Bahhh.
MTO BOA!
Só uma coisa que eu não entendi direito. O Beldar era o lider da guilda dele? Pelo que eu entendi na historia que o velho Kaite contou ele era um membro importante, mas não o lider.
Versão Imprimível
Bahhh.
MTO BOA!
Só uma coisa que eu não entendi direito. O Beldar era o lider da guilda dele? Pelo que eu entendi na historia que o velho Kaite contou ele era um membro importante, mas não o lider.
Ta mtu bom o RP...tão detalhadinhu...e até com desenhos!!! :riso:
Ve se não demora pra postar a continuação!!
Não, não. Beldar era o líder mesmo. Olhe este trecho da antiga história:Citação:
Postado originalmente por Derfel Emmel
Acho que por quê na outra história, menciono de ele ser o líder poucas vezes... :PCitação:
A negociação.
Beldar, Azen e Sonatas, com seus cavalos, partiam rumo a guilda inimiga. Azen era um Paladino poderosos, e era conhecido por suas habilidades insuperáveis com a Crossbow. Sonatas, o General dos magos, era conselheiro de Beldar. Chegaram a entrada do castelo da guilda, e, em poucos minutos, o representante da Guilda inimiga já se encontrava na frente do trio. Tinha alguns soldados em volta, uma armadura feita com carapaças de dragões, e uma espada legendária, conhecida como Sword of Valor. Se chamava Kurt.
Kurt: O que o líder da guilda Phoenix of Peace faz em frente as mulharas de nosso castelo? (Em tom debochante)
Beldar: Viemos negociar. Estamos sem armas, e espero sermos recebido de tal modo.
Kurt: Oh, claro! Não se preocupe. Não atacaria um grupo tão frágil que veio apenas para negociar...
Valeu!
já li =D
Capítulo novo! Putz meu, quando vi que meu RP estava prestes a ser deletado, me apressei a postar.
--------------------------------------------------------------------------
- Podemos avistar as torres das ruínas do castelo da guilda Killers of Rent... magníficas... - falava maravilhado San Delanchê, enquanto observava estupefato ao longe as gigantes torres. Não sabiam que eram tão belas.
O local estava repleto de entulhos, e ainda armas podiam ser vistas jogadas pelo escasso gramado. Apesar disso, nenhum indício de corpos ou até mesmo esqueletos por ali. Apesar da ruína ainda manter sua beleza, claramente observados em sua exótica estrutura, o local tinha um aspecto sombrio, com uma escassa névoa cercando o mesmo. Falinas sente calafrios.
- Não estou gostando deste local... é como se estivéssemos invandindo um local sagrado, e os espíritos estivessem nos observando.
Na verdade, não era apenas Falinas que sentia isso. Todos sentiam, e concordaram com as palavras dele. Delanchê, sentindo as responsibilidades de comandar um grupo, avisa que era melhor abondonarem aquele local o mais rápido possível. Apesar de ambos estarem assustados, Pedro e Sandra observavam aquele local admirados, lembrando da história que Kaite havia contado. Algumas muralhas ainda mantiam-se de pé, salões com grandes colunas e torres imensas. Todos com enormes "rombos", o que facilitaria para o grupo sair daquele local rápido, aproveitando dos próprios buracos para servirem de atalho. Em geral, toda a estrutura das ruínas estavam cercadas por trepadeiras e lodos. Ainda podiam ser vistas marcas de sangue seco pelas paredes, demostrando o quão horrível foi aquela guerra. Adentram um salão, aproveitando de um dos rombos. O salão era enorme, com colunas que sustentavam o teto. Provavelmente, aquele enorme salão deveria ser o salão principal, onde ocorriam os eventos. A escuridão tomava conta do ambiente. Sentiram falta do dia, que poderia clarear aquele local reinado pelas trevas.
O silêncio era constrangedor. Apenas seus passos quebravam-o. O menor ruído ecoava por todo o local. Barris e sacos enfeitavam aquele local. Ratos ruíam os pacotes com rações, procurando alimentar-se. Felmon corre em direção a um dos barris, e anima-se ao abri-lo, e ver aquilo que esperava: vinho.
- Farwels, dá-me uma caneca que aqui tem vinho dos bons!
O grupo também se anima. Todos pegam suas canecas, e passam a apreciar a gostosura que aquele vinho era. Com o tempo, e sentados sobre rochas, esqueceram das precauções, e passaram a conversar animados sobre assuntos extremamentes fúteis.
- ... Não sei o que deu em mim, mas passei a gritar feito louco pelas ruas de Thais. Hahahaha! E quando menos esperava, estava sendo levado por guardas até a prisão. Huahahahaha! Sorte minha que o senhor Tibianus é meu amigo, e me soltou no mesmo dia! - falava Farwels.
- Gwahuahua! Sorte sua mesmo! Eu já fui preso, mas sempre subornava os guardas com micharias, e eles me soltavam. Huahuahuahua! - ria a toa Felmon.
- Ei, minha caneca está vazia! Enche para mim, por favor, Sandra. Você está mais próxima. - reclamava Pedro, entregando sua caneca a Sandra.
- Olhem só! Este pentelho está bebendo rápido demais! Quero ver se consegue beber toda uma caneca sem parar! - zombou Felmon.
- Ha! Pois apostemos! Se eu vencer, sua espada mágica é minha...
- E se eu vencer, passarei uma noite com sua irmã! Huahuahuahua!
Todos riram, abobalhados.
- Eu não tenho irmã, tonto!
- Não?! E Sandra é o quê seu?
- Hey! Você não vai passar uma noite comigo, não! - reclamou Sandra.
- O quê? Não acha que sou o suficiente para você?
- Não! Lonarth é muito melhor que você!
Mais uma explosão de risadas!
- Sou fiel a minha mulher. Você é muito jovem para mim! Huahuahaha! - observou Felmon.
- Bah! Não sei como vocês gostam dessas mulheres magricelas e frágeis! - reclama Tordef.
- Muito melhor do quê aquelas barrigudas pinguças e barbudas! - Zombra Felmon, seguido de outra explosão de risadas.
- Bom, para deixar o clima mais calmo, recitarei um de meus poemas para vocês.
Todos concordaram animados, pois sabiam que San Delanchê era bom naquilo. Aliás, ele era um bardo. Delanchê retira sua viola das costas, e com voz suave, sincronizada com as belas notas de seu instrumento musical, recita:
Zenith
Is there something you feel?
Is there something you furtively know?
Under the spell of science,
Can we declare?
Can we allow ourselves to experience?
Can we be open-minded enough?
Won’t we fear what we cannot defy?
Do we need to declare?
Break the force of habit!
Why can’t you see,
fear will impede you to break through your trivial life
and find the missing aim to evolve
Is this the frontier, our zenith?
Can we be receptive to our ignorance?
Will or won’t we be able to reveal?
Dulled senses and the need for proven theories
Has masked our natural insight in life,
and mysteries
Life is discussed and measurable
Every aberration is observed with agony and suspicion
Until it is declared again
[Nota do autor: esta letra pertence a música Zenith, da banda After Forever]
Todos aplaudiram, enquanto enchiam suas canecas pela enézima vez. Pode-se dizer que o único não completamente embriagado do grupo fosse Tordef, que pela sua resistência e vontade de ferro, não se embriagava tão fácil. As gargalhadas estéricas duraram até escutarem um som alarmante, muito parecido a uma passada pesada. Olharam para o local onde deveria ter vindo o som, e prepararam suas armas. Pedro, que tinha bebido mais, não conseguia ficar de pé, onde na primeira tentativa, tomba sentado no chão. Felmon procurava o cabo de sua espada mágica pela cintura mais nada encontrava. Na verdade, ela estava apoiada a rocha em que ele havia sentado. Farwels tentava retirar sua esada da bainha, mas não se lembrava do modo como tirava [Nota do autor: algumas bainhas são feitas com um sistema de segurança, e apenas o dono sabia o modo como retirar. Isso impedia o roubo da mesma]. San Delanchê não tinha bebido tanto, e já estava com suas duas adagas em mãos, olhando fixamente para o local onde havia saído o ruído. Sandra ajudava Pedro a manter-se em pé. Falinas tentava por dezenas de vezes fixar a flecha à corda do arco, sempre falhando. Um enorme cyclop, vestido com uma túnica branca,cabelos longos e um olho brilhante como um cristal, se mostra da escuridão.
- Que cena ilária, hahahahaha! Um grupo de aventureiros completamente embriagados, e pelo que vejo, apenas dois em condições de luta. - zombou o cyclop, com sua voz trovejante.
Lonarth, vendo do possível perigo a qual passavam, retira aleatoriamente uma runa da bolsa, e mira o monstro. Delanchê grita:
- Suma daqui monstro! Garanto-te que apesar de sermos apenas dois, podemos derrotá-lo com facilidade.
- Ora, ora! Além de invadirem meu território, ainda me ameaçam! Mas não se preocupem, não seria tão covarde assim, de atacar um grupo em estado completo de desprevenção.
Aquilo surpreende e alivia ao mesmo tempo Delanchê. Primeiro pois era a primeira vez que escutava ma frase tão honrada vinda da boca de um cyclop, que geralmente lutam sem códigos de honra, e também pelo fato de ele não ameaça-los atacar, o que provavelmente seria catastrófico. Também se impressionou com as vestimentas do monstros. Normalmente cyclops andavam com apenas uma tanga ou mesmo saiote, feito de pele de animais. Aquele não. Estava com uma túnica muito bem bordada, e parecia muito com as túnicas que normalmente os arcanos utilizavam. Sem falar em seu carregado linguajar, o que também era estranho, pois cyclops eram iguinorantes e estúpidos. Aproveitando das palavras do cyclop, Delanchê propoe.
- Se é assim, ajude-nos a sair deste local. Estamos sem condições de batalha, e precisamos descansar e livrar-mos da embriaguês.
- Sim. Ao contrário do que você estar pensando, ajudarei vocês. Sigam-me, e os acomodarei em um local seguro.
Tordef estranha.
- Espero um pouco! Os cyclops são inimigos mortais dos anões! Delanchê, não se deixe enganar por esta aberração metida e inteligente! É uma armadilha!
- Não, anão! Sou muito diferente de meu povo. Dou minha palavra que não fareia nada de prejudicial a vocês.
- Bah! Cyclops não têm palavra! Se se aproxmar da gente, provará do fio de meu machado!
- Tordef, cale-se! É melhor acreditarmos nas palavras dele. Se ele nos atacar, teremos poucas chances de vitória. Estamos embriagados! Olhe para trás, e veja a cena deprimente de nossos amigos. Até mesmo os elfos, que não são de se embriagar, estão em estado deprimente. Aliás, sinto palavras sinceras nele.
- Não seja tolo! Quando dermos nossas costas a ele, seremos esmagados! Lutei por anos com eles, e sei como eles são! Anos! Décadas! Não queira contradizer-me! Aliás, eu não estou embriagado!
- Pois que assims seja! - falou o cyclop - Tenho uma proposta. Lutaremos apenas eu e o anão. Caso ele me vença, vocês estão livres de mim, caso não, provarei que sou dígno de minhas palavras.
Uma proposta irrecusável, aliás, não tinha nada a perder.
- Eu aceito! Mas terás tua cabeça arrancada como prêmio a mim, se perder.
- Tudo ótimo!
Não demorou para o anão segurar firme seu machado, e correr em direção ao gigante. Este, concentra uma pequena esfera de eletricidade entre a mãos. Aquile suspreende tanto a Lonarth, quanto a Tordef, quanto a Delanchê. Era a primeira vez na história da humanidade que viam um cyclop arcano. Já tendo sua pequena esfera elétrica ganhado forma, o gigante mira o anão, e lança uma rajada azulada, com correntes de eletricidade cercando-a. Tordef age rápido, e consegue desviar da magia. Pelo impácto da magia ao chão, pôde-se concluir que as artes mágicas do cyclop eram bem poderosas. Tordef, já próximo do gigante, pula a caminho de seu joelho, e arrisca um golpe. Para sua surpresa, atinge uma esféra azulada, que apenas se mostrou quando acertou o cyclop. O gigante deixa escapar uma gargalhada gostosa, e chuta o anão para longe. Este, atordoado, tenta se colocar de pé, mas é atingido por uma esfera negra, contorcendo em seguida de dor, no chão. Enfim, desmaia.
- Espero que estejam satisfeitos. Agora, sigam-me.
- Espere! - gritou Delanchê - Este anão que você acaba de derrotar com apenas dois golpes é o anão protetor do imperador de Kazordoon, conhecido por sua grande resistência e força, e seu machado lendário, conseguido durantes anos de batalhas. - Felmon, apesar de ainda procurar pela sua bainha, escuta aquele "machado lendário" surpreso - Como pode te-lo derrotado com tanta facilidade? Vendo-o assim, caido desmaiado no chão, não parece o anão tão conhecido como é. Você o ridicularizou!
- Huahahahahaha! Não se preocupe. Não contarei essa história a ninguém. Apenas me singam, e explicarei tudo a vocês. Os que não conseguem ficar de pé, podem subir em minhas costas. E não se preocupem, ele não morreu.
Assim o grupo faz, e passam a seguir aquele misterioso ser, preocupados com o que os aguardavam...
Valeu galera! Demorei para postar (depois de quase um mês, ou mais!), mas farei o máximo para postar mais rapído para postar mais rápido na próxima vez (sempre falo isso e nunca cumpro... ¬¬)
Abraços!
OLOCOOOO!!!
Essa história, sem a menor sombra de dúvida, é uma das melhores daqui do fórum.
Mas como você mesmo disse, tem que postar com mais regularidade =\
Mas a história tá PERFEITA! \o///
Vou passar aqui depois pra ver se tem capítulo novo (;
Kissu =*
Ninfa~
P.S. Merecida a medalha de segundo lugar ;DDD
Bem disputado com o primeiro, eu acho.
Os dois mereceram. ^^
Parabéns ;D
Fala Manji, como vai? Como sempre a história continua dando gostinho de quero mais :yelrotflm !!! Ta muito boa mais pena que foi curto o capítulo. Sobre as anãs do meu roleplay eu não havia descrito elas não ( se tinha baraba ou não ), mas valeu pela dica. Obrigado por sempre acompanhar meu rp e continua que eu também acompanho o seu, mas toma cuidado pra não perder a história.
Abraços,
Archer Without Soul
PS- Ahh, antes que eu me esqueça: Eu achei estranho cyclop ter 2 olhos :confused: , pq sempre pra mim ( e até em dicionário ) o ciclope só tinha um olho grande na testa. Na parte em que o San Delanche tira a viola das costas eu achei meio :joyeux15: , porque em uma situação de Apocalypse ele chega e tira uma viola do nada e começa a cantar... hehehehe.
tá bom, mas ao contrario de mta gente eu n gosto dos mt grande... :P
passa no meu e olha
Buahuahuahuahua! Agora que você falou é que vi a besteira que fiz! Vou editar lá, pois querir dizer "com um olho brilhante". LOL!Citação:
Postado originalmente por Archer Without Soul
E, sim, apesar de eu não ter mencionado antes (um erro meu :triste: ), San Delanchê é um bardo, e ele sempre anda com sua viola nas costas. Nos momentos mais caumos, ou até mesmo em momentos tensos em que não se pode fazer nada, ele canta, como uma espécie de passa-tempo. Foi ótimo você ter mencionado isso, assim, explico para aqueles que também não entenderam.
Por isso que digo: se for para comentar, que sejam comentários construtivos, como o seu, Archer, que apenas ajudam. ;)
Obrigado!
Ta ótima sua história esquece isso que eu falei. Errar é humano :P ! Mas que ficou engraçado o San Delanche tirar a viola e cantar ficou :riso: ! Se a crítica ficou parecendo de sacanagem, desculpa pois eu só quis ajudar e na hora que eu mencionei '' ( e até em dicionário ) '', foi porque eu não sabia se Cyclop era diferente de Ciclope :yelrotflm.
Mas sua história é show de bola! Só não vai esquecer dela e acabar perdendo-a sendo deletada que aí você ia deixar a gente assim :triste: e assim :mad: ! :P
Um abração,
Archer Without Soul