Postado originalmente por
mestre do yellow
O homem é uma das bases da sociedade. Seja por via de regra serem estoicos (famoso "homem não deve chorar, mas encarar de frente e solucionar o problema"), por seu condicionamento físico capaz de tanto prover (no que diz respeito especialmente a trabalhos que envolvam força física) e proteger (a si, a família e até terceiros em uma comunidade).
Se seguirmos na premissa que comentei a pouco de que quem prega pela maldade (seja possessão ou mau caratismo) e quer derrubar os pilares de uma sociedade organizada, tomar medidas que ataquem o homem é uma ideia até que lógica. Assim, nasce agendas, como a feminista, como de vilanizar atos tipicamente masculinos (o famoso "desculpa por ser homem") de modo a torcer e descaracterizar o máximo as virtudes masculinas.
Daria para ir até mais além, como grandes mídias de entretenimento de elogiar e incentivar o "homem cafajeste", pegador, sem se amarrar a ninguém, que abandona os filhos. Por exemplo, ver "Two and a Half Man" com esse tipo de entendimento e verá que enquanto o Alan Harper, homem tradicional, monogâmico, que seguiu o caminho normal de "apaixonar, se relacionar, casar e ter filhos", tinha personalidade de "bobalhão, sempre lhe passavam a perna, sempre casava e dava tudo errado" e o irmão, o Charlie, sem se amarrar em ninguém, bem sucedido, com boas histórias pra contar, sempre se dava bem no final.
Pense que o fruto de uma família bem estruturada é ter gerações bem estruturadas. Até tem como ser uma boa pessoa vinda de um ambiente hostil, família desestruturada, sociedade em ruínas, assim como o contrário é possível (a pessoa ter todas as chances e coisas favoráveis e vir toda errada), mas são só casos, a ideia é o geral, nisso que é a grande apostas das elites.
Mas enfim, a moral é essa, o homem é atacado por diversas frentes, a feminista é só uma de várias. Um homem "fraco e desconstruído" facilita tanto a sociedade cair, como enfraquece até forças de autodefesa de uma nação. Não a toa que em sociedades com menor influência das agendas globalistas (em geral ditaduras, que não se curvam ao globalismo apostando em seu próprio poder soberano) feminismo por vezes é proibido, fora muitas outras coisas tidas por nos como "normais". Tudo para resguardo de sua população, que se é forte, torna a nação forte e a perpetuação do poder ditatorial (um ditador só é forte se seus súditos forem fortes para o defender).