente, um ataque!
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ta mto bom tio Curiox continua.
vo fazer algo q mais ninguem aguenta:
PASSA NOS MEUS
flw tiozão
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Pros felizes que comentaram. Gente comenta se não eu paro, os cometários são o combustível da história.
Cerca de trinta e seis soldados entraram em nove grupos de quatro, compostos por três esbranquiçados e por um comandante, enegrecido.
- VÃO DEVOLTA PRO INFERNO, SUAS HIENAS! – Bradei, atacando um inimigo.
Eles tinham uma esquema tático, estavam na defensiva e atacavam quando eu menos esperava, e isso algumas vezes era interrompido graças ao bardiche, mas a situação podia ficar pior, e tornou-se, após eliminar os grupos, no total de quatro, mais quatro inimigos apareceram, dois guardas imperiais de cada lado:
- Que maravilha, ninguém quer minha família viva, querem me matar e assassinar minha irmã... Mas as coisas não vão ficar assim!
E parti para o portão norte, para enfrentar uma das duplas imperiais!