Mais uma vez digo:So pudia ser meu conterraneo.Cara muito massa sua historia.Sem comentarios!!!
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Mais uma vez digo:So pudia ser meu conterraneo.Cara muito massa sua historia.Sem comentarios!!!
cara .. esta de parabens ... muito boa sua escrita."elogios sao bons , porem nunca deixe subir a cabeça d+ e tirar os pes do chao" . continua assim.
Galera, dessa vez minha demora pode ser justificada :P. Como falei para vocês antes, estou bolando um jogo, em RPG, onde se baseia nas histórias de Beldar, as aventuras do guerreiro renascido, e isso atrasou o desenvolvimento da história. Quando eu terminar o jogo, posto aqui. Mas lógico, postarei ele apenas quando terminar minha narrativa. No jogo, vocês vivenciarão toda a aventura de Beldar, assim como poder modificala. Vamos ao que interessa... (Obs.: Desculpem meus muitos erros gramaticais... :P)
Parte V
Despedida...
Depois do contra-tempo que Beldar, Zafiros, e o Capitão do navio de Carlin tiveram no cruzamento do mar, finalmente eles chegam em Edron.
Capitão: Bom, meus jovens, partam na sua jornada, e espero que tudo de bom aconteça. Que os deuses lhe acompanhem.
Beldar: Obrigado, Capitão. Não esqueceremos sua ajuda.
Capitão: Digo o mesmo.
Zafiros: Boa viagem Capitão. Até logo.
O Navio, já com novos tripulantes de Edron, parte. Zafiros relembra de seu feito naquele momento de pressão, com os Orcs atacando o navio. Suspirou um ar orgulhoso.
Beldar: Bem, vamos continuar nossa jornada. Não posso perder tempo.
Zafiros: Cuidado, senhor Beldar, com a impolgação... Para onde iremos não será um mar de rosas como você pensa. Você verá provavelmente coisas que nunca viu antes. Muito menos eu. Estou contando com suas habilidades, pois as chances de morrermos são grandes, e não quero visitar o Reino dos Deuses, implorar para que me ressucitem e voltar ao mundo com habilidades mais fracas....
Beldar: Calma, Zafiros! Tudo correrá bem. Não precisamos temer aos inimigos. Precisa aprender isso. Já enfrentei demônios antes, se é isso que precisa saber.
Zafiros: Ok, você é um nobre cavaleiro, já experimentou casos como esse antes, você deve entender. Quero apenas que garanta minha sobrevivência...
Beldar: Se depender de mim, você sobreviverá, enquanto estiver ao meu lado. Agora vamos, quanto antes, melhor.
Zafiros: Você não se cansa?! Vamos descansar um pouco, que minha vontade não é de ferro.
Beldar: Hahaha, tudo bem.
Ambos pagam o aluguel do dormitório de Edron, e descansam o tempo que restara para continuarem a jornada, de manhã do dia seguinte. Mas Beldar tem um sonho estranho...
O Sonho
Unff... Onde estou? Que lugar é esse? Como vim parar aqui? Beldar não sabia onde estava. Tudo parecia embaçado, quente. Estava em uma sala enorme, com estátuas cercando-o. Que estátuas são essas? Zafiros! Onde está Zafiros? Recebi algum tipo de maldição? Depois de alguns minutos interrogando onde diabos estava, escuta uma gargalhada trovejante, que ecoava por todo o salão. Hã.... Quem está aí? Mostre-se! Mais uma vez, uma gargalhada que ecoa por todo o salão. Um humanóide gigantesco se revela da escuridão. Tinha a pele avermelhada, enormes garras, presas poderosas, olhos brilhantes como cristais verdes, e parecia liberar um ar quente do corpo. Era extremamente forte, com uma fisionomia fora do normal. Exalava um cheiro repugnante. MuahuhuHuaha, como és fraco. Pequeno e frágil como você é, não conseguirá o que quer. O que sabe sobre o que eu quero? Onde estou? O que estou fazendo aqui? O local onde ocorrerá a morte eterna. Você segue o caminho da morte, sempre seguiu. E tráz a morte àqueles que o rodeiam. Miserável! A morte de meus amigos não foi culpa minha! Tudo ocorreu graças a injustiça do mundo! O mundo nos pune, a maioria vence, mesmo não sendo a vitória merecida! Mas é uma vitória curta. Apenas uma batalha, pois o bem sempre vence a guerra! Huahuahuahua, você é um garoto muito iludido. Os deuses não se importam com você. Por quê acha que os Deuses ajudariam um ser tão desprezível, que não tem utilidade nenhuma para eles? Deuses são seres poderosos, que para terem com o que se ocupar, fizeram vocês, meros mortais, que sequer sabem o destino que devem seguir. É como um jogo da vida, onde os mais fortes observam o que o verme irá comer, e como ele irá morrer. Não há esperanças! Cala-te! Não está falando a verdade! Está blefando! O mundo não pode ser tão injusto assim... Esse é um de seus defeitos. Não consegue ver a verdade... Não preciso escutar as palavras mentirosas de um demônio. Vocês não sabem nada, além de levar os indecisos para a escuridão. Lutarei, mesmo que seja cntra você, para conseguir o que quero. Com fúria devastadora, o monstro agarra Beldar com apenas uma mão. Seu calor corporal anormal queima os braços de Beldar, que grita de dor. Demostra um enorme sorriso para Beldar, e com os olhos fixos nos dele, intimida. Agora perceba que minha força é infinitamente superior a sua. Posso quebrar todos esses seus ossinhos frágeis com apenas uma mão. Não sejas tolo, fuja enquanto existe possibilidades. Não adianta lutar por algo impossível. Mesmo que consiga este artefato, não conseguirá derrotar todos sozinho. Tens agora a oportunidade de conhecer a verdade, e não desperdice ela! NÃO! Lutarei por aquilo que quero! Justiça! Arrghh! Do que adianta fugir como um rato e não ter para onde ir, viver a vida de um miserável e ter que escutar a gargalhada vitóriosa de seu inimigo eternamente? TOLO! Morrerás então! Quando perceber que está errado, será tarde demais...
Bom galera, este capítulo foi pequeno por quê quero aproveitar as cenas mais impolgantes, e colocar tudo junto. Farei de tudo para colocar a parte VI logo, e terminar o jogo para que vocês possam experimentar o sofrimento de Beldar. Hehehehe. Até logo... E obrigado por todos os comentários, que me fazem ter mias força de vontade para continuar a narrativa. Mas tenho que ter cuidado com o comentário de Falo a Verdade disse... :P
Esperem, a parte V não demora! Abraços!
mto bom esse cap manji... fiko mt rox... oq mais dizer ne? o seu nao tem nem comparacao a o meu... :triste: mas eu aprendo...
hehe
bem rox
por isso que jogoem mundo non-pvp
;(
ma stemproblema mto grandes la...
lurers e noobs
e d+ ateh
C ya
:rolleyes:
Muito legal seu texto...
Eu queria deixar essa mensagem:
LEIA O PRISONEIRO DAS SOMBRAS DE DUDU SPY(obs tem esse livro e meu texto baseia-se nele lol)
Valeu
cara parabens no seu trabalho esta muito bom e voce deveria escrever um livro mesmo sobre a sua histórias pq ta muito boa parabens pra vc :riso:
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Sir Passofundo
Level: 22
Server: Azura
PRofissaum: :sword:
skills: :10: muito podre pra falar
Manji, como sempre, sua história é DIVINA!!!!
Cara quando fui começar a ler o cápitulo 5, meu pai pois o Cd do Pink Floyd.
Foi muito loko ler o Sonho com a música do Pink Floyd rolando! :528:
Boa sorte com o cápitulo 6, mas um conselho: A pressa é inimiga da perfeição.
Não tente postar o quanto mais rápido, pois vc pode acabar denegrindo seu trabalho que até agora está muito bom!
Abraços,
O Salvador dos Oprimidos.
Como prometido, não demorei tanto pra continuar, hehehe. Tenho más notícias... Como disse, postaria para vocês a história de Beldar em forma de jogo, mas infelizmente, talvez não dê certo, pois meu programa criador de RPGs tem uma certa limitação, para quem não sabe 100% programa-lo. Então, se tudo der errado, não terei condições de posta-lo para vocês, MASssss, no meu próximo Roleplaying (sim, já estou preparando o próximo), postarei ele tanto em forma de texto,como em forma de jogo. Agora, o mais importante...
Parte VI
Conhecendo a verdade.
Beldar acorda. Mas que pesadelo era aquele? O que ele queria dizer? Beldar sente um ardor nos braços. Estavam com graves queimaduras. Merda! Seus braços tinham sido queimado pelo calor corporal do demônio no sonho! Não estava entendendo nada. Era um sonho, mas algumas coisas tinham realmente sido feitas. Sentia raiva. Parecia que tudo estava contra ele, tinha que terminar com isso, não importando as conseqüências! Estava cansado. Cansado de caminhar, mas nada encontrar no caminho. Nenhuma recompensa. Zafiros dormia profundamente. Na sabia por quê, mas sentia que aquele garoto não deveria estar com ele. Sabia que seus problemas sempre era dividido com os que o cercava. Nunca conseguia manter seus problemas consigo, sempre divia-os com alguém, mesmo não querendo. O demônio tinha razão, mas ele não queria aceitar. Olha pela janela as ruas de Edron. Um pobre infeliz estava fugindo de um grupo de assassinos. Estava sendo massacrado, era isso. Cada golpe que recebia, deixava escapar um gemido de dor. Sentiu pena daquele garoto, mas nada podia fazer. Ele conheceria a morte.
Beldar: Por quê mataram o jovem?
Beldar grita para o grupo covarde. Um deles, aparentemente o mais forte, olha para Beldar com desprezo.
Líder do grupo: Isso te importa? Esse miserável tentou roubar nosso amigo, fora suas outras tentativas, e suas trapaças. Merecia nada mais que a morte.
Beldar: Mas realmente sua morte foi necessária? Não existiam outros métodos de tentar resolver esse problema?
Líder do grupo: Resolvemos nossos problemas como queremos! Não consigo te entender. Como deixariamos ele viver depois de todas as coisas que ele fez? De qualquer modo, ele é traiçoeiro, e um inimigo. Merece a morte!
Beldar: Merece! Ouso dizer que sim. Muitos do que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhe vida, ou voltar o tempo, para que ele não perda o que perdeu, depois de sua morte? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém à morte.
O líder, por um momento, olha para Beldar, calado. Depois de algum tempo, parte para seu destino, sem nenhuma resposta. Zafiros acorda.
Zafiros: Mas que gritos foram esses? Não posso mais dormir em paz?
Beldar: Está pronto? Precisamos partir.
Zafiros: Nossa! Como você é apressado! Deixe eu preparar minhas coisas...
Beldar e Zafiros preparam-se, logo em seguida partindo. Seguem rumo ao norte de Edron, passando pelo Stonehome Village. Zafiros conduz Beldar até uma rocha, e tirando uma pá de sua mochila, abre uma passagem.
Zafiros: Bem, foi fácil achar a entrada. O problema agora é saber se conseguiremos chegar à salvos na saída.
Beldar: Oremos por isso...
Depois de uma longa descida, o ar estava bem mais úmido. Beldar aguça os ouvidos, e escuta um barulho, parecido com algum tipo de prece. Beldar pede para Zafiros se preparar. Seu senço de batalha estava alerto. Zafiros desembainha sua espada espada, cujo formato parecia uma serpente em movimento. Aproximando alguns passos, Beldar percebe um grupo de cinco necromantes em círculo, orando por algum tipo de Deus, a qual não conhecia.
Beldar: Irei contar de um até três. Feito isso, corra para o canto esquerdo da sala, e utilize sua besta para ataca-los.
Beldar conta. No três, Zafiros corre para o canto combinado, e Beldar, em um golpe devastador, lança um necromante, o mais próximo, para longe, com um enorme corte na caixa toráxica.
Necromante: Quem ousa pertubar as preces ao Buthmak?
Dois necromantes, de forma sincronizada, lança dois mísseis mágicos em Zafiros, que se joga no chão, tamanho impácto. Um dos necormantes conjura três esqueletos para ajuda-lo. Zafiros tira uma runa de sua bolsa, e, com um tiro certeiro, cega um dos necromantes. Beldar corre em direção ao necromate que escondia-se na coluna que sustentava o teto, e, de baixo para cima, "rasgando" o chão, perfura seu peito. O necromante cego, com suas magias negras, acorda 4 múmias do chão, que flanqueam Beldar. Zafiros acerta um necromante com sua besta, que tomba morto no chão. Os três esqueletos ambulantes atacam Zafiros, que recebe várias pancadas, o que não o impede de montar uma investida, e destroçar um dos esqueletos. Uma das múmias suga uma parte da energia vital de Beldar, que ajoelha-se tonto. As outras três m´mumias desferem-lhe pancadas. Zafiros despreza os dois esqueletos, e com sua runa explosiva, queima o corpo dos dois necromantes restantes. Beldar, em um ato de raiva descomunal, gira sua espada, fazendo as múmias tombarem no chão. Os dois necromantes correm em direção à escadaria que levava a algum salão superior, mas Zafiros acerta um virote nas costas de um, que rola pelas escadas morto. Os dois esqueletos correm para atacar Beldar, mas antes que assim fizessem, Beldar acerta a cabeça do necromante cego com um golpe certeiro, que o decepa. Os esqueletos desmontam-se. Apenas um necromante havia escapado. Beldar corre em direção a escadaria, afim de alcançar o necromante fugitivo, mas sem sucesso.
Zafiros: Beldar, espere! Temos que nos preparar rápido. Ele chamará seus amigos. Alertará os outros.
Beldar: O que você acha que estou tentando impedir? Vamos, cure-se e continuemos. Não podemos deixar que ele alcance seus amigos.
Ambos correm escadaria acima, e deparam-se com um grupo de esqueletos de antigos demônios.
Beldar: Zafiros! Continue! Eu cuido desses!
Zafiros, com sua agilidade ladina, trespassa todos os esqueletos demoníacos, e segue pelo corredor. Beldar corre para os esqueletos, e inica a batalha. Zafiros continua pelo amplo corredor, e avista de longe, o necromante fugitivo. Com sua besta, acerta a cabeça do necromante, que tomba morto. Zafiros olha para trás, afim de ajudar Beldar na batalha, mas desiste. Continua em frente. Passado alguns segundos, encontra uma enorme escadaria. Beldar, depois de derrotado todos os esqueletos, continua, e encontra Zafiros olhando escadaria abaixo.
Zafiros: Sinto um mal pressentimento, a respeito dessa escadaria.
Beldar: Agora que estamos aqui, não podemos parar.
Beldar falava com dificuldade, respirando ofegantemente. O ar estava quente, a ponto de embaçar a vista. Ambos descem a escadaria, encontrando uam espécie de portal, no final.
Zafiros: Tem certeza que deseja continuar? Realmente não sinto nada de bom, depois desse portal. Deve haver outros métodos para você salvar seus amigos...
Beldar: Zafiros, já chegamos aqui! Não podemos olhar para trás. Eu sei que o que encontraremos depois desse portal não será nada bom, e talvez até não sobrevivemos, mas não podemos desistir.
Zafiros: Tudo bem confio em você.
Beldar respira, fundo, pulando em seguida, para dentro do portal. Zafiros pula em seguida.
Beldar jamais esqueceria aquela cena. É teletransportado para uma enorme sala, exatamente igual ao de seu sonho, mas com quatro demônios sentados em enormes tronos, e 2 senhores dos dragões vigiando a entrada. Com a presença dos dois naquela sala, os demônios e dragões levantam-se, e correm em diração à eles. Um dos dragões tentar engolir Beldar, mas este esquiva-se rapidamente, caindo despreparado no chão. Zafiros estava horrorizado. Mas o que diabos estava fazendo ali? Iria morrer, disso não tinha dúvidas. Um dos dragões arrisca uma patada em Zafiros. Acerta-o em cheio. Beldar sente apenas o grito de desespero de Zafiros. Onde estava ele? O maldito dragão tinha o esmagado! Beldar sente uma fúria enorme crescer dentro de si, mas antes que pudesse fazer algo, é suspreendido comuma mordia de um dragão. Não se deixando vencido, Beldar segura um dos dentes do dragão, impedindo que o dragão o engolisse. Resmungando,o dragão tenta tira-lo com a língua, mas sem sucesso. Beldar segura sua espada firme, e acerta o céu da boa do dragão com uma poderosa espadada. O dragão geme de dor. Dessa vez, o dragão tenta se livrar do verme oportunista com as garras de sua pata. Beldar acerta sua garra com um golpe, rachando-a. Sendo mais esperto dessa vez, odragão tenta uma baforada, que lança Beldar para longe. Beldar volta a sua posição se ataque, mas recebe um golpe devastador deum demônio. Não se deixando vencido, Beldar escala uma das colunas, e agarra as costas de um dos demônios, de modo a impedir que o demônio o alcançasse. Um dos dragões tenta libertar o demônio daquela situação, com uma poderosa patada, mas Beldar age mais rápido, esquivando-se do golpe do dragão, fazendo que o mesmo acertasse o próprio demônio. Aproveitando aquilo, Beldar sobe pelo braço do dragão, e correndo em direção à sua garganta, acerta-o, com um insuperável golpe, separando a cabeça do dragão de seu corpo. O outro dragão, surprezo com tal proeza daquele minúsculo ser, arrisca uma baforada, mas Beldar esquiva-se, e corre em direção a pata traseira do dragão. Esquivando-se dos ataques, Beldar esconde-se entre os dedos da pata do dragão, e encontra Zafiros, que parecia fazer o mesmo.
Beldar: Mas que diabos... Hã.... Zafiros! Você não morreu!
Zafiros: Não grite, pelo amor de minha vida! Estou tentando sobreviver a esta situação que você me meteu.
Beldar: Saíremos dessa vivo, confie em mim...
Antes que terminasse a frase, ambos são suspreendidos por uma enorme bola de fogo que é lançado sobre a pata do dragão. Beldar se solta, esubindo pelo rabo do dragão, alcança sua cabeça, e crava sua espada na sua nuca. O dragão geme de dor, e tomba mortono chão. Na queda, o dragão cai sobre uma coluna, liberando uma passagem. Zafiros e Beldar correm para a tal passagem, recebendo por várias vezes bolas de fogo que acertavam suas costas. Na passagem, havia uma escadaria para baixo. Zafiros e Beldar correm, sendo seguido pelos demônios. Após descerem toda a escadaria, encontram uma estreita pessagem, que dava para uma pequena sala. Ambos entram, e sentem-se aliviados por os demônios não conseguirem entrar na sala. Mesmo não conseguindo entrar, os demônios desferiam potentes golpes na parede, na tentativa de liberar alguma passagem. Beldar avista um baú de ouro no canto da sala, com esmeraldas cercando-o. Não sabia por quê, mas sentiu-se extremamente aliviado em ver aquele baú. Estaria ali o tão desejado artefato?
Ufff, demorou mais terminei o capítulo VI. Obrigado a todos os que vêm acomponhando meu trabalho. Um abraço à todos! Valew!