Conforme MP enviada ao Lucas CS, aceito ser jurado. Mas aviso desde já: sou mais cruel que o Arnaldo Saccomani.
...
Brinks. Não sou tão cruel assim (ou não). Mas, como escritor amador inveterado, irei primar pela transparência. Se uma história estiver boa, eu direi que está boa. Se uma história estiver ruim, eu direi que está ruim.
Eu acredito no potencial de cada um que está aqui, pelo simples fato de dispor seu tempo à escrita, algo que, infelizmente, não vem tendo seu devido estipêndio nos últimos tempos.
Portanto, se sua história fracassou miseravelmente, não desanime! A persistência é a chave do sucesso. É assim que se começa, com derrotas e a medida em que absorvemos mais conhecimentos, lapidamos nosso intelecto. Uns demoram mais, outros demoram menos.
Não quero e nem irei por ninguém no caminho errado e dizer que uma história está boa por pena. Melhor apanhar aqui do que apanhar para os críticos. Esses podem ser bemmm mais ardilosos e cruéis (inimigos número 1 dos escritores). Vou ser sem vergonha, literalmente. É como dizem: se está na chuva é para se molhar. No entanto, se sua história estiver boa, não se conforme com elogios e busque aprimorar-se cada vez mais.
Que o que eu diga, não sirva de desestímulo; pelo contrário, quaisquer palavras que sejam escritas, que elas sirvam de estímulo para buscar a perfeição. Não vejam a derrota como retrocesso, mas como sucesso, e não vejam a vitória como perfeição, mas como qualidade.
Aviso de antemão que qualquer participante que me mande MP pedido para votar em sua história, estará sob meus critérios soberanos, absolutos, inquestionáveis e irrevogáveis, sumariamente
desclassificados. Por que, querendo ou não, isso pode influir inconscientemente em um julgamento aparentemente imparcial.
Duas dicas básicas:
1. Leiam de tudo. Bula de remédios, revistas, jornais, livros, internet. As melhores idéias vem dos lugares mais inesperados.
2. Escrevam de tudo. Ciência, política, economia, religião e, claro, ficção.
Are you ready?