Imaginei que esse ser poderia ser o jesusluiz sob outro pseudônimo, apenas para mostrar que ainda está conectado a esse fórum mas reencarnado em um outro corpo.
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Imaginei que esse ser poderia ser o jesusluiz sob outro pseudônimo, apenas para mostrar que ainda está conectado a esse fórum mas reencarnado em um outro corpo.
Aparentemente sim.
Mesmo na rua se passa uma garota bonita daquelas que tem consciência do potencial ao olha-la ou paquera-la ela age quase com desdém porém, se passar bem perto dela ignorando completamente a existência da mesma parece despertar o interesse, ela ligeiramente parece decair na postura de difícil, em uma conversa se colocar como um ouvinte desinteressado também demonstra efeitos positivos, depende do dia também, ciclos hormonais onde hoje ela dá bola amanhã parece odiar sua presença.
Também percebo que atitude repentina e a não permissão de negação ou não dar tempo para a negação desperta o interesse, algo como puxar para dançar sem motivo ou devaneio, uma dança, um agradecimeto formal seguido do abandono sem explicações, um beijo roubado bem colocado seguido do abandono desinteressado, tudo e o nada, o inesperado, o querer e não querer, essas coisas parecem despertar o interesse.
Noto uns detalhes curiosos, coisas como quase no fim do período fértil elas parecem ficar mais "meigas" se é essa a palavra certa, querendo abraços etc, minha teoria é que nessa faze a fêmea já teria sido fecundada e o instinto materno passa a predominar
São uns detalhes idiotas que percebemos com o tempo, psicologia é bizarra pois chega a conclusões estranhas mas cujo os dados batem, o cérebro é um mistério (das mulheres)
Isso não existe de ignorar pra ser amado, isso é pura merda de búfalo. Se você quer alguém lute por essa pessoa, mostre que se importa e que tem seu valor e o quanto a deseja, bobagem ficar esperando a mulher agir pra ficar aos seus pés, síndrome de superioridade e mentalidade de rei babaca.
E pensa bem, aquela mulher que tu sente algo realmente vale aquele sentimento? São varias vertentes e variáveis pra se discutir nessa ideia ai que só ignorar chega a ser besta relacionado a complexidade do assunto.
O legal desse tópico é ver caras como o Nobre Valente dando dicas sobre sedução :lol2::lol2:
Bob pega pesado. Mas enfim, vamo nessa...
Não da pra esquematizar, quantificar e formular maneiras pra lidar com QUALQUER relacionamento humano. Sempre sera necessário o tal equilíbrio. Perceba que quase todos essas dicas e teorias focam na atitude em si e não na causa, ai que da o problema. Ninguem quer se relacionar jogando e planejando tudo, ate porque isso é completa furada. Pode servir pra manipular uma ou outra vez alguem, mas perde todo o sentido de se relacionar.
Porra, buscamos um crescimento pessoal e uma companhia quando nos envolvemos com alguém, ao menos em sua maioria. Então a melhor formula para alcançar um ambiente favorável a isso é se relacionar e agir com compaixão, autenticidade e sinceridade, tudo na sua dose saudável. Claro que somos seres sociais e um joguinho ali e aqui sempre vai existir, mas se basear nisso é burrice. Em vez de ficarmos racionalizando tudo pra ser o vencedor devíamos focar nos motivos reais. Explico: Nesse caso de ignorar e bla bla bla, até é valido a ideia, mas para permitir que cada um tenha seu espaço e cultive sua importância em vez de buscar unicamente atenção e poder no relacionamento.
Agora mudemos o foco, porque vamos atras toda hora e etc? Provavelmente carência, dependência, inseguração, imaturidade... É isso que afasta a pessoa, não a presença constante. O contrario tbm é idiota, se afastar unicamente pra deixar crescer esses mesmo sentimentos (carencia...), sei que funciona mt bem pra um fim específico como conquistas, mas em bases MUITA frágeis, que quando um não tiver com saco pra jogar ou tiver um problema real, a casa cai.
Compreendo que o medo por perder e o trauma com experiencias passadas leva a pessoa a querer ficar por cima sempre, mas principalmente em relacionamento amoroso é importante ter um parceiro acima de tudo. Somos nos que hierarquizamos a porra toda, atribuindo niveis de poder, dominação, dependência e etc.. em todas as atitudes, como fosse algo fatal não estar no controle de tudo. Pare de contra placar.
Tenho relacionamento de 4 anos. Fiquei um período separado dessa pessoa unicamente por pensar ser novo e precisar "curtir a vida" e assim fiz com direito a todas experiencias que vcs imaginarem, realmente vivi esse período com intensidade. Mas quer saber uma coisa que aprendi bem? Tudo bem perder as vezes, não preciso controlar tudo. Mesmo que tudo de "errado" (Termino, traição ou sei la oq vcs chamam de se fuder), quando feito da maneira e motivo certo vai me levar ao objetivo inicial, não de possuir alguem ou ser o ganhador, mas de ser feliz e crescer pessoalmente de maneira autentica
Resumo: Vcs podem jogar e podem ganhar nesse jogo. Manipular pessoas e sentimentos não é tão dificil, mas pelo menos vamos pensar se isso nos ajuda em nosso verdadeiro objetivo.
Edit: AH sim, uma outra abordagem sobre o tema menos pratica e utilitarista e mais filosófica mas tbm valida pra enriquecer a conversa seria falar das propias definições de amor. Quando se brinca desse dar e tirar, estão usando basicamente a definição de amor de platão que é baseada no desejo do que não se tem. Só que pra mim é uma forma mais imatura e desequilibrada, mas claro que tem sua importância.
Como já disse, acho que construir um relacionamento utilizando como base principal esse formato de amor é infantilidade/levianidade. Mas claro que muitas acham que essa é a unica opção, e acaba ate sendo.
@Sadeckss
Não sao tecnicas de manipulacao; como por exemplo unir pnl a sedução. Faz isso quem quer
É um jogo que se jogado bem os dois lados saem vitoriosos. Um cara bacana, legal,seguro, confiante chega em uma mulher bacana.
Achar um hétero bom com atributos bons pra ela eh complicado, eh escasso ta sem ofertas no market ayahuahai
Na verdade sao sim tecnicas de manipulacao, esses livros estilo desse Nessahan e outros como o mystery method, sao tecnicas para a conquista (que inclui isso de saber jogar o jogo de seducao, ignorar, saber oq falar) que resumindo e grosseiramente falando, eh sim manipulacao.
Ae mano, vc falou basicamente que eu iria falar, faco de suas palavras as minhas.
O caso eh que, esse tipo de tecnicas sao sim muito efetivas no jogo da conquista, mas o q vc conquista nao passa de algo momentaneo e superficial. Muita gente leva a vida baseado nisso e eh feliz, ou acha q eh feliz pelo fato de adquirir muitas parceiras e bonitas e gostosas. Mas nao conseguem construir uma base de um relacionamento forte, com confianca, amor verdadeiro e parceiria. Isso, vc so consegue tratando a pessoa de igual para igual, respeitando a mulher e dando a ela oq uma mulher precisa (confianca, amor, seguranca e etc).
Eu penso assim, se vc esta nun momento em que quer curtir a vida , pegar e comer muitas mulheres gostosas, esse tipo de atitude eh a melhor forma de conseguir esse tipo de coisas, pois realmente consegue mesmo, praticamente a mulher que vc quiser. Agora, se vc esta a procura de uma parceira para ter um namoro serio e nao so uma conquista, esse tipo de tecnica nao vai lhe fazer adquirir uma pessoa para isso, pq para algo mais serio eh preciso ter o sentimento de verdade, a vontade de verdade, o amor e a parceria..
Credo, eu achando que já não tinha feito tópicos ruins o suficiente... Perdão, caras.
Lembro que criei esse tópico após ler um livro que beirava à autoajuda, mas nos campos dos relacionamentos. Se querem algo mais fiel, reflexivo, vai o texto abaixo. Também serve de retificação pela mancada.
Citação:
Por que aquele homem? Por que aquela mulher? Foi o que Freud chamou de Liebesbedingung, a condição de amor, a causa de desejo. É um traço particular – ou conjunto de traços – que tem uma função decisiva para a escolha da pessoa amada. Essa escolha é única para cada sujeito e se escreve em sua história singular. Entre um homem e uma mulher nada é escrito antes, não há relacionamento preestabelecido. Seu encontro é contingente. Segundo Lacan, não existe a relação sexual propriamente dita.
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php...pt=sci_arttext
ZALCBERG, M. Parcerias amorosas sintomáticas. Reverso, Belo Horizonte, v. 32, n. 59, jun. 2010.