Não de forma alguma, achei legal, mais tipo achei os 1 kras das vocações muito maus e vingativos, isso podia se aplicar so ao corc,dia o kina ia combate, mas ta ficando muito boa sua história, e encontro familiar é rox!
E isso flw!
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Não de forma alguma, achei legal, mais tipo achei os 1 kras das vocações muito maus e vingativos, isso podia se aplicar so ao corc,dia o kina ia combate, mas ta ficando muito boa sua história, e encontro familiar é rox!
E isso flw!
Magina q ta ruim. Na minha opinião (como c a minha opinião valesse alguma coisa =P) eu prefiro os caps com boa descrição, e um bom enredo sem ação. Do que os caps sem enredo, apenas com os caras se matando.
Olha to postamndu agr pq kbei d ler os cap agr :P ta bem rox....e keru o cap 8 pq a hist ta bem loka....continua assim...:)
ae pessoal, soh passei aki pra dizer pros mais ansiosos q amanha posto o proximo capitulo e eh isso
FLW
Finalmente, depois de uma semana, consegui fazer o cap 8, mas ai vai:
Cap 8 – O ataque inesperado
Era apenas sete horas da manhã. Eu ainda estava com muito sono, mas não conseguiria dormir novamente. Algo me atormentava, uma vontade me queimava por dentro. Alguém ou alguma coisa estava me chamando, eu só não savia o que.
Finalmente, depois de aproximadamente uma hora,, decidi o que eu iria fazer, e assim, talvez eu achasse a coisa que estava me chamando. Eu voltaria para a ilha dos reis, reencontrar, depois de quase 10 anos, meus amigos monges e me tornar um deles, caso me julgassem digno para isso.
Peguei um pedaço de papel velho que estava no meu criado-mudo e comecei a escrever: “Caros amigos, Escrevo esta carta para dizer que estou partindo na minha grande jornada, na qual me transformarei num monge. Talvez faça algumas outras coisinhas pelo caminho, portanto, não esperem que eu volte rápido. Levará alguns poucos anos. Se eu não voltar em 6 anos podem me considerar morto. Abraços, Gaya”
- Então ..... é isso! – falei, fechando a carta. Subi as escadas e pus ela na mesa.
Vesti minha armadura de cavaleiro, minhas calças de cavaleiro, elmo de guerreiro, escudo do vampiro e botas macias, umas botas azuis, que apesar de não defenderem nada, me faziam sentir muito bem. Estas botas eram muito raras. Eu as tinha porque eram uma herança deixada por meu pai.
Preparei minha mochila, pus nas costas e desci, para dar uma última olhada em meus amigos e em Júlia.
- Adeus amigos – falei baixinho- desejo sorte a vocês e espero ansiosamente pelo dia que nos veremos novamente. Adeus! – Então saí, derramando uma lágrima.
Quando já estava a uma certa distância de casa, olhei pra trás, e lembrei dos meus momentos com meus amigos, mas, enxugando as lágrimas, lembrei que deveria fazer aquilo, e continuei meu caminho. Não iria mais olhar pra trás!
Quando estava perto da saída de Venore, ouvi um grito, era Júlia:
-Gaya!!!!
Olhei para ela, que vinha correndo na minha direção com os olhos aguados. Nós nos abraçamos, nos beijamos, até que ela falou:
-Por quê!?!?!?! Você não precisa ir agora! Eu fiquei tão assustada quando vi que podia morrer.
-Preciso ir Júlia! É inevitável! Tenho de ir rápido. Adeus! – ela ia falar algo, mas agarrei-a e beijei-a então virei e saí correndo – Adeus!
Eu tinha saído pela saída norte da cidade, porque precisava passar por uma certa casa, que ficava perto do acampamento da amazonas.
Chegando lá, encontrei a casa exatamente como queria: destruída. Esta casa estaria sendo usada no momento, se não fosse aquele maldito terremoto ocorrido a mais de dez anos. Numa parte das ruínas havia uma escada que levava ao subsolo, mas, tive uma decepção. Eu queria entrar lá, porém havia um guarda real, que disse:
- Esta entrada está interditada, somente algumas pessoas estão autorizadas a entrar – disse ele, balançando um papel na minha frente – Me diga seu nome.
- Gaya.
- Gaya!?! – falou, assustado – Espere aí, vou descer para ver uma coisa. Já volto! Fique aí!
Achei isso muito suspeito, portanto me escondi atrás de uma parede que havia ali e fiquei esperando. O mesmo guarda subiu e perguntou alto:
-Gaya, você está ai?
-Sim, estava aqui atrás vendo o pântano
-Bom. Então continue vendo. Fique aí!
-Eu hein..... Eu vou é sair daqui. Isso tá é me cheirando a armadilha.- Então, andando, comecei a sair. Quando estava na saída da casa, ouvi a voz de um outro guarda:
-Gaya!!!
Olhei para trás, era um caçador, e estava como arco apontado para mim. Antes de eu poder sequer reagir, ele atirou uma flecha, e gritou: “EXORI CON!”. Como mágica, a flecha se dividiu em 3. Eu pulei para desviar e usei meu escudo para defender, mas uma das flechas acertou meu braço direito. Senti uma dor terrível. Aquela flecha parecia que estava derretendo meu braço
-Ahahahha! Agora você está perdido! Já que não pode me atacar! – falou, já preparando um novo ataque.
Eu realmente estava perdido. Meu braço doía muito, eu sequer conseguia mexê-lo, mas eu não desistiria. Ainda tinha muitos objetivos a cumprir na vida, e não podia morrer ali!
=( axo q naum ta muito bom, mas ta ai.....
desculpem pela falta de ação no meu rp, mas prometo q no proximo cap vai ter ação, se alguem quiser, pode me dar umas dicas de como fazer batalha, pq nunca fiz e vai ter uma ou algumas no proximo cap
eh isso
yours, Tibiri
Ta bem loka sua historia...só q nun demora mt pra posta...eu tive q le td d novu:P...tiranedu issu ta bom...flws "tibiri" :p
Kra seu ultimo cap ta muito legal! Seu jeito de escrever parece que ta mais... sei la, sei q ta rox a lot, e naum demora muito!
Tipo naum sei fazer batalha, mas tenta descreve cada passo do kra se dela( mesmo naum fazendo batalhas boas essa é minha dica).
pow pessoal....
soh dois comments :(
mais coments plx pra eu poder botar o proximo cap
mto bom esse cap,q belo momento romantico,e ao msm tempo triste :triste:,...mas agora,o gaya se ferrou,acho q a mina dele q vai salvar ele,hehe,eh só um palpite,flws,...
eu postei isso pra dizer aos que gostam do meu rp q 6ª tem novo cap