Credo que macabro ._. Acho que ambos nós não levamos jeito com tartarugas ^.-
PS: Daqui a pouco o heennett aparece e distribui alerta e corrige o nome dele nesse post *.*
Versão Imprimível
Bom, atualizei antes de dar uma semana por que quero agilizar por aqui ( e compensar o atraso de certos capítulos).
Esse capítulo fiou um verdadeiro drama ¬¬ A narração e descrição não ficaram da smelhores, espero que me perdoem, mas juro que vou mehorar muito!
Capítulo XXIII
Só ida
Onde Drago e Sam brigam, e este se vê obrigado a cumprir com seu destino.
Dizem que quando alguém que você gosta muito parte para muito longe, provavelmente sem volta, o coração despedaça-se e nada consegue ocultar o enorme buraco que fica em seu peito. E Sam sabia perfeitamente disso. A idéia de que Ders jamais regressaria era inaceitável. Tinha que ser mentira. Mas infelizmente essa era a pura realidade.
Sam estava dormindo em uma cama de armar posta estrategicamente ao lado da de Drago no quarto do amigo. Desde que sua cama fora carbonizada por Druid, essa era sua morada. Ele suspirou. Começou a rolar enlouquecidamente na cama. Tentava tirar a imagem sorridente de Ders da cabeça, mas não conseguia. Tentou imaginar onde Drago havia ido àquela hora da madrugada, mas já sabia a resposta. Pro quarto de Ama.
Ele limpou as lágrimas com a manga do pijama. Sussurrou alguma coisa e sentou-se. A cama fez um som estranho. Ele nem ligou. Ficou em pé e saiu do quarto, ignorando os gemidos vindos do andar de baixo. Passou a admirar a lua das matinas e tomou uma decisão. No dia seguinte ele teria um encontro marcado com seu destino.
***
Ergui-me da cama ainda ligeiramente tonto. Vesti-me e tentei recuperar o fôlego. Sem duvida, Ama sabia fazer aquilo. Virei minha face para encarar a bela mulher nua sobre os lençóis e me excitei. Me contive e lhe dei um fervoroso beijo de despedida, dando a entender que na noite seguinte teríamos mais.
Sai do quarto e caminhei sorrateiramente para a escadaria. Subi as escadas e quase gritei ao ver o ser sombrio que se ergueu sobre o alçapão.
- Você me assustou – Eu falei ao reconhecer Sam.
- Tanto faz – Falou sam ligeiramente surpreso a me ver – Onde estavas?
- Fui à cozinha tomar um copo de leite – Inventei na hora. Fui à direção ao meu quarto e só ai me toquei da anormalidade do momento – Que você está fazendo aqui?
- Precisava tomar um pouco de ar. Relaxar, pensar...
- Sonhou com ela de novo não é?
- Drago foi horrível! – Sam disse em voz chorosa – Ela aparecia me beijava e dizia que queria casar comigo. Mas quando eu ia à igreja ela não estava lá... Estava morta. Sendo devorada por um demônio!
Um arrepio percorreu minha espinha, mas procurei disfarçar.
- Olha Sam, você não pode se prender a ela!
- POSSO E QUERO – Vociferou Sam. Sua voz ecoou pela sala inteira.
- Fale baixo...
- E SE EU NÃO QUISER? QUERO QUE TODOS SAIBAM O AMOR QUE SENTI POR AQUELA MULHER! E TAMBÉM O TRAÍRA QUE É VOCÊ!
- Traira? Eu?
- É você sim! – Disse Sam aproximando-se ameaçadoramente – Enquanto meu coração despedaçava-se, tu transavas com aquela vadia flea!
- Bata na boca antes de falar da Ama!
- Bato eu na tua se for o caso – Disse Sam. No momento seguinte eu cai no chão, com o nariz sangrando.
Contorci-me de dor. Pingos do meu sangue quente jorravam incessantemente de minhas fossas nasais e manchavam o tapete com uma cor vermelha. Eu tentei me erguer, mas Sam chutou minhas costas e fez a dor triplicar.
- Você nunca se importou comigo! – Disse ele chorando – NUNCA! ERA SÓ VOCÊ E AQUELA PUTA DESGRAÇADA!
Fiquei sem reação. Definitivamente Sam estava fora de si. Nunca o havia visto tão alterado. Ele tateou às cegas pela sala até encontrar o que queria. Um castiçal. O tomou em punho e bateu com ele no chão onde segundos atrás estava minha cabeça.
- AAAAHHH! – Ele gritou erguendo novamente o castiçal. Mas ele caiu de joelhos, o castiçal aos seus pés. Pude ouvir seus gemidos e soluços, e algo inesperado:
- Me perdoa – Ele disse antes de eu desmaiar.
***
Acordei repentinamente. Olhei ao meu redor e reconheci o fofo quarto de Alia. Meu despertador não fora o sol da sexta, mas sim a dor insuportável em meu nariz.
- Está quebrado – Disse uma voz que logo liguei como sendo a de Druid – Demorou pra conter o sangramento.
- Onde... O que aconteceu? – Eu falei, tentando me erguer. Então todo o ocorrido da noite anterior retornou como um turbilhão para minha memória. Eu fechei os olhos tentando acordar do pesadelo. Mas quando abri meus olhos nada havia mudado. Senti algo envolver-me calorosa e confortavelmente. Logo notei que Ama estava a me abraçar.
- Fiquei com medo – Ela falou com a voz fraca.
- Onde está o Sam? – Eu falei, lenta e claramente.
- Sumiu. E todas as coisas dele também. Cruzou comigo em laudes na cozinha, carregando três malas. Disse-me que ia ver Harkath Bloodblade.
- Ele resolveu se prender? – Falou uma voz feminina vinda de trás de Druid. Alia apareceu.
- Harkath não é apenas delegado – Druid falou – Ele também trabalha pra alfândega
E eu sabia perfeitamente o que isso queria dizer. Sam queria acertar tudo para viajar. Partir de Thais e não ser incomodado por um longo tempo. Talvez para sempre. Fiquei quieto por algum tempo e depois não pude mais me conter.
- Para onde ele vai? Por que vai partir assim... Por quê?
- Ele precisa de um tempo. Um tempo pra resolver o que fazer da vida. Tente compreender! – Disse Druid com a voz afável.
- Porra eu não quero compreender! – Eu explodi – Quero que ele fique aqui. Ele é meu melhor amigo! Não pode partir assim!
- SEU MELHOR AMIGO TENTOU TE MATAR! – Gritou Druid rispidamente – ACHA QUE ELE ESTÁ EM SEU ESTADO LÓGICO PERFEITO? QUE TAL DEIXAR QUE ELE VÁ PARA O DIABO QUE O CARREGUE DE UMA VEZ?
Me calei novamente. Eram raros os momentos em que Druid se exaltava de tal maneira. E eu aprendi com o tempo que era melhor não erguer um dedinho nesse s momentos. Mas eu fiquei em pé. Procurei um casaco e meus sapatos e corri para a porta.
- Onde o senhor pensa que vai? – Protestou Druid.
- Para o porto. Quem quiser que venha comigo
***
O grande Tibianic ergueu-se imponente em meio aos humildes prédios de Greenshore. O enorme navio servia de museu da história tibiana há anos. O acervo reunia obras de arte inestimáveis, livros raríssimos e equipamentos legendários usados pelos mais poderosos guerreiros que já haviam pisado no continente.
O Tibianic atraia diversos turistas diariamente. Todos acima de qualquer suspeita, tudo para poder simplesmente admirar a espada do mestre de guerra usada por Banor para matar Ulderek. Mas um desses turistas fora ganancioso demais em sua visita. Afinal, um lendário livro de pyromancia fora roubado do acervo por certo turista. Seu nome? Bispo Zivrid.
Por isso Mi viajara até Greenshore. Para investigar o misterioso roubo. Mas certamente não seria uma missão simples. E Mi mal podia ver o ser encapuzado aproximando-se pelas suas costas.
***
O porto de Thais era uma construção simples, formada apenas por um cais e alguns poucos navios. O cais era de chão de madeira simples, tinha dois andares e no segundo havia um monte de rampas de acesso ligadas a cada barco aportado. Segui com os olhos um homem de vestes azuis segurando três malas entrar em um dos barcos. Era Sam.
O barco em que ele entrara era relativamente grande, feito de madeira de oliveira bem grossa e resistente. Sobre o casco, havia uma enorme construção muito semelhante ao Salão Sangrento – mas de madeira – juntamente com as velas brancas marcadas por um enorme “t” dourado e presas a enormes postes de madeira e ferro.
Escrito com tinta negra no casco do navio havia a inscrição “Ankrahmun Oceanic”. Esse era o destino final de Sam. Ouvi passos vindos de uma multidão atrás de mim e me virei. Vi Ama e Alia saindo da enorme multidão reunida, que lutava enlouquecidamente para embarcar. Quando me virei novamente para o navio, me espantei. Sam estava em pé sobre o convés. Me encarando. Ergui mão como sinal de “Adeus”, mas ele nem me retribuiu.
Tateei furiosamente em minhas vestes procurando algo. Tirei um amuleto pratrado, formado por um pingente achatado e circular preso a um colar de brilhante. No pingente estavam gravadas as letras “APS”. Amigos para Sempre. Tom havia me dado o amuleto uma semana antes de morrer. E me disse para dar a um grande amigo um dia.
Reuni toda a força que tinha e joguei o colar para Sam, que o pegou. Eu esperei que ele o apertasse forte junto ao peito, mas não foi o que aconteceu. Pelo contrário. Sam agarrou o colar pelo cordão e estendeu seu braço sobre o mar. Abriu sua mão e deixou que o colar caísse na superfície límpida do oceano. Ele se retirou para sua cabine. E eu fiquei cabisbaixo. A partir daquele momento, Samuel Hunter estava morto pra mim.
Pois é. Dizem que quando alguém que você gosta muito parte para muito longe, provavelmente sem volta, o coração despedaça-se e nada consegue ocultar o enorme buraco que fica em seu peito. E agora eu sabia perfeitamente disso.
Olá, caro manteiga, creio que os erros eu passei por msn, mas acho que você nem os viu... Quanto ao capitulo, realmente passou uma grande emoção no final, na parte do colar, mas lembre-se de não só apenas citar a emoção, tente esplorá-la mais a fundo.
E pelo que vi Zivrid quer colocar fogo em tudo, né. bom capitulo, to esprando o próximo deste, e de con clave. abrasos
VI, O QUANTO APENAS ME ESCONDER É TRISTE, TALVEZ EU ME LEVANTE E A ALCANCE.
Sem saco para comentar erros pois já corrigi erros de dois cap.'s do Wicht e um da sua.
Cap. que passou emoção. Gostei muito deles, um dos melhores para falar a verdade. De 24 cap.'s, apenas uns 9 são bons. Os últimos, do 15, pra cá.
Hovelst,
demônio das palavras
CAR*IOOOOO
ESSA HISTORIA EH D+
cara to adorando seu rp
terminei de le td hj
espero q vc continue a todo vapor
flws e gogogogogoogo prox. cap.
=D
Obrigado a todos que comentaram e leram (ou leram e comentaram ^.-)
Só queria dizer que esses comentários positivos e com criticas construtivas me animam bnastante a continuar a escrever, principalmente agora estamos chegando na reta final (bem, quase reta final XD)
Mas também eu queria pedir se o ritmo das atualizações esta bom. É que u queria terminar o rp até o fim do ano (projetos a mil) e então não sei se consigo manter um bom ritmo de atualização :/ Talvez eu pudesse fazer algumas atualizações surpresa ou duplas de vez em quando, né?
E Hovelst, são 23 caps (ou eu não sei contar e sou vesgo u.u) E só agora que eu vi o que ninguém viu. Foi um uma perninha a mais no 23 (era a isso que se referia Hove?)
E também pro Hove, Chimera é um bo mmundo? :yelrotflm
PS: Indice de Wolf Creek e Con Clav editados. Agora com hiperlink pra facilitar a navegação :)
Bah gente...
O wicht me abriu os olhos no msn... Sabe ele jogo na minh acara que eu não sei administrar tópicos...
Então achei melhor abandonar os rps e sair do forum forever... adeus gente :(
--------->:P<--------------- Desconta a raiva wicht
--> minha honra, dignidade e tudo que presta em mim <--
Adeus. Talvez a gnt se fale um dia
______________________________
Wolf Creek e Con Clave
Leia e comente :D
Extensão de Sign
"E o peso das palavras não ditas nos esmaga todos os dias"
http://www.tibiabr.com/includes/user...0Thaulirin.png
__________________________
ZUERA SEUS MERDINHAAS :D
____________________________
Só passe ipra fazer drama e avisar que a postagem do próximo capítulo provavelmente sai hoje!
Apesar de ñ ter lido seu RP, ja ia te xingar de tudo aki. ;p
Puff.. Puff...Desgrama! Quase morri do coração aqui.
cara eu vo lhe dizer uma coisa, este cara ai me deixou lolco, me fez, pensar, me ajudo, pra chegar aqui e me falar uma merda dessas, merda é tu, manteiga, se vai ver, cara, eu vo te por no pão e te comer, se quase me matou do coração...filha da puita, digaçado, eu quase morrendo aki do coração e se zuando minha cara, num tem vergonha de fazer isso com os amigos não, eu vo te bater ate rancar todos estes malditos capitulos de wolf creek, num quero os de con clave não por que se num me apaixono na história ainda... e vê se naum desfalece nunca, e se fizer isso, estarei aqui para te apoiar.abrasos, e muitos socos na sua cara maldito.
Tipo, num entendi nada!
OMG: agora na versão main citizien
Desculpe pelo post-flood, mas...
O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI?
aiai vou ter que explicar a brincadeira e vai perder a graça :rolleyes: (se tem alguma non?)
O wicht falo umas asneiras pra mim por msn e eu bolei esse maquiavélico plano para falar sobre as atualizações, zuar com ele e fazer um rápido golpe de marketing (muahaha esse deuc erto)
Quem leu o post todo, eu pus uma ssinatura falsa e uma mensagem embaixo, e ai a assinatura verdadeira. Er apra enganar o povo, mas que lesse tudo ia sacar. Aproveitei par afazer essa bincadeira já que eu ia avisar que o capítulo ia sair hoje, mas só sai amanhã mesmo (capítulo grande da nisso)
Então povo, sem neura ¬¬
Aff, agora eu entendi.
Quem teve a capacidade de cair? Eu já tinha visto as duas Assinaturas, por isso que tava boiando, inclusive pensei que você tinha colocado a outra sign pra mostrar que tinha mudado.
Trechinho do capítulo pra nóis?
sem spoil, só eu mereço \o/ , por isso entre no msn que é pra gente, sei lá, conversar e se me dar spoil, Ayakamus olha saindo-me um belo spoiler ^^
Um dia eu vou entender o que esse muleque fala.
Daqui a pocou Heneet vai sair distribuindo alerta.
sem querer flodar mais já flodando
Ayakamus apenas disse para o Manteiga entrar no msn, pra gent conversar, e brinquei, se ele podia m dar uns trechos do capituo, entendido
Cd o prox. cap???
ta demorando hein!
flws
=D
:D Achei a descrição e a narração meio pobrezinhas.
Capítulo XXIV
O Sumiço do Rei
Onde Druid encontra seu contato, Ele passa dos limites e Tibianus III descobre toda a verdade.
Druid cambaleou pelo hall de entrada do Salão Sangrento ao ouvir batidas na porta. Quem poderia estar violando o atormentado sono de Druid? Aquele dia já estava uma droga. Principalmente após meu regresso para a casa. Druid vestiu um roupão e abriu a porta. Teve que ser rápido para segurar o homem que caiu em seus braços. Quando olhou em seu rosto, teve uma surpresa. Era Mi.
- Michael – Ele falou – O que aconteceu?
- Ele – Mi sussurrou.
Druid sentou Mi em uma cadeira na cozinha e serviu um chá de cidreira para ele.
- Tome e me diga o que aconteceu.
- Zivrid... – Começou Mi. Ele tomou ar e prosseguiu – Roubou um livro no Tibianic. Um tomo azul...
- Livro das revelações escrito pelo profeta Lamassé... – Sussurrou Druid pasmo.
- Exato – Continuou Mi. Ele gemeu – Eu fui investigar, mas... Ele me abordou e... Druid, eu errei... Eu falhei...
- Do que está falando Mi?
Mi tirou seu casaco e ficou em pé, parando de costas em frente à Druid. Druid ficou boquiaberto. A camisa de Mi estava toda rasgada e suas costas cortadas e marcadas por um chicote. Os ferimentos sangravam muito.
- Desgraçado – Druid sussurrou. Respirou fundo e pronunciou um encantamento – Exura sio ‘Michelangelo Gitre.
O sangramento parou. Mas os cortes ainda estavam lá. Druid só não pronunciou outro encantamento porque Mi desmaiou na cadeira.
***
Muitas luas passaram desde a partida de Sam. Depois daquele dia nós nunca mais nos falamos. Eu precisava de um tempo pra clarear as idéias, e ele precisava se acalmar. Decidi não esfregar sal na ferida e aguardar até que ele resolvesse se comunicar comigo. Mas ele nunca escreveu nada. E eu aprendi a conviver com isso.
Era um dia ensolarado. Já estávamos no oficio da nona. Eu estava arrumando a cozinha junto com Zynara. Alia e Ama estavam fofocando – provavelmente sobre Zeffyx – no quarto de Ama, Druid e Zeffyx haviam saído para caçar e Mi estava escrevendo algo com pressa em seu quarto.
O dia estava muito calmo. Desde o atentado em Greenshore, Ele não havia se manifestado. Nem Zivrid e muito menos Bruno, para nosso alivio. Mas mesmo assim estávamos trabalhando a todo vapor para descobrir a identidade daquele homem macabro. Isso por debaixo dos panos é claro.
Mal podíamos imaginar o que estava por vir.
***
O Guarda Baxter andava de um lado para o outro na ponte do Castelo San Banor, localizado na porção noroeste de Thais. O serviço de Baxter era impedir a entrada de estranhos que pudessem ameaçar a vida do rei Tibianus III. Ele ouviu um ruído próximo. Pegou sua espada e caminhou lentamente na direção de um matinho próximo, de onde ouvira o barulho. Ao chegar bem próximo ouviu um som. Alguém estava chorando. Ele adentrou mais na mata e viu um monge.
- Estas bem? – Baxter perguntou.
- Sim... É que eu cometi um pecado...
- O que? Tu? Mas, o que fizestes?
- Não respeitei o direito à vida...
- Como assim? – Pediu Baxter confuso – Mataste alguém?
- Não ainda – O monge sorriu.
***
Eu estava tonto. A notícia percorreu Thais numa velocidade tão grande como a de uma epidemia. Toda a cidade estava em pânico com a notícia. Um grupo armado invadira o Castelo San Banor e fizera o Rei de refém. O chefe da TBI, Chester Khas, alertou suas tropas para que tentassem entrar na fortaleza imediatamente e resgatar o rei. Mas todas as portas estavam trancadas.
O único acesso a ilhota em que se localizava o castelo por terra era a dita ponte protegida por Baxter. Mas quando a TBI chegar lá, ele estava caído na poste com o crânio girado a 180 graus para trás. Alguém engenhosamente acabar com a vida do guarda.
A TBI ainda estava tentando negociar com um homem encapuzado que falava de dentro da fortaleza, mas nenhum acordo havia sido feito. Quando Druid retornou para o Salão com Zeffyx, eles contaram tudo e logo começamos a tentar descobrir o que estava acontecendo.
- Foi Ele. Tenho certeza! – Gritou Zeffyx.
- Aquele maldito conseguiu entrar na droga do Castelo em plena luz do dia! – Eu falei – Ele é ninja!
- Literalmente – Falou Druid – Parece que ele colocou uma equipe de assassinos profissionais dentro do castelo.
- Mas como? – Pediu Zynara.
- Ele é um gênio – Eu falei – Pensou no crime perfeito. Mas por quê?
- Eis a questão. Talvez nunca saibamos – disse Druid pessimista – Precisamos acreditar na TBI agora.
- Não vamos agir? – Pediu Alia.
- Seria muito arriscado - Protestou Druid – E seria bem óbvio. Vamos esperar que a TBI resolva isso.
***
O Oficial Tafariel Desmond era um grande feiticeiro. Por essas razões ele fora escolhido para liderar aquela missão. O objetivo era simples: Entrar no castelo e resgatar o rei. E matar qualquer um que se metesse no caminho, se fosse necessário. Mas claro que seria. Ele havia enchido o castelo com assassinos profissionais.
- Desmond, qual o plano? – Me pediu Rock, um cavaleiro da corte de Thais – Precisamos entrar rápido!
- Vamos arrombar a porta com uma explosão – Eu falei – E então usar bolas de fogo para limpar o térreo. Caso seja necessário lutaremos com runas.
- É arriscado – Disse Rock cético.
- Não há triunfo sem sacrifício.
Fiz sinal para meu grupo avançar. Eles se aproximaram do enorme portão de pedra com a letra “T” e pararam. Respirei fundo e dei a ordem. E no momento seguindo a porta foi detonada por runas de explosões. O som foi ensurdecedor.
- ARQUEIROS, JÁ! – Gritou o Oficial Threvor. Ele e seus arqueiros lançaram flechas e dardos contra os guardas que estavam nas janelas enquanto nós invadíamos o castelo.
Corremos até o pátio central e tivemos uma terrível surpresa: o bobo da corte Bozo estava morto. E o pior não era esse tenebroso fato. Mas o ato em si. Seu corpo estava cravado na ponta do pedestal central da enorme fonte de estanho do rei. Ela parara de jorrar água para lançar sangue.
- Bozo? – Eu falei. Senti um calafrio. Arrepiei-me todo. Nem um réris palhaço fora poupado.
- CAÇADOR! – Ouvi Rock gritar. Virei-me e vi um caçador mirar o arco para minha cabeça. A última coisa que vi foi ele ser explodido por bolas de fogo. Mas era tarde. Ele lançara a flecha. E o tiro fora certeiro.
***
Felizmente Drago, Zeffyx, Zynara e Alia ficaram na cozinha discutindo sobre o ataque. Eu fiquei livre para subir até meu quarto. Eu tinha um encontro marcado com alguém muito especial. Abri a janela de meu quarto e logo avistei o vulto encapuzado se aproximar. Usava um sobretudo que cobria todo o corpo e um chapéu pirata negro.
- Demoraste – Disse o vulto – Tive que me esconder atrás de uma árvore!
- Não se estresse – Eu falei – Tive que driblar os jovens.
- Desça aqui – Disse o vulto – Podem nos ouvir.
Eu concordei com a cabeça e sussurrei – Exani Hur “Down.
Eu saltei da janela e flutuei. Fiquei me divertindo por um tempo até aterrissar bem em frente ao meu encontro. Ele ergueu uma sobranselha e riu.
- Parece um adolescente.
- E daí? – Eu falei.
- Druid – O vulto me cortou – Vi uma movimentação anormal lá no Castelo San Banor. O que aconteceu?
- Ele
- Está brincando!
- Quem dera. Ele deu um jeito de entrar e dominou tudo por lá. Está com o rei de refém.
- Ele é ninja.
Eu ri. Era a décima vez que eu ouvia aquilo hoje.
- Com certeza. Mas como foi a investigação?
- No tomo azul existe um capítulo inteiramente dedicado à pyromancia. Bem como Mi lhe disse. Pra que Zivrid iria querer a droga do livro?
- Talvez tocar fogo no castelo.
- Ou em você.
- Não exagere – Eu falei – Ele não é tão psicótico.
Mas eu infelizmente estava errado.
***
O rei estava calado. Desde que o castelo fora invadido, ele não pronunciara uma palavra. Aceitou calado as humilhações daquele que se autodenominava Ele e de seus servos. Agora ele se encontrava vestindo apenas uma capa vermelha com o símbolo da casa da rosa vermelha. E estava preso em uma salinha extremamente compacta.
Um som de passos o fez erguer os olhos para a porta, que se abriu. E Bruno entrou, acompanhado de seu mestre.
- Rei Tibianus – Ele disse – Espero que já tenha rezado por sua alma.
- Só pela sua – o rei disse.
***
- OFICIAL FERIDO! – Gritou alguém em meio ao bolo de pessoas – E DOIS CORPOS NA SALA DO TRONO!
Rock apenas observou enquanto Desmond era carregado para fora do castelo. O oficial fora atingido por uma flecha no crânio, e estava a dois palmos da morte. E para coroar, um grupo de reconhecimento foi até a sala do trono. E logo que chegou lá encontrou tudo destruído. Sinais de luta por toda parte, e ainda os guardas do rei mortos. Os dois com lanças cravadas na laringe.
E o grupo fora toda atacado por um grupo de assassinos bem treinados. Ninguém resistiu. Mas os cavaleiros da TBI conseguiram mutilar todos os assassinos que ali se encontravam. Todo o castelo estava limpo. Menos o quarto do rei que estava trancado. Threvor fora até lá com um grupo para o reconhecimento. Agora era aguardar notícias.
Um grito cortou a noite. Era Threvor.
- O QUARTO ESTÁ VAZIO!
Eu acordei de meu transe e olhei a janela do quarto do rei. Threvor apareceu lá.
- Como assim? – Rock gritou.
- O rei não está aqui! – Ele respondeu – Tem que estar em outro lugar!
- Revistamos o castelo inteiro, é impossível! – Rock gritou em resposta.
- A não ser que... – Threvor se calou. No momento seguinte ele estava boquiaberto – O TÚNEL DE ESCAPE PARA O TEMPLO ANTIGO!
E eis que surgiu a terrível verdade. Ele escapara novamente. Mas desta vez, ele levara alguém junto. O rei Tibianus.
***
O rei Tibianus gemeu enquanto Bruno prendia as correntes que prendiam seus braços ao parapeito do telhado da torre. Ele estava completamente nu. E pior: suas pernas foram amputadas. O rei gritou mais alto. Olhou para o solo de madeira a sua frente e o que viu o fez ter náuseas: havia uma poça de sangue com suas pernas nela.
Bruno terminou o serviço e desceu a escada. Foi ao encontro de seu mestre e de Zivrid.
- Terminado – Bruno disse.
- Magnífico – Ele disse – Bom rei Tibianus, espero que tenha gostado de seus últimos aposentos.
- Seu... v... ver.. verrr... verme... – Disse o rei, sem ar nos pulmões.
- Obrigado pelo elogio. Mas creio que queira ver o rosto de seu carrasco antes de morrer não é?
- É a última coisa que quero – o rei disse.
- E acredite – Ele disse baixando o capuz e revelando seu rosto – será. Zivrid, tenha a honra.
O bispo se aproximou da torre e abriu um tomo azul. Folheou por um tempo até encontrar o que queria. Ergueu a mão para a torre e disse:
- Exibea naz flamea!
Uma onda de fogo foi disparada contra a torre. O rei urrou. E em pouco tempo, toda a torre fora consumida pelo fogo mágico. Enquanto Ele apenas assistia sorrindo.
Cara, to com preguiça de procurar, mas tem vários erros ai. Um que eu lembro é que na hora do palhaço voCê escreveu réris e não reles (eu entendi isso pelo menos).
Bem forçadinho essa capítulo não?
Um gurada só pra proteger o Rei? Grupo de assassisnos profissionais em pleno dia todos entrando no castelo? o.0
Tirando isso... nada de bom pra dizer :D
25?
Queria que deixassem qualquer fulano entrar no castelo e matar o rei?
E sobre o segundo:
Tire suas próprias conclusões :)Citação:
- A não ser que... – Threvor se calou. No momento seguinte ele estava boquiaberto – O TÚNEL DE ESCAPE PARA O TEMPLO ANTIGO!
Muito bom o capítulo ;)
Ayakumus...
Citação:
Um gurada só pra proteger o Rei? Grupo de assassisnos profissionais em pleno dia todos entrando no castelo? o.0
Um guarda pra proteger a ponte eu não sei, mas a parada dos assassinos entrarem em pleno dia... Como disse o Manteiga..
Os assassinos poderiam ter entrado pelo túnel de escape hora essas ;)Citação:
- A não ser que... – Threvor se calou. No momento seguinte ele estava boquiaberto – O TÚNEL DE ESCAPE PARA O TEMPLO ANTIGO!
Legal esse cap.
Naum percebi nenhum erro.
gogogogogo prox. cap.
flws
=D
Capítulo bom.Porém, eu penso que você consegue abusar mais de suas descrições...
Foram alguns poucos erros que se você ler, você perceberá...
Leia em voz alta...Não revise na hora em que escreveu...Durma, e esqueça...
Um ou dois dias depois, volte e revise...Irá achar erros muito bobos que antes não acharia...
Bem, é isso..
Hovelst,
o demônio das palavras
Pois é. É que nem revisar uma prova, o inconciente humano faz com que a gente creia que está tudso sempre certo. Literalmente inútil corrigir :/ Mas necessário ^.- (um paradoxo, não?).
E eu podia realmente ter descrito mais, principalmente o castelo, o jardim onde druid e o informante se encontraram. Mas a parte final não foi descrita por sérios motivos (os mesmo pelos quais omiti descrição na sala do Thul em Con Clave, lembra-se?), não por pura negligência como aqui. Se eu tivesse dividido o capítulo em 2 eu poderia ter me detido mais na descrição.
Cade o proximo cap.
ta demorando.
flws
=D
Opaa, Manteiguito meu pallazinho de fim de semana ;P. Vou lhe falar a verdade, se deixou as descrições sumirem de tuas linhas... E a emoção também sumiu... Tudo sumiu.. Merda to só nestas suas linhas então... Acho que com isso você procurará o caminho a seguir e se precisar de mim sabe onde me encontrar.
O ILUMINADO
Vocês devem me odiar XD
Quando digo que vou agilizar aqui eu sumo ._. Culpa da internet ¬¬ Ela ta doida, funciona quando quer. Mas espero atualizar o mais breve possivel (assim que essa merda colaborar ¬¬)
Capítulo XXV
A Onda de Crimes
Onde se comenta sobre uma onda de crimes em Thais, Druid e Mi armam um plano contra Ele e recebe-se um nome: Exército das Sombras
O tempo voava. Já havia se passado algumas luas desde o ataque ao castelo San Banor e a morte do Rei Tibianus. O corpo fora encontrado pelo guarda Kulag pendurado por cordas no portão norte da cidade. A imagem dos restos carbonizados do rei ainda vagava em minha mente.
O sepultamento ocorreu no mesmo dia. Foi feita uma enorme missa a céu aberto no Templo da Flor Branca. Após isso, oficiais da TBI carregaram o enorme caixão de ouro puro contendo a ossada real nos ombros até o norte de Thais, no cemitério. Lá o corpo foi sepultado. Segundo o Conselho Real, um enorme mausoléu ainda será erguido sobre o túmulo.
Thais passou a ser governada pelo Conselho desde então. Como Tibianus III não deixou herdeiros, alguém teve de ser indicado pelo Conselho. A indicação ocorrera a pouco tempo. Um teocrata anônimo fora coroado o novo regente do trono até que encolhessem alguém melhor. Ele adotara o nome de Telésforo I.
Telésforo I não era um bom rei. Mas também não era ruim. Na verdade, ele não era nada. Nada fazia pelo povo, deixava o Conselho tomar todas as decisões. Só estava sentado no trono pra dizer que alguém estava ali. Mas como ele era apenas um regente, o povo não se dava ao trabalho de tirá-lo do poder. Mas o Conselho nem ouviria qualquer protesto civil contra a monarquia. Ia considerar anarquismo e prender a todos. E apesar de tudo isso, Telésforo I deitava e rolava. Aproveitava todas as mordomias de rei e nem se importava com as críticas.
Como se não fosse o suficiente, logo no dia seguinte ao assassinato o bar do Frodo foi atacado pelos mesmos assassinos responsáveis pelo ataque ao castelo. Eles roubaram todo o dinheiro e prenderam Frodo a uma cadeira de ossada no segundo piso, juntamente com Todd. Ambos foram amordaçados e só foram encontrados no fim do dia, quando a TBI cogitou a hipótese deles ainda estarem vivos.
Nas semanas que se passaram mais ataques ocorreram. A fonte do parque de Crunor recebeu jatos e jatos de limo em suas águas, o bueiro foi infestado de insetos, os quatro guardas que protegem e vigiam os portões de acesso a Thais foram torturados e Walter até foi morto! Chester Khas também disse ter sido atacado. No dia seguinte apareceu morto. A única sobrevivente dos ataques até o momento era Lynda, a sacerdotisa. Ela foi atacada na própria igreja, mas se escondeu em um caixão no subsolo. A TBI colocou agentes de segurança para vigiá-la.
Desde então Druid nos obriga a patrulhar as ruas da cidade por turnos. A cada oficio do dia a cidade é vasculhada de cima a baixo por duplas em cada área. Isso para garantir a segurança de todos os habitantes, como Hailux fez questão de prometer no dia que criou a guilda. O trabalho era muito tedioso, mas era importante.
As completas já se aproximavam. Nesse oficio eu e Ama deveríamos patrulhar toda baixa Thais. A pior área para se trabalhar. Mas Druid nos colocou lá na esperança de conseguir encontrar Zivrid. Até agora não tínhamos encontrado nem vestígio dele. O lado bom dessa história toda era que enfim havíamos descoberto porque Ele queria tantas guildas ao seu lado. Para realizar toda essa onda absurda de crimes. Druid estava animadíssimo com essa novidade, mas era o único.
Eu e Ama estávamos pegando alguns sacos de runas de mísseis mágicos pesados e cura máxima, apenas por precaução. Quando a outra dupla voltasse deveríamos partir. Já estávamos sentados na cozinha quando Druid e Mi chegaram. Logo vieram ao nosso encontro e sentaram-se.
- Mudança nos planos – Disse Druid animado, esfregando as palmas das mãos uma na outra – Não vão patrulhar a baixa Thais agora.
- Como? – Ama pediu se recuperando do golpe – Explica isso direito!
- Druid bolou um plano infalível para capturar Ele! – Mi falou sorrindo enquanto se acomodava na cadeira de madeira – Credo que móvel ruim!
- Druid, é verdade? – Eu pedi levantando com um salto.
- Não diria que o plano é infalível, mas sim – Disse Druid sorrindo de orelha a orelha – Acho que dessa vez vamos conseguir desmascarar esse cretino!
- Como pretende encontrá-lo? – Ama pediu se animando.
- É simples. Ele tentou matar Lynda duas luas atrás, correto? – Druid falou – Bom, se ele queria ver a cabeça de Lynda empalhada ele devia ter um bom motivo. E certamente se esse motivo é tão bom quanto Ele faz parecer que é, ele vai tentar outro ataque.
- Mas é óbvio! – Eu comemorei.
- Óbvio até demais – Mi disse sério – Mas acredito que pelo menos Zivrid vá aparecer, e já de grande ajuda.
- Concordo. Mas para que tudo dê certo vamos precisar trabalhar duro! – Disse Druid – Já falei com Lynda, ela concordou em atrair Ele para a igreja. Depois, vocês dois, Alia, Zeffyx e alguns amigos meus vão surpreender os assassinos dele com mísseis pesados disparados dos telhados próximos. E por fim eu aguardo a nuvem de poeira se formar e com a ajuda de uma corda mágica o capturo. Se for preciso podemos apelas para runas de morte súbita.
- As chances de falhar são grandes – Eu disse – Mas porque o Mi não fará nada?
- Pode falar Mike – Druid disse sorrindo mais ainda.
- Bom – Mi começou, se levantando – Parece que Carla El’Piri não está morta como esperávamos. Ela está bem vivinha. E pior: se uniu a Bruno. Parece que ambos são amantes ou coisa parecida. Assim Ele conseguiu conquistar mais uma guilda. E com as três que já tem ele formou uma guilda gigante e com muito poder destrutivo: O Exército das Sombras.
- E daí? – Eu pedi.
- Bom, eu vou me infiltrar no Exército para sugerir o ataque à igreja.
- Até porque não tem como nós capturarmos Ele se ele não aparecer, não é mesmo? – Disse Druid.
***
Já era passado das Matinas. Mas ainda estávamos de tocaia no alto da igreja. Eu e Ama esperávamos no teto sacro, Alia estava escondida sobre a palha que era o teto de um prédio residencial próximo. Zynara e Zeffyx estavam o sobre o porto. Druid estava escondido dentro da igreja e Lynda rezava sentada sobre um tapete azul estendido no meio da rua sobre um bueiro. Se fosse preciso, membros da guilda que estavam na cisterna puxariam a tampa do bueiro e Lynda cairia dentro do esgoto, onde seria seguramente resgatada. Mas ainda assim as chances de fracasso eram grandes. Eu suspirei. Onde estaria Mi?
Mas então houve um som. Diversos passos. O ruído de roupas roçando nas paredes se tornava cada vez mais próximo. Então eu pude avistar um grupo de quatro ou cinco assassinos vestidos inteiramente de preto correrem rente à parede do porto. Logo atrás deles vinha um homem vestindo uma batina e segurando uma caixa de chumbo. E ainda atrás vinha um homem alto e musculoso com um grupo de bandidos e guerreiros selvagens.
E o impossível aconteceu: Um grupo nada convencional apareceu do nada em frente ao tapete. Os componentes eram um homem com uma capa preta, dois outros que seguravam arcos, três mulheres e um velho vestidos de branco, dois homens com espadas e mais um levitando acima de todos. O Exército enfim aparecera.
- Olá Lynda – Eu ouvi Ele dizer. Senti uma forte repulsa – Rezando né? Saiba que a última coisa que seu rei fez antes de morrer foi rezar pela minha alma. Gozado não?
- Você merece o inferno desgraçado – Lynda disse. Eu até podia ouvir o coração dela bater mais forte, mas eu sabia que na verdade era o meu.
- Cala-te – Ele disse. Virou-se para falar com Zivrid que se aproximava e riu. Zivrid passou a frente a assumiu a conversa.
- Como pode trair a ordem seu verme! – Lynda vociferou.
- Cale a boca sua prostituta vagabunda de merda! – Zivrid mirou a mão e já ia pronunciar alguma coisa quando Druid gritou direto da igreja.
- AGORA!
Nós nos revelamos nos telhado e miramos as runas de mísseis pesados no Exército e começamos os disparos. Todo o grupo foi atingido por uma saraivada de mísseis. Lynda jogou o tapete para um canto e entrou no esgoto sã e salva como o esperado.
Druid correu na direção do grupo e gritou. Mas Ele saiu da nuvem de fumaça.
- EXEVO MORT HUR! – Ele gritou. Uma enorme onda de energia foi disparada contra Druid, que se abaixou e escapou da morte certa – SEU TONTO, EU SABIA DO PLANO! MEUS ESPIÕES ME INFORMARAM!
- E eu sabia que você sabia seu otário – Druid debochou. Ele ouviu algo e se virou, mas já era tarde. Eu já havia descido do telhado e estava posicionado atrás dele.
- Exani Tera – Eu falei mirando minhas mãos nele. Um grupo de cordas mágicas foi conjurado e prendeu Ele com um nó muito poderoso.
To postando só pra constar que eu li, porque eu não entendi nada.
Vou reler, acho que ando com muita coisa na cabeça.
Olá, bom meu caro amigo Manteiguito, mais uma vez pecou nas emoções...Mas, pelo que me demonstrou não é seu objetivo fazer um texto para quem admira uma história cuja tenha os personagens humano; e este não é o seu caso, eu estou vendo durante a história toda, e vejo o quanto a mecânica evoluiu, e robôs agora fazem sexo, tem guilda e até sofrem, mas muito raramente, só em caso de morte ou perda, e acho que a hora de mudar este meu pensamento chegou...Mas encarecidamente lhe peço. Você sabe o quanto eu gosto de sua história, e eu ponho meus pensamentos e a imagino com sentimento, emoção, raiva, e tudo que ela merece...Acho que isso deveria partir de você e não de seu leitor...Capitulo bom, acho que um tanto quanto pequeno...Mas, novamente volto ao meu paradoxo, e nada tenho a acrescentar nestas linhas, nem a minha critica ou elogio.
O ILUMINADO
<Senta-se e puxa uma papelada do casaco. Suspira e começa a ler o texto com os olhos>
Sem comentários.
Capítulo XXVI
Pouco de Seu Tempo
Eu mal podia acreditar na cena que insistia em circular pelo meu encéfalo e em invadir meu globo ocular. Minha mente estava demorando a processar as informações decorrentes, meu coração estava bombeando sangue enlouquecidamente por todo meu corpo, eu fervia de cima a baixo, minha testa suava e eu estava completamente paralisado com a mão estendida.
Exatamente em minha frente, o terrível “demônio” conhecido apenas por Ele estava enrolado nas cordas mágicas que eu mesmo conjurara segundos antes. Ele estava com os braços presos a cintura, as pernas atadas e o pescoço rodeado pela ponta final da corda gigante. Tentar fugir era inútil. Mas o temível vilão se debatia com uma fúria comparável a de um dragão cercado por guerreiros com enormes lanças, prontos para matá-lo. Ele caiu no chão e começou a rolar, na esperança de partir a corda nas pedras do calçamento.
A cena era irônica. Um ser que se julgava tão “superior” estava jogado aos meus pés como um verme. Meus olhos pousaram no corpo do homem. Passaram a fitar sua cabeça coberta. Ele parou de se contorcer e ergueu os olhos. Senti uma forte vontade de vomitar quando vi aqueles viscosos olhos travarem perante os meus. Do meu ponto de vista parecia que ele suplicava pela liberdade. A tentação de me aproximar e revelar a identidade de tal ser era enorme.
Com muito esforço eu pisquei e abaixei a mão. Ainda tremendo dei um passo a frente. E outro. E outro. A cada passo meu coração se acelerava mais e mais. Meu cérebro estava confuso. Meus pulmões começaram a exigir cada vez mais ar. Meu nariz não pôde agüentar. Eu já estava respirando pela boca. Ele também. Eu parei em frente ao homem. Ninguém tentou me impedir de fazer nada. Agachei-me e estendi o braço para baixar o capuz. A poucos centímetros do rosto dele, ouvi um grito.
- EXEVO GRAN MAS POX! – Ouvi uma voz esganiçada gritar próxima a igreja.
O instinto de sobrevivência foi mais forte que a vontade de acabar com minha curiosidade. Atire-me para trás no exato momento em que uma colossal nuvem esverdeada tomou conta do céu da cidade. Um odor podre invadiu minhas narinas e minha vista ficou negra. Minha corrente sanguínea parecia que ia ser interrompida a qualquer momento. Comecei a tremer. Meu sistema nervoso estava fora de si. Parecia que eu estava em meio a um ataque epilético. Levei as mãos a garganta. O ar não conseguia mais penetrar em minhas vias aéreas. Minha boca estava completamente seca. Meus ossos pareciam ser esmagados por uma pressão fora do comum, e meus músculos se contraiam sem meu controle. Passei a chutar o ar e rolar pelo chão. Meu rosto inchou e ficou vermelho. Meus olhos começaram a saltar das órbitas e minha língua foi jogada para fora da boca. Eu acreditei que era meu fim.
Eu forcei minha língua para dentro da minha boca e tentei tomar ar. Mas era impossível. Reuni todas as forças que ainda pairavam sobre meu ser no nariz e inspirei o máximo que pude. Pouquíssimo ar entrou, mas o suficiente para chegar até minhas cordas vocais e fazê-las vibrar. Movi a língua furiosamente por toda a boca, tentei gritar, mas ainda era impossível. Meus membros começaram a dormir e eu senti que era agora ou nunca. Movi meus lábios rachados e secos para formular alguma frase coerente. Com minha cabeça pronta para explodir, eu consegui pronunciar apenas duas palavras. Exana Pox. Depois disso perdi totalmente a consciência.
***
Druid estava a poucos metros de distância de Drago, em pé. Ele respirava com certa dificuldade, embora necessitasse de quantidades astronômicas de ar, já que havia gastado muita energia executando seu feitiço. Enquanto Drago estava distraído tentando desmascarar Ele, Druid viu Zivrid em pé em frente a igreja, com os braços erguidos. Pôde ver que o monge se concentrava muito, e por isso Druid temeu o pior. Murmurou um feitiço de escudo mágico e correu na direção de Zivrid. Mas já era tarde, o monge executara uma poderosa tempestade de veneno, que poderia causar a morte de alguém em pouquíssimos segundos. Druid não foi envenenado graças a seu escudo mágico, mas foi arremessado contra a parede de um prédio residencial próximo. Ele viu que o sangue frio de Zivrid não possuía limites. O monge dizimou todo seu exército com aquela magia. Os únicos que sobreviveram eram o próprio Zivrid, Bruno e Ele. Bruno havia se escondido na igreja e Ele havia feito o mesmo que Druid. Mas Drago não tivera tal sorte, e acabou sendo infectado.
Mas felizmente o pupilo de Druid encontrou forças para executar um feitiço antídoto com perfeição. Mas o desgaste corporal do jovem druida fora tanto que ele chegou a desmaiar. Druid sentiu um grande terror ao ver seu aprendiz contorcer-se no chão. Teve medo que fosse o perder, mas estava jogado muito distante dele, sem capacidade para o salvar. Mas Druid nunca duvidara da força de vontade de Drago.
Agora Druid já se recuperara do susto. O druida passava os olhos pela cena, tentando processar todas as informações. Drago jazia desmaiado no chão próximo ao tapete azul, Ele estava ainda preso a poucos metros de Drago. Os aliados do druida ainda estavam nos telhados, portanto não haviam sido atingidos pela onda envenenada. Mas Druid procurava outra pessoa. Alguém sem alma, com o tremendo sangue frio de sacrificar todos os seus aliados por uma única causa. Druid torceu a face e cuspiu no chão onde Zivrid pisara momentos antes. Ele tinha nojo daquele ser infeliz. Uma lágrima solitária escorreu pela face trêmula de Druid e chegou a sua boca. O druida sentiu o gosto salgado da lágrima lambeu os lábios. Não podia acreditar que quase perdera seu aprendiz, seu melhor amigo. Seu verdadeiro irmão.
Ele deu um soco na palma de sua mão e virou para encarar Drago. Ergueu os olhos ao teto da igreja e viu Ama, sentada sobre as telhas. Ela estava apoiada pelos braços. Tinha uma expressão de medo na face, a boca aberta e os olhos fora das órbitas. Apesar da distância dava pra ver que ela estava sem chão. Parecia que Ama estava revivendo todos os momentos felizes que viveu com o amado e percebendo que era o fim da linha – apesar de não ser. Ela soluçou e tentou limpar as lágrimas, mas não pôde. Druid olhou para Drago e correu até ele. Ergueu a mão do amigo e mediu sua pulsação. Estava normal. Ele pousou sua mão no ombro de Drago e sorriu. Ele estava fora de perigo. Lentamente, o aprendiz foi abrindo seus olhos.
- Druid? – Drago sussurrou. As lágrimas começaram a escorrer pelos olhos do druida ferozmente. Drago sentou-se e Druid o prendeu em um forte abraço.
- Drago – Ele sussurrou entre um soluço e outro – Que bom que estas vivo... Eu... Eu fiquei... Assustado.
Não muito distante do lugar, Ele continuava amarrado. Mas encarava a cena impassível. Até que começou a gargalhar. Rolava no chão de tanto rir. E ria alto. Ele bateu com a cabeça bem de leve no calçamento. Mas ao invés de praguejar, ele riu mais. Ele estava fora de controle.
- Que há de engraçado? – Druid pediu limpando o rosto com a manga do casaco.
- O que não há de engraçado? – Disse Ele. Mal conseguia falar qualquer coisa de tanto rir. Ele estava respirando com dificuldade, inspirava cada vez mais. Druid torceu os lábios e se aproximou do homem. Cuspiu sobre o vulto e chutou suas costas com todas a força que pôde.
- Como eu queria fazer isso – Druid disse. Ele se calou. Druid ia se preparar para chutá-lo novamente, mas viu uma forma dobrar a esquina da igreja. Era Zivrid. Ele pôde reparar que o monge erguia os braços, exatamente como fez pouco antes de executar seu feitiço. Druid começou a correr na direção do monge – Dessa vez não!
O druida fechou os punhos e acertou a face do monge. O monge cambaleou para trás com a mão no nariz torcido. Zivrid tropeçou na barra da batina rala e se desequilibrou, caindo de costas no chão. Druid tinha uma expressão de ódio no rosto. Contraiu as sobrancelhas e correu até o monge. Zivrid tirou a mão do nariz e viu que estava sangrando muito. O druida o havia quebrado.
Zivrid ficou em pé e se preparou para executar outro feitiço.
- Exura Gr... – Disse o monge. Mas Druid socou o abdome de Zivrid, o fazendo ficar sem ar e cair de quatro no chão. Druid chutou a barriga dele e o viu cair. Druid já ofegava. Ele havia se esquecido de seus princípios e estava partindo para a extrema ignorância.
- Jamais vou perdoá-lo pelo que fez seu merda! – Druid vociferou. Ele agarrou o monge pela batina e o ergueu do chão. Druid iria fazer Zivrid pagar pelos seus erros. O monge levou as mãos a garganta, na tentativa de respirar. Ele fez cara de dor e urrou. Sua face estava coberta de sangue, boa parte seco. O monge movia suas pernas tentando se soltar, mas o druida era mais forte.
***
Fiquei em pé e cambaleei. Ainda estava um pouco tonto pelo efeito do veneno. Esfreguei as pálpebras e vi Ele. O homem parecia estranhamente calmo, apesar da situação. Dei um passo na direção dele. E outro. E comecei a caminhar mais rápido. Meu coração acelerou. Minha mão estava trêmula. Eu respirava cada vez mais ar. Era chegada a hora, eu iria desmascarar aquele ordinário sem dó. E depois matá-lo. Ouvi um som atrás de mim. Me virei instantaneamente e vi Zeffyx.
- Drago, achei que estava morto! – Disse Zeffyx parando de correr. Ele ofegava muito, e parecia bastante cansado. Já tinha até olheiras! Ele apoiou as mãos nos joelhos e expirou.
- Não sou tão fácil de matar – Falei brincando – Viu o Druid?
- Ele ta matando o Zivrid lá no condomínio – Disse uma voz feminina. Zynara vinha correndo e tomando ar – Alia me contou.
- Cacete – Eu murmurei. Passei as mãos pelo cabelo e comecei a suar frio. Eu havia me esquecido completamente de Ama – E como está a Ama?
- Desmaiou – Disse Zynara sem rodeios – Mas Alia está cuidando dela. Parece que essa sua namorada tem coração fraco.
- É uma bastarda que nem o amante – Ouvi uma voz seca dizer.
- Cala-te – Urrei. Me virei bufando e corri até Ele. Agarrei-o pelo manto e o deixei de pé. Eu tremia de tanto ódio. Eu estava com os olhos fixados na face coberta do maldito vilão, os punhos fechados em torno do pescoço do safado. Eu já cerrava os dentes com raiva. Fechei os olhos e o soltei. Caminhei para trás e suspirei. Por pouco eu não fiz uma besteira. Ele começou a gargalhar.
- Tu és um fraco – ele disse entre uma gargalhada e outra – Exatamente como teu mestre.
- Bata na boca para falar de Druid! – Eu vociferei. Ele estava pedindo.
- Não. Falo daquele ser desprezível da maneira como quero.
- Você é desprezível – Eu falei baixando as sobrancelhas e balançando levemente o rosto.
- Não. Se você soubesse de toda a história, iria certamente discordar dessa opinião. Mas Druid não permite que tu saibas, não é verdade?
- Você não presta. Seus atos o condenam! – Eu falei perdendo o controle. Já estava começando a bufar novamente. Fechei os punhos com força.
- Meus atos são conseqüência dos atos de Druid. Eu sou o mocinho, não ele. Ah Drago, você podia ser poupado de tudo isso, de tudo que tenho planejado pra você. Mas não será, graças ao Jack. Culpe-o por todos os meus erros e acertos.
Ele parecia calmo. Calmo demais. Alguém nessa situação não teria condições de manter tanta calma! Estava parecendo que ele tinha total controle da situação. Que tinha tudo minimamente planejado. Tive a impressão de que ele piscou um olho para a igreja. Infelizmente não havia sido uma impressão. Bruno saiu desembestado pela porta da igreja com sua espada em mãos. Zeffyx viu a tempo e tirou Zynara da área em que Bruno passou atropelando tudo. Eu irei a face por um momento. E esse foi meu erro.
- Adeus Drago – Ele disse energeticamente – Ainda vamos nos esbarrar por aí. Utevo res ina “pássaro!
Virei-me no instante em que ouvi as palavras mágicas. Vi Ele brilhar intensamente por um instante. Depois disso, ele transformou-se em um singelo pássaro avermelhado com assas azuis. As cordas que o prendiam caíram no chão. Eram muito grandes para o pássaro. E Ele saiu voando pelos céus. Realmente ele teve o controle o tempo todo. Ele nos fez de bobos. Virei-m para Zeffyx e Zynara e vi que Bruno já havia escapado.
***
Não muito distante dali, Druid soltou Zivrid e o chutou novamente. A expressão de raiva do druida ainda dominava sua face, e o monge estava totalmente encolhido, gemendo e chorando. Seu rosto era irreconhecível pelo sangue seco que o cobria. A batina de Zivrid estava rasgada e manchada de sangue em diversos pontos. O monge estava cm uma aparência deplorável. Ele contraiu a face e ofegou mais ainda. Abriu os olhos e viu um pássaro vermelho erguer vôo.
- Mestre – Zivrid sussurrou com dificuldade – Não me deixe aqui...
- Não vai fugir dessa vez – Disse druid – Exori Vis.
E tudo ficou negro para Zivrid.
Este capitulo sim, saiu fora dos padrões, fez algo que agente imaginava sem agente imaginar, gostei, bem descrito, eu não lhe cobrarei muita descrissãojá que isso não é seu forte, as emoçoes já deram uma boa melhorada, mas, ainda podemos melhorar mais. Espero esta melhora
O ILUMINADO
Gostei bastante...
A batalha foi ao meu ver bem descrita... Acho que não deixou nada à desejar.
Mas também não sei quem disse isso, mas é ótimo para corrigir erros, escreve o capítulo, um tempo depois leia-o em voz alta. Vai ajudar bastante ;]
Muito bom, muito bem descrita a batlha, gostei bastante ;)
estou muito ansioso pro prox cap :riso:
Olá, largatixa;)
Fiquei algum tempo sem postar aqui, digamos dois capítulos. Enfim, aqui estou, como falei.
Bem, vejamos se há erros.
Escolhessem.Citação:
trono até que encolhessem alguém melhor.
Quem é Walter? Você acha que todos sabem que Walter é um dos guardas de Thais? Você deve tomar cuidado quanto à nomes que não se conhece.Citação:
os quatro guardas que protegem e vigiam os portões de acesso a Thais foram torturados e Walter até foi morto!
Ofício...Com acento. Enfim, a palavra com que você quis se expressar, "ofício" ficou estranha. Até agora não consegui desvendar qual o significado...Citação:
A cada oficio do dia a cidade
Ama e eu....Citação:
Eu e Ama estávamos pegando alguns sacos de runas de mísseis mágicos pesados e cura máxima, apenas por precaução.
Bem, é redundante colocar "eu" quando a narração é em primeira pessoa, afinal, já existe o "pedi"...Citação:
- Druid, é verdade? – Eu pedi levantando com um salto.
Te peguei no pulo :P. Fica "ensebando" com esse papo de tratar a personagem com "Ele", deixou escapar um "ele". :PCitação:
E certamente se esse motivo é tão bom quanto Ele faz parecer que é, ele vai tentar outro ataque.
E aqui o mesmo erro anterior:
Citação:
- Até porque não tem como nós capturarmos Ele se ele não aparecer, não é mesmo? – Disse Druid.
Novamente o mesmo erro, é ao contrário.Citação:
Eu e Ama esperávamos no teto sacro,
Obviamente um ruído de roupas nas paredes seria bem alto, não? E por que assassinos roçariam as roupas nas paredes?Citação:
O ruído de roupas roçando nas paredes se tornava cada vez mais próximo.
...passou a frente "e"....Citação:
Zivrid passou a frente a assumiu a conversa.
Saraivada? Deveria usar uma linguagem mais culta, não?Citação:
Todo o grupo foi atingido por uma saraivada de mísseis.
Bem, o que dizer desse capítulo 25?
Simplesmente que se transpassou sem emoção alguma. O povo pareceu não sentir muito a perda do rei. Não quiseram se opor ao Conselho com sua ditadura. Não pareciam sofrer, nem sentir raiva, não pareciam nada....
Enfim, emoções, emoções. Você precisa se por no lugar do seu personagem, para realmente entender o que está acontecendo, o que eles sentem.
E talvez, um pouco mais de descrição.
Tem muito o quê melhorar.
Capítulo 26....
Agora eu estou rindo de nós três, discutindo sobre suas falas, finalmente entendi o porquê. Enfim, tem nada a ver com o que você quer expressar. Pelo menos, o que você expressou lá no MSN, aqui não tem nada a ver. Enfim, aqui se encaixaria "nervos à flor da pele", mas isso não.Citação:
meu coração estava bombeando sangue enlouquecidamente por todo meu corpo,
Só para os desinformados, segundo o Manteiga, o significado dessa frase é que a personagem ainda está viva.
Se você quer manter a mesma desenvoltura da frase, após "Ele", coloque uma virgula. E mais à frente, outro problema, "conjurara"? Fica estranho, apesar de estar correto. Um "conjurei" ficaria melhorzinho.Citação:
Exatamente em minha frente, o terrível “demônio” conhecido apenas por Ele estava enrolado nas cordas mágicas que eu mesmo conjurara segundos antes.
Existe uma crase ali, "à" garganta...Citação:
Levei as mãos a garganta.
Abdômen...É um termo inglês, que não sei se foi aportuguesado.Citação:
Mas Druid socou o abdome de Zivrid
À garganta...Citação:
O monge levou as mãos a garganta,
Está? Bem, se quer assim, então, tá, com acento.Citação:
– Ele ta matando o Zivrid lá no condomínio – Disse uma voz feminina. Zynara vinha correndo e tomando ar – Alia me contou.
À tempo...Citação:
Zeffyx viu a tempo
Asas....Citação:
um singelo pássaro avermelhado com assas azuis.
Ele é com letra maiúscula não?Citação:
Realmente ele teve o controle o tempo todo.
Escapuliu-se um "e"...Citação:
Virei-m
Fugiu um "o"...Citação:
O monge estava cm
Estou a rir dos comentários dos outros. Que batalha? Não posso dizer que fui uma batalha fodástica. Foi uma batalha bem descrita, mas bem, não foi bem uma batalha. O monge apanhou fácil demais.
Então, um capítulo mais bem descrito até, mais emocionante. Até exagerou um pouco na emoção. Mas enfim, um capítulo bem melhor, um dos melhores, eu acho.
Mas enfim, ainda tem a melhorar...
Próximo capítulo?
Hovelst,
o insano
eu gostei bastande da historia
cabei d le ela agora
espero q poste os outros capitulos logo to loco pra sabe como termina
abraço montain druid
Lamento o atraso, mas não estive inspirado e tive muito trabalho pra fazer. Não garanto nada pela falta de inspiração, mas acho que consegui passar o que eu queria.
Ah sim, a apartir daqui chegamos na última semana no tempo dentro da história. Ou seja, nos próximos capítulos vão se passar apenas 7 dias até o epílogo. :0
Capítulo XXVII
A Fugida de Zeffyx
Ele caminhou pelas ruas de Thais, disfarçado na multidão. Como ele havia deixado sua capa com o capuz no seu esconderijo, as pessoas não podiam suspeitar dele naquele momento. Ele se esgueirou até um casebre de madeira localizada na muralha de pedra que protegia a cidade. Ele sorriu e entrou na porta. Cumprimentou os homens ali presentes e sentou-se. Ele mal podia imaginar as surpresas que acompanhariam o decorrer do dia.
***
Zivrid abriu seus olhos com lentamente, mas com toda a força que tinha. Sua cabeça doía muito, parecia mais pesada que chumbo. Ele julgou isso como resultado das longas horas que provavelmente dormira. Apoiou seus braços no lugar onde estava e sentou-se. Percebeu que estava nu, coberto por um montinho de palha e deitado sobre uma placa de pedra lascada, que fedia a urina.
Ele encarou seu corpo, e notou duas argolas de metal – uma em cada mão – levemente enferrujadas, que estavam presas a placa de pedra por pesadas correntes cobertas de mofo. Seus pés estavam no mesmo estado. Um forte pânico invadiu sua mente ao recordar-se da noite interior. Zivrid passou a respirar mais rápido. O desespero tomou conta de Zivrid. Ele faria qualquer coisa para sair dali. Mas seus pensamentos estavam todos embaralhados, seu coração batia forte e ele não conseguia parar de suar. Ele lembrou-se de sua infância no Mosteiro dos Reis, onde fora muito bem educado. O abade lhe dissera que seria um grande monge – talvez melhor que Quentin.
Mas Zivrid preferiu seguir os loucos ideais de um homem sem nome. E esse foi seu maior erro. Ele pecou contra a humanidade diversas vezes, matando inocentes, torturando pessoas, cometendo atentados contra o patrimônio civil. Tudo para agradar um homem que nem lhe mostrava o rosto. Mas isso era absurdo. Zivrid estava agindo como um monstro apenas por promessas de poder sem cabimento. E por culpa de sua ganância estava ali, nas mãos do homem que tentara o matar. Certamente não era o que Zivrid pensara para sua vida.
Ele começou a chorar, imaginando o que seria dele se trabalhasse no templo de Thais, com Quentin. Zivrid tentou juntar as mãos em forma de prece. Deitou-se de lado na placa de pedra, ainda chorando. Murmurou alguma coisa e começou a falar alto para as paredes ouvirem.
- Fardos – Disse ele gemendo e soluçando. Limpou a face com o braço e sentou-se novamente – Perdão eu errei. Por diversas vezes errei. E em conseqüência aos meus erros muitas vidas foram sacrificadas, e pelo que parece inclusive a minha. Grande Fardos, perdoa-me pelos meus erros. Juro que jamais errarei novamente.
Zivrid se calos e deitou de novo. Começou a tremer de frio e chorar novamente. Se pudesse voltar no tempo, ele não cometeria os mesmos erros de sempre. Ele poderia fazer a diferença. Mas ele não podia trair seu mestre, ou seria morto. Mas se não falasse nada aos seus inimigos, também seria morto. Este era o dilema de Zivrid. Ele ouviu um som abafado e apurou os ouvidos. Sentou-se novamente e viu alguém surgir das sombras da sala.
- Que bom que rezou Zivrid – Disse Druid com uma estrela da manhã em mãos.
***
E foi com um arroto de proporções colossais que eu agradeci a Zynara pelo delicioso peixe que assara para nosso almoço em comemoração a vitória na “Operação Captura”, como a apelidamos. Todos os membros da guilda que participaram da operação estava aqui – menos Druid e Mi. Eu estava sentando em uma das pontas da enorme mesa de carvalho, com Ama ao meu lado esquerdo. Alia estava na outra ponta, e Zeffyx ao seu lado. Zynara acabara de se sentar em frente ao irmão.
- Delicia – Eu falei dando tapinhas na minha barriga e tomando um gole do gelado suco de limão que eu mesmo preparei. Ama abafou um risinho e Alia me olhou de cara feia enquanto brigava com os talheres para desossar o peixe.
- Ainda preferia o fígado de frango – Disse Ama. Suas bochechas se incharam e ela tapou a boca com a mão. Fez uma cara feita e saiu correndo e gritando – O peixe não me fez bem. BANHEIROOOO!
Eu ri alto, juntamente com Zynara e Zeffyx. Alia acabou – sem querer – usando a faca de alavanca para o peixe, que foi arremessado dentro da jarra de suco de limão.
Zeffyx encarou a jarra e torceu a face. Bateu três vezes com o punho na mesa. E olhou para a janela, banhada pela dourada luz dos sois. Ele ficou em pé e cruzou os talheres sobre o prato. Caminhou até o hall de entrada e abriu a porta.
- Já estamos na nona! Vou a Thais trabalhar – Disse Zeffyx. Ele saiu e fechou a porta.
Zynara olhou curiosa para o hall e ergueu as sobrancelhas.
- Não é a primeira vez que ele sai assim – Disse Zynara mastigando seu peixe. Alia largou os talheres e tomou um gole de suco – de seu copo.
***
Druid encarou Zivrid nos olhos. E o que Druid pode ver foi um garotinho afugentado, desconfiado de tudo, com medo do mundo. Zivrid se encolheu e cobriu sua virilha com a palha, por motivos óbvios. Ele limpou a face com o braço e soluçou.
- Mata-me – Ele implorou com profundo desespero. Juntou as mãos em sinal de súplica e caiu da placa de pedra, aos pés de Druid – Mata-me!
- Não vou te matar Zivrid – Disse Druid extremamente calmo – Você é importante para nós.
- Importante? Tu vai extrair as informações que quiser e depois me matar seu ordinário! – Zivrid urrou. Ele agarrou o pé de Druid e mordeu sua canela, rasgou suas vestes e cuspiu em sua face. Druid gritou a sentir os dentes de Zivrid penetrarem em sua perna. Ele caiu no chão e chutou Zivrid para longe pouco depois de ser cuspido pelo monge. Druid olhou aquele monge em estado deplorável, jogado ao chão. Por um momento, sentiu pena, mas ela desapareceu. Aquele ser desprezível cometera erros demais. Mas não merecia a morte. Ele ainda era importante para obter informações. Druid sabia que Zivrid tinha pouco tempo de vida. Iria morrer de qualquer jeito. Se traísse Ele, o vilão o mataria. E Druid teria que o matar se fosse inútil. Druid baixou a cabeça e lamentou pelo triste destino do homem. Rezou para que Toth permitisse que ele entrasse no reino dos céus, e que lá fosse julgado. Druid ergueu os olhos e viu Zivrid sentado.
- Vou falar tudo – O monge disse antes de desmaiar.
***
Eu segui Alia correndo pelas ruas da baixa Thais. Poucos minutos após a saída de Zeffyx, ela teve um verdadeiro ataque de nervos e saiu correndo desembestada pelo hall de entrada do Salão Sangrento. Apenas pela segurança dela, eu a segui imediatamente. Eu tentei falar com ela, mas ela me ignorou e segui pisando fundo até a baixa Thais.
- Alia me espera! – Eu quase gritei, ofegando e com os pés doloridos. Fiz uma careta e ela se virou, com uma expressão de profundo ódio. Estava cerrando os punhos e os dentes, e pelo jeito que respirava, parecia que estava morrendo de frio.
- Veio porque quis! – Ela retrucou rispidamente, virando-se novamente – Não o obriguei a me seguir, obriguei?
Alia passou os olhos pelos casebres locais, como se esperasse que Zeffyx saltasse de trás de uma árvore e a agarrasse naquele instante.
- Alia você está neurótica – Eu retruquei com a voz no tom mais calmo possível, na tentativa de transmitir minha serenidade para ela – Só porque o Zeffyx sai assim, você já fica com ciúme?
- NÃO ESTOU COM CIÚME!
- Como quiser... Mas então porque está seguindo o Zeffyx? Tentado seguir, aliás.
- Erm... Porque... Ele pode ser Ele, não pode?
- Alia ele estava conosco no dia da captura do Zivrid. Lembra?
- E se ele for um dos partidários do cara? – Alia falou sem jeito, tentando disfarçar. Ela caminhava em círculos lentamente, gaguejando de leve e evitando me encarar – Ou se tiver um irmão gêmeo do mal?
- Alia, isso já é exagero – Eu falei sério – Você está com ciúmes sim! Mas por quê?
- É que... – Alia suspirou e se escorou em uma árvore – E se ele tiver outra? Sabe, uma amante.
Houve uma longa pausa. Alia começou a encarar os seus pés e brincar distraidamente com uma mecha de cabelo. Eu continuei a encarando. Calado.
- Não consigo suportar a idéia de não ter ele aqui. Comigo...
- Olha – Eu falei chegando perto dela. Coloquei minha mão em seu ombro e escorei-me ao seu lado. Continuei num tom ainda tranqüilo – Não se pode ter tudo que se quer. Alia, Zeffyx tem direito de viver um amor com quem quiser. O mundo não gira ao redor da sua cabeça.
- E como eu fico nessa história? – Alia disse, as lágrimas começaram a brotar de seus olhos e sua voz parecia desesperada. Uma expressão chorosa se formou em sua face e ela me abraçou – O que vai ser de mim?
Eu abrir a boca para responder, mas calei-me ao ouvir algo inesperado. Um gemido abafado pôde ser ouvido, vindo provavelmente da casa atrás de nós. Alia ergueu a cabeça e passou a fitar a janela. Os gemidos ficaram mais altos, e sons de beijos também puderam ser ouvidos. Eu engoli em seco e segui Alia. Ambos paramos em frente a janela da casa, em pé.
- Eu te amo – Ouvi uma voz masculino dizer entre um gemido e outro. E infelizmente eu reconheci aquela voz. E Alia também. Ela olhou por uma fresta entre as tábuas podres e caídas da janela da casa, e recuou. Olhei também, e o que vi jamais pude esquecer. Era Zeffyx. Fazendo amor com uma qualquer.
Alia começou a balançar negativamente a cabeça e andar de costas. Ela começou a repetir “Não!” para si mesma, e virou-se. Eu a ouvi soluçar e vi sua fútil tentativa de conter as lágrimas.
- Alia... Eu... – Eu tentei falar algo, mas a voz não saia. Alia fungou e saiu correndo pelas ruas, seus passos ecoando por entre os prédios e seus soluços pairando em minha cabeça – ESPERA!
Eu a persegui até que a encontrei, parada em pé na frente de um casebre com a porta entreaberta.
- Até que enfim eu te ach... – Mas me calei ao ver a cena dentro da casa. Um grupo de homens reunidos ao redor de uma mesa de ossos. Um deles me chamou a atenção, pois parecia ser o líder, estava sentado de costas para a porta. Não tive dúvidas de quem era. Eu e Alia estavamos presenciando uma reunião organizada por Ele.
Bom, eu vou falar... Zivrid muito chorão, e acho que ele não mudou, e não mudará tão facilmente.
Druid como sempre, nem fede nem cheira... Num bate no Zivrid, mas, não pode matá-lo e não o quer fazer, por motivos já esclarecidos.
Alguns errinhos de digitação. E a descrição novamente em falta. Acho que pontos importantes como a descrição do quarto de Zivrid simplesmente faltou, e o que você nos apresentou ficou vago.
Acho que as sensações devem ser melhores trabalhadas, como o frio, e a vergonha.
Emoções, elas estão melhorando, mas, as vezes saem forçadas, outras saem de naturalidade extrema. Isso mostra a mudança ocorrendo forçosamente, olhe mais para esse ponto.
Gostei do capitulo, espero o próximo. E que esse venha mais rapidamente.
O ILUMINADO.