Postado originalmente por
Xinshon
Joe ainda não percebeu que a massa que está comemorando são os jovens até 25 anos que cresceram na lavagem cerebral ideológica e que o movimento separatista do sul, apesar de pequeno, foi um dos que fez a movimentação política em 2018 para eleição de Bolsonaro.
Intervenção militar está na mesa sim, a questão é como será a movimentação dos próximos dias para ganhar força ou não. Hoje, a chance é baixa, entretanto basta um estopim factual para virar o tabuleiro a favor.
Se tirarmos um recorte dos últimos dois anos, a sensação era de que a classe militar havia se afastado do presidente, só que as eleições provaram o contrário, basta ver a distribuição daqueles que se pareciam tentar desvincular do presidente eleitos em estados estratégicos como o Morão e o Marcos Pontes e o próprio evento de fiscalização ontem realizado principalmente pela PRF, mas também com auxílio do exército.
Em eventual segundo mandato, haveria um reajuste na ordem de 38% para carreiras policiais e a manutenção do teto dúplex para militares, benéfico as classes altas das forças armadas e que será atacado por petistas.