Capitulo duplo: A supremacia pt III e IV.
Galera!! Retornei! :soclose:
Primeiramente, sinto muitissimo, muito mesmo, por não postar mais capitulos! Formatei meu computador como eu disse um tempo atrás, e perdi o microsoft office... Tive que buscar alguma solução para postar os capitulos novamente, e já consegui! :D
Hoje, vocês ficarão com capitulo duplo! A parte três e quatro do capitulo 19!
Obrigado pelos apoios, vocês terão uma historia epica de agora em diante! :P
@Legendary Claus
Pode continuar criticando e me alertando, assim melhorarei minha escrita para fazer capitulos cada vez melhores! E você já está fazendo sua historia de Tibia, e está mandando bem...:D
Espero que continue acompanhando! Abraço!
Finalmente temos dois capitulos que deixarão vocês impressionados...
Boa leitura a vocês.
No capitulo anterior:
George, Jack e Watson são supreendidos por um basilisco, que seria um dos guardiões que o gigante Gorgano tinha dito. Watson é transformado em pedra, enquanto os herois restantes derrotam rapidamente a criatura. Agora, eles irão enfrentar os ultimos desafios.
Capitulos duplos: Capitulo 19, A supremacia pt. III e IV.
Só um minuto se passou da longa queda para o novo salão. George e seu irmão caíram fortemente no chão, Jack parecia demonstrar alguma parte de seu corpo quebrada. George era resistente, logo se levantou e ajudou seu irmão a levantar, que sentiu fortes dores em sua perna esquerda.
[Jack] – George, acho que quebrei minha perna – disse dando um tapa na sua perna esquerda – Ela está sem reação e está muito dolorida...
[George] – Então acho melhor você se manter no chão, sentado ao menos... – disse com uma aparência preocupada, ajudando seu irmão a se sentar no chão de terra.
George estava muito preocupado com seu irmão. Olhava para os lados, não via muita coisa. Havia algumas tochas quase apagadas pelos cantos, não mostravam nada. George virou-se para o que seria a frente do campo, e viu que varias luzes sinalizavam um caminho. George não podia deixar seu irmão para trás.
[George] – Jack, vai ter que vir comigo.
[Jack] – Mas como?
[George] – Te carregando, ora! – disse pegando seu irmão pelo braço e o levantando, enquanto Jack se esforçava para tentar se levantar. Jack quase gritava de dor do esforço de se levantar. Então George não perdeu tempo e pegou o braço de Jack, o levando para suas costas, enquanto Jack ainda estava de pé. Os dois andavam lentamente pelo caminho, sem causar barulho.
No final, passaram por uma porta e se viram no que parecia outro campo. Todas as luzes do campo se acenderam, e revelou algo, um esqueleto agachado no chão, fazendo alguns movimentos, e um corpo na frente dele.
[George] – Jack, fique aqui... – disse cochichando no ouvido de seu irmão, e o deixando sentado no chão novamente.
Jack não respondeu. George, com um pouco de medo, andava bem lentamente e sem causar barulho para a direção da criatura. Pegou sua espada sem causar um ruído sequer, e sem causar nenhum barulho, nem de sua respiração, andava para o esqueleto, que chegando mais perto, era cada vez mais bizarro olhar para ele. Parecia ter algumas partes de pele laranja em seu corpo, um esqueleto semelhante à de um ogro, porém maior. Cheirava mal, tinha uma calça rasgada que cobria um pouco suas pernas esqueléticas horríveis, e seu cheiro era insuportável.
Até que George se descuidou, pisou num osso perto do esqueleto, quebrando-o. O horrível esqueleto virou sua cabeça para trás, e George viu a pior cena que já havia ter visto na sua vida, e olha que ele já tinha ido até nos Pits of Inferno...
A cabeça daquele esqueleto cheirava mal, era horrível, seus olhos eram luzes vermelhas, um fogo vermelho parecia estar dentro da cabeça do esqueleto. Sua boca, com dentes livres estava com pedaços humanos. Ele percebeu que o esqueleto era um ogro morto-vivo, que estava comendo o corpo de alguém que fracassou. O morto-vivo se levantou, e o cheiro parecia ainda mais horrível. Simplesmente o ogro andava para George que se afastava por causa do cheiro, até que o morto começava a correr, e deu um soco na poderosa armadura de George, o lançando para longe.
O guerreiro bateu na muralha negra que envolvia o campo, trincando a parte de trás e de frente de sua armadura de Morgaroth. Ele não acreditava na força que o morto-vivo tinha.
A criatura era muito ágil, enquanto corria, liberava uma fumaça de veneno no chão, que parecia evitar que alguém o pegasse por trás. George correu também na direção da criatura, batendo sua espada no chão causando um forte impacto que lança o morto-vivo para o corpo que ele estava devorando.
George carregou suas energias, que agora eram chamas, por estar nas cavernas. Com sua espada, lançava raios de fogo na direção do morto-vivo, que corria para a direção de George, mas graças ao fogo ele não se aproximava. Quando o guerreiro parou, o ogro morto-vivo corria novamente para a direção de George, liberando mais fumaça venenosa no chão.
George percebeu que aquilo unido com fogo seria forte contra a criatura, e lançou uma bola de fogo no chão atrás do morto-vivo, que fez varias explosões, desde o corpo até o ogro que já estava perto do guerreiro, e o morto-vivo era lançado à direção de George, que não perdeu tempo, e já preparou sua espada vermelha, que ao mesmo tempo, parou o bicho. A espada de George já estava no centro do morto-vivo, que estava preso na espada do guerreiro. Ele fez uma poderosa explosão com sua espada lançando a criatura para longe.
A criatura ainda estava deitada no chão. George resolveu andar para a direção dela para ver se ela fazia alguma reação. Chegando perto dela, percebeu que sua cabeça não brilhava mais. Mas a cabeça da criatura virou para o guerreiro, e a chama dentro da cabeça se reacendeu. O morto-vivo deu uma rápida rasteira em George que caiu no chão, e sua espada se soltou de sua mão e caiu um pouco longe do guerreiro.
O morto-vivo tentava matar George, dando vários socos nele, enquanto George tentava defendê-los com suas mãos, mas quase não dava. A criatura desistiu de dar socos e foi logo tentar arrancar um pedaço do guerreiro, que empurrava a cabeça quente da criatura para trás, e tentava pegar sua espada. George deu um exori, que levantou rapidamente a criatura para o teto. Enquanto o bicho descia rapidamente para George, ele se levantou, pegou sua espada, e acabou caindo novamente enquanto o morto-vivo chegava perto.
George apenas colocou sua espada para frente, que acabou pegando na cabeça da criatura. As energias de George cresceram, fazendo a cabeça da criatura explodir. Apenas sobrou uma chama no lugar da cabeça. O guerreiro se levantou, e o bicho deu um soco fazendo ele cair no chão, e a criatura, ainda viva, tentava socar varias e varias vezes George, que estava com real dificuldade ali. Mas o guerreiro só viu uma explosão vermelha lançar o esqueleto para longe, caindo no chão sem reação. Era Jack com sua crossbow gigante.
[George] – Jack, você está fraco, não pode usar sua crossbow agora!
[Jack] – Ah, para cara. Você precisava de ajuda, não pode resolver tudo sozinho!
O morto-vivo levantou-se novamente, ainda mais furioso, e ainda por cima, sem cabeça. Com sua forte velocidade, corria para George, que apenas deu um forte chute o lançando para cima, e a criatura pousou no chão, atrás de George. Agora ela corria para Jack, que pensou rápido, e fez a bolt verde. Ele atirou, e percebeu que o dardo não tinha sumido. Ficou impressionado ao ver que os dardos não acabavam. Então, continuou atirando, e sua mortifera munição explodia na criatura, que não parava, e apenas lançou uma bola de morte na direção de Jack. Ela atingiu a outra perna dele, que gritou de dor.
[Jack] – George... Ajuda, não sinto minha perna! – disse gritando para George.
George, ao mesmo momento, se levantou e correu na direção do morto-vivo. Fez um exori hur, mas ele não chegou a atingir a criatura, que chegou em Jack e deu um soco no peito dele, que no mesmo momento desmaiou no chão. A criatura ia mandar mais uma bola de morte para acabar, mas seu braço tinha sumido. O exori hur de George tinha funcionado. A espada de George não havia ter voltado para a mão dele ainda, estava voltando, e acabou pegando no peito do morto-vivo, que caiu no chão.
George correu para a criatura, carregou toda a sua força, e fez um Exori Gran que nunca tinha feito antes, transformando o morto-vivo em mil pedaços literalmente. O guerreiro correu para seu irmão, que estava quase morto no chão. Apenas colocou sua mão no peito de Jack, o curando. Enquanto fazia isso, parecia que a arena estava subindo, e logo começou a subir numa velocidade incrível. Depois ela parou, e Jack levitava para cima, onde no teto escuro, abria-se uma portinhola. Jack foi lançado para cima, e ficou são e salvo junto de Gorgano.
[Gorgano] – Não imaginava que você seria capaz de eliminar uma criatura tão poderosa como aquela! Agora, enfrentará seu desafio final!
[George] – Como é que... – George é interrompido quando magicamente é lançado para o leste, abrindo-se uma porta no escuro, onde George era lançado para lá.
pt. IV
Após aquele lançamento mágico, George apenas caiu no chão. Voltou a uma nova arena, parecia maior, o mesmo aspecto das outras. Tinha as muralhas negras, e atrás delas, tudo escuro. O campo ainda estava escuro para George, que se levantou e sentia um pouco de calor ali.
Ele andou para frente, e viu que as luzes se acendiam para frente, e revelavam no final, alguém que ainda não tinha sido iluminado. Daquele local, surgiu olhos vermelhos, bem fortes, que olhavam bem na direção de George.
[Voz] – Olá George... Quanto tempo!
[George] – Mas quem é você?
[Voz] – Não se faça de desentendido! Você até hoje se lembra daquela sua maior aventura, não? – disse andando um pouco para frente, revelando-se ser da mesma aparência de George, seus cabelos de guerreiro que estavam vermelhos, algumas das cicatrizes no rosto que George possuía, a altura dele, e a armadura de lava perfeita de Morgaroth.
[George] – Como... Como você pode ser eu?
[Voz] – Pois eu também faço parte de sua essência! Desde que você vestiu minha armadura... – disse dando um tapa em sua armadura grossa.
[George] – A armadura de lava? Ela pertencia a... Peraí... Gronth?
[Voz] – Pff. Você acha que Gronth tinha o direito de ficar com minha armadura? Aquele tolo!
[George] – Gronth não era tolo! Eu nunca soube onde ele foi parar!
[Voz] – Em Vengoth, otário...
[George] – Como é?
[Voz] – Gronth e o outro mago supremo, Malrood, foram para Vengoth para acabar com os sete vampiros do castelo sombrio daquela ilha. Porém tudo deu errado, eles sem você, o guerreiro supremo de Tíbia, acabaram sendo capturados pelas forças demoníacas invocadas pelos cultos que estão dominando o castelo.
Eu fiquei aqui depois da falha de vocês, ultrapassaram as barreiras do inferno com aquela magia, agora posso me vingar...
[George] – Mas quem você pensa que é? Como conhece a mim e meus amigos?
[Voz] – Idiota, sou um dos maiores demônios de todos os tempos, sou MORGAROTH! – disse correndo na direção de George, e explodindo no fogo, virando um archdemon tão vermelho como lava.
O bicho não perdeu tempo e deu um forte soco em George, terminando de quebrar a armadura de lava de George, que se despedaça, lançando George as muralhas negras. Todas as luzes daquele local se acenderam, mas deixando o canto atrás das muralhas, todo escuro. Apenas a arena estava iluminada.
George teve dificuldades para se levantar, mas logo estava de pé, com algumas partes de sua armadura pelos ombros. Estava apenas com uma camiseta vermelha cobrindo seu abdômen. Morgaroth corria para George, enquanto ele pegava sua espada de sua bainha e corria na direção do demônio, dando um golpe numa das mãos de Morgaroth. Ele dá um soco em George que defende com sua espada, mas sem sucesso, ele cai no chão. O monstro ia dar um golpe final em George, quando ele carrega suas energias e salta para cima, flutuando no ar.
[Morgaroth] – ENTÃO VOCÊ ANDOU APRENDENDO UNS TRUQUES, HÃ?
[George] – Não é truque, essa é minha verdadeira essência! – disse apontando suas mãos para Morgaroth e mandando raios de energia em sua direção. Os raios conseguem penetrar na grossa armadura do archdemon, fazendo ele cair no chão. George carrega mais forças em sua perna, preparando-se para dar um forte chute no archdemon. Quando o guerreiro ia atingi-lo, o demônio dá um poderoso chute em George, o lançando para cima novamente.
George pensou rápido, e então se lembrou do cata-vento que ficava no orbe da natureza que teletransportou George para o Sensaton, e então, ele começava a girar rapidamente como o cata-vento, lançando vários espirais de energia na direção de Morgaroth, que era preso e atingido varias vezes pela poderosa técnica de George.
Logo o guerreiro vai para a direção de Morgaroth, ficando de frente com o demônio, dando vários socos em sua armadura, destroçando-a. Morgaroth sentia fortes dores, mas não desistiu e fez uma explosão poderosa de chamas ali. George é lançado no ar, então tenta lançar poderosas bolas de energia na direção do demônio, que as revida com bolas de morte. As bolas se desfazem atingindo a proteção de energia do guerreiro, até que ele teve que tentar um golpe direto no demônio.
Ele se lembrou do poderoso Exori Gran Ico que utilizou no inferno, e se concentrou em sua energia, que cresceu ainda mais e ficou roxa, jogou sua espada para a frente, e indo na direção do demônio, gritou:
[George] – EXORI GRAN ICO!
A magia tem poderoso efeito em Morgaroth, porém, a magia pega apenas a perna esquerda do demônio, que urra de dor e se ajoelha no chão enquanto a espada crescida de George sai da perna do archdemon. A magia não dura muito tempo, e some, fazendo a espada voltar ao normal. Então o guerreiro volta para cima, e com sua espada faz vários Exori Hur para a direção do demônio, que atinge a armadura dele, quase terminando de a despedaçar. Morgaroth não tem outra opção senão usar seus poderes avançados, e utiliza sua força psíquica demoníaca para puxar George para sua direção. Quando o guerreiro chega na frente do demônio, ele aproveita para dar um poderoso soco com sua mão gigante em George, que é lançado para longe. Antes do guerreiro atingir a muralha ele volta para a direção do demônio, que ataca uma forte bola de morte nele. George cai no chão apenas brilhando num tom azul.
[Morgaroth] – QUEM DIRIA, COMO TÃO OTARIO QUE VOCÊ É! NÃO CONSEGUE NEM CONTROLAR SUA PROPRIA FORÇA, PARECE MAIS UM MERDA! – disse andando para a direção de George, e o pegando com sua mão gigante esquerda. – O QUE VOCÊ VAI FAZER AGORA? CHAMAR SEU DEUS PROTETOR? OU CHAMAR SEUS AMIGUINHOS TOLOS?
George tentava se livrar das grossas mãos do demônio, ainda continuando fraco. O demônio o joga para as muralhas novamente, abrindo um grande buraco nela. Naquela hora, uma chama roxa atinge a cabeça de Morgaroth, que se ajoelha no chão. Vinha de uma portinhola acima de Morgaroth, era Watson.
[Watson] – Desgraçado, você vai pagar caro por ter feito isso! – disse forte e recuperado da magia de pedra.
Watson pulava para a arena, mas não estava acompanhado de Jack. Naquele momento, na portinhola, estava Gorgano, olhando para Watson.
[Gorgano] – Idiota, não era para se intrometer na briga!
[Watson] – Dane-se! – disse usando força psíquica para fechar a portinhola. Watson se segura nos chifres de Morgaroth, o puxando para trás, e carregando chamas roxas queimando a cara do demônio. Watson se solta dele voltando para o ar enquanto o demônio cai no chão. O mago vai para a direção de George, o ajudar.
[Watson] – Tudo bem com você? – disse puxando George do buraco.
[George] – Acho que sim... – respondeu com uma voz fraca.
[Watson] – Vou acabar com o demônio, fique ai!
[George] – Espera... Cadê o Jack?
[Watson] – Cara, sinto muito, mas não sei onde ele está.
[George] – Gorgano maldito! – disse carregando novamente suas energias, pronto para lutar com Morgaroth novamente.
[Watson] – Espera cara, você está ruim!
[George] – Não estou não! – disse correndo para Morgaroth, voltando para o estado de energia roxa. Suas mãos juntavam uma mistura forte de chamas vermelhas e amarelas, enquanto a espada de Fusia dele voltava para sua mão. Enquanto o archdemon se levantava, George aproveitou e cortou fora o braço direito de Morgaroth, e fazendo um corte gigante na perna esquerda do demônio, que cai no chão novamente, urrando fortemente de dor.
[Morgaroth] – AAAAHHH DESGRAÇADO! AAHHHHHHHHH! – ainda gritando de dor tentando se controlar.
[George] – Há. Agora você pede piedade?
[Morgaroth] – NUNCA! – disse usando suas ultimas energias para fazer uma poderosa explosão de morte, fazendo George ficar inconsciente e caindo no chão como um boneco.
[Watson] – George! – disse correndo para seu amigo.
[Morgaroth] – IDIOTA, ELE NÃO É DE NADA!
[Watson] – VOCÊ QUE NÃO É! EXEVO GRAN MAS VIS! – disse invocando varias e varias nuvens cercando Morgaroth e descarregando fortes raios roxos no demônio, que urrava de dor, enquanto morria pelos golpes.
[Watson] – Acorda cara! Está tudo bem? – disse tentando curar o amigo, lançando algumas das chamas roxas dele para tentar passar o poder dele e curá-lo.
Morgaroth tinha parado de se mexer e virado cinzas, enquanto uma armadura vermelha ficava no chão, ao lado das cinzas do demônio. George acordava aos poucos enquanto tossia forte.
[Watson] – Calma, calma...
[George] – Cadê o Morgaroth? *tosse forte*.
[Watson] – Morto. – disse olhando para as cinzas do demônio e vendo uma armadura vermelha ali. – Que estranho, parece que tem algo ao lado do corpo...
[George] – Acho que é... – disse se sentando e olhando para o corpo do demônio morto. – A Lavos Armor! Foi assim que Gronth a achou! Morgaroth estava acima da lava quando ele deu o golpe final no demônio, e uma armadura vermelha caiu na lava...
[Watson] – Você já me disse isso. Quer que eu a pegue para você?
[George] – Tanto faz, já estou me recuperando mesmo. Exana Mort! – disse se curando de algum efeito de morte e das feridas. Logo George se levantou devagar, enquanto Watson ia para a armadura.
[George] – Espera cara! A armadura não pode ser pega, ela que escolhe a quem ela pertence! – disse andando para o corpo. Ao mesmo tempo, a armadura de lava foi para as mãos de George, e a frente uma porta se abriu, acendendo algumas luzes ali.
[Watson] – Deve ser a sala final... Vamos.
Os dois andaram para a sala, e entraram ali. Perceberam que ela era menor, e que varias luzes se acenderam, mostrando ser uma sala de recompensa. Por lá, havia varias colunas azuis, paredes vermelhas, com tochas pregadas nelas, e a direita havia uma estante de cristal com varios livros, mas isso não importava para os herois. Ali na frente, havia uma mesa grande, que possuía algumas marcas de uma armadura e de uma espada. Chegaram à frente da mesa, onde havia as aberturas. Perceberam que a da armadura tinha a silhueta da Lavos Armor, e a espada possuía a silhueta igual a da espada de Fusia.
[Watson] – Acho que você tem que colocar a espada e a armadura aqui...
[George] – Então parece que Banor me deu a espada para eu obter a espada suprema...
[Watson] – Então faz isso cara! Coloca a armadura e a espada em seus locais!
George pegou sua espada, deu um forte suspiro, e colocou a armadura no local, depois sua espada em seu local. Logo uma forte luz vermelha crescia ali, e uma explosão lançou George e Watson para cima. O teto se abriu, e parecia que a construção estava desmoronando. Gorgano estava junto de Jack, que estava de pé e saudável novamente. George e Watson pularam para cima, e pousaram sem dificuldades onde Jack e Gorgano estavam.
[Gorgano] – Aqui estão vocês! Passaram do teste! Mas agora parece que meu antigo lar vai desmoronar...
[George] – Você morava aqui?
[Gorgano] – Sempre, mesmo sozinho aqui era bem melhor do que qualquer local dessa terra perigosa...
[George] – Você vem com a gente!
[Gorgano] – Como?
[George] – Nos acompanhando, ora! Jack, venha!
[Jack] – Sim!
[Gorgano] – Tudo bem, o local onde devemos ir é ali! – disse apontando para uma porta que se abria, revelando um novo corredor. – Rápido, o local está desabando!
O grupo corria para o corredor, e continuava correndo, enquanto atrás deles varias pedras caiam.
Proximo: Capitulo 20, A recompensa.
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Bom galera, venho avisar que também farei uma pequena historia com uns capitulos médios, pois estou meio sem tempo para planejar mais essa aqui...
Espero que continuem acompanhando! Abraços!:y:
Capitulo 20 - A recompensa pt. I
Galera, aqui está o novo capitulo! E sinto muito se dei um possivel "Troll" na previsão do capitulo...:fckthat:
Primeiro, as respostas:
@Nedless
Eai chapa! Bom que gostou do capitulo!
Parabéns por ter chegado até o capitulo atual, merecia até um troféu...:fckthat:
Quanto a frase de George, é obvio que Morgaroth o estava enganando por causa da armadura e o poder que ela tem. George não é tonto, é um ótimo guerreiro... E P I C O :awwyea:
E sua duvida, é assim: Se o George morrer e Jack souber disso, ele poderá liberar seu lado mais poderoso e se tornará... Não vou dizer, isso vocês vão descobrir num futuro não muito distante :kkk:
E eu também percebi essa comparação. Você vai ver que em algumas partes ele parece igual...
Agora, quanto a tudo que botei na historia, é da minha mente que possivelmente adora Caos...:fckthat:
Zueira! É que eu queria mesmo é uma historia beeem massa pra galera. Espero que seja um dos principais leitores, pois vai curtir o que está pra vir... O climax dessa historia começa agora.
Continue acompanhando!
@Sombra de Izan
Valeu cara! Não conheço esse filme... Mas bom que você curtiu! :D
A historia está para avançar mais! Você vai ver, assim que minha vontade de escrever capitulos aumentar, pois ela andou diminuindo...:(
Muito obrigado, continue acompanhando! :y:
Aqui está lo capitulo... Queres mas algo?
:D
Galera, fiquem com o capitulo. Ele terá os dialogos diferentes, e agora não terá mais o Times new roman... Por enquanto, obvio.
Boa leitura a vocês!
No capitulo anterior:
Os ultimos dois testes arriscaram a vida dos irmãos filhos de Banor. Mas agora, o primeiro item supremo de Sensaton World pode cair nas mãos de George...
Capitulo 20 - A Recompensa pt. I
O grupo continuava fugindo da construção embaixo de terra rapidamente, às vezes olhando pra trás, às vezes só focando em correr mais. Parecia um caminho que não acabava mais...
Para piorar, das paredes que despencavam por trás deles, saiam guardiões de terra, prontos para matar intrusos. Gorgano viu a situação, e parou de correr. O trio percebeu que Gorgano estava para trás.
-O que foi Gorgano? Vamos! - Gritou George para o gigante.
-Sinto muito, mas não posso continuar. Os guardiões da terra estão saindo das paredes, se continuarmos correndo eles virão para a superfície e espalharão destruição. Vão, eu cuido deles!
-Mas Gorgano...!
-Vá! Tome cuidado à frente! - disse para George, voltando para trás assim que varias pedras bloquearam seu caminho por trás.
-Vamos George, tem muitas pedras caindo aqui! - Disse Jack, puxando George pelo braço e fugindo das pedras.
O trio continuou o caminho, porém mais pedras caiam, com o risco de ficarem presos. George não teve outra opção senão usar sua velocidade mais poderosa. Ele pegou Jack pelo braço, carregou as energias azuis e suplicou:
-Utani Makrarrah Hur!
Numa velocidade incrível, os dois se aproximavam da saída, que era uma luz um pouco ofuscante. Watson aproveitou e também carregou suas chamas e fez um Utani Gran Hur muito ágil, em direção ao final do túnel. Chegando lá, parecia que a luz ficou mais forte, cegando os três, que se sentiram indo para o alto, desmaiando sem explicações.
~**~
George acordava aos poucos, se vendo numa nova sala. Via dois pilares em sua visão, com atrás deles a parede da sala, que possuía duas linhas que corriam com cores amarelas acompanhadas do vermelho escuro da cor da parede. George não se sentia muito cansado, ou ferido, apenas se levantou e limpou a sujeira em sua roupa. Ele percebeu que estava com sua Armadura de Lava de Morgaroth.
Ele se virou para deduzir onde estava, quando viu uma mesa grande feita de mármore a sua frente, uma cadeira de um material desconhecido estava na posição pronta para alguém se sentar. Um grande banquete estava acima da mesa, o qual George não via há muito tempo. O problema era que havia algo estranho acompanhado da comida: grãos branquíssimos e bem organizados no primeiro prato chamavam a atenção do guerreiro. Vendo ninguém ali, falou baixo:
- Bom, não há ninguém aqui... Então vou me servir. - Sussurrou para si mesmo, colocando a mão em sua barriga; estava realmente com fome.
Então, ele se sentou e se sentiu a vontade, pegando pedaços de carne e os colocando no prato onde havia os grãos, para experimentá-los. Antes, como um ato raro, observou as mãos para ver se estavam muito ruins para comer, e viu que estavam totalmente limpas. Muito estranho.
Viu os talheres, e ele se lembrou de que comia apenas pegando os alimentos... Mas na casa de um nobre bondoso do qual ele salvou um de seus tesouros de ladrões do deserto, o homem havia apresentado os talheres para ele, para se alimentar adequadamente. Aprendeu a usá-los e comeu feliz aquele banquete da família nobre... Depois nunca lhe aconteceu isso novamente.
Ele se lembrou como os usar, e começou a comer alegremente a refeição.
Após algum tempo, ele já estava satisfeito. Apenas relaxou na cadeira, enquanto havia deixado escapar um arroto. Relaxado, fechou os olhos por um momento. Mas nem relaxar direito pode...
George ouviu um som de alguém se sentando numa cadeira, aparenta ser alguém que não queria que o guerreiro o ouvisse. Ele abriu os olhos, e rapidamente se levantou da cadeira e olhou para frente. Viu um homem em uma capa que envolvia seu corpo magro sentado no trono que ficava um pouco distante da mesa de mármore. O homem estava de cabeça abaixada.
- Quem é você? - Disse George, olhando estranhamente para o homem.
- Olá George... Vejo que aproveitou a refeição que lhe deixei. - Disse o homem estranho, levantando sua cabeça e revelando seu rosto. Parecia sombrio, ele possuía longos cabelos negros e lisos, um rosto um pouco seco, e o que mais chamou a atenção de George: A cor de seus olhos era amarela.
- Como sabe meu nome?
- Pois é obvio que foi você que deixou a espada de Fusia e a famosa Armadura de Lava de Morgaroth no altar, não é mesmo? Sua recompensa está aqui.
George arregalou seus olhos, não sabia direito o que fazer. Esperou algo mais do homem, que voltou a falar.
- Pois bem. Você já ouviu falar do Deus Lezario, certo?
- Sim, ouvi falar. - Disse George, com uma duvida que já parecia esclarecida.
- Certo. George, caso você não conheça, havia um homem que já capturou os itens supremos de Sensaton. Porém, ele ficou louco por tanta ganância e satisfação. Ele foi preso, enquanto os itens haviam desaparecido. Bem, quem os pegou foi eu, o que todos veneram.
- “Veneram”? Como assim?
- George, quando alguém consegue um dos itens, tem a chance de conversar com o Deus Lezario. Eu sou o Deus desse mundo todo.
George arregalou seus olhos novamente, ficou muito confuso com as falas do “Deus”.
- Você é um Deus? Há, acha que acredito nisso? - Disse George, tomando uma decisão arriscada na conversa.
- É obvio que acredita. Leio seus pensamentos. Está indeciso e confuso. Porém, gostaria de lhe apresentar algo... - Disse Lezario, rapidamente aparecendo na frente de George e colocando a mão na testa do guerreiro, o fazendo desmaiar.
~**~
- Ué. Onde estamos? - Disse Jack, de pé num pequeno campo que parecia abaixo de Veneraten.
- Parece que estamos abaixo de Veneraten. Que estranho... - Disse Watson, também de pé, olhando para os lados.
- Estávamos fugindo de um desabamento quando aconteceu aquele clarão... Espera ai! Cadê o George?
- Deve ter sido levado para o local da recompensa. Ele deve estar bem, sei do que estou falando.
- Vamos procurar ele, talvez não deva ter acontecido isso!
Jack seguiu em frente, seguido de Watson, que não discutiu com a decisão de seu amigo. Até que a alguns metros à frente, eles ouviram um forte uivo, não parecia de lobo.
- O que é isso... Um lobisomem? - Disse Jack, olhando com um pouco de medo para Watson.
- Existe isso aqui?
- Eu não sei...
Mais uivos sinistros ocorriam em vários outros locais ao redor da dupla. Eles olhavam para os lados, não conseguiam ver nada. Watson viu uma sombra levantada ao oeste, e para saber o que era, fez um forte Utevo Vis Lux, iluminando tudo ao redor da dupla.
Quando viram, estavam cercados de monstros que tinham a aparência de um ogro misturado com lobo. Carregavam enormes machados em suas mãos, prontos para saborear sangue. Os monstros mostraram seus dentes enormes de lobos, e partiram para massacrar Jack e Watson.
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Espero que tenham gostado! Agora preciso terminar com urgencia o texto de minha disputa...
Capitulo 20 - A recompensa pt. II
Olá galerinha! Tudo bem com vocês?
Hoje teremos a aguardada parte dois do capitulo 20. Bom, hoje resolvi ler novamente alguns capitulos meus, e graças a comentarios motivadores, como o de Joxkyz, Sombra de Izan e Nedless, ganhei inspiração novamente!
Agora vamos que vamos! Vejamos se todos os dias irei fazer capitulos, já que era pra tar no capitulo 30 pelo ritmo que eu tinha! :hmm:
Respostas:
@Joxkyz
Valeu cara! Muito bom ter atingido esse capitulo.
Haha, hoje voltou as aulas de todo mundo! Bom, as minhas voltaram faz uma semana. Escola dura :(
Bom, sobre a animação para fazer capitulos, as vezes é normal, mas já estou com vontade de continuar! Os proximos capitulos serão emocionantes e já planejei muita coisa para parar agora! :y:
Não se preocupe com os spoilers, geralmente vendo você mesmo, acaba se supreendendo. Continue a acompanhar, irei continuar sim a historia!
Além disso, você acha minha historia boa? Conte-me mais sobre os capitulos que mostram uma historia fora do clichê, e procure uma historia que seja igual a minha...
@Iridium
Olá, nova leitora! :yupi:
Bom, sobre esse problema dos erros dos capitulos iniciais, tentarei corrigir com o tempo. São muuitos :D
Vá dizendo mais sobre o que achou da historia! Obrigado por vir aqui, continue a acompanhar!
Bom galera, aqui está o capitulo. Este eu fiz hoje mesmo, mostrando tudo duvidas pouco esclarecidas e com direito a coisas novas.
Gostaria de agradecer aos leitores: Nedless, Sombra de Izan, Joxkyz, Retsun e a nova leitora, Iridium!
E também um agradecimento ao meu amigo Jorge, que não curte muito os foruns, mas mesmo assim sempre passa aqui para ler minha historia! Valeu amigo!
Boa leitura!
No capitulo anterior:
George se encontra com um Deus, o chamado o criador de tudo, Lezario. E Jack e Watson estão numa situação séria...
Capitulo 20 – A Recompensa pt. II
George acordava levitando, vendo uma imagem gigantesca a sua frente. Quando percebeu, já estava no chão, ou em algo parecido...
Abaixo dele, ele via o que parecia uma manga de um casaco, era um amarelo puro, porém com uma iluminação não muito forte. Aquela manga se estendia como três Campos da Gloria, por mais incrível que pareça. Ele olhou para o céu, viu que estava no espaço, e via uma gigantesca pessoa com um rosto parecido de um Yalahari, quase sumido no gigante escuro do espaço cheio de estrelas. O gigante era tão grande como um titã, talvez até maior, e segundo alguma boa dedução de George, ele estava com um dos braços segurando algo. Ele se virou, e viu a mão incrivelmente gigantesca do bicho, segurando uma esfera perfeita e linda, com um intenso brilho nela.
Tinha uma imagem dentro dela do que parecia um continente rodeado por muita, mais muita terra. Um vasto oceano cercava o continente, que também possuía muitas ilhas. Também uma enorme bola flamejante, lentamente flutuando em volta do planeta. O guerreiro não entendia direito aquilo, mas parecia ver uma versão do Sensaton World na mão de um gigante que mal dava para ver o resto de seu corpo, de tão grande que era...
[Voz] – É simplesmente incrível ver uma coisa dessas não é? Tibianos nunca presenciaram ou sequer pensariam em tal coisa... – Disse uma voz atrás de George. O guerreiro se virou e viu Lezario, agora vestido com um longo manto que envolvia todo seu corpo, nas cores azul claro, amarelo e branco. Ele tinha uma tiara grande, com várias coisas pontudas nelas, algo decorativo. Com os mesmos cabelos longos, que agora eram loiros, ele se aproximava de George, o analisando um pouco. – Filho de Banor, certo? Pois os desafios que eu passei para quem tentasse pegar a espada suprema, eram realmente difíceis.
[George] – Também achei... Arrisquei meu irmão e meu grande amigo e... Espere, onde eles foram parar?
[Lezario] – Estão fora do templo, no sul da cidade do pântano, porém do lado de baixo. Vejo que eles estão com dificuldades, pois lobisgros estão os cercando. Você irá lá logo...
[George] – A espada! Onde está? Se passei pelos desafios eu devo receber a espada, não é?
[Lezario] – Bom, como visto você reuniu os itens corretos: A preciosidade de uma cidade, e a preciosidade de um monstro Tibiano. Até dei uma colher de chá para os corajosos guerreiros que tentavam passar pelos testes, achando que não conseguiriam passar.
[George] – Essa pequena vantagem seria Morgaroth, certo?
[Lezario] – Sim. Meus discípulos o encontraram selado numa faixa negra do sul de Darksand, onde havia muito Tarco. Após isso, eles o levaram para o terceiro local e já estava tudo completo.
[George] – Então ele foi lançado para cá mesmo...
[Lezario] – Sim. – O Deus levava suas mãos para trás, criando algo. – Bom, chega de enrolação. Merece seu premio. – O Deus levou suas mãos a frente novamente, trazendo a espada suprema de Sensaton. Do tamanho de uma real e lendária Espada longa mágica, com uma lamina extremamente afiada, muito brilhante e bonita. Seu cabo tinha um cristal azul no começo, e seu resto era amarelo com círculos que envolviam os arredores do cabo, eram azuis claros que possuíam uma parte mais clara, como uma mini-bola, correndo sem direção dentro do circulo. Os outros possuíam a mesma aparência, uma mini-bola correndo.
[George] – Meu Deus, ela é... Linda! – Disse com os olhos brilhantes e encantados pela beleza da espada.
[Lezario] – E ela é sua. Pegue. – Disse “deitando” a espada em suas mãos e a levando ao alcance de George. O guerreiro não hesitou, pegou a espada e a observou. Realmente parecia muito poderosa. – Ah sim. Falta um escudo e uma armadura, certo? – Nesse momento, o Deus estalou os dedos. Logo surgiu uma armadura azul muito brilhante, e um escudo também totalmente azul com espirais que corriam fora do escudo mostrando extrema beleza e poder. Além disso, o escudo mostrava a imagem de um rosto parecido com um de um Yalahari, porém com uma tiara com penas grossas fazendo um “quadrado de pé” envolta da tiara. O azul da armadura refletia luzes brancas fracas, seja do sol ou do Sensaton World.
[George] – Puxa vida, são incríveis! Nunca vi algo igual!
[Lezario] – Não me agradeça. Os outros itens são mais bonitos e fortes que esses. Não os venda, não os comercie. Se cair nas mãos erradas...
[George] – Sim, sei disso. Obrigado!
[Lezario] – De nada... – Disse estalando seus dedos, fazendo George desaparecer. Logo depois, o Deus desapareceu.
~**~
Sensaton World, Veneraten, sul da cidade.
Jack e Watson viam-se derrotados, pois não conseguiriam derrotar tantos bichos. Mas mesmo em desvantagem, tentaram parar os bichos. Watson carregou suas energias, fazendo bolas de fogo atirando em todos os monstros que ficassem próximo dele, e também utilizando uma forte magia que fazia que as chamas ganhassem vida, fazendo espirais que rebatiam os bichos. Jack apenas ficava perto do poderoso mago, atacando dardos gigantes e explosivos nos ogros-lobo com sua Besta gigante.
A batalha que estava muito longa e dura tinha um pouco de efeito; Os ogros estavam sumindo, porém apareciam mais e mais, complicando a situação.
[Jack] – Cara, não dá! São muitos, podemos acabar nos esgotando matando esses bichos!
[Watson] – Espere. Aprendi muitas magias novas, agora vou usar uma para matar esses bichos de longe.
[Jack] – Qual?
[Watson] – Esta. Quanegra!
Watson invoca uma floresta gigante que pega uma imensa área ao redor dos dois. Com os ogros-lobo capturados, restava apenas os matar. O problema da floresta mágica, é que de alguma forma, ela sumiu em apenas nove segundos.
[Jack] – Mas o que?! Porque essa magia já sumiu?
Watson ia responder quando alguns tremores ocorriam frequentemente, quando em pouco tempo, se via George descendo do céu com vários espirais de energia o cercando. Ele chegou ao chão diminuindo sua velocidade. O guerreiro não perdeu tempo, todos os ogros-lobo que apareciam na sua frente, ele simplesmente os matava com velocidade. Com a espada de Sensaton, ele era muito mais forte; Derrubava, matava, cortava, atravessava os monstros com a incrível espada suprema daquele mundo. Jack e Watson não falavam nada. Tinham que eliminar os monstros de qualquer jeito.
Mas muitos apareciam, sem explicação. Watson apelou; Concentrou suas forças aumentando e levando mais para o ar o seu fogo, até ele descer e criar uma explosão gigante, eliminando quase todos os bichos que havia ali. George finalizou levando a espada ao céu e liberando uma habilidade que liberou espíritos finos e pequenos atravessando todos os lobigros, recolhendo seus espíritos malignos e num espetáculo de brilho dos finos espirais independentes, todos os espíritos se juntaram no céu e explodiram.
O resto das espirais voltou à espada. No fim, nenhum monstro apareceu mais.
[Jack] – Mas o que foi aquilo George? De onde você surgiu?
[George] – Consegui. – Disse levantando sua espada para cima. – A grande espada suprema de Sensaton World.
Os dois heróis observavam George com a espada e, em especial, sua armadura e seu escudo, que eram perfeitamente poderosos. George voltou novo em folha, muito poderoso e habilidoso.
[Watson] – Que armas são essas? A armadura, o escudo...
[George] – Ah. Chamam-se armadura da veneração – Disse olhando para a armadura azul e brilhante e dando um tapinha com a mão que tinha o escudo – E o escudo da veneração.
[Watson] – Onde os conseguiu?
[George] – Lezario me entregou por recompensa de salvar Aothos e Veneraten do perigo. E sim, Lezario é mesmo um Deus, eu o conheci. Ele é incrivelmente poderoso e também muito, mas muito grande... Vocês nem imaginam. No local onde recebi os itens, eu parecia... – George é interrompido por um rugido vindo adentro da floresta ao sul. Alguns sons de passos fortes eram escutados daquele local. George levantou sua espada e andou devagar para o local, acompanhado de Jack e Watson, também preparados. O mago estendeu mais fortemente sua luz, que foi capaz de revelar uma sombra enorme, maior que um humano, dentro da floresta, parado.
Pequenos rugidos podiam ser escutados desse monstro. Ele andou para frente, revelando sua face; Ele possuía três ou quatro metros de altura, tinha uma roupa meio rasgada, era pequena, com uma calça também pequena e rasgada. Ele tinha muito pelo como um lobo, mas tinha a visão da luz uma pele verde escura. Um rosto de um lobisomem, porém maior e mais assustador por ser um ogro transformado. Olhos vermelhos como uma maçã em ótimo estado. Pelos cobrindo todo seu rosto, uma real face assustadora. O bicho enorme faz um forte rugido, preparado para enfrentar o trio.
~**~
Tibia, ilha de Kharos.
Duas horas de duras batalhas, as tropas de Edron, acompanhado de Philip, Tyler, Elth e Sion, estavam na cidadela de Ferumbras, já no ultimo andar. Sem perder tempo, todos entraram no teleporte para a sala do mago maléfico.
Lá estava Ferumbras, de costas, sentado numa cadeira a frente de uma mesa de madeira vermelha, parecia se entreter lendo algo. Todos entrando na sala causaram muito barulho, que fez o mago se levantar e com uma força incomum, fazer sua vara ir a sua mão, e no mesmo momento o mago se preparava para a batalha. Sion andou para frente e fez um sinal ao mago.
[Sion] – Espere mago. Precisamos conversar.
[Ferumbras] – Sion Korean? Hihihi... Que coincidência te encontrar...
Proximo: Capitulo 21, Abominações e Missões.
É isso galera, espero que tenham gostado!
Abraços.
Capitulo 21 - Abominações e Missões.
Opa galera! Firmeza?
Novamente dei um Troll na data de postar o capitulo. :fckthat: Carlos mau Carlos mau
Hoje vou postar finalmente para vocês o capitulo 21. Obrigado pela paciencia, agora irão presenciar mais tecnicas poderosas, e ter mais duvidas...:smile:
Antes quero agradecer a todos que acompanham e comentam na historia. E aos visitantes, criem uma conta! Cai o dedo não! :D
Boa leitura!
No capitulo anterior:
Geroge recebe a espada de Sensaton World, junto de novos equipamentos. Ao retornar ao mundo, ele salva seus amigos de varias criaturas esquisitas, chamadas de Lobigros. Mas o que vem agora é pior.
Capitulo 21 – Abominações e Missões.
Tibia, ilhas proibidas, Kharos.
[Sion] – Não estou para gracinhas, Ferumbras. Conheci você um dia e me arrependi.
[Ferumbras] – E qual o problema? Háá, já sei. Deve ser porque está junto da galerinha de Edron... Hihihi... – Disse alisando sua enorme barba.
[Philip] – Não nos provoque mago, viemos em paz.
[Ferumbras] – Então porque diabos trouxeram esses soldados sujos? Acham que podem me derrotar simplesmente assim?
[Philip] – Chega. Queremos sua ajuda e não queremos o matar.
Ferumbras ouviu isso, e ficou parado por alguns segundos, até que ele começa a cair nas gargalhadas. Parecia estar caçoando os homens.
[Ferumbras] – Ahh, como eu rio com vocês... – Disse lançando sua vara para trás dele, deixando-a encostada na parede próxima a mesa de madeira vermelha. – De tantas pessoas nesse mundo fajuto, tinham que escolher logo a mim?
Philip deu um passo à frente, seguido de seu amigo Tyler. Queria tentar conversar com o mago.
[Philip] – Sabemos que há 250 anos atrás, você desenvolveu um portal que foi capaz de ir para o além. Muito além de Tibia, além do céu e do inferno. As famílias Alarstake e Amerake não hesitaram em ir para o portal, não se sabendo mais onde estava. Depois, este portal se tornou vermelho, trazendo algumas criaturas do inferno para o nosso mundo. O pior foi que muitas pessoas morreram, e quando o portal foi finalmente fechado, você foi condenado para fora da sociedade – Crava sua espada no chão, e dá um leve suspiro. – E teve sua filha morta, e quando tentou recupera-la, num ato corajoso, você foi morto e seu espírito, selado. Sentimos muito por isso, realmente. Mas agora precisamos de sua ajuda, mais do que nunca.
O mago Ferumbras, mesmo sendo tão mal, ficou pensativo sem resposta por alguns segundos, e ele foi à direção da mesa, sentando-se na cadeira que ficava no fundo.
[Ferumbras] – Vocês. – Disse apontando para Philip, Sion, Elth e Tyler. – Sentem-se.
Os guerreiros não recusaram, foram até a mesa, escolheram seus lugares, e se sentaram. Ambos os quatro olhavam atentamente para o mago.
[Ferumbras] – Como posso ajudar vocês?
[Philip] – Há uma semana mais ou menos, os cientistas de Yalahar se dedicaram a um portal, um modelo igual ao seu, para ir para o além... – Disse um pouco nervoso, e continuou. – Porém há quatro dias ele foi aberto e em pouco tempo uma falha ocorreu. Vários e vários demônios invadiram o laboratório, matando muitos dos cientistas. Os que sobraram selaram a porta e avisaram para todos os habitantes e visitantes de Yalahar para saírem do local. – O guerreiro parou um pouco de falar, dando um forte suspiro e com a cabeça baixa.
[Ferumbras] – Certo, continue!
[Philip] – Teve varias pessoas que não quiseram sair de lá, e a porta foi destruída, e dentro do laboratório infestou-se de demônios poderosos. Eles saíram de lá, e saindo do prédio central que tinha a sala que na verdade era o laboratório, destruíram a cidade. Quando soube que não fomos chamados de volta – Disse dando um tapa no braço de Tyler. – Chamamos o lendário guerreiro George e seu irmão, Jack. Também veio um amigo do cara, que deu até mais trabalho. Chegamos lá derrotando quase todos os demônios, até achar o portal. Caímos numa armadilha, meu amigo era um traidor que estava guiando os bichos. Depois que George o matou, o portal tornou-se acessível novamente, e George, Jack e o amigo deles, Watson, fugiram para o portal que vai para o além.
Ferumbras ficou ainda mais pensativo e muito surpreso com o que havia acontecido em tão pouco tempo.
[Ferumbras] – Enfim, moral de toda essa historia?
[Philip] – Precisamos de sua ajuda para criar um novo portal para trazer-mos eles de volta para Tibia.
Philip ficou aguardando uma resposta de Ferumbras, que ficou quieto por alguns segundos, olhando para Sion. Após isso, voltou o olhar para o guerreiro, e respondeu:
[Ferumbras] – Veja. Esse portal não é para além algum. É para um lugar novo, diferente de Tibia. Não vou lhe dizer nada, a menos que eu tenha minha filha de volta. E ainda faço o portal em pouco tempo. É pegar ou largar... Hihihi.
Philip ficou olhando para seu amigo e para os outros. Fizeram um sinal positivo, mas alguns soldados e o lider não acharam uma boa ideia. Mas mesmo assim, Philip falou:
[Philip] – Negocio fechado.
~**~
Sensaton World, sul de Veneraten.
A enorme criatura não parecia ter uma boa mente, parecia ser apenas para matar. O bicho saiu correndo para a direção de George, que também não hesitou e foi para a criatura. O guerreiro deu um salto e depois fez um corte não muito forte no braço do monstro.
O bicho parecia ter mais do que força, pois não parecia demonstrar dor. George estava atrás dele pronto para dar mais um golpe, quando a boca do monstro parecia se “abrir” liberando ondas sonoras vermelhas na direção de George, que correu delas rapidamente, percebendo que ia fazer um forte estrago no guerreiro. As ondas batiam no chão e explodiam, poderia fazer pior em George. Após isso, a criatura usou a força, correu para George dando um soco no guerreiro, que defendeu com o escudo. No mesmo momento George se virou e fez um novo corte na aberração, agora em seu abdômen. Agora o guerreiro carregava novamente seus poderes os expandindo para a cor roxa.
Passando esse poder para a espada, tentava múltiplos golpes no bicho, que era esperto e rápido, e também tentava golpeá-lo com seu escudo. Alguns golpes do escudo atingiam o bicho, que se irritava cada vez mais. O monstro pula para cima, se encolhe como uma bola e começa a girar no céu, lançando varias ondas sonoras vermelhas para o chão, como um verdadeiro bombardeio. George tentava até defender com o escudo, mas ele também sofria fortes impactos do poder do monstro. Ele apelou para uma nova tentativa. Achando que sua espada era uma tocha apagada, e seu escudo, uma fogueira, ele tentou puxar os espirais que corriam no escudo, os passando para a espada.
Combinando a habilidade da espada com a do escudo, ele lançou vários espirais de energia para o céu, que rapidamente cercaram o monstro, batendo contra ele. O monstro saiu da forma de bola rugindo ferozmente enquanto era golpeado com os espirais. Jack e Watson ficaram muito distraídos com a situação, e ajudaram a matar o monstro. Jack conseguiu aumentar o tamanho de sua besta gigante, a colocando no chão e lançando muitos dardos enormes para o monstro. Watson lançava fortes bolas de fogo no bicho, que sofria muito, levando vários golpes poderosos.
George finalizou saltando para a direção do monstro pegando seus espirais especiais e deixando-os no escudo e na espada, e depois atravessou o monstro com sua afiada lamina. Mais força carregava na arma, a passando para o monstro que rugia muito alto, e tentando se livrar da espada que poderia fazer-lo explodir.
Com suas ultimas forças, deu uma forte patada no rosto de George, e conseguiu desferir um golpe final, lançando suas ultimas ondas sonoras muito próximas do guerreiro, que acabou tendo suas energias diminuídas e sentindo extrema dor que parecia não acabar mais. No fim, George caiu no chão tendo sua espada longe dele, e desacordado quase sem forças.
Jack parecia em transe diante da situação. Via seu irmão no chão, sem forças, feridas abertas no braço, o sangue escorrendo no chão. Ele parecia estar transtornado. Uma força sem explicação o tomando. Um brilho amarelo o irradiava, fazendo-o correr numa velocidade incrível. Com uma força psíquica desconhecida, a sua Besta Ironworker veio a sua mão tornando-se completamente da cor do ouro e fazendo vários dardos de ouro vir a sua mão. Jack salta para a direção do lobigro líder, e apenas atira um dos dardos, que atinge o monstro perto do coração, o suficiente para que ele caísse no chão.
No alto, o paladino continuava atirando dardos de ouro para a aberração, que urrava muito alto de dor, lutando contra os dardos que não paravam de vir. Para finalizar, Jack retira os dardos seguidos da besta, e passa seu brilho amarelo para a arma, ficando preparada para lançar uma magia. Nesse momento, Jack grita:
[Jack] – Soreholy!
Uma cruz da cor do ouro enorme surge da besta, e do lado de baixo ganha uma forma afiada e mortal. Jack pega a cruz gigante pelo começo, e com toda a sua força, deixa a sua besta para cima e lança pressão para a cruz que com sua forma afiada, chega perto do monstro com extremo poder. O bicho não desiste, pega a cruz antes que acertasse seu rosto. Neste momento, nuvens negras se concentram perto de Jack e da aberração, e de lá do alto um buraco gigante surge das nuvens negras. Um raio vermelho desce do buraco para a direção de Jack e da aberração, destinada a matar. O paladino larga a cruz e se distancia da direção da magia, a cruz desaparece, e o raio atinge o monstro, abrindo um buraco enorme na barriga do lobigro. A força do raio se espalha no corpo do bicho, o fazendo explodir.
Jack pega seu irmão, o arrastando para perto de Watson. Perto do monte de fumaça da região onde o lobigro líder explodiu, surge uma imagem de um suposto Brotherhood. O homem anda para frente, se revelando com sua foice enorme e sua roupa preta e amarela; era Wadzar.
[Wadzar] – Parece que precisavam de uma ajuda, não é, filhos de Banor?
“Filhos de Banor” foi uma palavra que deu medo em Jack. Como aquele Brotherhood conhecia Banor?
Proximo capitulo promete! :D
Posso posta-lo na segunda talvez. Aguardem!
Abraços.
Capitulo 22 - Conhecidos.
Citação:
Postado originalmente por
Secret Facts
Woooow...
Muito legal essa história hein... parabéns Carlos!!
Terminei de ler o último capítulo agora, e gostei muito.. só precisa prestar atenção na ortografia, como uma palavra no último capítulo, nunca diga "achar-mos, tentar-mos, colorir-mos", mas sim "acharmos, tentarmos, etc..."
Tente manter o foco em diversos lugares, citando pessoas, locais e dividindo em partes, como a do Ferumbras e a do George...
Mas mto loca essa história, viajou legal na parte do George flutuar, mas tá daóra!! -Um jetpack que ele n ia usar né.. UASDHUSHUADH-
Aguardando prox. capítulo!!!
Opa, novo leitor!
Muito obrigado pelos elogios! Bom que conseguiu atingir o ultimo capitulo, porque o pessoal ta lutando pra chegar ao capitulo atual :fckthat:
Bom, quanto a ortografia citada a sua analise, isso já está corrigido nos capitulos seguintes. Acompanhe e preste atenção para você ver.
Quanto ao jetpack? Mano... Estamos falando de uma epoca medieval magica, não de 2111! HEUEHEUHEU
Brincadeiras a parte, obrigado por tudo, espero que continue acompanhando!
Bom galera, como nunca disse, minha historia atingiu mais de 2000 visualizações. Fico feliz por isso, tantas pessoas vendo minha historia ainda me dá extrema confiança em continuar! Portanto vou lançar uma pequena disputa a vocês: no final desse capitulo a colocarei! :D
Fiquem com o capitulo! E novamente, não deixem de comentar!
No capitulo anterior:
George, jack e Watson são salvos da furia de uma criatura comandante de uma invasão abaixo de Veneraten por Wadzar. Mais misterios acerca desse homem crescem na cabeça dos herois.
Capitulo 22 – Conhecidos.
[Jack] – Como é? Você conhece Banor?
[Wadzar] – É claro. Percebi pelo porte de vocês, são estrangeiros. Ou seja, de Tibia. Tudo bem, sou um Tibiano também... – Disse deixando sua foice em pé, com força psíquica. – Bom, creio que tiveram sérias dificuldades aqui, não tiveram descanso, enfrentaram desde nômades até o próprio Urgith. E já estão aqui enfrentando uma invasão que acontece toda sexta feira de lua cheia.
[Watson] – Olha, é mesmo... – Disse apreciando a lua cheia, que parecia bem longe do alcance terrestre.
[Wadzar] – Dizimaram a invasão, creio que são mais fortes que imaginei. Bom, Pedrosky está em boas mãos, acredite. Ele partiu para Oregon, para aprender mais sobre o local e mais como um guia.
Nesse momento, George acorda, parecia muito bem e resistente. Seus machucados se regeneram aos poucos, e então o guerreiro já está novo em folha. Ele acorda e desperta a atenção dos seus amigos para ele, que o viram se levantar e achando que precisava de ajuda. Nada disso, George já estava melhor e resistente.
[Wadzar] – George Alarstake. Não imaginava encontrar um membro de uma família tão rica aqui.
[George] – Wadzar... O que está fazendo aqui? – Disse deixando a espada suprema na bainha, evitando o Brotherhood de ver o tesouro.
[Wadzar] – Estava aqui para ajudar vocês que estavam com muita dificuldade. – Respondeu com voz grossa. – Aquele não era um líder qualquer, era um alfa. É muito estranho um lobigro alfa estar aqui.
[George] – Tudo bem... Então obrigado pela ajuda. – Disse apenas virando para trás e voltando. Mas depois, ele parou. Não sabia aonde ir, pois o local a frente era só pântano. O guerreiro, um pouco sem graça, retornou para perto dos amigos e disse:
[George] – Então... Acho que precisamos de mais uma ajuda.
[Wadzar] – Claro. Sigam-me. – O brotherhood pega sua foice e anda para frente sem ir muito rápido, aguardando os três. Eles o seguiram determinados a conseguir sair dali.
Após uma breve caminhada de dez minutos, o grupo chegou a um ponto abaixo da cidade onde bem a frente havia uma escadaria bege e do lado duas colunas riscadas em um sinal de vandalismo. Eles seguiram caminho até a escada, subindo os degraus normalmente. Porém, Jack sente um forte choque em sua cabeça. Nada que tenha lhe atingido, mas algo que sinalizava um aviso. Pensamentos na cabeça do paladino diziam que Wadzar podia ser o homem vestido todo de preto no Jachess quando George foi petrificado. Era um sinal que o brotherhood escondia algo.
Jack apenas observava os aspectos do homem. No barco a roupa dele era toda de Brotherhood, totalmente preta, mostrando poucas partes do rosto dele naquela hora. Não havia a tradicional caveira da guilda no meio da roupa. Assim como ele não possuía agora. Jack estranhou e tentou analisar um pouco mais aquele sujeito.
Dentro de Veneraten, aquela cidade que lembrava Venore em muitas coisas, Wadzar andou mais um pouco, agora perto do centro da cidade. Ele parou de andar e se virou para os heróis.
[Wadzar] – Bom, estamos saindo da parte leste da cidade... Vocês vão passar a noite onde?
[George] – Pra falar a verdade, não sabemos onde ficar...
[Wadzar] – Haha. Aliás, quantos dias ou meses estão aqui?
[Watson] – Bom – Corta a fala de George. – Passamos apenas três ou quatro dias aqui.
[Wadzar] – Uou. Poucos dias. E onde passaram suas noites?
[George] – Primeiro foi num dos aposentos do castelo do Rei de Sensalia. O segundo... Não dormimos. O terceiro foi numa caverna.
[Wadzar] – Aposentos do castelo de Sensalia? Incrível! Vocês foram parar lá?
[Watson] – Acho que Jack e eu caímos aqui antes de George. Fomos até a cidade fazendo perguntas, no final uma pessoa nos levou ao castelo, ganhou uma baita duma recompensa e o Rei nos mandou para um dos quartos.
[Wadzar] – Bom, então pousaram nesse mundo mais fácil do que eu... Realmente não sabem o que passei. Que tal me acompanharem até minha casa? Há três camas, mas já dá para nós.
[George] – É claro. Vamos!
O grupo seguiu caminho para o centro da cidade. Viraram para o caminho norte, onde viram muitas pessoas os olhando e comentando deles. Principalmente de George, do qual sua espada guardada na bainha fazia brilhos correrem pela proteção; algo que despertou muita curiosidade no povo da cidade.
Alguns minutos depois, finalmente na região norte da cidade, um caminho para o lado esquerdo e direito fez que Wadzar diminuísse os passos. Havia uma casa com dois andares a frente. Wadzar, com sua força psíquica, levou uma chave a sua mão livre, chegando à frente da casa e colocando a chave na fechadura, abrindo a porta da casa sem o mago fazer nada.
Wadzar deu alguns passos a frente, e as tochas da casa se acenderam. Havia três sofás pretos com listras brancas no centro da sala, no centro deles havia um tapete oriental. Alguns baús ficavam entre os cantos da casa, alguns chegavam a brilhar. Alguns itens espalhados pelo chão, desde alguns escudos até coisas valiosas. Wadzar tratou de guardar suas preciosidades.
[Wadzar] – Hoje de manhã estava procurando uma gema amarela. Eu ia vender a um jovem rico, mas ele não apareceu aqui hoje. Ouvi falar que ele partiu com alguns homens para a vila Grommth. – Disse o Brotherhood que após guardar suas coisas, foi para o sofá da esquerda do centro da sala, e se sentou tranquilamente. Continuou a falar. – Fico até um pouco preocupado. É uma vila ao sul do forte elfico. Porque não se sentam?
O trio andou para o sofá a frente de Wadzar. Estavam exaustos. Sentaram-se tranquilamente.
[George] – Wadzar, você não nos disse como veio parar aqui.
[Wadzar] – Hum... É mesmo. Bom, devem saber que Ferumbras construiu o portal há muito tempo não é? – Perguntou aos heróis, enquanto com sua força psíquica, levou sua foice até a parede, perto da porta.
[George] – Claro.
[Watson] – Espera ai, eu não sabia disso!
[George] – Quem me contou isso – suspirou – Foi Banor, quando eu estava petrificado. Ele me disse que as famílias Alarstake e Amerake tinham um destino de receber filhos de Banor. Ele deixava as essências como bebê, entregue a mulheres carentes de filhos. Minha mãe cuidou muito bem de mim e de Jack. Porém nosso pai não viveu muito. Quando eu tinha 24 anos – suspira novamente – Meu pai me deixou um arsenal de itens valiosos como herança, e se foi. Aprendi tudo que ele aprendeu. Naveguei pelo mundo, conhecendo muitas pessoas, muitas coisas novas, coisas que não devia nunca ter conhecido.
George parecia até se culpar de algo. Ele estava abalado com muita coisa.
[George] – Nesse tempo conheci Mary, minha amada. Eu a amava mais do que tudo. Dedicava meu tempo livre a ela; era uma benção dos Deuses. Conheci em Ab’dendriel uma elfa mágica, que podia ensinar ótimas magias e dar a ela, os poderes elficos. Foi quando estávamos indo para lá, quando a cidade foi atacada por um exercito de ogros de Ulderek’s Rock. – George abaixa a cabeça levemente, sua voz parecia um pouco mais triste. – Estávamos fugindo de lá... Quando um ogro cavaleiro nos interceptou. O derrubei de cima do lobo, porém ele ainda estava com a lança. O lobo de guerra me derrubou no chão, e quando o ogro ia dar o golpe final... – Uma lagrima corre em seu rosto. Dá um novo suspiro. – Ela se jogou em mim, se sacrificando... Por mim.
O guerreiro coloca suas mãos em sua cabeça. Estava muito triste em lembrar daquilo tudo, e ainda foi obrigado a se lembrar daquilo por culpa de Taffariel. Jack o consolou, dando alguns tapas fracos nas costas de seu irmão.
[Jack] – Bom... Eu confirmo que isso é verdade. – Disse coçando a sua cabeça, tentando se lembrar de algo – Sei que uma semana depois ele sumiu de casa e foi para Ulderek’s Rock. Matou milhares de ogros, exterminou, esquartejou crianças e fêmeas ogros. Acabou com quase todos aqueles monstros. Com a chegada dos exércitos Warlord, ele saiu do forte e nunca mais voltou.
[Watson] – Também me lembro disso.
[Wadzar] – Que trágico. Aliás, também ouvi falar da noticia da exterminação dos ogros. Mas não soube quem fez isso. George era poderoso desde jovem... Fico surpreso.
[George] – Como eu era antes não se compara ao que sou agora. Eu devia ter acabado com a raça de todos os ogros que invadiram essa cidade.
[Wadzar] – Não pense assim George. Sei o que aconteceu ali. Vocês – Aponta para George e Jack. – São os filhos de Banor. Watson não é. Na verdade um novo filho de Banor pisará na família Amerake e pode lhes ajudar no futuro. São os herdeiros, que não sei como explicar. O pai de vocês não me explicou nada sobre isso. Talvez porque eu acabaria soltando fora esse segredo.
Jack continuará pensativo a respeito de Wadzar. Queria perguntar algo ao irmão.
[Wadzar] – Bem, vou lá para cima. Preciso de uma boa noite de sono. Vão ficar aqui? – Disse enquanto se levantava do sofá.
[George] – Sim. – Disse enquanto Jack e Watson mexem a cabeça num sinal afirmativo.
[Wadzar] – Tudo bem. Mas estou avisando... Não passe no quarto do primeiro andar. É o meu quarto. As outras duas camas ficam no andar de cima, há uma rede para um de vocês.
[Watson] – Tudo bem então! Vamos ficar aqui por enquanto.
[Wadzar] – Então boa noite a vocês. – Disse subindo as escadas, sem dizer nenhuma palavra.
Jack aguardou o Brotherhood sair de vista deles. O paladino virou-se para George e perguntou:
[Jack] – George, o que aconteceu quando você estava petrificado?
George novamente abaixava a cabeça. Não queria se lembrar muito daquilo. Mas o que vinha a sua cabeça, logo ele suplicava.
[George] – Pelo que me lembro... Eu estava na minha cabeça, lá estava Banor. Por incrível que pareça, ele não tinha nem barba. Ele estava com uma aparência comum, não tão velha.
[Jack] – Tudo bem. O que mais?
[George] – Ele me falava que fui burro ao tentar matar Taffariel. Ele me explicou que ela é protegida por maldição.
Jack e Watson pareciam assustados com a ultima palavra do guerreiro, e engoliram em seco. Esperavam uma nova fala do guerreiro, que não demorou muito para começar a falar novamente.
[George] – Maldição corre pelos mundos como se fosse um espírito. É um espírito que corre pelo submundo e pelos locais mais fundos de Tibia. Mas dessa vez ele chegou ao Sensaton World principalmente para ajudar Taffariel em sua missão de me colocar o selo. Aquele selo me deixava petrificado, fora de si, sem controle próprio de minhas ações. Quem me salvou foi Banor. – Deu um forte suspiro, depois não parou mais de falar – Depois disso ele quebrou o selo que maldição aplicou em mim, me passou mais poder, e me alertou. Pumin está voltando, com a ajuda dos assassinos Sensatanos. E Taffariel vai pegar carona com ele para vir para cá.
Um silencio tomou conta da sala. Estavam muito pensativos, pensando em qual opção de salvar suas vidas, e do mundo Sensatano. Eles sentiam medo também.
[Watson] – Então... Os assassinos são os mesmos assassinos que nos atacaram quando estávamos chegando ao Jachess?
[George] – Isso ai. Deve ser o mesmo acampamento que eu encontrei quando cheguei nesse mundo.
[Watson] – Então que tal procurarmos amanhã?
[Jack] – Espera ai! George, sei que deve ter mais algo nesse sonho. Não é?
George apenas engoliu em seco. Não sabia o que falar. Apenas veio na sua mente:
[George] – Pelo que me lembro, não.
Jack ficou com uma aparência desconfiada, sabia que seu irmão escondia algo. Mas ignorou isso.
[George] – Então. Melhor irmos dormir não é? Temos um longo dia amanhã.
[Watson] – Aham. Jack?
[Jack] – Já vou. Podem ir.
Os dois apenas se levantaram e se despediram. Jack queria um pouco de silencio para pensar mais nos assuntos discutidos.
Após um bom tempo, o paladino finalmente pensou em ir dormir. Ele se levantou e seguiu até a pequena escadaria para o andar de cima.
Lá em cima, passou pela porta do quarto de Wadzar. Ele ouviu alguns sons, e de repente um brilho claro. Querendo espiar um pouco o que estava acontecendo, ele sussurrou:
[Jack] – Utana vid.
O paladino fica invisível, sem ser percebido por ninguém. Devagar, começou a andar para o quarto, e chegando perto da porta, a abriu com todo o cuidado possível. Ele entrou no quarto, deixando a porta encostada. A situação a sua frente era assustadora. Havia um caldeirão perto da cama do quarto, um homem com uma capa negra protegendo sua cabeça, sentado num banco à frente dele. Do caldeirão, levantou-se um espírito, algo parecido. Ele era totalmente branco, com uma aparência de um homem. Ele apenas observava Wadzar, que estava pronto para suplicar suas palavras.
[Espírito] – Wadzar. Cumpriu a missão que lhe passei? – Disse o espírito, com uma voz um pouco assustadora e grossa.
[Wadzar] – Sim mestre. Trouxe o trio para cá. Estão no quarto de cima, devem estar dormindo.
[Espírito] – Muito bom! Já podemos prosseguir, faça o que lhe mandei... Temos que para-los, antes que algo muito pior aconteça... Sabe o que fazer.
[Wadzar] – Pode deixar, cuidarei deles.
Jack ficou com muito medo. O que Wadzar queria e quem era aquele espírito? Aquilo fez com que Jack acabasse tropeçando, caindo no chão e fazendo um ruído forte. Wadzar se virou olhando para os lados e acabou vendo nada. Mas a invisibilidade de Jack estava prestes a acabar, o que era o problema principal.
Proximo capitulo: Capitulo 23, Consequencias.
Bom galera, a disputa é a seguinte: O espirito que conversa com Wadzar é o tema. Quem vocês acham que ele é? Quem acertar ganha o capitulo 25 por MP! Assim que sair o 24, obvio né safados...:fckthat:
Dica: É um Deus Tibiano...
Abraços!
Capitulo 23 - Conseqüências.
Tenho que contratar um postador, porque ta foda :fckthat:
Bom galerê. Teremos finalmente o capitulo 23. Agora, o mini-concurso de saber o Deus que conversava com Wadzar ainda está aberto! Comentem sobre isso!
@Secret Facts
Errou!!!
Vai saber quantos, mas por enquanto digamos que seja apenas os demonios fodinhas inconformados de seu poder e de sua vida inutil. :P
Já to vendo sua historia, vamo que vamo! 8D
@Sombra de Izan
Valeu caro Izan! E sim, Sensaton World é na verdade uma dimensão paralela de Tibia como uma forma muito mais avançada em tecnologia e magia. Um mini-spoil para vocês: Sensaton está na Renascença. Pra quem não conhece, é a epoca após a idade medieval, do qual se passa a usar armas de fogo. Mas mesmo assim, a magia de Tibia continuará presente na historia!
Quando a ajuda que o grupinho está tendo, provavel que logo logo terão que se virar sozinhos. Vai vir batalhas emocionantes para frente, e Banor não apoiará George pois é como se fosse uma lição para a vida dele.
Bom, continue acompanhando caro Izan. Ajuda a fazer macumba pro Ramon postar um capitulo na ACH :dammed:
@Madeuz
Opa, novo leitor! :yupi:
Ta, beleza, pouco material e tal. Muitos comentarios, maximo de 15 capitulos. Um capitulo em cada pagina. Que previsão heim! Pior que você se supreendeu, imagino.
Sim, comecei a valorizar tudo que existe em Tibia. Misterios e mais misterios são adicionados aos poucos, assim como os demonios menos conhecidos. Zoralurk é um deles pois é apenas uma lenda por causa de se transformar em 1000 bichos diferentes. Ele me lembra Ben 10, como em Ben 10 futurista, beleza que é 10000 aliens pra se transformar, mas achei muito parecido, na boa. :awwyea:
Espero que permaneça acompanhando, tem muito mais por vir!
MeRdA qru caps mAis caps plXxXxXx!111!!!!11!
Pra quem tinha esse pensamento, já acabou né. Finalmente o capitulo 23, para vocês exclarecem mais algumas duvidas a cerca de Wadzar.
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
Após George, Jack e Watson serem salvos, eles se hospedam na casa de Wadzar. Porém parece qeu agora Jack tentará esclarecer suas proprias duvidas a respeito deste membro da Irmandade dos ossos.
Capitulo 23 – Conseqüências.
O tal espírito se revoltava por causa de Wadzar não lhe dar mais atenção. Um imenso brilho claro explode na sala para fazer o mago voltar à atenção ao seu “mestre”.
[Espírito] – Não me ignore! – Gritava cada vez mais alto, mas evitando que quem estivesse acima deles escutasse – Deve ser algum som de lá de cima! Lembre-se que deve sempre ter atenção em mim!
[Wadzar] – Sim mestre... Desculpe.
O brilho fez a invisibilidade de Jack durar mais tempo. Com isso, ele se arrastou até a porta com o maior cuidado possível, a abriu com muita cautela, arrastou-se mais um pouco e com muito cuidado, a fechou. Levantou-se e andou normalmente para o andar de cima.
No andar de cima, George estava ainda analisando seus itens. Não parava de observá-los. Eram tão lindos...
Mas Watson até sentia um pouco de inveja. Podia conseguir algo mais poderoso do que uma varinha de explosão estrelar. George estava sentado na cama perto da janela, Watson estava na que ficava na esquerda. A rede branca com desenhos azuis ficava no centro, pendurada no teto. Era possível puxar a rede para baixo para deitar ali.
Os dois aventureiros tomaram um susto quando vira Jack entrando no quarto como tivesse visto um fantasma. O jovem estava muito tenso, com olhos arregalados, meio pálido. Sentia que a morte poderia o abraçar junto de seus amigos a qualquer hora. Ele se ajoelhou no chão marrom do quarto, quase sem reação, com pensamentos que lhe davam muito medo. George largou seus itens acima da cama e foi à direção de seu irmão ajuda-lo. Watson também.
[George] – Jack, o que aconteceu? Fale comigo!
George dá um abraço forte no irmão, que se sente mais seguro. Jack apenas fala uma coisa.
[Jack] – Irmão... – Diz com muito medo em sua voz – Estou com medo, muito medo...
[George] – Mas o que aconteceu?
[Watson] – Ele não deve conseguir falar algo agora – Põe sua mão no ombro de George. – Levante-o, leve ele para a cama.
George, ainda abraçado com seu irmão, levanta lentamente enquanto ele também se levanta junto dele. Jack o solta, e caminha lentamente para uma das camas, acompanhado de George.
[Jack] – George... Wadzar está... – Jack não finaliza sua frase. A adrenalina que sentiu no quarto do brotherhood de poder ser morto era grande. Aquilo fez com que o pobre paladino desmaiasse na cama.
[Watson] – Vish... Dessa vez a coisa está mesmo preta!
[George] – Você acha? – Diz olhando ironicamente para Watson.
[Watson] – Tudo bem. Deixe-o dormir. Pelo jeito você dorme na rede hoje, haha.
George fez uma cara feia para Watson, e apenas endireitou Jack na cama. Após isso ele tirou os sapatos do paladino, pegou o cobertor e cobriu-o deixando o jovem confortável. George apenas lançou um ultimo olhar de preocupação a Watson, e foi para a rede. A puxou mais para seu alcance, e depois se deitou nela duma forma mais confortável que pode. Watson apenas se deitou na outra cama sem se cobrir, e mais nenhum assunto ocorreu àquela noite.
De manhã, George acordou em um salto. Saiu da rede e de pé, já observava Jack. Ainda estava dormindo.
Esperando conseguir alguma resposta daquela noite, George desceu as escadas e chegou perto do quarto de Wadzar. A porta estava aberta, o quarto organizado, parecia ter ninguém ali. Estantes sem nenhuma bagunça, cama arrumada, uma mesa com alguns itens e um livro negro. Opa, um livro negro? Foi isso que George pensou na hora que viu aquela mesa. Olhando para os lados, entrou escondido no quarto, indo à direção da mesa circular. Vendo o livro mais de perto, percebeu a imagem dos Brotherhood com uma cruz no meio. Quando ia pegar o livro, ele apenas ouviu:
[Voz] – O que você quer, George?
George se virou e viu que era Wadzar, na frente da porta. O homem estava de braços cruzados e um pouco irritado.
[George] – Hã... Desculpa pela invasão. Já estou saindo.
[Wadzar] – Queria me procurar, não é? Está com fome?
[George] – Um pouco.
[Wadzar] – Venha comigo, o café da manhã está pronto. – Disse dando um sorriso com o canto da boca. A vista de quem via o sorriso, parecia até irônico.
George não disse mais nenhuma palavra. Ele acompanhava Wadzar, descendo as escadas e indo para outro cômodo. Parecia ser uma cozinha, pois tinha fogões, por sinal dois, que eram azuis e sem sinal de velhice. Tinha uma mesa no centro do local, com uma cesta com algumas frutas ali. O mago havia deixado pratos em cima da mesa junto de outras coisas. Wadzar parecia um pouco orgulhoso do que possuía naquela cozinha.
[Wadzar] – Veja estes fogões. – Aponta para os fogões de cor azul. – São novos, chegaram de Gatynan semana passada.
[George] – Semana passada? Mas pensei que havia chegado aqui há uma semana...
[Wadzar] – Puxa. Desculpe, errei feio! Cheguei aqui há um mês.
[George] – E já conseguiu tudo isso?
[Wadzar] – Eu trazia dois milhões em ouro comigo. Eram duzentas moedas de cristal, escondidas numa sacola da praia. Quando consegui comunicar-me com a cidade e conseguir me arrumar direito aqui, depositei as duzentas moedas e, quatro dias depois, queria sacar um milhão. A mulher do banco me deu uma moeda vermelha com uma marca de um S. Perguntei a ela que moeda era aquela, ela me disse que era uma moeda de Sensalia e valia um milhão em ouro. Cada milhão era como uma dessas moedas. – Disse se sentando à mesa. – Venha, sente-se.
George andou para uma cadeira do outro lado de Wadzar, e se sentou. Queria ouvir um pouco mais do que o mago podia lhe falar.
[Wadzar] – Enfim, eu disse que queria o dinheiro em cristais. Ela me disse que se eu apertar a moeda bem forte, surgiria as moedas de cristal. Arrisquei, apertei a moeda e surgiram as cem moedas de cristal na minha mochila.
[George] – Que incrível...
[Wadzar] – Sim. E com o dinheiro, comprei um amuleto da perdição. Depois, comprei esta casa por quarenta moedas de cristal. Assim comecei a negociar vários itens e conseguindo mais e mais dinheiro. Sou mais milionário do que eu era antes, pois agora tenho cinco milhões em ouro.
George se lembrará da quantia enorme que tinha em Tibia. Era vinda de negociações e missões.
[George] – Se não me engano tenho dois milhões. O incrível era que tinha gente com muito mais dinheiro que eu. Mas eu não me importava com dinheiro.
[Wadzar] – Há. Deveria se interessar, pois pode ter tudo o que quiser. – Disse se levantando novamente. – Vou pegar o café da manhã...
Wadzar anda para um dos fogões e pega três “ferramentas” que estavam acima dele. George se lembrou que eram os recipientes onde podia se esquentar leite e outros. O brotherhood deixa-os acima da mesa, e pega outras coisas acima do balcão ao lado do armário, no fundo da cozinha. Eram pães, biscoitos e outros.
[Wadzar] – Pode comer a vontade. E onde estão seus amigos?
[George] – Devem estar dormindo ainda.
[Wadzar] – Bom, então que tal ir chamá-los? Vão perder um ótimo café da manhã.
[George] – Então vou lá... Já volto.
George se levantou e saiu do cômodo. Subiu as escadas para chamar seu irmão e seu melhor amigo.
Wadzar observava se George saia de vista. Levantou-se rapidamente e abriu um armário no canto da cozinha. Lá parecia ter vários temperos e diversos. Ele pega um frasco pequeno e deixa-o na mesa. Após isso, o brotherhood pega uma xícara e coloca café nela até uma quantidade moderada. Depois, ele pega o frasco e o derrama sobre o café.
Quando Wadzar ouve alguns sons nas escadas, ele faz o frasco pequeno explodir virando cinzas. Sem levantar suspeitas, ele senta-se no mesmo lugar que estava e abre um sorriso quando vê George, Jack e Watson chegando na cozinha.
[Watson] – Como vai Wadzar?
[Wadzar] – Estou muito bem! Dormiram bem?
[Jack] – É claro. – Disse um pouco irônico de sua parte.
[Wadzar] – Sentem-se, está tudo aqui para comermos bem esta manhã.
Assim que o trio sentou-se, eles ouviram um barulho forte na porta, vindo freneticamente varias vezes até derrubar a porta. Um homem sai em disparada, era o tal suspeito de derrubar a porta. Neste momento, os olhos de Wadzar se tornam negros e ele vai à direção da porta flutuando como um fantasma, com as mãos juntas em sinal de prece. O poder parece sumir quando ele atinge a porta, e vendo que precisava de ajuda, chama o trio acenando para o acompanharem.
George, Jack e Watson correm para a porta acompanhando Wadzar numa corrida frenética atrás do homem. Todos carregam suas melhores magias de velocidade para chegar ainda mais perto do homem de cabelos negros. Logo de longe, Wadzar e George percebem que a cabeça do homem piscava em vermelho, duma forma fantasmagórica.
[Wadzar] – Aquele é um assassino de caveira vermelha. Corram mais rápido!
Com mais força e velocidade o trio chega até uma parte da rua de pedras em que ela vai para o caminho de baixo, segue para a esquerda e segue para o norte. O homem assassino continua com a mesma velocidade mesmo virando a rua, fazendo com que as chances de pega-lo seja menores. Evitando que ele fuja, Wadzar aumenta mais a velocidade, e dá um salto passando por cima do muro médio que protegia a rua de uma queda no pântano.
Com forte impulso, o brotherhood atravessa a provável queda, e cai em cima do homem que acabará de atingir aquele lado da rua. Wadzar não cai no chão, e faz novamente um pequeno impulso como uma mini-explosão no chão fazendo o homem bater contra o muro.
[Wadzar] – Acabou pra você, assassino maldito.
[Homem] – Me deixe! Seu filho da... – Wadzar pega sua foice e enfia o começo do cabo bem na boca do assassino de caveira vermelha. A cabeça dele continuava piscando duma forma que mostrava um crânio vermelho. Os aventureiros chegam perto do assassino, enquanto varias pessoas chegavam perto para ver a cena.
[George] – Wadzar, solte-o. Não se preocupe.
Wadzar tira a foice da boca do sujeito, que tosse forte, cuspindo no chão. George parecia reconhecê-lo.
[George] – Espere! Você é o Vergel, o cara que o rei de Sensalia mandou pra perto daqui!
[Vergel] – Acertou. Curtiu? Sou um assassino agora.
[George] – Mas por quê? – Disse enquanto olhava com muito foco a cabeça de Vergel. – Wadzar, quero saber o porque a cabeça desse cara pisca mostrando uma caveira vermelha!
[Wadzar] – É porque ele matou quatro pessoas ou mais. Aqui, quando se mata esta quantidade, o sujeito toma uma marca que o segue. Se ele mata pessoas inocentes que não o atacaram e não fizeram mal a ele, ele recebe esta marca.
[George] – Interessante. Agora vamos, me diga. Porque está matando gente inocente?
Vergel ria, fazendo pouco de sua situação. Mas vendo que não ia ajuda-lo muito, começou a falar:
[Vergel] – Bom... É simples. O maldito gordo daquele rei de Sensalia me mandou de volta para o castelo dele depois que deixei um Nightstalker que havia se escondido na ponte de Sensalia para Veneraten escapar. Quando ele chegou lá, o avisaram que duas pessoas morreram, e o motivo era que o Nightstalker as matou. Assim, aquele gordo me demitiu do cargo e fiquei muito irritado. Matei duas pessoas na cidade, lutei e matei outras, e depois que matei uma criança tola que se chocou comigo, ganhei a marca da caveira vermelha. Fugi de Sensalia sendo seguido por muita gente forte. Corri até chegar a Veneraten onde as despistei. Me escondi, e hoje matei mais uma pessoa e fugi destruindo varias coisas, como a porta da tua casa, macumbeiro nojento. – Disse olhando para Wadzar com muito desprezo.
[George] – Bom, resumindo: Você é um otário. Um otário que vai morrer hoje por matar pessoas inocentes descontando sua raiva nelas! – Disse pegando sua espada suprema da bainha e preparando um golpe contra Vergel.
O guerreiro se assustou vendo que era a espada mais poderosa do mundo. Depois disso, foi a ultima coisa que viu em sua vida miserável. Após um breve berro de Vergel, ele é decapitado por George, finalizando o assunto.
Proximo: Capitulo 24 - Em busca do mal.
Bom galera, espero que tenham gostado! Quem sabe no sabado teremos capitulo.
Obrigado por acompanharem! E dica do mini concurso: Existem muitos Deuses, escolham um que seja poderoso. Tanto faz se é ancião ou um dos Deuses normais de Tibia. Segunda: Deus Divino, não é do mal, isso é porquê Wadzar se veste de preto com amarelo claro.
Abraços! 8D
Capitulo 24 - Em busca do mal pt. I
Bom galera, atrasei um dia... Mas aqui está o novo capitulo dessa historia emocionante!
@Gabriellk~
Opa, bem vindo, novo leitor! :yupi:
Quanto ao indice... Me desculpe, mas isso dá um trabalhão... Fora que tenho varios capitulos aqui, misturados em poucas paginas, isso é um pouco ruim. Mas quem sabe eu faça um indice. Se eu conseguir né.
E obrigado por começar a acompanhar! Garanto que não se arrependerá. E quanto aos nomes antes das falas, gosto de fazer assim, é mais simples que acabar confundindo hifen com travessão. Há muita gente que faz isso aqui no forum, simplesmente por ser simples, nada mais.
Obrigado por comentar! Continue acompanhando!
Bom galera, aqui está o capitulo... Espero que gostem, e não deixem de acompanhar viu!
Veremos hoje o primeiro dia da busca para achar o acampamento.
Boa leitura! :smile:
No capitulo anterior:
Após uma noite tensa e misteriosa, os aventureiros se preparam para um ótimo café da manhã no dia seguinte além da missão de encontrar o acampamento dos assassinos, porém um contra-tempo espalha duvidas tanto para Wadzar quanto para George.
Capitulo 24 – Em busca do mal parte I.
Aquela manhã estava mais do que tensa. Na casa de Wadzar, todos permaneciam calados, mas Wadzar ainda queria uma resposta para uma coisa fora do comum acontecida ali. A espada de George.
O mago aguardou o clima esfriar um pouco para perguntas. E ele também percebeu que havia fracassado em uma das tentativas de capturar George; quando ele saiu da casa também derrubou a xícara de café que estava à frente da cadeira aonde o guerreiro iria se sentar.
Após o café da manhã, o trio estava no quarto do segundo andar, pegando suas coisas para saírem para a missão de achar o acampamento. Wadzar chega ao quarto, determinado a conversar com George. O guerreiro percebeu Wadzar entrando no quarto e o fitou.
[George] – Olá Wadzar... Já estamos partindo.
[Wadzar] – Tanto faz. Quero saber sobre a espada que usou contra Vergel.
Jack e Watson trocaram olhares preocupados. O paladino tinha um péssimo pressentimento.
[George] – Era a minha espada thaiana. Por quê?
[Wadzar] – Por que acredito que aquela espada seja uma das armas supremas do Sensaton World.
George engoliu em seco. Devia ter utilizado a sua espada thaiana, ele havia a ocultado com a espada suprema. Lembrou-se disso, e passou a mão sobre sua bainha brilhante, a fazendo parar de brilhar.
[George] – Já ouvi falar dessa espada, mas nunca a vi.
[Wadzar] – É porque ninguém a pegou. Até agora. – Disse andando lentamente para o lado. – George, caso você não saiba, sai de Veneraten ontem porque o templo perdido perto dessa cidade havia desmoronado. Segundo anotações a cerca da lenda da espada suprema, o templo cairia assim que a espada fosse ganha pelo seu merecedor passando por três testes praticamente impossíveis.
George parecia até sem saída, não sabia como o responder. O que lhe restou de opção foi dizer:
[George] – Interessante! O cara que a pegou deve ser muito poderoso.
[Wadzar] – Foi um trio, George. E suspeito que seja você, junto de seus amigos.
[George] – Tem provas sobre isso?
[Wadzar] – Tipo a sua espada, por exemplo.
George sentiu que a força da sua espada já havia descido, significa que a espada thaiana estava escondendo a espada suprema. Arriscando isso, diretamente colocou sua mão sobre o cabo da espada e falou:
[George] – Pois eu lhe mostro minha espada! – Disse pegando sua espada de sua bainha. Ela se mostrou como a real espada thaiana. Wadzar ficou calado. – Quer investigá-la?
[Wadzar] – Não, obrigado. Já é o suficiente. Desculpe pela suspeita. – Respondeu indignado. O brotherhood saiu do quarto, fechando a porta e descendo as escadas.
George suspirou aliviado. Guardou sua espada na bainha, retornando a brilhar.
[Jack] – Por muito pouco ele não descobre George... Esconda esse brilho, antes que mais pessoas suspeitem da gente!
[George] – Por enquanto não cara. Vamos sair daqui.
O trio, já finalizado de arrumar suas coisas, sai do quarto e desce as escadas rapidamente. Por acaso, perto da porta está Wadzar, com a porta aberta, fitando o trio.
[Wadzar] – Vamos? Já estão prontos?
Os aventureiros ficam um pouco surpresos, achando que provavelmente ele não ia. Aliás, nem o chamaram.
[George] – O que? – Disse sendo o primeiro a falar algo naquela situação. – Que eu saiba você não ia com nós.
[Wadzar] – Então peço desculpas, pois ouvi parte da conversa de vocês aqui na sala. Queriam ir atrás do acampamento de assassinos no sudoeste de Sensalia. Não é isso?
[George] – Isso mesmo...
[Wadzar] – Pois bem. Ajudarei vocês. Precisam de alguém que os ajude em cura e magia.
Novamente estavam surpresos; achavam que Wadzar era um feiticeiro, mas na verdade era um druida. Ou não? Não entendiam nada.
[Watson] – Eu achava que você era um feiticeiro, agora é um druida?
[Wadzar] – Não, longe disso. – Respondeu. – Sou um sacerdote, ou um sacerdote de cristal. Isto é uma vocação especial deste mundo, destinada a proteger cidades e vigiar rituais, dentre outros. Sou muito forte, pois utilizo varias magias santas, junto de outras mais poderosas, que não pertencem a sacerdotes, apenas aos promovidos, os de cristal. – Disse já saindo de casa, enquanto o trio o acompanhava.
Watson pensa bastante. Poderia voltar mesmo a ser um feiticeiro com magias novas, ou um sacerdote? Pensando muito, apenas saiu da casa de Wadzar, acompanhando o trio para fora da cidade.
~~*~~
Após vinte minutos, o grupo já estava fora da cidade, avançando pelo caminho com um vasto pântano para vários lados. À frente já foram parados, pois tinham que passar por uma ponte longa que passava por um monte.
[Wadzar] – Me desculpem, mas vocês não perceberam. Aqui é o local da saída sul da cidade.
[George] – Mas parecia que estávamos saindo pelo mesmo local!
[Wadzar] – Parece mesmo. – O respondeu, rindo um pouco da situação.
Jack parecia apenas observar os passos de Wadzar, que lhe era muito suspeito. Violento e misterioso, com um mestre mais misterioso ainda. Durante a viagem, o jovem paladino não falava nada. Apenas continuava quieto observando a paisagem a sua vista enquanto seguia os outros.
Chegando perto do meio da ponte, alguns sons perturbavam o grupo. Eles andavam mais rápido para evitar aquele som irritante. Mas quando mais iam para frente, mais o som aumentava. Chegando ao meio da ponte, o som para. Wadzar sente uma força estranha acima dele, e faz os aventureiros pararem.
O sacerdote olha para cima, e vê dois sapos gigantes, um de cada lado do monte. Eram verdes misturados de uma cor amarela, com olhos muito verdes e corruptos. Tinham ossos revelando o que parecia suas tripas “lutando” para sair. A frente deles aparece um trasco enorme e verde com cabelos vermelhos. Possuía uma enorme clava vermelha com linhas amarelas, pronto para atacar.
[Watson] – Wadzar, o que é isso?
[Wadzar] – É o lendário trasco do pântano! Não acredito nisso!
O monstro parece rugir baixo, levanta sua clava e parte para o grupo. Eles sacam suas armas, Wadzar não pega nada, apenas anda para trás. George se lembra do que Wadzar queria provar; o brotherhood achava que ele era o homem que pegou a espada suprema. Por isso, ele a oculta, voltando à mão dele a sua espada thaiana.
Watson corre e “dribla” o monstro, que volta a atenção para o mago. Aproveitando o momento, Jack pega sua besta de ouro e seus dardos de ouro. Ele atira a primeira, que pega nas costas do bicho o perfurando, depois atira a segunda, que pega perto donde o primeiro tiro acerta, fazendo o monstro se ajoelhar. Depois o paladino atira a terceira no braço direito do monstro, e a quarta na cabeça. Watson finaliza suplicando:
[Watson] – Exori max Flam!
A magia pega em cheio no monstro, ainda ajoelhado, sendo queimado. Mas o que parecia que ia acabar não acaba: O monstro não cai, continua ajoelhado, sem se mexer. O monstro fecha os punhos e se levanta. Ainda em chamas, acerta um golpe na perna de Watson que cai no chão, depois acerta um golpe nas costas do mago. George entra em ação, dando um chute nas costas do monstro bem onde ainda estavam os dardos, que entram literalmente no monstro, ficando mais lento. O guerreiro golpeia a perna do trasco, depois faz um corte no braço esquerdo do bicho.
O bicho revida usando força para empurrar George com sua clava, depois a levanta acertando o rosto do guerreiro. O monstro finaliza acertando o rosto de George com sua arma, e o guerreiro cai no chão.
Watson carrega suas chamas e lança bolas de fogo roxo na direção do monstro. As bolas são defendidas por uma barreira de veneno do pântano, fazendo uma forte explosão. A explosão espalha muita fumaça pela ponte, e aproveitando o momento, o trasco aparece por trás de Watson e acerta as suas costas. Depois, a sua perna direita fazendo ele se ajoelhar; após isso, o braço onde o mago levava sua varinha de explosão estrelar.
Jack consegue entrar na fumaça vendo o monstro prestes a acertar a cabeça do mago caído no chão, e suplica:
[Jack] – Utito tempo san! Exori Gran Con!
A magia com força dupla acerta em cheio o tórax da criatura, lançada para longe. Jack pega Watson pelos braços e arrasta para fora da fumaça. Neste momento, George se levanta, estava perto da fumaça.
[Jack] – Cadê o Wadzar?
[George] – Hã? – Disse olhando para os lados. – Caramba, onde ele foi parar?
Nenhum dos dois via Wadzar. Logo acima deles, também não viam os sapos gigantes. A fumaça desaparece, e o trasco também. Assim como a varinha de explosão estrelar de Watson.
[Jack] – Droga, a varinha do Watson! – Disse estressado, tentando procurar a varinha. Mas logo ele a acha, perto de cair no pântano que ficava do lado esquerdo da ponte. O monte não protegia completamente do que rodeava aquela área...
Jack anda devagar para a direção da varinha. Agacha-se, procurando não causar impactos para que a varinha caia. A rara varinha não era presente nos dias do jovem Tibia. Era bastante rara. Neste momento, Watson acorda e se levanta, vendo a varinha caída no chão. Não sabendo o que Jack ia fazer, corre para tentar pega-la. Mas a arma estava na beirada da ponte, com fortes chances de cair. Foi o que aconteceu; a pequena tremedeira causada pelos passos fortes e largos de Watson faz a varinha cair.
Jack se lança para perto da beirada para ter uma chance de pega-la, mas quando olha, vê que a varinha é segurada por uma mão verde escura. Neste momento, uma explosão verde cobre Jack por completo.
Proximo: Capitulo 24 - Em busca do mal pt. II
Espero que tenham gostado mesmo! :P
E ainda ta valendo: descubram o nome do Deus que estava conversando com Wadzar...
Abraços.
Capitulo 24 - Em busca do mal pt. II
Então galera... Temos agora a parte 2 do capitulo 24! Não demorou muito, não? :D
@Secret Facts
Que bom que gostou! Aliás, esse "donde" vem do word 97, mas eu uso agora o 2003, mesmo assim continuo utilizando. É uma palavra comum até.
E quanto a tradução do Troll, acho que é trasco, ou então me enganei, e deve ser trasgo. No entanto, essa palavra já está corrigida aqui na parte dois.
Obrigado por acompanhar e comentar! E quanto a sua segunda estória... Sei lá, minha cabeça já está bem estranha de tanto acompanhar historias. Não tenho tanta paciencia que nem o caro Izan. :P
Aqui vai a parte 2! Boa leitura a vocês :smile:
No capitulo anterior:
George consegue se safar da acusasão de Wadzar que ele é o portador da espada suprema de Sensaton World. Enquanto isso, o grupo parte para o acampamento dos assassinos, mas um contra-tempo os para, arriscando a vida de Jack.
Capitulo 24 – Em busca do mal pt. II
A fumaça verde que cercava Jack tinha um cheiro de veneno forte. George via aquilo o cercando e corre para a fumaça. Porém Watson o para, balançando a cabeça em sinal negativo.
[George] – Droga Watson, ele vai morrer ali! Não viu como ele estava ontem?
[Watson] – Confie nele, ele sairá dali!
[George] – Como?
Watson abaixa a cabeça mostrando uma cara fechada. Ele apenas diz:
[Watson] – Não sei George. – Levanta a cabeça. – Mas confio nele!
De repente, naquela fumaça verde tóxica, uma luz amarela surge no meio e cresce cada vez mais, até que uma explosão amarela ocorre no local, dissipando a fumaça. Jack estava de pé, mas se ajoelha fraco. George corre para seu irmão e ao chegar a seu alcance, se abaixa. Jack apenas suplicou a palavra “exana pox” e já parecia curado.
[Jack] – Exura San! – Suplica o paladino, ainda fraco.
George o ajuda a se levantar, depois Jack se solta de George. Já estava em boas condições.
[George] – Tudo bem cara?
[Jack] – Acho que sim. O que aconteceu ali?
[George] – Não sei. Parecia que um brilho amarelo irradiava em você...
Neste momento, Watson vai para direção dos dois, com uma aparência curiosa.
[Watson] – Onde está o Wadzar? E o que aconteceu ali?
[Jack] – Eu vou saber onde esse mago maluco está!
[Watson] – É sacerdote...
[Jack] – Bah. Tanto faz. – Disse se limpando da sujeira que se acumulou em suas roupas e guardando sua besta de ouro. – Só sei que eu tentei pegar sua varinha, mas ela caiu naquele pântano, e uma mão verde parecia ter explodido e sua fumaça vindo para minha direção.
[George] – Como é que é? – Disse intrigado. – Por acaso aquilo era o trasgo?
[Jack] – Isso eu não sei.
[Watson] – Vamos continuar sem o Wadzar mesmo.
George e Jack concordaram, e seguiram o caminho pela ponte. Aquele som irritante parecia continuar, mas bem longe do alcance do trio. A ponte, bem à frente, estava suja, seja de lixo ou de outras coisas, como corpos de bichos. Ali havia alguns daqueles trasgos verdes, porém mortos. Foram cruelmente mortos, tendo cortes enormes pelo corpo inteiro. Parecia ser de foices. Wadzar? Podia ser. O trio continuou seguindo caminho, vendo o rastro de destruição deixado por alguém. Parece que a ponte acabaria logo.
Mais ou menos cinco minutos depois, finalmente chegaram para fora dos montes, e pouco a frente a ponte acaba, dando caminho à grama novamente. Perto dali os aventureiros ouviam sons de uma criatura, sons agonizantes, de dor. Foi então que na margem do rio que ficava a direita do caminho depois da ponte, eles podiam ver um trasgo verde no chão, com um pé amputado, e um corte grande na barriga. Era de dar dó de ver aquela criatura ali, gritando de dor.
Watson sentirá um instinto de salvar a criatura. O mago anda lentamente em direção da criatura, e George e Jack apenas assistiam a cena. Achavam que ele iria acabar com a dor da pobre criatura. Mas isso era pelo contrario; ele tinha boas intenções.
Watson se aproximou da criatura e viu seu sofrimento. Ela se arrastava para longe dele, até que ele chegou mais perto e se abaixou. Pegou na sua mochila um frasco com um liquido vermelho, era uma poção de vida. O mago colocou a mão levemente sobre o tórax da criatura a parando, e pegou a poção, a destampou rapidamente e a colocou na boca da criatura, fazendo-a beber o liquido. Logo o corte no braço direito da criatura e o corte na barriga iam se cicatrizando, até ficarem em bom estado.
Logo depois Watson pega outra poção na sua mochila, dessa vez era uma garrafa. O mago a destampa e oferece a criatura, até que ela assentiu e pegou a poção. O trasgo a bebeu lentamente, e percebeu seu pé se curando novamente, dando lugar a um pé novo. Dessa vez era vermelho; talvez um efeito colateral? Watson não compreendia isso, e ignorando o fato, estendeu sua mão à criatura, que acabará de beber a garrafa inteira. A criatura pega a mão do mago, e os dois se levantam lentamente.
O trasgo parecia tentar falar algo, até que os sons vindos da sua boca originaram uma palavra:
[Trasgo] – Mu... Muito... Obrigado. – Disse com um pouco de dificuldade. Logo depois a criatura coloca sua mão no tórax e diz: – De... Cora... Coração.
Wadzar se surpreendeu com a atitude da criatura, não sabia que os trasgos eram capazes de falar deste jeito. Deve ser porque sempre ele os matava. Mas agora já estava tudo certo. Eles são violentos e bobos, mas tentam ser gentis.
George e Jack ficaram boquiabertos; não acreditavam no que viam. Watson era um tanto violento, mas aquilo era totalmente novo para eles.
[Watson] – Boa sorte por ai. Tome cuidado.
[Trasgo] – Obri... Obrigado. – Após isso, murmurou para o mago. – Eu ser Kurili. Eu est... Estou feliz.
[Watson] – Não há de que! Tome cuidado por onde anda!
[Kurili] – Ta... Bom. Tá bom.
Watson se despediu da criatura e foi para a direção dos seus amigos, que estavam muito surpresos. Watson apenas olhou diretamente para eles e disse:
[Watson] – Que foi? Nunca viram um ato de solidariedade? – Disse ironicamente.
Watson continuou caminho, e a criatura correu para trás das arvores que ficaram perto do rio. Ela parecia ainda observar o trio se distanciar, depois correu para dentro da floresta pantanosa.
~~*~~
Tibia, 17 de maio de 500, castelo do governador de Edron.
Lá estava Ferumbras, em uma das cadeiras da sala de jantar, devorando um verdadeiro banquete. Na cadeira perto da porta de entrada e saída estava o governador Daniel Steelsoul, e a outras cadeiras estava Sion, Philip, Tyler e Elth. Estavam apenas fitando Ferumbras, enquanto lançavam olhares para Daniel, que estava com uma aparência muito irritada. Estava cerrando seus olhos de nervoso de Ferumbras. Ele só não fazia nada porque a mesa era muito longa e Ferumbras estava longe.
[Gov. Daniel] – Como está a comida, Ferumbras? – Disse sarcasticamente.
[Ferumbras] – Excelente. Faz tempo que não tenho uma refeição tão boa... Hihihi.
Daniel fechava as mãos com ódio. Não gostava de Ferumbras, principalmente porque ele era um assassino canibal. Quando Ferumbras acabou sua refeição, O governador se levantou de sua cadeira de imediato, ainda com os olhos cerrados de ódio, fitando o mago das trevas.
[Gov. Daniel] – Então Ferumbras. Que tal já nos ajudar agora?
[Ferumbras] – Opa, perai! Acabei de comer, apressadinho. Vou cochilar um pouco, apressadinho. Bom apelido hã... Hihihii... – E relaxou em sua cadeira, fechando os olhos.
Após alguns minutos, Ferumbras já estava dormindo na cadeira, parecia roncar. Nesse momento, Daniel andava com pressa para a porta, e a abriu. Antes de sair dali, ele fitou Sion, e o chamou, dizendo:
[Gov. Daniel] – Se esse merda fizer algo em nossa cidade, a culpa toda vai ser sua. – Disse fechando a porta, causando um leve ruído pela sala.
Philip chama Sion e começa a falar:
[Philip] – Sion, estou achando que isso não vai dar certo. To falando sério.
[Sion] – Eu sei Philip. Mas vamos arriscar. Não podemos perder George e Jack.
[Philip] – Nem o Watson. Ele é um dos melhores vendedores de todo o Tibia.
[Sion] – Entendo. Tenho certeza que isso não demorará muito.
[Philip] – Assim espero cara, assim espero.
Elth e Tyler não comentaram nada, estavam quietos, observando Ferumbras.
[Tyler] – Vou ficar aqui vigiando esse velho, vai que ele apronta alguma.
[Philip] – Obrigado Tyler. Vou para a cidade. Até mais.
Philip se levantou e se despediu dos outros, depois saiu da sala um tanto frustrado. Não tão longe estava a escada para descer para o andar inferior. Na cidade, procurava mais um recruta para ajudá-lo na sua missão de salvar os irmãos Alarstake, e o talvez ultimo Amerake.
~~*~~
Sensaton World, algum lugar do oeste de Veneraten.
Já estava anoitecendo, Jack andava devagar, pois sua cabeça mostrava imagens assustadoras; algo que poderia acontecer e que não ia demorar muito tempo. O caminho já estava sumindo, mas George parecia saber por onde ia. Ele via para o sul aquela mesma torre negra que tinha visto quando chegou ao Sensaton World, e atrás dela havia uma montanha com um pequeno rio percorrendo por baixo da montanha.
A frente estava um caminho que mais parecia uma encruzilhada, e um monte de terra num local perto de um conjunto de arvores, a direita do trio. Não se importaram muito com aquilo, e seguiram caminho.
Muitos minutos depois, chegaram a um ponto alto donde caminhavam. Ao oeste de algumas arvores estava o campo onde ficavam localizados vários bandidos, que entraram nas casas no local. Os aventureiros se olhavam uns para os outros, e assentiram que iam entrar no acampamento. Com um andar confiante, chegaram perto do acampamento e... Entraram no campo.
Proximo: Capitulo 25 - Acampamento de sangue.
É isso galerê! E o mini-concurso está fechado, afinal ninguém falou nada sobre ele... O resultado de quem é o Deus será revelado nos proximos capitulos, aguardem...
Abraços!
Então, eu li esse último capítulo!
Foram muitos capítulos na minha ausência! :D
Eu fico muito tenso com esse Ferumbras lá em Edron! :D
Boa sorte ao George e seus amigos! :y:
Apenas algumas observações abaixo (em fonte branca):
"Watson sentirá um instinto de salvar a criatura"
"Sentirá"? No futuro? Acho que deveria ser "sentiu"...
Notei uma pequena confusão no tempo da narrativa... em certos momentos foi no passado e em certos momentos
Capitulo 25 - O acampamento de sangue.
Meus amigos e minhas amigas...Ca**lho, falta amigas :fckthat:
Após muito tempo, meu computador está concertado. Até que enfim né! :P
Agora vou postar apenas o capitulo 25, e responder aos comentarios.
Respondendo comentarios:
@Sombra de Izan
Comentarios misteriosos os seus...:hmm:
Não entendi o que quis dizer, muito menos a quest que você citou. Podia dizer o nome? :D
Obrigado pelo comentario!
Citação:
o lezário tem um xará bem malvado sabia? eu não . . . até ontem.
Sei lá... Ele não é malvado, só gosta de demonstrar seu poder, e citar enigmas misteriosos para quem ele encontra poder resolver.
@Joxkyz
Aêê! Voltou pra história!
Eu sábio? Sem essa, pô. :vergonha:
Esse erro foi um pequeno vacilo meu. Em breve vou editar todos os capítulos, deixando-os ao nivel de minha escrita atual.
Também achei Ferumbras bem irritante enquanto eu escrevia, e eu também dava até alguns risos quando eu descrevia a cena do Ferumbras no castelo. Daniel se interessou mesmo viu! :D
E não perdi a inspiração, realmente ainda tenho muita coisa planejada e muita coisa na cabeça para escrever. Por isso mesmo não deixo de surpreender meus leitores, que sempre esperam o melhor de mim!
Espero que continue acompanhando! E sim, continuarei melhorando! Mas, minha escrita será simples. Espero que não se incomode :assovia:
Abração!
@Gabriellk~
P*ta merda... Que comentario gigante. Percebi que gosta de escrever. Você parece o Joxkyz :fckthat:
Bom, você dividiu seus prós e contras em spoils. Vou citá-los e responder da maneira que posso.
Citação:
Mas o fato é que, sinceramente, não achei nada interessante ter que ficar olhando 16 paginas e pescando os capítulos.
Na boa... Maguou :(
Dos prós...
Citação:
* A história em si, e aqui coloco também o enredo.
Estava esperando mais um genérico, se é que me entende. O enredo da história me surpreendeu positivamente, você é bem imaginativo. É refrescante ler uma história onde o personagem principal não é só mais um iniciante treinando em Rookgaard. Gostei do que vi do sensaton world, as cidades parodiando o tíbia, e tudo.
* O protagonista. Gostei dele por razões interligadas às de cima. Fugiu do clichê da seção, pelo menos em partes. Algumas partes tornam o personagem mais gostável. Adorei a apresentação dele, como uma lenda viva, mas frustrada devido à vida entediante. Nada mais natural que ter que recorrer ao alcoolismo.
* Realismo de algumas ações e reações das personagens. George mesmo no começo é um bom exemplo. Gostei muito de alguns diálogos. As vezes, porém, você vai para o completo oposto, criando algumas situações onde achei os personagens bem forçados e mecânicos.
* Escrita certinha no geral, sem muitos erros de ortografia ou concordância. Seu estilo de escrita é simples, mas felizmente sem cair em coloquialismos ou utilizar termos do jogo na escrita, que tendem a empobrecer a história.
No geral, pontos fortes da sua história são obviamente a aventura, o suspense e a sua imaginação. Você é um cara de grandes ideias.
Quanto ao enredo, realmente tive de pensar muito! Sensaton World é um mundo paralelo de Tibia, só que mais perigoso e que abriga muitos misterios, que nem mesmo os proprios moradores desse mundo descobriram.
Uma grande parte desse misterio do Sensaton World será revelado no proximo livro, que será longo, assim como este. Mas esse promete ação ao extremo, falo sério. :D
O protagonista, George, também tive de pensar muito nele, dum jeito que seja atrativo aos leitores e também aos novos leitores. Rookgaard é coisa do passado, pia. Iniciantes também. :P
O realismo não achei tão bom assim, já que eu queria me afastar de "dialogos certinhos" e mostrar certa realidade aos personagens. Fico feliz que isso funcionou, e você também é testemunha. Mas digo que isto ainda vai melhorar bastante. :D
A escrita é simples pois usar uma avançada é muito chato, tem que se lembrar das palavras certas e daquelas que deixem o pessoal confortável em relação aos versos. E sinto muito pelas palavras parecidas ao jogo, as vezes esqueço das traduções.
E obrigado pelos elogios. Planejo tudo com boa criatividade. Minha mente vai a mil mesmo! :P
E aos contras. tsc, pior parte... e.e
Citação:
Pois é, algumas partes da história poderiam ser mais trabalhadas para que você cresça como escritor.
* Descrição. Você parece alguém que gosta de suspense e mistério em sua trama, e isso é muito bom, gosto disso também. Mas um bom suspense precisa ser bem trabalhado. É necessária toda uma preparação, e a descrição é o ponto chave. Várias partes que deveriam soar mais tensas acabam por serem rasas e pouco impactantes. Por exemplo, seus monstros. Tente descreve-los como se não os conhecêssemos, e estivéssemos sendo apresentados a eles pela primeira vez. Dizer "um hellhound vinha em sua direção" e ficar por isso não é lá muito legal. Como era o hellhound? O que o fazia ser tão temível? Como os personagens reagiram à sua presença? Com medo? Raiva? E a luta? O que eles sentiram durante a luta? Feriram-se?
Enfim, não liste os acontecimentos de forma mecânica, como se estivesse narrando uma hunt no jogo. Dê mais vida aos seus personagens e as suas ações, e descreva melhor as lutas. O ambiente e como eles interagem com ele, as criaturas, a tensão antes do acontecimento de fato, tudo.
* Personagens. É muuuito comum para quem está começando acabar focando demais na narrativa das ações e locais e esquecer os personagens. Sua história começou bem nesse sentido, o que me fez gostar do George. Mas depois meio que desandou. Os personagens foram ofuscados, eclipsados pelo enredo e pelo novo mundo. Ficaram por vezes reduzidos à meras máquinas de continuação do enredo.
Novamente, dê mais vida aos seus personagens. Veja-os como seres humanos, que é o que eles são. Coloque-se na pele deles, e faça-nos colocar-nos também. Faça os leitores identificarem-se com eles, com suas personalidades. Como eles são? Mais sérios, ou mais alegres? Cautelosos ou destemidos? Como são suas relações com os outros personagens? Descreva suas impressões do mundo e como ele vê as pessoas ao redor. Descreva mais suas emoções em situações de perigo. Personagens apáticos não criam relações boas com o leitor.
Veja bem, não estou dizendo pra você descrever completamente a personalidade de todo mundo em um parágrafo ("O fulano é alegre e divertido, mas as vezes irrita os seus amigos com suas brincadeiras"). Isso é ruim também. Apresente-nos suas qualidades e seus defeitos, mas seja sutil. Imagine o personagem em sua cabeça, que as situações se encaixarão. Os diálogos devem estar de acordo com o modo que o personagem pensa.
Em resumo, trabalhe mais as emoções e a vida de suas ideias, apresente-as melhor. Ler bons livros de suspense e fantasia e ver como os autores fazem podem te ajudar e dar grandes ideias.
Realmente esqueci das emoções e descrições de alguns dos monstros. Mas novamente lembrando... Eu era iniciante, ainda estou trabalhando nas descrições, pô. Parece que pessoal gosta de me esculachar com isso :fckno:
E também vou tentar descrever melhor as emoções, evitando que tudo seja como uma hunt. Isso é meio chato, mas vou tentar fazer o melhor. Isso não é um grande problema, que se você prestar atenção na história, melhorará com o tempo.
Também percebi o péssimo "sumiço" de alguns personagens da trama, como o Watson, mas na real, Watson não é de falar muito. Vou tentar mostrar mais os personagens e compará-los as descrições da narrativa. Assim, ficará melhor, suponho.
Me pôr na situação de meus personagens pode ser meio complicado, mas até que tento isso, na verdade estou começando com isso agora. Vou dar mais descrições, fazer o possivel para entreter melhor meus leitores. Dar mais vida à minha história e aos meus personagens não será muito problema. Obrigado por essa recomendação. Obrigado por suas criticas hein! Vai me ajudar bastante.
Espero que permaneça acompanhando. Assim você pode ver por si mesmo o meu progresso.
@Senhor das Botas
Botas?! Caramba, você tá aqui! :yupi: :yupi:
Cara, não vou parar com a história. Só fiquei sem computador, pô. :fckthat:
Mas agora estou de volta e sim, haverá mais capitulos! Continuarei a fazer meus capitulos, apenas acompanhe e verá.
Espero que continue a acompanhar minha história, assim como você acompanha a do Ramon. Que aparentemente voltou pro inferno sumiu da seção. Infelismente né.
@Secret Facts
Bem vindo de volta!
Sim, já vi os erros, pia. :assovia:
Vou ver isso e estarei editando. E o Wadzar, vai fazer uma aparição de assustar mais pra frente! Aguarde!
Abraços.
Mano... Comentario gigante :fckthat:
Bom, aqui está o capitulo. Obrigado por continuarem a acompanhar! Teremos mais capitulos agora!
Boa leitura:smile:
No capítulo anterior:
Jack se salva de uma tentativa de morte do trasco lendário do pântano. Depois, em Tibia, Ferumbras começa a espalhar tensão e ódio pelo castelo de Edron com sua mania folgada. E George, Jack e Watson entram no acampamento onde George veio quando pisou no Sensaton World.
Capitulo 25 - O acampamento de sangue.
Ali estava o trio. Na entrada daquele misterioso acampamento... Muitas perguntas vinham à tona na cabeça dos aventureiros. O que fazer agora? Pensavam. George tinha mais pensamentos, mas mesmo assim, continuou forte e deu alguns passos pra frente. Já era possível observar as casas do local. Eram todas feitas de madeira, de um tipo bem grosso. As casas eram totalmente marrons, com alguns ajustes aqui e ali. A que mais chamava a atenção era uma casa de aproximados dois andares, do qual o guerreiro se lembrava quando chegou ao Sensaton; Um dos assassinos que havia enfrentado pulou nessa casa e retornou com mais habilidade...
George continuou dando passos pra frente. Jack viu seu irmão andando para frente, mas ele percebeu que George estava perto de cair numa armadilha.
Jack, assustado, correu com muita velocidade a direção de seu irmão, e se jogou na direção dele, passando pela armadilha por um triz.
[Jack] – Droga George, toma cuidado!
[George] – Putz. Nem percebi.
[Jack] – Vem, estamos dentro desse lugar e temos que seguir em frente. – Disse pegando a mão de George, o levantando.
Watson se aproximou dos dois, mas quando chegou à frente deles acabou caindo no chão. O mago reclamava de dor nos seus pés, até que George percebeu que tinha um tipo de arma prendendo os movimentos das pernas de Watson. Logo depois, com o por do sol, as sombras das casas davam cobertura a um bandido ágil e cauteloso.
Jack pega sua besta de ouro e com velocidade, carrega a arma com mais dardos de ouro. O bandido para de correr e para na frente da casa enorme a direita dos aventureiros. O misterioso homem parecia rir um pouco da situação, e isso era mais porque os guerreiros eram lentos comparados a ele. O bandido não mostrava seu rosto, e o local onde estava o tornava sem condições de vê-lo.
Jack aponta sua besta para o homem, mas George o para.
[Bandido] – É bom ver três humildes aventureiros por aqui... Hehehe.
[George] – Quem é você?
[Bandido] – Pfff. Você é idiota mesmo! Como pergunta a um bandido o nome dele?
[George] – Então saia daí e lute como homem!
[Bandido] – Há. Me obrigue!
George se irrita, mas analisa a situação. A casa não estava muito longe, nem o bandido dela. O guerreiro passa sua mão sobre sua espada, a tornando uma espada thaiana. Preparado para batalhar, suplica:
[George] – Utito Tempo! Exori Hur!
A espada de George sai da bainha e controlada por magia sai em uma velocidade incrível em direção ao bandido. Quando a espada parece atravessar a sombra do bandido, ela simplesmente some. Após isso, Jack se vê pego por alguém, logo de trás. O sujeito coloca uma faca pequena sobre o pescoço do paladino, ameaçando cortar sua garganta. O guerreiro vira para trás e vê que seu irmão está em grande perigo. Um homem estava ameaçando mata-lo, e este anda para trás se afastando de George.
George se vê numa situação complicada. Watson estava imobilizado e seu irmão a beira da morte. Neste momento, o ágil bandido aparece no telhado de uma casa a frente de George, não muito longe dele.
[Bandido] – Então caro estrangeiro... Me parece que você possui coisas que me interessam. – Agora que George vê melhor o homem; ele tinha uma roupa rasgada, uma toca também meio despedaçada. Tinha um bastão na sua mão direita e seu rosto era coberto por uma mascara com um bico de uma ave e olhos vermelhos. A visão de George, o homem parecia igual aos doentes que rondavam Venore quando faltava medicação e os pobres cidadãos invadiam a cidade procurando ajuda.
[George] – Solte-os agora!
[Bandido] – Pff. Nem vale a pena falar me obrigue de novo! IHAHAHAH! – Diz caindo nas gargalhadas.
George sentia muito nervoso, mas não podia fazer nada; Jack e Watson corriam perigo e qualquer movimento brusco custaria a vida deles. Então, tentando negociar com o bandido, diz:
[George] – O que você quer?
[Bandido] – Tipo... – Responde apontando seu bastão para o escudo de George. – Seu escudo especial que nunca vi, e sua espada estrangeira!
[George] – Então ven... – Parou de falar. Tinha consciência que isso daria errado.
[Bandido] – Então o que?
[George] – Então venha aqui.
O bandido recuou um pouco para trás, deixando seu semblante mais complicado de se ver.
[Bandido] – Não e não. Meus capangas pegarão para você. E não pense em gracinhas, porque seus amiguinhos estão à beira da morte. – Neste momento três outros bandidos vestidos de azul pulam de uma casa a direita deles e cercam George. Outro bandido pega Watson e aproxima uma faca de prata no pescoço do mago. Vendo aquilo, o guerreiro anda para um dos bandidos e tira seu escudo de seu braço. Mas neste momento, um choque na cabeça de George o para e pensamentos fortes o controlam.
[Voz] – NÃO! Não pense nisso! Seu irmão e seu amigo estarão seguros! Confie em mim. – A voz na cabeça de George parecia comandá-lo, fazendo-o largar o escudo no chão e se ajoelhar, com as mãos na sua cabeça.
[George] – Mas o que...
[Voz] – Pense no céu... No céu. A espada suprema o responderá.
George agora tira suas mãos de sua cabeça e fita o céu com desespero em seu olhar. Ele não entendeu o que a voz quis dizer – que na verdade poderia ser Banor – e nem o que a espada faria. O guerreiro fechou seus olhos e sussurrava a palavra “céu”. Céu... Céu... Força desconhecida, preciso de ajuda, ajude-me... Pensava forte.
Os bandidos não entendiam nada. Sem se importar, um dos sujeitos se abaixa e pega o escudo de veneração.
Neste instante, a bainha de George começa a brilhar vagarosamente, formando uma aura azul em volta dela. A espada suprema se retira sozinha da bainha e parecia se mover através duma força desconhecida. A arma ameaçava os bandidos, que recuavam mais e mais. O bandido “líder” se assusta e usa sua velocidade para interceptar a arma. Mas foi inútil.
A espada, numa velocidade incrível, chega atrás do bandido que estava com Watson e atinge suas costas. A espada, presa em suas costas, com muita força corre para cima cortando a carne do sujeito até atingir seu pescoço. Com o bandido morto e liberando Watson, ele cai para frente, mas num décimo de segundo a arma suprema corta os cabos que prendiam as pernas do mago. Ele consegue se endireitar e cambaleia atrapalhado pra frente tentando não cair.
Logo depois, a espada suprema alcança o outro bandido que não sabia o que fazer. Sem delongas, a arma corta a garganta do sujeito, liberando Jack. Os bandidos que cercavam George observavam a cena, distraídos. Jack aproveita e pega em sua mochila, que ainda estava em suas costas, sua besta de ouro, e a carrega com três dardos – o limite de dardos que a besta segura. O paladino aponta sua arma para um dos bandidos, e atira contra o inimigo. O bandido conseguiu ver o dardo e se abaixa muito rápido, deixando o dardo acertar o braço de George, fazendo o guerreiro se ajoelhar de dor.
Jack, com raiva, pensa em outra tática. E lembrasse de uma tática arriscada, porém muito útil. Ele extrai um pouco da energia da sua besta, diminuindo um pouco o tamanho dela. Logo após, ele gira seu braço em “meia-lua” e lança seus dois últimos dardos. Os itens de ataque acertam a cabeça do bandido que tinha se abaixado, depois continuou o trajeto em modo circular. Os dardos entram e saem da cabeça do bandido, depois acertam em menos de um segundo a cabeça do outro, atrás de George, saem da cabeça dele e pegam o terceiro, a esquerda do guerreiro. Um dardo permanece na cabeça do homem, e o outro cai no chão. Assim, os três bandidos caem no chão, mortos.
George e Watson ficam com a boca entreaberta, impressionados com tamanha habilidade do paladino. Jack não enrola, coloca mais três dardos de ouro em sua arma e aponta com uma só mão para o bandido líder.
[Jack] – Agora quero ver o que vai fazer comigo ou com eles.
[Bandido] – Praga... – Indagou perplexo. Não houve tempo para pensar muito, pois o sol já havia se posto no horizonte. O bandido ficou desesperado, algo estava errado. – Tsc. Fiquem com suas merdas pra vocês, eu que não vou continuar aqui! Fui! – Gritou transformando-se em fumaça.
[George] – Mas o que diabo ele quis dizer?
[Watson] – Algo relacionado ao... Pôr-do-sol? - Disse apontando para o horizonte, na região onde o sol se pôs. O trio percebeu que, acima deles, estava escuro. George não achava que já estava escuro, pois ele conhecia a duração do dia. Um pouco aflito, olhou para cima e engoliu em seco.
[George] – P**a que... OLHEM PARA CIMA!
Jack e Watson lançaram um rápido olhar para George e logo depois olharam para o céu. Também engoliram em seco e se desesperaram.
O céu estava escuro, pois a imagem de um suposto arqui-demônio estava ali, acima deles. Totalmente escuro, chifres colossais, um tamanho colossal, cobrindo o céu acima deles. Estendia-se de cima deles até por trás do monte que protegia a ponte de trás de Veneraten. Para dar ainda mais medo, o arqui-demônio abria seus olhos rapidamente mostrando dois globos enormes e vermelhos, com linhas vermelhas escuras correndo por seus olhos.
[Arqui-demônio] – SALVE À PUMIN! – Dizia o demônio, com uma voz de mil outras acompanhadas de sua voz macabra e assustadoramente alta. – APROVEITEM SEUS ULTIMOS SEGUNDOS DE VIDA, INVASORES!
O arqui-demônio se desfazia, tornando-se o equivalente a milhares de pequenas bolinhas. Estas eram alguma criatura descendo para o chão mostrando brilhos de prata, um de cada vez. Os dois globos vermelhos partiram um para cada direção, ocultando-se em nuvens cinza. Parecendo que iam lutar contra o fim, George, Jack e Watson, muito tensos, preparam-se para uma batalha que seria a maior de suas vidas.
Proximo: Capitulo 26 - Batalha sangrenta.
Espero que gostem! Abraços!