Digamos que eu não tenho essas coisas de preconceito, discriminação e etc, até queria ser um pouco mais moreno D:
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Digamos que eu não tenho essas coisas de preconceito, discriminação e etc, até queria ser um pouco mais moreno D:
Nunca conheci um gay que afirmou ter escolhido sua orientação sexual. Pelo contrário, muitos sofrem com o preconceito e desejam mudar.
Eu não escolhi a minha. Você escolheu a sua? Caso a resposta for positiva, isso é realmente incrível.
Pesquisas recentes apontam para esse caminho. É uma teoria muito bem aceita na comunidade científica, praticamente consenso entre os estudiosos. E, mais importante do que isso, consenso na comunidade LGBT.
Você está muito mal informado.
Você não achou que ele estava falando sério sobre canhotos né?
Isso é simples eles devem ter uma estatística de quantas carteiras de canhoto fazer para cada tantas carteiras de destros.
@Malibuu:
O ponto principal do post não era se você nasce assim ou não, o que eu quis dizer é que você não escolhe. Se o indivíduo s "torna" gay por fatores externos aolongo de sua vida, ele não escolheu isso.
Eu só não entendi até agor porque os judeus são minorias.
Neo-nazistas são poucos e fora eles apenas os países do Oriente Médio odeiam os judeus. Não é uma discriminação a nível global como no caso de negros, deficientes etc.
Sem contar que no universo judeu, poucos são aqueles que estão marginalizados na sociedade, é um grupo meio de elite.
Negros/Indígenas e descendentes/Judeus/Homossexuais:
várias pessoas alegam preconceito com esse tipo de possas, mas nunca se imaginaram/puseram-se no lugar deles, sendo descriminidados e humilhados.
Não tenho nenhum preconceito e não vejo descriminação com mulheres. No séc 21.
População de baixa renda e miseráveis:
Essa descriminisação acontece de ambos lados, eu diria. Por não termos conviveo com essas pessoas nós alegamos preconceito. E imagino que eles também tenham, pelo mesmo fator.
Se com um vislumbre propedêutico, boa parte das pessoas repudiam o sistema de cotas, quando se aprofundam no estudo, ficam horrorizadas.
Para início de conversa, sistema de cotas foi uma coisa que surgiu lá na Terra do Tio Sam, no escopo de combater problemas lá presentes. Lá, tivemos as Jim Crow laws, que consolidaram a política separate but equal. Negros e brancos eram segregados, mas tinham direitos iguais. Por exemplo, tinha um bebedouro para brancos (white) e outro para coloridas (colored). O caso Plessy v. Ferguson, foi um caso que reafirmou a constitucionalidade da política separate but equal. Breve síntese: Plessy ajuizou ação arguindo a constitucionalidade da política, vez que ele a infringiu e, por este motivo, foi preso (sim, foi preso por sentar em vagão de branco). Perdeu a ação.
Esse quadro só foi invertido no julgamento do caso Brown v. Board of Education, quando o pai de uma menina negra argumentou que a escola de negros ficava mais longe que a escola de brancos. Isso sem falar que o ensino era uma "m". Ganhou a ação e isto deu azo a rever a política segregacionista estadunidense.
Lá tivemos o KKK, organização manifestamente racista.
E mesmo assim, não existe mais cotas exclusivamente raciais nos EUA.
Aqui no Brasil justificam as cotas mormente a escravidão e a desigualdade social dos negros. E aí os negros são os pobres coitados, as vítimas. Aliás, não há como provar que alguém seja genuinamente negro. Por isso mesmo, negro é uma ficção política concebida para angariar propósitos político-econômicos.
Se existem poucos negros no mercado de trabalho, é em virtude de questões econômicas. Mas a partir do momento em que você qualifica taxativamente que todo negro é desigual, você dá margem ao cometimento de injustiças brutais. O fato da maioria dos negros serem pobres não tornam todos eles pobres. A coisa está tão escancarada que usaram, na palavra de Kamel, um "truque" para escamotear os pardos na classificação negro, como tem feito o IBGE. Ou seja meu amigo, nada mais e nada menos que 45% da população (você não leu errado) é negra; incluindo eu, que sou filho de mãe "parda". E ainda querem piorar, liberando geral, exigindo-se tão somente a auto-declaração de ser negro.
Eu podia ter entrado na UnB. Faltava pouquíssimos pontos para que eu fosse aprovado e, se eu tivesse entrado pelo sistema de cotas, passaria. Mas eu tenho apreço pelo meu nome. Não vou entrar por cotas e roubar a vaga de um miserável que é mais digno da vaga do que eu. Mas este, infelizmente, não é o pensamento da maioria. A maioria pensa assim "o que importa sou eu, o resto que se foda" ou um pensamento mais próximo ao padrão ético "poxa, tanto boy corado entrando e eu vou ficar de fora... é injusto, não vou perder vaga pra gente que tá aproveitando".
Pelo amor de deus [!], como pode o racismo ser um gravame notório onde o Pelé é rei, Adriana Bombom é cocota e Gilberto Gil é Ministro da Cultura?
Enfim, o miserável perde sua vaga, mas o aproveitador paga o estipêndio cabível: sua imagem será a de aproveitador e de incapaz. Não condeno as pessoas quem entra com essa mentalidade de "poxa, tanto boy corado entrando e eu vou ficar de fora... é injusto, não vou perder vaga pra gente que tá aproveitando". Mas eu tenho nojo de quem entra com a visão de "o que importa sou eu, o resto que se foda".
E o que o governo ganha com essa mutreta toda? Votos. E as universidades? Imunidade tributária. E os "pobres coitados"? Vaga fácil. Os defensores de cota? Emprego e/ou popularidade.
Não vou adentrar em mais detalhes, mas é muita imbecilidade querer discutir cotas para negros, se não há como saber sequer ao certo o que é um negro.
Mas aqui é o Brasil, não podia-se esperar mais de uma terra como esta.
Bem, eu acho a sua opinião importante nesse fórum, pois você sempre me pareceu sensato e tudo mais. Logo, eu vou acreditar sim no que você falou, apesar de NUNCA ter presenciado preconceito à ateus. Mesmo quando fui chamado de ateu certa (sendo cristão não-praticante) vez meio à católicos nordestinos fervorosos, não houve nenhuma reação a isso, só desistiram de me chamar pra missa.
Eu não sei qual é o meio em que você está inserido, mas pelo menos no meu (classe média e classe média alta), nunca vi nem ouvi nada sobre discriminações contra ateus.
Verdade, mas eu quis botar no tópico mesmo assim porque vejo muito preconceito.Citação:
Postado originalmente por André Felipe
Evidente, caro Bob.Citação:
Postado originalmente por Bob Joe
Mas ainda é muito desproporcional essa diferença, se você for ver, muitas das mulheres só apareceram por estarem ligadas intimamente à grandes nomes, como Roseana Sarney e Rosinha Garotinho. Mas não contesto esse fato de que é normal haver um número inferior de mulheres.
Mas você não tocou no outro argumento, da liderança. É comum as pessoas acharem que mulheres não devem ocupar cargos de chefia, pelos motivos mais variados, que vão de fraqueza e emotividade à inferioridade intelectual. Quase sempre, opiniões de homens são levadas mais a sério do que a de mulheres.
Quanto as mulheres, eu até acredito que tenham gostos e aptidões diferentes mas, será que isso não foi influenciado pelos SÉCULOS E SÉCULOS de preconceito?
Na idade média a mulher só servia para dar filhos.
Elas sempre foram mantidas afastadas de posições de liderança e se hoje no século XXI depois do movimento pelos direitos das mulheres no século passado se, elas ainda não ocupam muitas posições desse tipo certamente é um resíduo de tanto tempo de preconceito.
É quase como um presidente negro nos EUA, sendo que acho mais difícil um presidente mulher do que um negro.