OLha eu aqui...
Nao, não é o novo cap.
É só para pedir desculpas pela minha ausência, ja iniciei o new cap, vai demorar um pouquinho, essa distancia me deixou desatualizado. Desculpa ai família.
Tenham paciência.
Versão Imprimível
OLha eu aqui...
Nao, não é o novo cap.
É só para pedir desculpas pela minha ausência, ja iniciei o new cap, vai demorar um pouquinho, essa distancia me deixou desatualizado. Desculpa ai família.
Tenham paciência.
Universo 2
Capítulo 04: Uma Difícil Decisão.
Rocio, os portões de ferro contra o capitalismo universal estão fechados, mas suas chaves estão à mostra. A doutrina e sistema econômico e social baseado na propriedade comum de todos os bens e na igual distribuição de riqueza, o Comunismo Dinkkeniano, havia sido abalado.
- Você não vê o jogo em questão!
- Cale-se criado, regemos Rocio como um planeta independente de toda e qualquer relação com os demais, não é agora que vamos nos meter em assuntos que não nos pertencem!
- Você está louca! Louca! – O homem acabará de descobrir que tinha ido longe demais - A guerra vai explodir dentro da aliança, se existem conflitos internos você acha que os desligados da aliança não sofrerão as conseqüências? Spyna já está decidindo de que lado ficar, e você? Acha que poderá enfrentar todo o Universo sozinha, majestade? – Tentou reconciliar-se
- Já mandei ficar quieto! E não se dirija a mim com estas palavras conselheiro. Não! Eu sei que não posso enfrentar o Universo sem aliados, mas posso me manter neutra na guerra, não é uma questão de vencer ou perder! É uma questão de segurança, nosso povo corre risco se entrarmos nessa guerra. – o criado estava inquieto em sua cadeira -.
- Parece que você não entende, nosso sistema já desmoronou! Acabou! O comunismo já era! Diga olá a nova era! Você não tem mais a capacidade de segurar Rocio sozinha, você precisa largar essa ditadura Juliana, para o bem de todo Dikkeniano vivente.
- Você é um mero conselheiro, não sabe nada sobre a situação do planeta, já disse que não me envolverei nesta guerra! O nosso povo em primeiro lugar!
- E você acha que eles estarão a salvo? Malebólgia não deixará este ataque passar a limpo, ele vai destruir os Slithrekains e todos os que estiverem no seu caminho.
- É exatamente por isso que não nos colocaremos em seu caminho! Agora saia! Você já me irritou o suficiente.
O conselheiro deixa a sala real com um tom púrpura cobrindo sua face, belíssima sala, Cortinas azuis com bordados prateados; uma enorme mesa ao centro, poucas eram as poltronas, cerca de 30 ou 35 lugares.
Eu estava inquieta na sala, ao compasso dos temores que ferviam meu cérebro, uma onda de dúvidas atingia minha mente. Porque diabos os Slithrekains foram atacar os Gaeele, qual seria o problema! Será que eles não haviam pensado nas conseqüências? Uma guerra de níveis inimagináveis. Não era nada compreensível o ataque ocorrido a Nexus2. Esta guerra tomará de mim o controle sobre Rocio, seria necessário interagir com todos, mas para isso seria necessário destruir muralhas de ideologias criadas ao longo dos séculos, deixar o sistema perfeito na tentativa de salvar o nosso povo. Lúcifer é um anjo de respeito, mas sua cólera tem dominado-o e o mesmo não pensará nas possíveis conseqüências de uma resposta à guerra. Espero que ele nos dê tempo para decidir algo.
Dirigi-me ao topo de uma das torres, meu local preferido, onde eu podia visualizar todo o espaço e suas infinitas estrelas, era possível ver um pequeno ponto, de luminosidade diferente, uma luminosidade negra, quase invisível, mas devido aos anos em que passei nesta torre adquiri ciência sobre a localização dos astros. Era Malebólgia, o turbilhão de pensamentos penetrava minha mente, o que estaria acontecendo naquele momento, o que Lúcifer estaria decidindo, daqui também é possível ver Dárius, iluminado por Ártemis, uma bela estrela, tão poderosa quanto qualquer vivente do Universo. É quando, inesperadamente, um tronco de crepúsculos sai de Malebólgia e vai a direção de Darius. Não é possível! Os anjos caídos estão encobrindo ao planeta dos Slithrekains!
Desço a escadaria em caracol, desesperada. Fodeu, Lúcifer já iniciou a guerra!
- Chamem os Reis! Agora! Imundos, onde estão vocês quando preciso! Os Reis!
Entrava no grande salão o irritante conselheiro – O que você falou majestade? – Parecia assustado.
Como que de repente o conselheiro cai de joelhos no chão, não conseguia entende-lo.
- Mandei chamar os Reis seu inútil, agora! Que som horrível, da onde vem esta merda!? Argh!
Foram aproximadamente dois minutos de luta contra aquela horrível voz, era provável que os Dinkkels do lado de fora do palácio estivessem ouvindo o mesmo som. Mas tão rápido quanto viera ele passou. Fora a pior sensação que já tivera.
- Levante-se verme! Chame os Reis agora mesmo, com urgência máxima!
- Mas Ju... – Encaro-o com rispidez – Mas majestade, eles são chamados apenas em ocasiões de alto risco!
- E porque você acha que estou chamando-os? Você acha que sou ignorante, sei muito bem que a Velha Academia tem mais poder que eu sobre estas terras. Chame-os agora seu acéfalo!
O conselheiro sai resmungando palavras que não compreendi. Dez minutos se passaram e 34 Dinkkels estavam ocupando as cadeiras, trinta Loyal Labels, três Jam-Packed Label School além de mim, uma anã entre titãs. Seria a reunião mais difícil da história, a primeira a reunir TODOS os verdadeiros líderes, talvez a última; seria uma decisão difícil a ser tomada.
Os Loyal tinham uma aparência nobre, eram vinte e três homens e sete mulheres, talvez fosse coincidência, mas todos possuíam madeixas negras, alguns homens com um cavanhaque muito bem feito. Eram enormes, deviam ter uma média de 3,10 metros. Os homens com cabelos curtos e as mulheres os tinham até próximo da cintura, talvez fosse um padrão. Suas vestimentas também eram padrão, uma armadura de Neônio branco, extremamente polido, a parte inferior era de um material elástico desconhecido para mim, era igualmente branco, mas não reluzia igual à armadura.
Em contra-partida, a mais poderosa escola de Rocio, também a mais desconhecida; de fato, nem eu conhecia os Reis, não sabia quantos eram, como eram e de onde eram. Desta vez, dois homens e uma mulher.
A figura feminina tinha cabelos que lembravam um lilás acinzentado, muito claro. Era a pessoa mais baixa dentro da sala, cerca de 2,70 de altura, sua aparência seria de um Dinkkel de 140 anos, pouquíssimas rugas e olhos verde-esmeralda brilhantes e molhados, mas acredito que sua idade ultrapassava os 600 anos. Sua vestimenta era linda, a aparência física aparentemente frágil era posta de lado devido ao seu vestuário. Uma linda armadura azul celeste, onde as ligas metálicas foram “soldadas” haviam faixas negras esculpidas, a armadura que cobria suas pernas assemelhava-se à seda e era colorida com um azul “noite”, tinha muito movimento quando ela caminhava, ao ver que eu observava sua calça ela simplesmente balbuciou “é Ifógnito, mais leve que a alma, mais resistente que a morte”, era novidade.
O homem que adentrava, e tinha o título de J-P.LS era calvo, com um cavanhaque branco. Olhos negros, e pela negra. Havia algo estranhado, como seria possível um Dinkkel negro? A luz mal chegava a Rocio, como... Não era hora de perguntar... Sua vestimenta era diferente em forma, mas provavelmente, igual em matéria ao da mulher, uma armadura sépia com detalhes prateados, sua calça seguia o mesmo estilo, mas tinha coloração igual à da armadura.
Foi quando o terceiro e último Rei entrou na sala, já esperava que sua vestimenta seguisse o padrão de seus companheiros, grande engano. Ele vestia um manto (semelhante aos bispos), feito de Ifógnito sem dúvidas, era branco-pérola com as bainhas vermelho-intenso. Havia um laço em sua cintura, também vermelho. Seus cabelos chegavam ao ombro, e eram claros como sua vestimenta. Seus olhos eram apaziguadores, azul-cristal, muito serenos e confortáveis.
- Desculpem-me Reis, chamei-os para apresentar-lhes a situação.
A mulher da J-P.LS levantou os olhos, me preparei para levar um grande sermão.
- Já sabemos de toda a situação, e só um detalhe, você não nos chama, nós é que viemos até você.
- Perdoe-me, como já viram, os Gaeele encobriram Darius, isolando-o de Ártemis com sua magia negra, e infelizmente não sei que rumos devem ser tomados. Preciso da sabedoria de vocês para guiar Rocio até a salvação
- Não há salvação – Vociferou o Shaman negro, expondo uma grossa voz – O Universo entrará em colapso se esta causa não for logo resolvida.
- Mas não é possível! Lúcifer não é imbatível, ele...
- Você já parou e pensou que Lúcifer não é o verdadeiro inimigo?
- Mas, e as sombras, e aquele som!? Vocês ouviram? Ele veio e se foi.
Apesar de a conversa estar estabelecida entre mim e o Jam-Packed negro, todos tinhas reações diferentes, acreditava que estava sendo desrespeitosa, mas não havia sido avisada ainda, defenderia o que acreditava.
- No barco que você acaba de entrar, nós velejamos a tempo! Os ruídos foram causados pelas sombras invocadas por Lúcifer, seriam sons da morte, nunca vimos nada igual. Mas felizmente juntos conseguimos alterar a freqüência dos ruídos, é preferível que animais ouçam as vozes do que os Dinkkels, mas logo a freqüência será alterada novamente, não sabemos os efeitos que terão sobre a mente fraca das criaturas. – O Dinkkel negro falava convicto
- Mas, como Lúcifer não é considerado um inimigo!
- Ele está apenas demonstrando seu poder ao universo, é um aviso, o que acontecerá com o povo que estiver contra ele.
- Desculpe-me senhores, mas não sei como podem ser considerados os mais sábios, vocês são ignorantes!
- Cale-se! Você é apenas uma criada destinada a cuidar da política mundial, nós estamos aqui agora, você apenas ouvirá! Cale-se! – Um dos Loyal Labels havia se irritado, tinha ido longe demais – Apartir de agora comporte-se como uma simples ouvinte, cale a sua maldita boca e preste atenção, ou acha que és mais sábia que os Reis, se você chegasse aos pés deles estaria no meu lugar!
- Acalme-se Rameloth! O aviso foi dado, agora vamos encontrar um acordo. – O Jam-Packed de manta falou, uma voz serena e levemente rouca -
- Desculpe-me a alteração Rei Jabba.
- Sem demoras – A única rainha interferiu – Exponham suas idéias.
Um Loyal Label levanta-se e começa a caminhar, parecia alguém reconhecido, alguns cochichos ruíram pela sala.
- Silêncio, por favor – Seu nome é Igor – Presentes nesta sala, levando em consideração todo o ocorrido, Lúcifer cobriu Darius por culpa dos próprios Slithrekains, por lógica, no momento em que este povo for destruído Lúcifer irá desfazer sua maldição.
- Não levaste em consideração, jovem Igor – Era Baltmor quem falava – Que Lúcifer é um anjo caído, destronado! A partir do momento em que voltar a destruir sua ganância se tornará cada vez mais evidente, levando-o a tentativa de destruir tudo e todos que falarem um “ai” contra sua pessoa.
- Então sugere que lutemos contra Lúcifer!? – Indagou Rameloth – Sendo que é provável que toda a aliança esteja do seu lado, uma vez que os Slithrekains foram os atacantes.
- Não Rameloth, digo que devemos engana-los, ficar do lado de ambos, entendeu querido?
Rameloth levanta-se abruptamente e parte em direção de Baltmor, colocando contra a parede, causando um estrago na mesma. Momentos depois Igor afastará ambos.
- Parem com isso imbecis! Não resolveremos nada desta maneira!
- Não resolveremos nada de maneira alguma, Igor – Jabba se pronunciara.
- Mas então porque estamos aqui? Juntos podemos achar uma solução!
- Não, não que soluções ou idéias de animais que se matam por uma simples discordância de idéias.
Esperava que alguém se pronunciasse em defesa, mas ao contrário, todos os trinta Loyals baixaram a cabeça.
- Compareci aqui apenas para dizer-lhes o que farei
Até mesmo os outros Jam-Packed’s estavam surpresos.
- Abriremos a porta do comunismo – Senti vontade de protestar, mas o olhar perfurante de Jabba me impediu – Podemos evitar ainda o consumo de produtos exteriores, mas a comunicação deverá ser feita. Juliana, você está fora! – Mas... – Sem mas, esta é uma ordem, a Velha Guarda tomará conta de Rocio secretamente, você só servirá para discursar ao povo e manter nossa identidade uma incógnita. E eu, hoje mesmo, estarei partindo em direção a Malebólgia.
- Não! Você não pode sair assim, eles destruirão sua nave sem antes perguntar! – Falou a mulher
- Alguma vez eu me precipitei? Lorena?
- Perdão, Jabba, mas Lúcifer não é de se brincar.
- Estaria muito mais inseguro se fosse a qualquer outro planeta do que se fosse a Malebólgia. Lúcifer tem fama de matar e depois perguntar, mas ele é muito inteligente. Saberá que estou querendo conversar, além do mais, olhe o rombo que ele fez em nosso Universo – Apontava para Ártemis e Darius – Ninguém faz uma coisa dessas e sai ileso física e psicologicamente. Tenho certeza que me garantirei
- E os outros grandes? – O negro avisou.
- Eles não serão problemas, não sem Lúcifer, eu sei o que eu faço!
- Quanto maior é a sabedoria. Maiores são as claudicações.
- Por isso que meus erros são pequenos, minha ignorância é tamanha – Diminuiu-se Jabba. – A reunião está encerrada.
Os dois Reis saíram atrás de Jabba, haveria uma longa conversa entre eles. Logo depois os trinta Loyals levantaram-se um a um e foram se retirando. Fiquei sozinha em meu aposento, destronada, nada mais que um fantoche nas mãos deles. E agora Jabba partiria para Malebólgia, sozinho. Que seu corpo não amanheça no espaço.
Rocio. Os portões enferrujados quando abertos, ruíram em forma de protesto. Talvez as muralhas ideológicas não resistam mais as guerras universais. Os portões estão abertos, e as chaves, as chaves foram jogadas fora.
Bem, o que dizer?
Óimo caítulo.Final e começo surpreendentes, ótimo desenvolvimento e enredo.Porém, algo me deixou profundamente desgostoso com o sue capítulo.
A troca de narradores é constante e acaba por confundir o leitor.Você acabou mexendo demais, e em algumas partes o roteiro se torna confuso.Só este detalhe impede a nota máxima.Ou seja:
Enredo: Nota 9
Agora, Eui gostaria de sinceramente ficar com o próximo capítulo, uma vez que tive ótimas idéias.Aguardo respostas do Laudelino.
Ótimo, tirando uns dois errinhos de digitação x)
Dard* :)
@Virgo Shaka
O certo seria deixar o Laudelino escrever, você tem que ver com ele. Quando você terminar, eu poderia escrever o próximo?
@topic
Muito bom capítulo Wakka. Estou vendo que este roleplay irá longe.
||KaRtElEr||
Karteler, o Laude deixou que você fizesse o rpóximo capítulo..retratandpo justamente a atual situação de Darius, inclusive da guerra.Citação:
Postado originalmente por Karteler Iridia
Go for it, man.
Vcê tem 2 semanas, viu?
Sem mais,
Virgo Shaka
Universo Dois
Capítulo 5: A tomada dos Slithrekains
Uma enorme nuvem negra estava cobrindo Darius. Os Slithrekains, assustados, olhavam o céu de dentro de suas estufas. Era uma guerra que acabava de eclodir, sem prazo para terminar. A sensação de terror era tamanha. Após alguns minutos nenhum raio de luz penetrava na enorme cortina negra. Seria esta a perdição dos Slithrekains?
Na grande sala de conferência de NAD1 estavam os reis, nobres e o parlamento, para decidir qual seria o futuro de Darius a partir de agora.
Perceba que já não existe mais salvação. Mesmo gerando condições artificiais nas estufas, não seria possível produzir no total o que produziamos antes. - Falava o chefe do parlamento dos Slithrekains – A fome vai assolar o nosso povo. Iremos padecer antes mesmo que as naves cheguem aqui.
E o que você sugere que façamos? - Perguntou um dos nobres que observava a conferência
Eu sugiro que fujamos. Temos naves o suficiente para levar a população, vamos fugir para outro lugar, algum lugar que tenhamos recursos, alimentos e condições para sobrevivência.
O rei ouvia atentamente, mas não havia dito nenhuma palavra até agora. Pensava em qual seria a resposta. Por mais que escondesse, ele realmente estava preocupado. Mesmo fugindo, ele pressentia que algo ruim iria acontecer. Naves estavam indo para Darius naquele exato momento, não conseguiriam fugir sem serem vistos.
E então majestade?
O rei convocou todos os Slithrekains a se reunirem em NAD1. Pequenas naves voavam carregando os habitantes de todas as outras estufas.
Todos eles se reuniram na frente do castelo do rei. Ele iria fazer o seu decreto. Iria dizer o que aconteceria com Darius naquela hora de crise.
Povo de Darius! - gritou ele fazendo com que a multidão se aquietasse – Estou aqui para dizer o que faremos agora. Como vocês puderam perceber, nosso planeta foi bloqueado do sol. Em breve, não teremos mais alimentos e iremos morrer. A solução é escaparmos de Darius, fugir para outro planeta, mas não poderemos ir todos.
O povo se entreolhou, eles pareciam não acreditar.
Só sairão de Darius, os nobres, o parlamento, o exército e a terça parte dos cidadãos. O resto ficará aqui para não dar a impressão de que fugimos.
Os Slithrekains se revoltaram com aquela situação. Todos queriam sair do planeta, por que deveriam morrer? Alguns tentaram jogar pedras no rei, enquanto outros apenas choraram. Mas aquela era a decisão...
O rei entrou novamente no castelo.
Majestade, você tem certeza de que isso é o certo?
Ele não respondeu a pergunta, apenas foi falar com o capitão do exército. Partiriam imediatamente.
Apenas algumas horas depois, as naves já estavam lotadas. Slithrekains desesperados tentavam entrar nas naves lotadas. Se penduravam em asas e turbinas, mas acabavam morrendo. Alguns minutos depois, uma frota de 1500 naves Slithrekanianas saíam de Darius.
Capitão. - disse o rei por um rádio transmissor – Algumas naves devem distrair o inimigo. Leve duzentas naves com civis para se sacrificarem, enquanto nos dirigimos ao nosso destino.
Ele fez como o rei ordenara, e duzentas naves seguiram na direção de onde vinham os Gaeles. Naves explodiam com os ataques das Divinatus, e apesar de não conseguir ouvir nada, o rei conseguia sentir os gritos dos Slithrekains que morriam nos ataques. Sentia pena do que havia feito, mas era o único jeito.
O resto fugiu por um outro lado, e escapou da batalha, dirigindo-se ao planeta em que se refugiariam... Spyna.
***
Em Spyna, os jovens Rock'Lones brincavam nas praças, suas mães conversavam. O exército não estava defendendo a cidade principal, pois procuravam por mais Krenner em suas Grandes Viagens, era o momento perfeito para uma tomada dos Slithrekains.
O céu azul daquela manha possuia algo estranho. Naves pousavam no meio da cidade, delas desembarcava o exército, com armas poderosas, como canhões de plasma e seus 87-AT Laser Gunners, conseguiram tomar conta facilmente da cidade, colocando guardas nas entradas principais, e acabando com os cidadões que tentavam impedir. O pouco exército que ainda estava na cidade foi fácilmente dizimado. As perdas durante o ataque foram mínimas. Era uma aparente vitória dos Slithrekains.
O terror dos cidadãos era tamanho, que alguns corriam para seus prédios. Outros corriam e acabavam morrendo, alguns outros renderam-se e foram aprisionados para ser usado como escravos, era a tomada perfeita. Os Slithrekains lembrariam desse dia para sempre.
No prédio das Forças Armadas, Dignel Rooster e Tent Nael eram rendidos por um número de trinta Royalites. Logo atrás estava o rei e o primeiro ministro.
Tralos? - perguntou Dignel Rooster
Refira-se a mim como majestade.
Estás louco? O que é isto?
São necessidades de guerra, caro Dignel. Fugimos de nosso próprio planeta, e o único que nos serve é este seu planeta. Tem os recursos de que precisamos, e o clima é perfeito para cultivarmos nossos alimentos. Nosso exército já se estabeleceu e não há mais nada que você possa fazer.
Por mais que o Dignel não quisesse admitir, eles realmente foram dominados. Spyna estava perdida, foi fácilmente tomada pelos Slithrekains. A guerra havia atingido planetas alheios, assim que os Slithrekains fossem descobertos, Spyna estaria na linha de fogo. Não restou mais nada aos Rock'Lones, a não ser... rezar.
Peçoi perdão á todos pela demora.
A vida aqui anda conturbada.Provas finais, remanejamento, troca de sala.
Mas estou ajeitando os detalhes desse capítulo e acredito que semana que vem eu possa trabalhar nele com afinco.
Prometo que será a verdadeira introdução dos capítulos e que será o melhor que já leram, pelo menos aqui.
Meu objetivo é fazer com que esta capítulo esteja à altura de um grande RP como esse.
Obrigado pela compreensão,
Virgo Shaka
Não se preocupe tens até domingo não a nada pra se preocupar todos somos pacientes e estamos aqui para escrever, desenvolver nossa escrita e nossa imaginação, á espera do capitulo :).
Demorou, mas chegou.
O capítuilo novo será apresentado aqui e agora.Vamos lá.
Universo 2, capítulo 6: Lúcifer.
Jabba havia partido pela manhã de Rocio.No começo só sentira um borrão e uma espécie de formigamento seguido de inconsciência.Ele podia odiar as viagens espaciais mais do que qualquer um naquela galáxia, porém o que estava em jogo era o futuro de cinco espécies inteligente, inclusive os três ex-membros da aliança.Então ele tinha que engolir o próprio asco.
Neste momento ele se aproximava do alvo das mais recentes discórdias: a cidadela Nexus 2.Enquanto a nave passava o grande anel¹ orbitava ao redor de Malebólgia, ele ouviu o primeiro som.Era quase como o som roubo de uma pancada, mas havia algo mais.Era um som de derretimento constante.Virou-se á sua direta e sua asa parecia se desprender.
-Droga!Spirictiatus não!Era o que eu menos precisava agora!
E então o Dinkkel negro se concentrou.Um a um os anjos foram simplesmente aparecendo.E isso não ajudou muito na calma do grande Rei.Uma massa prateada de armaduras se formara à volta da nave e agora as duas asas eras descoladas pelas espadas de luz dos anjos espirituais mais rápido do que ele podia acompanhar.
Finalmente, o metal se desprendeu com um som oco e voou para o espaço, enquanto Jabba esperava a queda.Porém os Gaeeles o apararam.
-Ótimo- pensou ele- posso estar vivo, mas estou preso neste planeta.
Quando finalmente a nave foi pousada no chão, os anjos sumiram mais rápido do que haviam vindo.Ao pôr seus pés para fora do veículo, percebeu duas coisas vitais.A primeira fora sua localização.Ele estava parado na grande praça principal, o único local sem construções da grande metrópole.Enquanto Spiricti Santi circundavam o grande terreno, formando um grande círculo, e não havia uma alma viva na grande cidade, a ponto do silêncio ser irritante.
Foi quando finalmente o silêncio foi interrompido por uma trovoada.O que era extremamente estranho em Malebólgia, que não via chuvas desde da época dos cronulares.Foi quando o grande rei decidiu olhar para as grandes torres.E foi a primeira vez que Jabba precisou sentir medo.
Ao redor das quatro torres, havia nuvens.Mas não eram nuvens comuns.Elas pareciam ter vida própria, se contorcendo enquanto raios negros cruzavam a sua superfície, liberando roncos baixos.E eram nuvens escarlates.
Deu dois passos para frente, temente de que aquela coisa fosse explodir.Não era a aparência que o fazia crer isso.Simplesmente aquilo, ou melhor, dizendo, aquela coisa, irradiava periculosidade por cada centímetro cúbico daquela nuvem.E por que não dizer, por cada poro.
Foi quando os portões se abriram e, daquela massa vermelha saíram dois guardas.Pelas armaduras negras como o azeviche, deviam ser da divinaus de Lúcifer.Quanto honra, ser recepcionado pela guarda de honra do imperador.
Deixando o sarcasmo de lado, caminhou até os dois. Percebeu que aquilo exigia cuidado quando, sem ao menos dizer nada, duas lâminas se dirigiram, uma para seu pescoço enquanto a outra chegou a encostar em sua armadura, na região do peito.Ele podia sentir o calor da luz concentrada e o suor começara a lhe escorrer pela fronte.
-Nos acompanhe.Não sabemos por que, mas o grande Lúcifer quer vê-lo.
Deu de ombros e esperou os dois se virarem para seguí-los.Era melhor do que ter o pescoço separado da cabeça por um soldado.Quando passaram pela nuvem rubra, sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo.Era um sensação de poder bruto passando por ele, preenchendo cada espaço intra-celular.Quando finalmente passaram pelo véu, coisa que ele chegou a pensar que nunca aconteceria, a sensação passou e ele se viu frente a frente com o local mais inexpugnável daquela galáxia.
Finalmente aquele dois portais gigantescos se abriram, revelando um salão de extremo bom gosto.As paredes eram de um tom leve de amarelo, enquanto sobre o piso descortinava-se uma espécie de tecido fino, de um vermelho intenso.
Deu os primeiros passo,sentido a maciez inesperada daquele pano.O salão se relevara um corredor extenso, no qual ele seguia passo a passo com os guardas o cercando.Podia sentir a observação dos anjos caídos que certamente lhe vigiavam caso ele resolvesse tentar algo.
Finalmente aquele corredor terminara de forma brusca e um batente fixo no meio do nada.Não tinha nem porta nem ao menos parede atrás daquela moldura de madeira.Somente o batente.Mais nada.Foi quando o guarda que estava imediatamente atrás dele vociferou.
-Jabba, dos Dinkkels!Esta é a “porta que dá para todos os lugares”.Quando atravessar este batente, pronuncie a palavra.
E dito isso encostou a espada em seu pescoço em um claro gesto que significava “ande”.
Quando ele fora retrucar, não sabendo estas sílabas, quando abriu a boca para dizer que ele não havia lhe dito a palavra aquele alfabeto apocalíptico invadiu o seu cérebro novamente.E desta vez ele não tinha os outros Jam-Packed Labels para reter o som.Quando o som cessou, o grande rei estava ajoelhado, as mãos coladas no ouvido.E aquela palavra parecia que nunca sairia do sue cérebro.
Levantou-se, tentando restaurar a dignidade que lhe fora arrancada tão rapidamente naquela visita ao palácio dos Treze Grandes.O suor lhe banhava a face e o corpo.Os joelhos tremiam.E ele não tinha certeza que podia pronunciar o alfabeto dos anjos caídos ou repetir mais uma vez a experiência para aprender.
Porém, quando atravessou o delicado batente, o universo pareceu se descortinar á sua frente, enquanto a palavra lhe subia ao cérebro.E foi então que, como o anjo, ele pronunciou o som de milhões de almas destruídas sem abrir a boca e assim feito, uma grande luz o cegou.
Quando a visão voltou, o universo em miniatura tinha ido embora.Sobrara um quarto.Era maior que tudo que ele já havia visto.Ele parecia se estender até onde a vista alcançava.Ou seria apenas a visão distorcida que a luz provocara.Quando levantou, viu as nuvens rubras que envolviam a janela e teve certeza.Estava na torre dos treze.E pelo visto, no quarto de um dos figurões.
Sua armadura havia sumido e jazia exposta em um domo de vidro, como se fosse parte de uma exposição.Quando começara a analisar o quarto, um sol, um leve chiado lhe chamou a atenção.E fora seguido pelo característico ruído da tosse.
Ao virar-se para investigar, deparou-se com Lúcifer.Ou o que sobrara dele.A figura que jazia parada á sua frente vestia a característica armadura que lhe fazia a fama.Porém ele estava diferente.As grandes asas brancas soltavam suas penas, em um arremedo cômico de inverno, enquanto ele parecia que sucumbiria ao peso do metal a qualquer momento.
A espada cortadora de mundos, como era retratada, jazia estacionada na parede.Sua lâmina reluzente agora parecia ter perdido o fio e chegava a ser deprimente vê-la repousando longe do último dos anjos.Dos verdadeiros anjos.
-Bons ventos o tragam, Jabba!- a voz dele parecia rouca e fraca.Não parecia a mesma voz que ouvira á algumas horas, enquanto o feitiço era conjurado.-Seja bem vindo à Malebólgia.
Jabba realmente pensara em responder com o sarcasmo característico de sua pessoa.Mas se contera.A figura á sua frente podia estar acabada e ser digna de pena.Mas ele não esquecera das lendas.Lendas que retratavam o real Lúcifer.E algo lhe dizia que o grande anjo ainda era capaz de muitas daquelas coisas.
Foi quando ele tossiu, e junto com a tosse do maior dos treze, a nuvem rubra se agitou.E uma trovoada se ouviu ao longe.”Droga!” era tudo o que o Dinkell podia pensar.Então aquela coisa fazia parte de Lúcifer?Neste momento ele já se perguntava se era prudente desafiá-lo mesmo.O anjo fez alguns acenos com a mão e cadeiras se moveram devagar pelo quarto.Pelo visto a intenção era que elas voassem até eles, mas ele não parecia mais ter toda esta força.Afinal e contas, até onde chegava o poder de Lúcifer após este feitiço anterior?
O anjo se sentou, a armadura rangendo.Limpou a garganta para falar e até isso foi o suficiente para despertar a fúria do gigante rubro do outro lado da janela, que se agitara.Sentou-se por fim.Ouviria o que ele tinha a dizer.
-Antes de mais nada, meu bom garoto- apesar do visitante não se sentir agradável com a denominação, era plausível.Mesmo que ele tivesse dez vezes a própria idade não chegaria em um centésimo da idade do anjo- Quero lhe pedir perdão.O povo anda agitado com os fatos mais recentes.
Então era isso?Jabba duvidava, mas de qualquer forma, não era hora de capitulações e intrigas.Então respondeu ao Grande.
-Não se incomode.Posso entender.Sou governante também e entendo o povo.As reações dele está fora do nosso alcance.
-Certamente.Mesmo assim quero oferecer minhas condolências e, para que volte ao seu planeta após a nossa pequena discussão, uma nave das nossas.
-Eu agradeço.Agora, Lúcifer- disse ele dirigindo sue olhar para fora da janela- aquela coisa.
-Sim, a nuvem.
-O que diabos é ela?
-Aquilo?É exatamente o que parece.Poder, puro e bruto.
-Mas o que aquilo tem a ver com a sua pessoa?
-Perguntas, perguntas e mais perguntas.Saiba que elas são desnecessárias.Pelo menos dentro desta sala.
-Então por que me chamaste aqui?
-Na verdade, você veio ao meu encontro.Afinal, tudo é relativo.
Ali começaria uma guerra de ironias se não fosse pelo estrondo maior.Era uma das divinatus pousando do lado de fora.Um estrondo maior se dá quando o espaço parece se rasgar no meio da sala.E dela saiu afigura mais grotesca que Jabba já vira.Era um anjo, ou pelo menos deveria ser.
Aquele que acabara de entrar na sala não possuía um rosto.Simplesmente da armadura cinza saia uma asa de penas brancas e uma asa metálica.Além do pescoço marcado por cicatrizes e a falta de face ou cabelos.
-Áries, aonde está sua educação!Respeite os convidados.
Um rugido foi ouvido na mente dos dois, antes da resposta do anjo, ou seja lá o que fosse aquilo.
-Eles fugiram!
-Quem?
-Os Slithrekains!Os malditos ceifadores!
-O que?!Soem os alarmes!A divinatu maiori partirá agora mesmo!Vamos vascular cada canto deste universo até achar os bastardos!
Jabba começara a ficar preocupado.A nuvem rubra se expandira, atingindo a praça.Era preocupante.Aquela nuvem era o poder de Lúcifer.E se ela se expandia de forma tão brusca só da raiva invadi-lo, imagine o que a morte daquele ser provocaria.Quantos milênios de acúmulo de poder bruto não se expandiriam como um segundo big-bang?E quem há de saber se aquilo não arrasaria a galáxia?Então, levantou a voz.
-Não, você não deve!
O grande anjo olhara com olhos que cortariam pedras e ferveriam oceanos.Ele estava com raiva e isso podia ser visto no semblante dele.Porém ele parecia se controlar, certamente no limite da sua raiva.
-Por que eu não deveria, Jabba, de Rocio?
-Por que você não pode quebrar as próprias leis.mande suas divinatu.Um para cada planeta.Ocupe-os. Um dia achará os malditos Slithrekains.E depois que os eliminar, tudo voltará ao normal e poderá voltar para Malebólgia.
-Humm...Boa idéia.Mas você permitirá a invasão de Rocio, Rei Jabba?
-Não.Eu disponibilizarei nossas cidadelas para revista.E talvez até permita uma força-tarefa.Mas domínio?Não.
O anjo raciocinou por alguns instantes antes de lhe oferecer a mão para que apertasse.Ao chacoalhar as mãos, o acordo estava selado.Foi então que Malebólgia ouviu a ordem.As divinatus deveriam estar prontas ao amanhecer.
Enquanto isso, na fronteira da galáxia, uma rota se formava.Uma grande nave triangular era cercada por naves menores, toa interligadas entre si.Definitivamente aquilo formava uma cidadela complexa.
Dentro da grande nave, aranhas se movimentavam de um lado para o outro em salas com grandes tubos preenchidos com um líquido esverdeado.E dentro do tubo, mais uma daquelas aranhas.Porém, dentro do tubo, rajadas elétricas passavam pelos seres, causando um brilho latente naquela sala.
As aranhas a que nos referimos não eram aranhas.Aqueles seres mais se pareciam com grandes vermes.Porém ao longo do seu corpo alongado estendiam-se oito patas, 4 de cada lado.A cabeça formava um triangulo, quase como um bico.Outro fato marcante era que absolutamente daquelas criaturas eram metálicas.
Rastejavam ao redor de dois seres de pele acobreada.Estes dois se comunicavam por croquitares baixos.e pareciam mexer em um complicado instrumento.Do alto da sala, indivíduos de pele dourada observavam a todos.De súbito, a sala para e uma voz metálico pode ser ouvida.
-Ótimo.Começou.Mais uma galáxia vai ser nossa.
Novamente os croquitares tomaram conta da sala e, aquela estrutura sem nexo começou a se mover no espaço.A sorte estava lançada.
Glossário:
1-Grande anel: A estação Nexus 2 é um anel que circunda o planeta Malebólgia.
Pois bem, aí está.Espero que gostem.