"ótimamente ótimo!!!" :P
você tem razão... a mistura de várias histórias é que dá um toque especial ao roleplay deixando-o legal e interessante
não demora muito pra posta o outro ;)
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"ótimamente ótimo!!!" :P
você tem razão... a mistura de várias histórias é que dá um toque especial ao roleplay deixando-o legal e interessante
não demora muito pra posta o outro ;)
ta massa! como o cara acima disse " a mistura de várias histórias é que dá um toque especial ao roleplay deixando-o legal e interessante " comenta la no meu!
http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=68489
Eu ti amo !!!
Você sim tem compromisso !!
Você sim !!
puff puff
Adorei !!
Ótimo !!
Muito bom teu roleplay cara !!
Continue assim !!
Flw awe
[Histerical ?Mode]AAAAHHH!! CONTINUA!!! PELAMORDEDEUS!! VC ME VICIOU!!![/Histerical ?Mode]
Meu Deus... tá muito bom, mas vc deveria colocar outra entidade, pq os Iluminatti n são bonzinhos não... Quem sabe a própria Igreja Católica...?
Dous poucos roleplays que leio esse foi um dos melhorews.cara realmente da continuidade a essa historia e continue...fikou bom ...
fws
Capítulo 13
O agouro apocalíptico
Os três haviam estacado, estarrecidos com a visão. O que motivara aquele homem a acabar com a própria vida? Seria uma cilada da Maleficus ou a terrível verdade? Se qualquer forma, a melhor saída para tudo aquilo era enfrentar a Maleficus. Afinal, o objetivo dos garotos era impedir um novo colapso, e para isso precisavam sobreviver. Não conseguia aceitar a idéia de que eles próprios eram a última chave que abriririam as portas do inferno.
- Não há mais nada para vermos aqui... - falou baixo Flamareon, tampando a vista da pequena garota para que não visse nada.
E logo os três dirigiram-se aos ex-reféns que choravam em notório sinal de desespero. Os dois garotos abraçaram seus parentes com toda força. Os olhos marejados de lágrimas, não de tristeza ou de ódio, mas de profunda felicidade.
- Minha irmã! - Exclamou abafadamente Flamareon, que ainda abraçava a garota e apoiava o rosto em seu ombro. - Nunca me perdoaria se algo lhe acontecesse!
Kalindir dava um abraço no pai, alegre por tê-lo de volta e por tudo ter acabado bem.
Após vários abraços e lágrimas derramadas, os cinco finalmente dirigiam-se para a saída, mas antes que pudessem sair, um frio gélido e descomunal se alastrou pelo antes caloroso salão. As luzes haviam sido cortadas e somente o mais profundo breu imperava no recinto. E mais uma vez, a conhecida sensação de medo havia impregnado seus corpos como uma peçonha pestilenta e letal. Mas a sensação que sentiam agora, nada se comparava com aquela que ele e Flamareon haviam sentido na escola e na mansão Illuminati. Dessa vez, ele sentia o cheiro da morte impregnando o ar, o agouro da destruição sussurando seu ouvido e o fruto da discórdia brotando em suas mentes.
- Este sim, é o verdadeiro poder de um descendente dos Maleficus de noventa e nove eclipses solares atrás. -disse ele, erguendo a cabeça.
Passos lentos e compassados ecoavam no salão em direção a eles. Logo os três trataram de usar a invisibilidade, mas sentiam-se perdido em meio toda aquela escuridão. Tudo que enchergavam era breu, e nada mais.
E logo uma energia extremamente negativa aparecia diante de seus olhos, uma energia negra radiante que emanava de um ser encapuzado, com longas vestes negras e olhos escarlates cintilantes, como duas estrelas da morte pressagiando a morte eminente. E daquele ser, irrompeu uma voz fria e cruel.
- Não se preocupem, logo eles serão libertados. - disse a voz. - Basta vir até o Templo Negro das Ilhas Kaiman.
E uma risada diabólica ecoou e ribombou pelas paredes do aposento. Era uma risada de prazer, como se a melhor coisa do mundo estivesse prestes a acontecer. Os dois não pestanejaram, o que será que queriam dizer com "eles logo serão libertados?". A resposta logo foi dada. Repentinamente toda a luz voltou, cegando-os momentamente e haviam percebido que Luciana e Hernandez haviam sumido. Os dois ainda não acreditavam na idéia de outro seqüestro e logo trataram de chamar os dois em voz alta.
(CONTINUA...)
Mto bom, vc manuseia mto bem as palavras, gostei bastante msm
mais, mais, mais, mais, mais... meu deus, tá muito bom! só acho que você deveria (eh, repeteco xD) trocar os Iluminatti por outra organização...
nossa cara... está ficando muito bom!
tomara que o novo capítulo chegue logo :riso:
só pra sabe, aquele poder que a guria tem de se fundir com outras coisas você tirou de algum desenho(Lince Negra dos X-Men), de algum anime(Full Metal Alchemist, tem 1 guri que pode se fundir com os objetos e tudo mais) ou você mesmo inventou??
bom... é isso e continua viu
Os dois mostravam-se extremamente anciosos com tudo aquilo, mas Flamareon demonstrava claramente que compreendia tudo.Citação:
Não, a habilidade da Valkiria foi invenção minha mesmo. Não me inspirei em nada.
- Não há mais nada que possamos fazer, Kal. Eles se foram - disse o jovem, com a cabeça baixa. - Vamos aguardar que o dia chegue e que a batalha se inicie. E que os céus nos protejam... - concluiu, absorto em pensamentos.
Finalmente os três haviam chegado na mansão, após uma noite estafante e cansativa. Sabiam que o desespero não surtiria efeito algum a essa altura. Acalmaram-se e deram início a uma longa e duradoura seção de treinamento. Mas a mente de Kalindir refletia sobre o que aquele estranho homem havia dito nos últimos dias. Temia que aquela fosse a pavorosa verdade e de que enfrentar uma seita tão poderosa quanto a Maleficus seria caminhar em direção a morte. Em contrapartida pensava que aquilo poderia ser uma grande conspiração contra a Illuminati, afim de impedir qualquer interrupção que pudesse ruir seus planos.
- O que está pensando? - indagou o amigo a ele. - Notei que esses dias você anda muito preocupado e gostaria de saber. É a respeito de seu pai? Se for, não se preocupe, conseguimos uma vez, certo? Podemos conseguir de novo.
- Não é isso... é sobre aquele sujeito...
- Pensei que este assunto já houvesse sido resolvido. - disse Flamareon decidido. - Eles amaldiçoaram a pequena Valkiria para nos matar. Usou de nossa própria força para nos destruir! E ainda teve a ousadia de pedir que nos matassemos! - fez uma breve pausa e continuou. - Só penso que esse sujeito é um seguidor da Maleficus ou em última das hipóteses um louco que sabia de mais.
- Mas... você reparou nos efeitos que se seguiram quando eles entraram aqui? Aquilo não poderia ser feito por um humano comum.
- Ah sim... poderia sim! E ainda mais se tratando de pessoas macomunadas com os Maleficus. Mas é claro que os poderes deles não chegam aos pés dos descendentes dos membros da Maleficus primordial. O mesmo vale para aquele sujeito que lhe atacou na escolar. Creio que você tenha notado a diferença de poder entre esses dois ataques e esse último.
- Então você quer dizer que...
- Quero dizer que pode ser que exista duas forças contra nós ao invés de uma, conforme pensamos inicialmente. - concluiu resoluto Flamareon.
- Mas, Flamareon. Temos que levar em conta o que o homem disse, não podemos simplesmente concluir através de provas aparentemente verdadeiras. Talvez estivessemos na hora e no lugar errado na mansão Tulivar. Quem garante que foram eles que amadiçoaram ela? Para um homem disperdiçar a vida daquele jeito, a coisa devia ser realmente séria.
- Você teria coragem de acabar com sua própria vida por causa de uma revelação que nem sabe se é verdadeira? Não confia em seu potencial? Aliás, não confia em MEU potencial? Não confia no potencial da pequena Valkiria que salvou o dia há algumas semanas atrás? Kalindir, você não confia em seus amigos? - indagou Flamareon, fitando indignado Kalindir. - Se você não acredita em nós, então não tem honra suficiente para ser um Illuminati. - Conclui Flamareon em um tom desesperançado e áspero.
(CONTINUA...)