Muito obrigada pela ajuda e ao apoio de todos, mas.... AHHH calma, eu não vou dizer que vou parar de escrever a fic! USHAUHSUAHSUAHSAU
Mas enfim, vou tirar o dia hoje para upar um pouco os meus chares e estudar chibia (Tibia - Chibia, entendeu?).
Versão Imprimível
Muito obrigada pela ajuda e ao apoio de todos, mas.... AHHH calma, eu não vou dizer que vou parar de escrever a fic! USHAUHSUAHSUAHSAU
Mas enfim, vou tirar o dia hoje para upar um pouco os meus chares e estudar chibia (Tibia - Chibia, entendeu?).
boa, Masteress. Percebi q o meu livro ta seguindo bem o esquema q vc postou :)
Mto bom o site. Ta nos meus favoritos.
Chibia, marjyh? Ok né, é o seu tópico, vc pode td ;)
qro perguntar uma coisa:
as historias de roleplay tem que obrigatoriamente ser em varias partes ou uma mini historia em apenas um capitulo tbm serve?
e quanto às estrelas: como funciona isso? quem é que avalia? Porque algumas historias tem 4, 5 estrelas e outras nenhuma?
quem souber por favor responde, to pensando em escrever uma curtinha, pq tenho medo de nao conseguir continuar se começar a fazer em cap. obg ;)
Todos podem ir lá em cima e votar nas estrelas ai se eu votar 5 e alguém 1 fica na media provavelmente ira ficar com 3 e pode sim fazer historias de um capitulo manda ver ai as vezes penso em escrever alguma também mas nunca rola vlw e até +
Perdão a demora, mas enfim aqui está: O capitulo 5!!!
Enjoy =D
------------------------------------------------------------------------
Memórias de uma Knight
Capitulo V – Infortúnio.
Estavamos sentados ao redor de uma fogueira, numa parte que os campos eram extensos, por consequência a água do pântano ficava mais longe juntamente com seu cheiro, que ainda por cima era afastado pelo vento.
No entanto, era um terreno aberto, e os monstros podiam se embrenhar por entre os longos capins para se aproximar do nosso grupo sem serem percebidos.
Depois que saímos da taverna, Crucis me apresentou a alguns amigos.
-x-
- Maggy, eu achei que poderíamos precisar de ajuda em nossa aventura. – Apesar do meu sorriso falso, senti uma onda de desanimo me abater quando ele mencionou aquilo, quer dizer, não iríamos ser só eu e ele?
- Ah, claro... – Disfarcei, pigarreando para poder disfarçar meu tom desanimado. – E por acaso quem seriam?
- Heeey! – Dirigi meu olhar para o dono da voz, vendo um rapaz de pele morena, clara, bem clara, e cabelo preto curto e com as pontas meio enroladas. – Cruciiii! Vem cá meu morenão!
Arregalei os olhos ao escutar aquilo, ficando boquiaberta. Morenão?!
- Cala a boca, seu idiota. – Disse Crucis, dando um sorriso de canto, mas pude ver um leve brilho de desgosto em seus olhos.
Voltei a analisar o grupo enquanto Crucis os cumprimentava. O rapaz que chamou meu amado de “Morenão” se chamava Leaf, e era um druida. Ao lado dele estava Sarah, que permanecia com suas vestes negras, porém não deu para não notar a quantidade de lanças que ela carregava consigo, nas costas, numa espécie de aljava.
Sorri de modo terno e feliz quando vi o abraço terno entre Crucis e Chris, o que parecia ser um amigo muito querido do meu amado. Era mais alto do que ele, de pele branca, olhos castanhos claros e um cabelo castanho também, tinha um riso muito animado, era gostoso de ouvir.
- E ae, cara. – Chris bateu de leve no ombro do meu amado, que apenas sorriu de volta.
- Crucis... – Uma voz feminina e baixa se destacou, senti um frio no estomago ao ver meu amado abraçar uma garota mais baixa do que eu e beijá-la nos lábios.
Embranqueci, arregalei os olhos e engoli seco para me controlar. O mais incrível é que isso aconteceu em apenas meio segundo, afinal, no meu fundo ainda queria pensar que aquilo que vi não passava de um acidente, apesar de saber que não foi.
Meu amado ficou com o braço no ombro da garota, enquanto esta o abraçava. Era magra, morena também, mas muito mais clara. Cabelos negros até as costas e olhos negros. Usava um vestido preto com detalhes de flores em branco subindo pela cintura. Sinceramente, o rosto dela pareceu-me... Como posso dizer? “Singelo” demais, estilo princesinha mimada.
Não fui muito com a cara dela logo de primeira, mas, decidi apagar essa impressão, provavelmente eram meus ciúmes e o choque.
- Pessoal, essa daqui é a Magdalena. Ela vai caçar com agente a partir de hoje.
- Prazer... – Disse em tom baixo para todos os presentes, sorrindo para cada um e acenando de leve com a cabeça.
- Bem, vamos? – Convidou Crucis, todos concordaram.
-x-
O som do vento batendo no capim foi a única coisa que acompanhou meus sentimentos frios e doloridos.
Naquela hora da lua, já havíamos apagado a fogueira. Todos se enrolaram em suas capas em busca de conforto e abrigo do vento quase continuo da madrugada, descansando enquanto não era seu turno de fazer vigília durante a madrugada.
O turno de agora era de Leaf, o próximo de Sarah, depois seria eu, Crucis e Gabi, a namorada do meu amado.
Ao pensar nisso meu coração novamente palpitou em dor, me encolhi na escuridão da minha capa, levando a mão à boca para abafar os soluços que romperam novamente.
Aquela seria uma longa noite...
Horas se passaram, e provavelmente o próximo turno seria o meu. Apesar da dor que rompia meu coração, consegui mergulhar no mundo dos sonhos para um lugar nenhum.
Despertei com Sarah me balançando. O turno era de duas em duas horas, até o sol nascer, ou seja, às seis horas, isso acabava garantindo um sono mais duradouro para todos ali.
- Maggy, é sua vez. – Acenei de leve com a cabeça, confirmando que havia acordado, ela foi imediatamente se embrulhar e adormeceu sem demora.
Espreguicei e levantei num único pulo, para impedir que o sono abatesse novamente, coloquei a capa sobre meus ombros. Prendi o cinto da minha arma na minha cintura, ironicamente o cinto era maior do que minha cintura, o que acabava deixando a espada meio caída. Prendi meu escudo nas costas e me dirigi para um mato alto entre as pedras onde definimos que seria a vigia, afinal, proporcionava uma visão muito melhor do acampamento e da área ao redor.
Deixei a capa sobre meu escudo e cobri minha cabeça com o capuz, a cor verde escuro era muito útil para camuflagem. O céu começava a ficar em tom mais claro, o sol começava a despontar no horizonte. No fim, seria eu que iria acordar todos.
Fiz um muxoxo, sentindo o frio apertar juntamente com a fome. Algumas horas de sono depois de um jantar magro, era ótimo para me manter alerta, afinal, estava muito bem descansada, apesar de exausta emocionalmente.
O frio da manhã sempre é mais frio que a própria madrugada, para a ironia do meu destino. Mesmo com as luvas e as botas de couro, ainda podia sentir aquele frio cortante que vinha da geada. Infelizmente, minha armadura foi quase minha perdição nessa madrugada. Graças a capa e ao movimento que veio a seguir.
Graças aos meus sentidos apurados por causa do frio e ao o que eu aprendi em Rookgard, pude escutar, não muito longe do acampamento, uma voz feminina alterada, quase gritando.
Sorrateiramente, levantei-me, sentindo os músculos do meu corpo gritando de dor por causa do frio. De pé, respirei fundo e caminhei até a direção do som, que vinha de algumas poucas árvores que tinham no lugar.
Abaixada e aproveitando a penumbra que se instalou no lugar por causa do sol que ainda se aproximava, passei rapidamente por entre as árvores, segurando minha espada para que esta não batesse em minha armadura e denuncia-se minha presença.
- Crucis, eu não posso! – Pasma reconheci a voz de Gabi, apesar de curiosa, permaneci atrás da árvore, escutando. – Eu não posso ficar tanto tempo longe de casa. Minha mãe vai ficar preocupada, meu pai também, e eu tenho medo dos monstros...
- Gabi... – Começou Crucis, após um breve silêncio, sua voz estava claramente tensa, mas ele não aumentou a voz com ela. – Você não precisa ter medo. E seus pais sabem que você esta com gente que pode te proteger, mesmo você sendo uma maga.
Girei os olhos ao escutar aquele tipo de discussão entre os dois. Se ela tem medo de monstros, por que se tornou uma aventureira? Acredito que meu amado estivesse se perguntando a mesma coisa, apenas não falava por educação, tal como não gritava com ela.
Antes que os dois pudessem voltar a discutir, o som de um barco deslizando pelas águas turvas do pântano surgiu.
Esperei os dois irem à direção do som, em seguida fui atrás, para não acharem que eu tava escutando-os o tempo inteiro, caso fosse notada.
Crucis se agachou em meio a um matinho perto da água do pântano, indicou para Gabi fazer o mesmo. Eu fiquei atrás de uma árvore, observando o movimento.
Não muito longe da margem, pude reconhecer os contornos de três amazonas em um barco, uma em pé guiando o barco com uma lamparina fraca e duas remando.
Arregalei os olhos com aquilo, apesar de não conhecer muito sobre a geografia daquele continente, sabia que o acampamento das amazonas ficava bem mais ao norte, num ponto que fica entre Venore, Kazordoon, a cidade dos dwarfs, e a Fortaleza dos Orcs.
Analisei a direção que elas pegavam, calculando que elas poderiam estar se dirigindo para Shadowthorn. Mas isso ainda não me tirava da cabeça: por que e o que elas estavam fazendo ali?
Com a mente funcionando a mil, voltei para o acampamento antes que Crucis e Gabi me notassem. Já era o horário de despertar a todos.
Poucos minutos depois, Sarah já estava me xingando por ter sido acordada, Leaf já preparava uma fogueira enquanto Chris ia procurar por água potável. Eu estava sentada numa pedra grande, olhando para o horizonte enquanto ainda tentava supor alguma hipótese sobre a presença das amazonas no lugar.
- Bom dia! – Crucis chegou no lugar de jeito meio arredio ainda, ao ver Gabi se afastar de Crucis para algum outro canto, suspirei e caminhei até o encontro do meu amado.
- Tudo bem? – Perguntei preocupada; sério, ele me olhou nos olhos e acenou positivamente.
- Sim, sim...
- Aconteceu algo? – De fato, queria saber se ele estava bem, e também precisava disfarçar que não escutei a briga e que sabia a causa do mau humor dele.
- Não, nada importante. – Ele disse num tom muito mais irritado, soltou o ar do pulmão em seguida, respirando fundo.
- Venha, vamos fazer uma sopa quente e comer com pão. – O puxei delicadamente pelo braço para se aproximar do fogo, mesmo naquele frio que presenciei, ele estava incrivelmente morno, enquanto minha mão estava fria.
Sentamo-nos ao redor do fogo e ficamos a comer. Crucis estava sentado ao meu lado, Gabi estava sentada do lado de Sarah e Leaf ficava fazendo as mesmas piadinhas bobas de sempre.
- Quem diria que a Maggy sabe cozinhar! – Riu Leaf, eu ri também apesar da brincadeira.
- Cala a boca e come de uma vez. – Eu disse em meio aos risos.
Crucis respirou fundo, eu o olhei e toquei seu ombro, sorrindo. Ele me olhou.
- Vamos, coma. Temos um longo caminho, não? – Ele sorriu para mim enquanto eu oferecia uma tigela de sopa para ele.
- Sim, mas, acho que vamos ter que mudar nosso curso... – Fiz uma cara de duvida, ele deu de ombros e suspirou. – Ei, deveríamos ir para Rotworm.
Sarah, Leaf e Chris olharam para ele de modo interrogativo. Eu, que apesar de saber do motivo, em minha ignorância desconhecia o que seria o ser Rotwoorm, porém, decidi me manter calada e conhecer quando chegar a hora. Sentia que seria uma coisa... Interessante, por assim dizer. Gabi permaneceu cabisbaixa e quieta.
- Mas por quê? – Indagou Leaf com seu jeito meio afeminado. – A Maggy ainda nem viu os Orcs, como quer que ela sobreviva nos Rotwoorm?
Senti certo receio com aquilo, me perguntando que tipo de monstro abominável seria o Rotwoorm para ser pior do que um Orc. Crucis suspirou e olhou para baixo com um jeito pensativo.
- Olha... – Recomeçou ele após um longo suspiro, olhando nos olhos do Leaf. – Vocês esperam na entrada que eu vou com a Gabi de volta para Venore, lá eu vejo alguns equipamentos e itens para que a Maggy não tenha muito problema.
Senti-me feliz com a preocupação dele sobre meu bem-estar, sentindo meu peito se aquecer apesar do duro golpe que a notícia do namoro dele havia causado.
- Se é assim então. – Sarah deu de ombros, se levantando. – Te esperamos.
Crucis se levantou e despediu-se de nós quatro em seguida, chamou Gabi para perto e foram para Venore.
Depois que eles se afastaram, apagamos e disfarçamos a fogueira, colocamos novamente nossas capas e partimos para o nosso destino.
Após alguns minutos de silêncio, Leaf suspirou e recomeçou.
- Vixi, vocês viram a cara daquela menina? – Eu tive que me segurar para não rir, não podendo conter um sorriso. – Parecia que tinha chupado limão!
- Hahahaha! – Riu Sarah, fazendo uma careta. – Acho que na hora foi mais ou menos assim, né?
Nós quatro rimos, rapidamente ficando descontraídos.
Mas, meu coração pulsava de preocupação pelo estado de Crucis, seu relacionamento e o mistério das amazonas.
Coitadinha o cara já tem namorada e o mistério das amazonas o que sera que vem por ai uma batalha pra ficar na história? veja no procimo episodio neste mesmo fórum neste mesmo tópico até +
mto bom...
vc conseguiu juntar a aventura com o romance q vc adora :)
o kra tem namorada? podia jurar q ele tva dando bola pra Maggy, mas td bem... (e qdo eles se encontram da primeira vez e ela ve a vontade de beijar nos olhos dele?)
a parte da vigilia vc tirou do Rangers, né? lembrei d qdo eles se revezavam pra vigiar, e principalmente da capa de camuflagem...
acho que tem "meu amado" demais (ela ainda revira os olhos qdo ve a discussão dos otros, q é menos melosa q a narração), mas ok.
ta ótimo, apenas alguns erros tipo na hora que ela dorme "(...) para um lugar nenhum"
"lugar nenhum", apenas.
to ansioso pelo proximo Cap.
esqueci de por no comentario anterior... (pq isso sempre acontece?)
a ideia de misturar a aventura com os sentimentos e tal foi realmente mto boa, da uma originalidade enorme pra historia... deixa até mais real...
uma coisa que não sei até agora: qual a idade dos personagens? (me parece q a principal tem a sua idade, ja que vc não definiu mas nao tenho certeza...)
Leaf é gay? a parte do "morenão" não era suficiente pra fazer uma acusação dessas, mas qdo se soma isso ao fato de ele ser afeminado ja da pra desconfiar...
o nome Leaf me lembrou da série Deltora Quest (até fui na prateleira checar o nome do personagem principal: Lief)
se vc não leu acho que vale a pena pelo menos uma olhada, é uma das minhas coleções preferidas (ja faz bastante tempo que li, então nao me lembro em detalhes). Após o término da serie (sete livros) a historia ainda continua com Deltora Quest 2 e Deltora Quest 3, mas a melhor é a 1 mesmo...
voltando até a parte da musica, no cap. 2 (se nao me engando). A historia se passa em Tibia, e ela toca Megadeth?? Algo estranho aí...
acho q era isso :)
Uma história 100% focado no jogo fica até sem graça as vezes USHAUSHAU A parte do "meu amado" sei que tem demais, mas ou é isso ou é dizer "Crucis" demais. Preciso ainda pensar num jeito de melhorar isso ^^" E vou tentar procurar deixar a escrita mais limpa tambem.
E também, ainda não tenho criatividade o bastante para criar letras xD
Enfim, explicando os personagens:
Magdalena Stigma: 18 anos, conhece Crucis desde seus 14 anos, que foi a época que ele se mudou para a ilha que ela morava por causa de conflitos. Na verdade não é bem uma personagem romantica, apartir de agora vai se mostrar certos "conflitos" intimos, graças a isso, vai amadurecer e a narrativa romantica vai diminuir. Classe: Knight (Cavaleiro) (Principal)
Personalidade: Meio imatura em questão de relacionamentos e tem dificuldade para lidar com sentimentos de certa forma. As vezes é um pouco insegura, mas gosta de ser útil e nunca vê nada que seja um favor para um amigo como um incomodo (exceto quando é excessivo). Meio emotiva, mas afunda tudo o que a machuca para o fundo do coração. Com o decorrer da história, vai acabar por se tornar um pouco o contrario do que é agora. Mas, apesar de tudo, é reservada e calma, quieta também. E também detesta atitudes infantis.
Crucis Mortvia: 19 anos, spoiler, spoiler, spoiler, spoiler. :fckthat: Classe: Knight (Cavaleiro) (Principal)
Personalidade: Calmo, sereno, poderia até ser meio principe encantado USHAUSHUA, mas convenhamos que isso é um porre. Maduro e discreto de certa forma, usa piercings e tatuagens por que simplesmente se sente bem assim. E também adora preto. Popular em Venore por tocar e cantar na taverna, como tambem por ser um grande amigo, apesar de falar sempre a verdade, procura não ser brusco demais nessas horas. Detesta infantilidade, auto-desprezo e incapacidade de perceber as coisas. Porém, não percebe todas as suas capacidades e caracteristicas boas. Segue a lei antiga de hombridade e honra.
Leaf: 18 anos, e sim, ele é gay, mas as vezes tem uns ataques meio estranhos de machismo e homofobia, meio que o personagem sem noção. O nome Leaf tirei de um conhecido do antigo forum que eu participava. Classe: Driade.
Personalidade: Meio duas caras, cara de pau e imbecil. As vezes chega a causar dor de cabeça em Crucis por causa do seu jeito (tipo brincadeirinhas improprias), meio bipolar também. As vezes está rindo e do nada está querendo brigar já.
Sarah: 21 anos, no começo, eu tinha planejado faze-la como a personagem bi que iria querer agarar e Magdalena, mas depois entrou o Leaf e esqueci essa ideia. Classe: Paladin.
Personalidade: Ri das desgraças dos outros, o que acaba contagiando Crucis na maioria das vezes. É preguiçosa também e detesta ser acordada. Por algum motivo, não consegue ter um relacionamento.
Gabi: 17 anos, simplesmente a mais nova e a mais infantil ainda em atitude. Classe: Maga.
Personalidade: Insegura, se auto-despreza, dependente e não tem iniciativa, uma dependente dos pais e de Crucis, não consegue fazer praticamente nada sozinha.
Entendi nada
:megusta: