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Postado originalmente por
knight of libra
Se o magma só recebe o agregado radiotivo quando ele escoa para a superfície, logo ele se solidificará pouco tempo depos então a datação continua certa, datando a época que ele se solidifica.
Na verdade o relógio radioativo, ou tempo de vida dos elementos minerais agregados, segundo entendi, é que não tem zerado seu tempo de vida. A rocha recém esfriou, mas incorpora o tempo de vida antigo do mineral radioativo. Como os elementos radioativos tem vida longa, quando o magma escapa da crosta e incorpora estes elementos, ele já vem com o relógio radioativo “Velho”. O termo rocha nova se refere apenas à rocha que esfriou, não aos elementos radioativos.
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A contaminação eu acho muito difícil, visto que eles não datam a camada sedimentar (pelo menos aonde não tem vulcões), e sim de comparações com outras camadas que tenham como datar. Eles vão datar a camada magmática acima ou abaixo da camada sedimentar.
Na verdade a contaminação a que me referi foi o fato do manto, quando escoa, incorporar elementos radioativos de meia-vida. Não me referi á contaminação da camada sedimentar onde está o fóssil.
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O que é então "rocha recente dos vulcões" para "rocha novas, recem esfriadas" ? Porque pra mim é a mesma coisa. Uma rocha recente é aquela rocha que acabou de se originar da atividade vulcânica.
Sim é a mesma coisa. Apenas mudei o termo de referencia, mas queria dizer a mesma coisa.
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Mas eu te pergunto: porque eles não pegaram amostras super-recentes de uma atividade do Hawai ou de outro vulcão ativo e tentavam datar ela pra ver sua idade ? Porque pela teoria normal os isótopos dariam dias/meses/anos acho, enquanto a teoria que você defende daria milhõõõõõõõõõõõõões de anos.
Ora, o que mudaria aumentar o numero de amostras? Os estudos que foram feitos eram para determinar o tempo de vida dos elementos radioativos e segundo o texto, mostram também que os elementos agregados pelo manto já tinham um tempo de meia vida. Não precisaria de outras amostras pois todos os vulcões são abastecidos pelo mesmo magma.
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Sim, é mentira eu sei, mas é mentira em partes. O aquecimento global é fato e algo normal do planeta, um jeito dele se regular e que por isso é capaz de abrigar a vida, o que acontece é que o homem pode intensificaresse processo. O Efeito Estufa sempre existiu, tanto que houve um período da Terra que aparentemente teve o maior Efeito Estufa de todos, que era a época dos insetos gigantes.
A crítica é que o homem pode acelerar esse processo e intensificar, causando mudanças. Mudanças que não está acostumado a ver. Por exemplo a milhares de anos atrás o nivel do mar estava a 100 metros acima do atual, cobrindo grandes áreas dos continentes. E o homem fazendo chilique porque não aceita perder algumas ilhas com uma subida de 2 metros.
Na verdade o homem dificilmente poderia acelerar um processo de aquecimento, pois os gazes produzidos pela humanidade representam 3% de tudo o que é lançado na atmosfera, sendo que a natureza lança os outros 97% de gazes poluentes. 3% é uma insignificância.
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Este é um resumo básico do problema do aquecimento, se quiser posso falar mais.
É um assunto interessante, pois mostra que a ciência tem teorias consagradas com furos enormes.
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Pra sabermos que hoje o aquecimento global já não é do jeito que viamos inicialmente, houve cientistas para contestá-lo não acha ? E nenhuma tese ou publicação é feita ? Por favor né cara, se você for esperar sair no Jornal Nacional algo disso vai morrer sentado, isso é assunto constante em revistas, diversas publicações são feitas.
Na verdade não foram cientistas que acabaram com a farsa do “Aquecimento Antropogênico”, mas um hacker. Um sujeito especializado em invadir redes de computadores invadiu os e-mails de importantes cientistas ingleses responsáveis pelo IPCC da ONU sobre clima e divulgou as mensagens trocados. Nestas mensagens, cientistas diziam como faziam para alterar dados para dar credibilidade à farsa. Se não fosse este hacker, até hoje os cientistas estariam nos aterrorizando com o tal aquecimento provocado pelo homem.
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Agora olha o caso da Teoria da Evolução: a Teoria de Darwin original não é usada pelo que sei, mas alguns pontos sim. Houve uma evolução dela, novos estudos davam apoio a ela, enquanto outros não conseguiam provar que estava errada. E olha que ela tem 150 anos... se a do Aquecimento Global mal tinha 50 anos e foi refutada e revista, imagina uma teoria de 150 anos... ela já passou por muita prova de fogo e resistiu até hoje.
Não porque os cientistas não a querem ser destruída, mas simplesmente porque não da... é difícil encontrar algo que possa contradizé-la.
A geologia pode contradizâ-la. É o que estamos discutindo. A questão da datação é apenas um dos fatores falhos que poderiam derrubá-la, mas existem outras falhas.
Vou colocar um texto para analise onde falhas graves apresentadas por exame geológico poderiam derrubar a teoria:
Geologia Diluvionista e o Registro Fóssil
Van de Fliert refere-se a R. H. Rastall (8) da Universidade de Cambridge, que admitiu que, de um ponto de vista filosófico, os geólogos têm raciocinado num ciclo vicioso:
A seqüência dos organismos tem sido determinada por um estudo dos seus remanescentes depositados nas rochas, e as idades relativas das rochas têm sido determinadas pelos remanescentes dos organismos que elas contêm.
Nesse sentido, Van de Fliert escreveu que Rastall está completamente errado. Para melhor esclarecer esse fato deve ser dito que a Biologia por si própria não apresenta nenhuma evidência decisiva em favor da evolução orgânica; nem a Anatomia Comparada e nem a Recapitulação nada provam. Então apela-se à Geologia. Numa coluna geológica não perturbada, raciocina-se, se houve uma progressão evolutiva através dos séculos, então - supondo prolongados intervalos de tempo para a deposição dos sedimentos - as formas biológicas simples deveriam ser encontradas na base da coluna, e as formas de vida mais avançadas deveriam achar-se junto ao topo da coluna.
Se o registro fóssil sempre fosse coerente com essa generalização, os evolucionistas teriam um bom argumento, mas em inúmeros lugares do mundo existe uma ordem inversa, como no Parque Nacional Glacier, em Banff, Canadá, em Wyoming, no Arizona e nos Alpes. Essas ordens anômalas de fósseis deveriam ser suficientes para arrasar com a hipótese, mas não se permite tal coisa, apelando-se a um raciocínio em círculo vicioso, dizendo que deve ser mantida a ordem fóssil evolutiva nas rochas, mesmo a expensas de virar as rochas de ponta cabeça, ou de supor que um grande fenômeno tectônico na natureza previamente virou-as de ponta cabeça, ou mesmo deslizou estratos “mais velhos” sobre outros “mais novos”. O autor deste artigo recorda-se do Dr. Leith, da Universidade de Wisconsin, perguntando qual foi a gigantesca almotolia que engraxou as camadas de rocha de tal maneira que milhares de quilômetros quadrados de estratos rochosos pudessem deslizar uns sobre os outros sem se rachar!
Van de Fliert responde argumentando que, em todos os casos em que os fósseis se encontram na seqüência errada, há evidências físicas de falhas inversas. É certo que onde se acham falhas inversas dever-se-iam achar também evidências físicas tais como brechas tectônicas, estrias, espelhos de falha, etc. O espaço não permite descer aos detalhes referentes às falhas normais, mas faz-se referência a números anteriores do Creation Research Society Quarterly (9) nos quais o autor deste artigo mostra que algumas estruturas consideradas como falhas apresentam de fato sinais físicos típicos de falhas, enquanto que outras estruturas, também consideradas como falhas normais não apresentam tais evidências físicas.
Pesquisas realizadas em 1968 na falha normal de Lewis mostraram uma assombrosa falta de evidências físicas de falhamentos, como também foi descoberto em estudos feitos no Arizona (9). Se estudos de outros casos conduzirem a resultados semelhantes aos do estudo da falha de Lewis, os geólogos evolucionistas ficarão em grandes dificuldades. No passado, os geólogos superestimaram a ordem das rochas, baseados nas evidências de fósseis. Tanto foi assim, que se negligenciaram grandemente as confirmações de evidências físicas.
Referindo-se mais uma vez ao Uniformismo e ao registro fóssil, Van de Fliert assevera que “o Uniformismo está expresso nos próprios registros fósseis”. Isso deve ser negado em alta voz. Charles Shuchert (10) de Yale, admitiu que, para a completa preservação dos fósseis, eles devem ser enterrados rapidamente, e não mediante a lenta acumulação de sedimentos no mar.
Rodgers e Dunbar (11) mencionam as árvores enterradas ainda encontradas em pé na Nova Escócia. Se elas tivessem sido enterradas gradualmente, suas pontas teriam desaparecido muito antes de haver tempo para serem soterradas.
Referindo-se novamente ao sepultamento súbito de grandes manadas de mamutes e outros animais no Alasca e na Sibéria, J. D. Dana (12), um dos grandes geólogos do século passado, disse:
O encerramento de grandes elefantes no gelo, e a perfeita conservação de sua carne, mostra que o frio chegou ao extremo repentinamente, como uma única noite de inverno, e não cedeu em seguida.
Whilley acrescenta que
Na ilha Kotelnoi, nem árvores nem arbustos existem, e apesar disso, encontram-se naquele deserto gelado ossos de elefantes, rinocerontes, búfalos e cavalos, em tal quantidade que desafiam qualquer estimativa.
Como se pode harmonizar a extinção de tais manadas de animais com o Uniformismo? Parece que a maioria dos fósseis apontam para o Catastrofismo e não para o Uniformismo.
Fonte: http://criacionistas.pol.blog.br/