"mas"...Citação:
A vontade de correr até seu pai e abraçá-lo era muito grande, mais ao mesmo tempo
Bah, era só um sonho =P...
Dard* :)
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"mas"...Citação:
A vontade de correr até seu pai e abraçá-lo era muito grande, mais ao mesmo tempo
Bah, era só um sonho =P...
Dard* :)
Bom galera, aí vai mais um. Espero que esteja razoável, pois perdi o fio da meada. Mas os próximos arrebentarão.
Bom, fico feliz de ter chegado a 429 visitas. Mas nos coments, a galera ta fraca ainda. :P
Comentem Plx.
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Capítulo VI:
Depois da tempestade...
Havia acontecido há uma semana, e as imagens lhe eram tão nítidas, que pareciam estar acontecendo a todo o momento. Ele próprio não entendia o que significava, sendo que seu pai havia morrido no mesmo dia em que nascera. Porém, uma coisa o incomodava mais do que tudo: a chave mencionada pela criatura, e o fato de seu pai ter preferido morrer a dizer seu paradeiro.
A presença de sua família, e principalmente a de Ranya, lhe afastavam esses pensamentos. Mas momentos solitários eram impossíveis de serem evitados, e durante os mesmos, as imagens voltavam para atormentá-lo.
Ronder preparara um terreno ali na vila mesmo, próximo à casa de Dalan, e começara a casa ainda naquela semana. Eles ainda continuavam hospedados na casa de Dalan. Vitor e Ranya iam todos os dias à casa de Pietro para ter aulas e conhecer novos experimentos, às vezes voltavam de tarde até casa dele, onde ficavam conversando durante horas.
Aos domingos, Pietro, era “pastor” Pietro. Ele dirigia um culto em que tocavam harpa, e outros instrumentos de corda, e dançavam a Deus. Em seguida, Pietro fazia uma oração, todos se sentavam e ele lia um trecho das escrituras sagradas, que reuniam os livros escritos por vários profetas judeus, inspirados por Deus. Ele também possuía textos escritos pelos apóstolos de Cristo, que continha os ensinamentos de Jesus. Dessa reunião também participavam Vitor, Joana, Dalan e Ranya. Todos os que participavam dessa reunião, e confessavam essa fé, recebiam um símbolo, o peixe, para mostrar aos outros da mesma ordem, que eram irmãos. Onde quer que fossem, os “cristãos”, como eram chamados, tinham o mesmo símbolo. Esse culto, no entanto, era diferente do da igreja local, a que ficava no centro da praça.
Naquela tarde, Vitor e Ranya estavam se dirigindo à casa de Pietro, quando este passa por eles com uma expressão compenetrada e nem os percebe. Vitor vai atrás dele e o cumprimenta:
__ Boa tarde, professor.
__ Ahh! Boa tarde, Vitor! __ Disse Pietro com um sorriso. Em seguida, mostra um cartaz a Vitor e diz: __ Olha o que vai acontecer daqui a dois meses: uma olimpíada de conhecimentos! __ Seus olhos brilhavam. __ Vai envolver Xadrez, Física, Geometria* e conhecimentos antigos. Posso inscrever nós três?
__ Concerteza. Mas... onde vai ser? __ Disse Vítor com empolgação.
__ Vai ser em Paris. São umas 2 semanas de viagem. Temos um mês para nos prepararmos. Agora, temos que falar com as mães de vocês.
__ Vamos logo então.
Em casa, Joana conversava com Mila, quando entram os três. Quem fala é Pietro:
__ Dona Joana, vai haver, daqui a três meses, em Paris, uma competição de conhecimentos. Eu vou participar e gostaria que Vitor e Ranya também participassem. Mas, eu preciso da autorização da senhora.
__ Paris?! __ Joana estava estarrecida. __ Mas... como eu posso deixar você e ir tão longe só com Pietro e Ranya?
__ Mãe, deixa eu ir também? __ Disse Ranya para Mila.
__ Bom, se Vitor for, não tem problema. __ Respondeu Mila.
__ Dexa mãe!? __ Disse Vitor, fazendo chantagem emocional.
__ Não, é muito perigoso.
__ Ele não vai estar sozinho. __ Quem dizia era Dalan, que acabara de chegar. __ Eu vou com eles.
Joana pensou um pouco, e disse contrariada:
__ Então tudo bem. Podem ir.
__ Pois então, vocês dois, vamos começar a revisar tudo que estão aprendendo. Só temos um mês. Vamos. __ Pietro disse isso e saiu, acompanhado por Vitor e Ranya.
Joana olha para Dalan, pensa durante alguns instantes e diz:
__ Amor, num é muito perigoso vocês viajarem pra tão longe assim?
__ Que nada! Eu fiquei sabendo de uma caravana que vai pra aquele lado, vamos com eles.
__ Tudo bem então.
Dalan deu um beijo no rosto de Joana, cumprimentou Mila e subiu para seu quarto.
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Bom, espera que alguém mais comente, além do dard. Valew pessoal.
ps: aproveitem e leiam o rp Devilia adventure, eh em grupo e eu to participando. Está ficando legal.
Capítulo VII:
Viv Le France!
Paris era uma cidade muito diferente de tudo o que Vitor, Ranya e o Professor podiam imaginar. O movimento era intenso, nada incomum na cidade, porém ele havia aumentado já fazia algumas semanas, com a chegada do torneio. A primeira coisa que fizeram foi procurar uma estalagem, e por sorte, encontraram uma próxima a área do torneio. Além da competição de conhecimentos, aconteciam também, competições de espadas, justas, com a presença do grande campeão de justas inglês Sir William Tatcher, arco-e-flecha e várias outras. Em seguida, foram ao local do torneio e fizeram suas inscrições. Dalan perguntou a hora que começariam as provas e em seguida saiu, dizendo que ia resolver algo com o líder da caravana e se foi. Pietro viu a um canto, em uma praça, um grupo de pessoas jogando Xadrez. Ele se virou para Vitor e Ranya e disse:
__ Meus amiguinhos, vocês podem passear por aí pra conhecer a cidade, mas estejam aqui na hora do torneio.
__ Tudo bem Pietro. __ Vitor respondeu. Em seguida acenou para Ranya, que foi com ele.
Já eram por volta de 11 horas da manhã, e o torneio ia começar às 2 da tarde, de modo que tinham algum tempo para conhecer a cidade. Passearam às margens do Sena, visitaram a catedral que hoje dá lugar a Notre Dame e alguns castelos muito bonitos. O ar da cidade, apesar de estar muito movimentada, era algo romântico, o que aumentava os sentimentos que um tinha pelo outro.
Perto da 1 da tarde, eles estavam sentados sob uma árvore conversando sobre coisas banais, quando Vitor, sem conseguir se segurar, se aproximou dela e lhe deu um longo beijo. Ranya, a princípio, se surpreendeu, mas passado o primeiro momento, ela retribuiu o beijo. Quando se afastaram, ambos ofegantes e tremendo nas bases, se abraçaram bem apertado. Ranya disse, com voz trêmula e num tom quase inaudível:
__ E... eu... acho que deveríamos voltar. O torneio já deve estar quase começando. __ Em seguida, olhou para o rosto de Vitor e lhe deu outro beijo.
__ “Isso não é bom...” __ Pensou Dalan. Estava observando, oculto, a uns 100 passos de distância. __ “Vai atrapalhar tudo”.
Quando ele viu Vitor e Ranya se levantando e partindo, resolveu intercepta-los. Quando entraram na rua principal, Dalan chamou a atenção deles:
__ Vitor, Ranya, esperem. __ Gritou Dalan, atrás deles. Eles pararam e se viraram. Dalan se aproximou e completou: __ Que bom que os achei. Vamos o torneio está prestes a começar.
O silêncio que seguiu durante o resto da caminhada só era quebrado para algumas exclamações quanto à beleza da cidade. Os dois estavam muito felizes, porém temiam a reação de seus pais; portanto evitavam falar, com medo de que seus sentimentos os traíssem.
Ao se aproximarem da praça, conseguiram ouvir a chamada para o início do torneio. Havia gente de todas as idades, tamanhos e nacionalidades. O torneio ia acontecer na biblioteca principal da cidade. Lá dentro, as pessoas eram divididas em vários aposentos, de acordo com sua idade. Vitor e Ranya ficaram na mesma sala. Pietro estava em uma outra.
__ A primeira prova a ser entregue será a de Geometria e Física. Amanhã acontecerá o torneio de Xadrez, depois de amanhã será a prova sobre conhecimento de civilizações antigas. __ Quem falou foi um padre gordo, que aguardaria na sala até o final da prova. Em seguida o anúncio foi repetido em Chinês, Francês, Italiano, Grego e em outras línguas.
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__ Senhor, o plano já está em andamento. O garoto está na cidade, parece que tem uma companheira, e um dos guardiões está com ele.
__ Então, deixe que as coisas corram naturalmente. Quando for possível, elimine o guardião e traga a garota para mim.
Sath andava pelos corredores do sombrio castelo, no centro de Paris. Uma satisfação sombria se via nos olhos dele, negros e cheios de segredos. Seu andar, encurvado e rápido, mostrava que estava completamente absorto em seus pensamentos. Ele para diante de uma porta, extremamente excitado, se controla e entra:
__ Senhores, começou. __ Diz ele com um tom sério e muito sombrio.
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Esse cap. já tava aki a um bom tempo, faltava eu terminar ele. Ta um poquin curto, mais o próximo vai ter mais coisa. Flws.