Olha.. dei uma editada no final da ultima parte, me digam o que acham..
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Olha.. dei uma editada no final da ultima parte, me digam o que acham..
Agora sim... ficou muito bom.Citação:
Postado originalmente por Heenett
Mas... vamos acabar sabendo o que aconteceu com ele? Se é que aconteceu algo?
Vou responder do mesmo modo que respondo pros meus colegas que lêem: :rolleyes:Citação:
Postado originalmente por .:Stryder:.
Até :P
~Heenett
Se O Código da Vince é best-seller Os Doze Guardiões merece ser prêmio Nobel
Minha mãe vai me internar em uma CTVODG...Centro de Tratamento para Viciados em Os Doze Guardiões.
Bem galera, como prometido, a tradicional parte de sexta, com um tamanho de três páginas A4 do word :riso:
Na próxima vez que eu postar uma parte eu vou fazer uma enquete, aguardem =P
Bem, dessa vez sem mais delongas, vá ai, a parte três!
Ah, observação, eu to juntando algumas partes, então a previsão de 11 partes pode diminuir um pouco.
Na parte anterior...
—... E após algum tempo – concluía Sigma – eu enfrentei um grupo de soldados e roubei-lhes esse manto, no caminho para cá. Desde então, tenho ficado esperando que outro guardião aparecesse, e você foi o primeiro a chegar.
O peso da notícia pairou no ar por vários minutos. Um guardião havia caído, um guardião estava morto. Shalkan tentava imaginar o que havia acontecido, tentava absorver as duras informações, e Sigma tentava não se lembrar da cena horrível que havia presenciado. Bárbaros, uma barbaridade enorme, simples torturas não se comparavam com aquilo. Uma lagrima deslizou pela face de Sigma, porque no final das contas ele ainda era um ser humano, e a morte de um amigo o abalava muito.
Capítulo 5 - Sombra, gelo e céu(parte três)
— Tem certeza que era ele mesmo? – perguntou Shalkan, de repente.
— Sim, eles mostraram algo que definitivamente era dele, e não uma cópia falsa.
— O artefato..? – concluiu Shalkan.
— Exato, eles me mostraram a esfera prismática, era a dele com certeza.
— Você não se enganou?
— Olha Shalkan, você acha que eu já não pensei nisso por muito tempo? – disse Sigma, enraivecendo-se.
Shalkan decidiu ficar em silêncio. Nenhum dos dois sabia o que falar, apenas analisavam a situação e procuravam por uma saída, por respostas. Durante um longo tempo eles ficaram em silêncio naquele salão, mas após algum tempo Shalkan perguntou:
— Mas como você acha que eles conseguiram todas essas informações?
— Eu não sei – respondeu Sigma – Heenett e eu tentamos descobrir, mas...
Subitamente, ele ficou em silêncio. Shalkan captou a mensagem, e ambos se concentraram para ouvir melhor. Que barulho era aquele, era... Um zumbido alto parecia o som de um míssil, ou um...
— Um caça! – Disse Sigma, alarmado. – Rápido, vamos sair daqui!
Os dois Guardiões saltaram para a janela do salão e alcançaram os jardins. Imediatamente após olharem para o céu, eles viram: Três caças vinham em alta velocidade em direção ao santuário, em formação cerrada
.
— Não temos chance em uma luta aérea – disse Shalkan, em tom de urgência. – Vamos nos ocultar na floresta!
— Certo! – concordou Sigma.
No meio do caminho o barulho de uma explosão os interrompeu. Surpresos, olharam para o alto e descobriram que um dos caças havia explodido, e que os outros dois agora haviam começado a fazer manobras de ataque, em torno de um único ponto, que parecia se mover. De repente, eles viram: em uma fração de segundos eles notaram que a asa de um caça se partira, pouco antes do mesmo explodir. Agora, o terceiro caça recuava.
— O que você acha que está acontecendo? – perguntou Sigma.
— Vamos esperar pra ver. – Disse Shalkan, sério.
Pouco depois, após dar uma larga volta, o terceiro caça voltou em direção do ponto anterior e começou a atirar novamente. A impressão era que ele estava errando o alvo, porque pouco depois começou a subir, em uma manobra evasiva, e a dar outra volta para mais uma investida contra o alvo. Dessa vez, o piloto foi mais inteligente: ele lançou um míssil.
— Opa – disse Shalkan. – Problemas.
O míssil começou a se desviar para baixo pouco após o lançamento, e logo depois fez uma curva para a direita, depois subiu, depois começou a seguir reto em direção do santuário.
— Seja lá o que for – disse Sigma. – está vindo pra cá.
À medida que o míssil ia se aproximando, os Guardiões conseguiam distinguir uma vaga figura à sua frente, uma silhueta de uma pessoa, mas era difícil de enxergar, é como se ela fosse transparente...
— Droga, já sei! – Disse Sigma, saltando sem aviso.
Após o salto, Sigma soltou uma bomba de ácido, errando o míssil por muito pouco. A silhueta, que não era distinguível ainda, fez uma curva e começou a ir em direção ao caça, que investia em direção a ele.
— Maldição, vamos ter que esperar que ele resolva isso, ele tá muito alto – concluiu Sigma apreensivo, pouco depois de pousar.
Shalkan nada dizia, apenas olhava para a cena, preocupado. Agora, o míssil seguia atrás da silhueta, que não podia mais ser vista, que seguia em direção ao caça. O piloto do caça, percebendo o perigo eminente, começou a se desviar, mas era tarde demais: sendo mais ágil que o caça, a silhueta se desviou para a mesma direção que ele, e pouco antes do choque ele cortou o caça literalmente ao meio.
Logo após isso, a silhueta fez uma curva fechada e começou a vir novamente em direção ao santuário. O problema é que agora o míssil havia se aproximado muito, e estava a ponto de atingir o alvo. Este, por sua vez, parecia tentar conseguir o máximo de velocidade possível, mas o míssil ainda estava na sua cola. Pouco antes de ficar diretamente acima do Santuário, a silhueta começou uma descida íngreme. Shalkan, que até aquele momento observava a cena hipnotizado, de repente percebeu, e disse:
— Sigma, destrua o míssil!
Sigma, que também estava observando a cena hipnotizado, disse:
— O que?
— ACORDA SIGMA, O MÍSSIL! – gritou Shalkan, severamente.
— Ah! – Disse Sigma, Saltando.
Foi por pouco, muito pouco, muito pouco mesmo, mas ele errou. A bomba de ácido passou a milímetros do míssil, e este continuou seguindo em direção à silhueta. Esta continuou seguindo em direção ao chão rapidamente e no ultimo segundo tentou desviar. Tentou. Infelizmente, não foi o bastante, e um erro de calculo no ultimo instante fez com que a silhueta tivesse que frear para não bater, e essa pequena parada foi o bastante para que o míssil atingisse seu alvo, explodindo e fazendo a silhueta ricochetear no chão e bater direto contra parede do Santuário.
— Não... – sussurrou Shalkan em voz baixa, disparando a correr em direção da silhueta, que estava inerte no chão.
— Ele está vivo? – Perguntou Sigma, enquanto corriam.
— Não sei – respondeu Shalkan, abaixando-se sobre o corpo e virando-o de frente, revelando um homem muito ferido. A armadura era da cor dos céus, e protegia todo o tórax, peitoral e pernas do indivíduo, deixando os musculosos braços à mostra. Firme em sua mão direita estava uma longa espada com uma lâmina fina e reluzente, de aproximadamente um metro e trinta de diâmetro. Parecia estar por volta dos 18 anos, apesar de já ter cerca trinta. Seu cabelo era loiro e curto, e os seus olhos pareciam refletir o céu.
— Ele não está morto – disse Sigma, após abrir um de seus olhos. – Caso contrário, as suas pupilas não se contrairiam ao entrar em contato com a luz.
— Precisamos levá-lo daqui – disse Shalkan. – Ele precisa se recuperar...
—... Esperem... – interrompeu o homem. – esperem um pouco...
Shalkan e Sigma se surpreenderam e colocaram o homem novamente no chão. Este, por sua vez, disse:
— Shalkan... Sigma... – disse em uma voz fraca, após reconhecer os dois Guardiões – graças aos céus estão aqui... – completou, deixando-se cair no chão.
— Onilink! – disse Sigma, alarmado, abaixando-se e apoiando a cabeça do outro com as mãos. Ele queria dizer que ele não deveria se esforçar, mas o que saiu foi um “como chegou até aqui?”.
— Ah. – Começou Onilink. – É uma longa história... Eu estava em um avião a caminho de casa, quando um caça simplesmente apareceu e atirou mísseis nas turbinas – disse. Aos poucos ele começava a se lembrar daquele acontecimento tenebroso...
“Por muito pouco” ele pensou. Um milésimo de segundo antes dos mísseis atingirem o avião ele conseguiu invocar a armadura e se proteger usando as asas de energia que brotaram de suas omoplatas como escudo. Agora, ele flutuava em meio às nuvens, tentando entender o que havia acontecido. “Do nada, um caça atira no meu avião, ataque terrorista?..” Seus pensamentos foram subitamente interrompidos por um zunido muito alto, seguido de barulho de tiros. Sem nem pensar, ele subiu cinco metros no ar, bem a tempo de desviar do caça que o atacava.
— Mas que diabos... – disse consigo mesmo, pouco antes de ter de se esquivar de outro ataque do caça. “O caça quer me destruir? Mas como..?”. Definitivamente, seus pensamentos foram interrompidos após a terceira investida do caça. Pensar depois, cuidar do caça assassino agora, antes que ele não conseguisse mais desviar. Quando o caça estava fazendo a manobra de recuperação para outra investida, o Guardião atacou, usando sua espada para partir o caça em dois, fazendo-o explodir.
“Bem, um a menos.”Voltou a pensar. Mas que diabos aquele caça queria, era muito estranho... Ele desceu um pouco e observou os destroços do avião afundando no mar. “Eles não tiveram nenhuma chance... Mas que droga!” Quantas pessoas tinham naquele avião? Duzentas? Bem, com exceção dele próprio, estavam todos mortos. Maldita fosse a pessoa que tinha organizado aquele ataque...
O Guardião olhou em volta. Em uma situação dessas, o melhor a fazer era seguir para o santuário. O censo de direção de um Guardião era muito bom, portanto ele logo soube para onde seguir. Em seguida, ele abriu as asas de energia e alçou vôo, rumo ao santuário, cheio de perguntas sem resposta...
— Mas você só chegou aqui agora, depois de seis meses? – perguntou Sigma, atônito.
— Eu fiquei surpreso – respondeu ele – quando as baterias antiaéreas de uma base militar me atacaram. Porque eles me atacariam, e pior, como era possível a eles detectarem a minha presença? Eu me perguntei isso durante todo o percurso e não consegui chegar a nenhuma resposta, mas o fato é que tive que seguir com extrema cautela, fazendo muitos desvios, para conseguir chegar aqui em segurança, e mesmo assim tive que enfrentar tropas mais de uma vez... Ai!
— Não fale mais Onilink, você deve ter quebrado alguns ossos. A sua armadura é resistente, mas mísseis ainda são capazes de fazer um grande estrago em você.
— É... – disse Onilink, chateado. – Eu notei...
— De qualquer modo – disse Shalkan, se dirigindo a Sigma. – Não é seguro ficar aqui. Sei de um esconderijo bem perto daqui, podemos levar Onilink para lá, mas não tenho material médico.
— Sei de um lugar – disse Sigma – que pode nos oferecer grande ajuda. Leve Onilink para o esconderijo Shalkan, enquanto eu vou lá conseguir o que precisamos. Nos encontraremos lá.
— Certo. Vá até as montanhas, entre na maior caverna, e procure uma estalactite de cristal. Quando chegar lá, vai saber onde fica a entrada. Após deixar Onilink lá, eu voltarei pra cá e ficarei esperando para o caso de novos Guardiões aparecerem.
— Então – disse Sigma – após pegar o que precisamos, eu cuidarei de Onilink e me encontrarei com você aqui.
— Certo, certo, agora vão logo – disse Onilink, gemendo de dor – eu acho que eu estou com umas costelas a menos aqui.
Sem dizer mais uma palavra, os Guardiões saltaram e começaram a rumar para regiões distintas. Shalkan seguia carregando Onilink para as montanhas, e Sigma ia em direção dos destroços da cidade. “Conto com você Henrique...” pensou Sigma, enquanto seguia adiante. Aos poucos, Onilink começou a perder-se em memórias, lembrando-se de sua esposa e filha, onde estariam agora..?
A vários quilômetros dali, um muito contente cientista chamado Gustaf disse:
— Perfeito. Enviem as tropas, e peguem-nos.
— Sim senhor! – Respondeu um soldado.
Só falta a sombra...
Mas, enfim, AÇÃO!
E pra esse Onilink... só falta uma coisa... ele terminar cada frase com 'porra'.
Quem já ouviu ele pela rádio sabe do que falo... :rolleyes:
Muito bom Heenett :thumb:
E como pensa botar uma enquente?
mt loko...eu gostei de mais da hora do missil
de boa...esse rp é REALMENTE viciante
~~Shalkan~~
Ainda acho os caras excessivamente poderosos,mas mesmo assim o rp tá ótimo ^^.
Dard* :)
Meodeos, eles são guardiões da terra, esperava o que? =PCitação:
Postado originalmente por Dard Drak
Pessoas que lançam acidos de armaduras de ouro, tem asas de alguma substancia energética, cria gelo apartir da umidade do ar, e ainda poder viajar pelas sombras :ninja:Citação:
Postado originalmente por Heenett
Mas bote os porras xD
Mas são praticamente invencíveis!!!Ou quase, como mostrado mais atrás...é legal mas as vezes da raiva do perfeccionismo deles XD...Citação:
Postado originalmente por Heenett
Dard* :)
Well,
Comecei a ler o RP em pouco tempo e já viciei. Esse último capítulo ta muito bom! Continue escrevendo esse ótimo Roleplay!
Goodbye...
:D :D :D
++++++ por favor
velho
to viciado nisso
os kara sao mto toras
eu to doido aki
eu tava vendo a liga da justica e small ville aki em ksa
mais tirei o chapeu
esses karas humilham o super-homem e o clark
agora pra fica fudido so falta aparece o chuck norris na historia e luta com todos guardioes juntos
ai sim fica boa a historia(nao que esteja ruim, mais no meu conceito melhoraria 50x)
agradecido
CID
coisa LINDA!!!
adoro capitulos grandes!!!!
nao para NUNCA!! :D
Nem sei o que dizer......
Os guardiões saum féra....
e os detalhes....... Armaduras que respondem ao estado de espirito... nossssaaaaaa D+.... Lutas muito bem detalhadas, consigo ver o que está acontecendo....
D+ D+ D+D+D+D+D+D+D+D+D+
Ta muito bom... Muito melhor que muito livro consagrado...
Continua assim que tah showwwwwwwwww
O.o
OMG!!! Cara, issu aki tá mt bom!!!
Continue assim!!
Agora o suspense total... Vão os guardiões invadir a fotaleza novamente?? ou irão esperar por mais reforços??
Abrço.
MUITO BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM
continua aew q ta mt bom msm
Pessoal, ainda não é o capítulo.
Gostaria de pedeir apenas desculpas pelo atraso do capítulo, que até agora não pude postar por motivos escolares e de doença(dois dias de cama e três fazendo dever e trabalhos), mas já to escrevendo e no máximo amanhã posto, aguardem.
Desculpa novamente,
~Heenett
______________________________________
Olá novamente! Bem, hoje já é quarta, e como prometido postarei a parte. Peço desculpas pelo tamanho, mas realmente o tempo tem me complicado muito, com as reformas daqui de casa também, tudo uma confusão, tá meio difícil eu me concentrar. Bem, ai está, e eu preciso parar de adiar aquela enquete, ainda faço ela =P
Na parte anterior...
— Então – disse Sigma – após pegar o que precisamos, eu me encontrarei com você aqui e em seguida irei cuidar de Onilink
— Certo, certo, agora vão logo – disse Onilink, gemendo de dor – eu acho que eu estou com umas costelas a menos aqui.
Sem dizer mais uma palavra, os Guardiões saltaram e começaram a rumar para regiões distintas. Shalkan seguia carregando Onilink para as montanhas, e Sigma ia em direção dos destroços da cidade. “Conto com você Henrique...” pensou Sigma, enquanto seguia adiante. Aos poucos, Onilink começou a perder-se em memórias, lembrando-se de sua esposa e filha, onde estariam agora..?
A vários quilômetros dali, um muito contente cientista chamado Gustaf disse:
— Perfeito. Enviem as tropas, e peguem-nos.
— Sim senhor! – Respondeu um soldado.
Capítulo 5(parte cinco) - Sombra, gelo e céu
— Papai, você tem mesmo que ir? – perguntou a menininha, chorosa.
— Tenho sim, filhinha, o papai precisa trabalhar.
— Mas papai, você acabou de voltar de outra viagem, tem que ir mesmo?
— Eu sinto muito querida – disse o pai, beijando a garotinha na testa. – Prometo que voltarei logo! – completou, quando o táxi chegou.
Para Onilink, lembrar de tudo aquilo era muito doloroso. Ele tinha sido um pai ausente durante toda a vida de sua filha, e em grande parte de seu casamento. Ele já havia discutido muitas vezes com sua esposa sobre isso, inclusive na noite anterior...
— Mas e a sua filha? – gritou a esposa com ele, certa vez. – Como fica a vida dela?? Você tem sido um pai ausente, nunca está em casa, chega tarde, viaja quase sempre, e enquanto isso nossa filha cresce praticamente sem pai, o que você acha disso?RESPONDA!
Onilink queria responder, ele tinha vontade de dizer tudo, de dizer que era um guardião, que garantia o equilíbrio da Terra, que só viajava porque não havia outro jeito, mas ele não podia. Ele não podia, porque era o que o mestre dele o havia ensinado: o guardião tem que ser outro ser, completamente separado da pessoa normal do dia a dia, e por conseqüência, você não podia usar os poderes em benefício próprio ou associar as duas personalidades, ou seja, não podia revelar-se como guardião. O porque disso, Onilink sabia, sabia que se ele falasse, em caso de divórcio toda a ordem estaria ameaçada, aquilo poderia ser usado para chantagem, e muitas outras coisas terríveis. Ele tinha plena consciência de que não podia falar, mas já pensava há muito tempo na possibilidade de abdicar da ordem. Ele tinha uma família agora, aquilo era o mais importante, ele queria poder se dedicar totalmente à família, mas para isso ele precisava treinar um novo guardião do céu e passar a ele o artefato, mas haviam certas condições que dificultavam até isso, de modo que ele precisava se acostumar, no final das contas, com aquela vida dupla. Ele estava triste, ele não queria ter que passar por aquilo. Ele tinha, desde criança, sido preparado para ser um guardião. Ele sabia tudo aquilo que significava, e tudo estaria bem, mas ele acabou se apaixonando e agora estava naquela situação. Ele havia descoberto uma outra maneira de viver, e gostava mais dela, mas agora era tarde demais, e tudo o que ele podia fazer, era baixar os olhos e ouvir às reclamações da esposa, triste.
— Desse jeito não está dando – continuou a esposa. – Sinto muito Bernardo, eu te amo, mas se a coisa continuar assim eu vou pedir o divórcio.
— Não! – disse Onilink. Talvez o divórcio resolvesse as coisas de uma vez por todas, mas ele não queria aquilo, não estava preparado... – Eu prometo que serei breve na minha próxima viagem, em dois dias estarei de volta.
— Ah querido... – disse a esposa, chorando. Onilink abraçou-a, e ficou tentando encarar a triste realidade. Teria que ser assim, e logo ele iria se separar definitivamente da pessoa que amava, logo a felicidade dele ruiria...
— Onilink! – disse Shalkan em voz baixa, alarmado.
— Estou aqui! – respondeu Onilink, voltando a si.
— Preste atenção, estamos quase chegando.
Onilink lentamente olhou em volta. Eles estavam em uma trilha que seguia através de uma montanha, e atrás deles estava a floresta, que se estendia por muitos quilômetros.
— Onde fica esse esconderijo? – perguntou Onilink.
— Logo adiante – disse.
Alguns metros depois, Shalkan parou de andar. Após alguns segundos, disse:
— Não há ninguém nos seguindo, podemos entrar.
Saltou, em seguida, cinco metros, se apoiando em uma pequena saliência na rocha, escondida por uma árvore. Deslocou algumas pedras, e em seguida escorregou por um buraco que havia na saliência. Era uma caverna de cerca de cinco metros quadrados. Havia uma cama e dois caixotes, além de um pequeno fogão ao lado de um pequeno bujão de gás. Shalkan colocou Onilink na cama e disse:
— Comida. – Disse Shalkan, indicando os caixotes. – Salgada e congelada, para não apodrecer. Se quiser algo, retire daí e esquente nesse fogão antigo, deve dar pro gasto.
— Lugarzinho legal – disse Onilink.
— Quando eu era menor andava muito por essas montanhas, e acabei achando essa caverna. Decidi fazer dela meu esconderijo secreto, e vejo que ainda está ai, junto com todas as coisas que trouxe há tanto tempo.
— Shalkan, como você conseguiu fazer um fogão passar por aquela fenda?
— Havia outra entrada – disse ele – por cima, mas ela foi bloqueada em um desabamento. De qualquer modo, aqui estamos. Eu vou voltar pro Santuário esperar o Sigma e vigiar, pro caso de aparecer outro guardião. Vou trazer ele aqui em seguida, e ele vai tratar de você, certo?
— Certo, estarei esperando então.
Shalkan sem dizer mais nada pulou e passou pela fenda, selando a entrada com uma camada de gelo e rochas. “Seguro”, ele pensou. Em seguida, começou a fazer o caminho reverso, em direção ao santuário.
:787: Here I go! :dry:
Como eu pensava, Heenett estava vivo da silva! :)
Bom capítulo.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Bom capítulo, mas só acho que vc repetiu em excesso "ele" na parte sobre Onilink...
Dard* :)
Muito vazio...
Sei lá, já fez melhores ;p
E colocou muito "eles" mesmo.
Ainda espero a próxima parte.
Well, well, well.
Enrolei demais para ler isso daqui.Sem o Shalkan(ou Seria Shaka escrito errado?:P :P :P ) não teria graça.Todos os CDO estavam aqui, menos eu, e fiquei chateado.Depois resolvi ler, hoje, devido ao meu supremo tédio.
Sabe de uma coisa?Amei.Não tenho muito do que comentar.Só uma coizinha.Por que o Shalkan tem de ser justamente um Subzero da vida?Eu sou tão rfrio assim?(É...por que o sigma é bem corrosivo, você é temperamental.O Stryderpaciente.Por que eu tenho que ser o gelado?:riso: )
Masde qualquer forma, já divaguei demais.
Aguardando por Mais,
Virgo Shaka
Well,
A história ta ótima e bla bla bla...
Mas...
O desenvolver da história ta muito lerdo!! Desse jeito só vai acabar em 2035 !!
Goodbye...
:D :D :D
Sim, vou adiar a enquete mais uma vez, desculpem o atraso denovo, tive três trabalhos pra fazer e fui na casa de um amigo, afora a prova de biologia de hoje. Finalmente tive tempo de escrever, e está ai, espero que tenha ficado bom. Comentem com críticas, elogios, sugestões, ou qualquer outra coisa construtiva, e valeu ai! =)
Na parte anterior...
— Shalkan, como você conseguiu fazer um fogão passar por aquela fenda?
— Havia outra entrada – disse ele – por cima, mas ela foi bloqueada em um desabamento. De qualquer modo, aqui estamos. Eu vou voltar pro Santuário esperar o Sigma e vigiar, pro caso de aparecer outro guardião. Vou trazer ele aqui em seguida, e ele vai tratar de você, certo?
— Certo, estarei esperando então.
Shalkan sem dizer mais nada pulou e passou pela fenda, selando a entrada com uma camada de gelo e rochas. “Seguro”, ele pensou. Em seguida, começou a fazer o caminho reverso, em direção ao santuário.
Capítulo 5(parte 6) - Sombra, gelo e céu
Sigma estava quase chegando na cidade destruída. Como será que ela estaria? Já haviam se passado seis meses desde o ataque, e desde então não teve notícias daquela cidade, tampouco de Henrique. Ele desviou de um tronco caído e continuou correndo, enquanto pensava: “Ele tinha suprimentos, considerando aquela quantidade de pessoas, para alguns poucos dias... Será que ele conseguiu se manter, será que eles foram pegos, ou será que eles se mudaram..? Eu só espero poder encontrar alguns materiais médicos de Guilherme lá, isso iria facilitar muito as coisas pra mim...”
Sigma deu mais um salto e saiu da floresta, indo pousar em um monte de pedras. Sem fazer nenhum ruído, ele escorregou para a parte de trás do monte, escondendo-se. “O que está acontecendo..?” Ele pensou, quando viu que haviam obras sendo realizadas na cidade. “Será que eles estão reconstruindo? Não, é cedo demais... De qualquer modo, é melhor eu ser furtivo.” Sigma fez um gesto com o braço, e uma luz envolveu seu corpo. Quando a luz cessou, havia uma máscara cobrindo seu rosto, e um sobretudo branco cobrindo seu corpo e sua armadura. Ele andou lentamente até a beira do monte, de onde podia ver uma rua com pilhas de materiais de construção e trator com um trabalhador adormecido sentado nos controles.
Rapidamente, Sigma abaixou-se e correu através da rua, tomando o cuidado de passar por trás do trator, até conseguir abrigar-se atrás de uma pilha de areia. Ele avançou lentamente enquanto evitava os guardas, e vinte minutos depois ele chegou no lugar onde deveria estar o esconderijo de Henrique.
— Mas que diabos... – começou ele, sendo interrompido pela sensação do cano frio de uma
arma na sua nuca.
Shalkan andava pela floresta, atento ao ambiente ao seu redor. Ele tinha a impressão de que aqueles soldados estavam em toda a parte, e não podia alertá-los da sua presença, era um risco muito grande a se correr, considerando que um guardião, no mínimo, já havia caído. O avanço era lento, porque volta e meia passava uma patrulha de soldados ou um robô vigilante. Obviamente eles estavam sendo procurados e esperados, o que só aumentava a importância de ter alguém no santuário esperando os outros guardiões para orientá-los quanto à situação. Sem perceber, Shalkan já divagava em pensamentos, até que um bip o fez voltar à realidade.
— Alerta, alerta – gritava o robô patrulha, em um volume que poderia facilmente rachar vidros. – Intruso detectado no setor F, repito, intruso detectado no setor...
— Filho da... – praguejou Shalkan, após congelar o robô. Ele conseguia ouvir o som de diversos soldados convergindo em sua direção. “Merda, não vai ter jeito, vou ter mesmo que lutar” pensou ele, enquanto se preparava para a ação. De repente, sombras começaram a descer das copas das árvores, convergindo para o centro da clareira onde o guardião se encontrava, e aos poucos o som dos passos dos soldados e dos alertas foi diminuindo, diminuindo, até sumir por completo. Shalkan, subitamente, percebeu que estava envolto em sombras. Ele conseguia ver algumas árvores à sua volta, mas não conseguia enxergar longe, tampouco ouvir qualquer barulho.
— Hã – começou ele, em voz alta.- mas não é...
— Sim – interrompeu uma voz sombria, vinda de trás dele – é exatamente o que você está pensando Shalkan.
— Mas... Stryder, qual é a razão disso? – perguntou Shalkan, levemente alarmado. – Em que isso nos ajudaria?
— Não em muita coisa – disse Stryder, calmamente. – Mas senti a necessidade de vir aqui falar com você.
— Stryder, você não pode estar falando sério. – disse ele. – Os soldados estão vindo, não temos tempo a perder... Você vai me tirar daqui?
— Você ainda não entendeu Shalkan? Eu não vim aqui te ajudar...
— Ora, então... – começou Shalkan, silenciando-se subitamente.
— Ah – disse ele – então você entendeu.
— Foi você, não foi? – disse Shalkan, frio.
Por trás de Shalkan Stryder sorriu, fazendo seus dentes brancos reluzirem na escuridão.
— Sim – disse ele – fui eu.
Shalkan, sem fazer qualquer movimento, fez um bloco de gelo subir dois metros através da escuridão em direção a Stryder, mas esse, como se subisse em um elevador, sumiu na escuridão. O bloco de gelo foi envolvido pela escuridão logo depois, e Stryder voltou a falar, dessa vez logo à frente de Shalkan, mas de cabeça pra baixo.
— Vamos conversar Shalkan, eu gostaria de lhe contar uma história.
Novamente um bloco de gelo, dessa vez vindo de cima pra baixo, mas Stryder se deixou cair e sumiu no chão, aparentemente mergulhando na escuridão. Shalkan conseguira vê-lo daquela vez. Seu corpo praticamente se fundia com o ambiente completamente negro, a única parte do corpo de Stryder que não estava envolvida pela escuridão eram os olhos e a boca, mas mesmo assim, era como falar com alguém que podia estar em qualquer lugar. Shalkan estava em extrema desvantagem. Aparecendo dois metros ao lado de Shalkan, Stryder continuou:
— Lembra dos dinossauros? Eles dominaram a Terra por milhares de anos... – começou ele, sumindo e reaparecendo do outro lado de Shalkan, uma vez que esse o havia atacado com outro bloco de gelo. – Mas eles acabaram morrendo, não é? Dizem por ai que foi um meteoro que os aniquilou... Os dominadores da Terra foram aniquilados para sempre, mas isso não é novidade para você, não é?
— Não. – Respondeu Shalkan, levantando o braço esquerdo e estendendo-o diretamente na direção de Stryder. Uma lança afiada de gelo saiu de seu braço e voou diretamente para Stryder, que novamente sumiu nas sombras, reaparecendo de cabeça para baixo diretamente acima de Shalkan.
— Pois é. – Continuou - e eles não foram os únicos, várias outras espécies de seres vivos vieram e foram... Lembra dos Neandertais? Se foram. Os mamíferos gingantes? Raras as exceções, se foram. As grandes criaturas tropicais... – disse, sumindo nas sombras ao ser atacado por uma estalactite de gelo criada por Shalkan.
—... Sumiram. – Completou, surgindo atrás de Shalkan. – É, Shalkan, muitas espécies, todas essas citadas, dominaram grandes partes da Terra, senão toda ela, durante milhares de anos, mas todas elas invariavelmente se foram. – Terminou, sumindo nas sombras e aparecendo cinco metros à frente de Shalkan.
— Aonde quer chegar? – disse Shalkan, sem alterar seu tom de voz.
— Ora Shalkan, você não entende? Eu tenho o poder de um guardião, você tem o poder de um guardião, mas sombra, gelo, o que tudo isso significa? O que nós estamos fazendo? – respondeu ele, como se fosse obvia a resposta.
— Você sabe o que estamos fazendo – disse o outro – estamos protegendo a raça humana e garantindo o equilíbrio da Terra.
— Garantindo o equilíbrio da terra? – Falou Stryder, levantando os braços – E desde quando a Terra precisou de Guardiões para garantir o próprio equilíbrio?
Silêncio.
— É, Shalkan – continuou – as espécies vem e vão, espécies surgem, evoluem, dominam o planeta e se vão, seja por influência delas mesmas, de outros, ou do próprio planeta. Todas as espécies que dominaram o planeta ou que tinham algum potencial para tal se foram Shalkan, é o ciclo natural das coisas!
— Isso não interfere nos nossos objetivos – disse Shalkan, severamente. – Com os seres humanos é diferente, eles são a espécie mais evoluída e com maior capacidade de raciocínio que andou sobre esse planeta, é a espécie definitiva, e cabe a nós garantir a sobrevivência e perpetuação dessa espécie, caso contrário milhares de anos de história e estudos sumirão.
— Ah Shalkan, não me venha com essa – disse Stryder, incrédulo. – Na época dos dinossauros, eles eram a espécie mais inteligente do planeta até que morreram e foram superados pelos mamíferos. Os neandertais eram os mais inteligentes humanóides da Terra, até que foram mortos pela era do gelo e superados pelos homo sapiens. Sempre que uma espécie morre, Shalkan, surge outra que irá superá-la um dia, é o ciclo natural das coisas, é a maneira que tem que ser.
— Nós garantimos o equilíbrio desse planeta! – disse Shalkan, alteando a voz.
— Não, Shalkan. O planeta é capaz de garantir o próprio equilíbrio, a história mostra isso, tudo o que nós fazemos, ao proteger a raça humana, é desequilibrar as coisas, é atrapalhar o ciclo natural que um dia substituiria a espécie humana por uma espécie ainda superior.
— O que lhe dá o poder de afirmar isso? – disse Shalkan no mesmo tom de voz, severo.– Como sabe que as coisas acontecerão da mesma maneira?
— Eu digo isso, Shalkan – disse Stryder, abaixando a voz até um leve sussurro. – Porque simplesmente é como sempre aconteceu. Pense no que eu disse Shalkan, abriram meus olhos, abra os seus. – E, como se deslizasse, ele sumiu e as sombras lentamente foram dando lugar à luz e à paisagem em volta.
Shalkan se viu na beira de um penhasco, em uma montanha que dava vista para toda a floresta. “Não é possível...” Ele pensou. Será que foi ele...?
Onilink estava deitado na cama do abrigo, de olhos fechados e pensativo. Como será que estariam os outros? Sigma estava lá, atrás de remédios e Shalkan esperava novos guardiões no santuário, enquanto ele estava lá, sem ter como agir, deitado na cama de uma caverna escondida. Ele abriu os olhos, e se assustou ao perceber que tudo o que via era escuridão. Com um piscar de olhos ele voltou a ver normalmente. Havia o cano de uma arma apontada para sua cabeça.
— A espada. – disse a voz atrás da arma.
— Vai ter que me matar – disse Onilink.
— Fique calmo... – Disse Sigma, levantando as mãos vagarosamente enquanto fazia um gás ácido ir até a arma. – Eu só estou de...
— É de plástico – disse a voz do operário por detrás da arma. Sigma ouviu a arma ser disparada, e sentiu a seringa injetar um tranqüilizante em suas veias.
_____
Fim do capítulo 5
~Heenett
Stryder traíra!!!
Tem que morrer o/
Gostei da conversa ^^...
Dard* :)
Owz! Um vilão da mesma categoria que os heróis, muito interessante, muito interessante mesmo...
Não caiu, nem subiu de nível o texto, só espero que o vilão seja terrível o suficiente patar tentar/conseguir matar mais um dos seus "companheiros", parabéns! O vilão fala como Satanas, no monte "Sinai???", para enganar Jesus... "Você tem poder para salva-los!!!", essa falsa razão díficil de enxergar a verdade, se não estiver concentrado na sua motivação original (que profundo :P), assim como Stryder diz que os guardiões alteraram a ordem natural e equilíbrio da Terra, apesar de verdade na história, se os guardiões estão na Terra para defender a raça humana, e acima de tudo, evitar mortes, inclusive das espécies existentes, é óbvio que o seu dever é alterar esse "curso natural", caso ele esteja ameaçando a vida terrestre.
Acho que você procurou argumentos que fossem capaz de realmente convencer alguém, mesmo sem mente fraca, sem utilizar o clichê de desejo por poder, que todo filme besta usa. Continue assim com esse empenho até as últimas partes, e você terá um livro de sucesso em mãos, só vai precisar de divulgação.
Mwauhahauahuahua.
Sou evl.
Mas não sabia que a história poderia se desenrolar tanto assim... o.ó
Cara, amei essa parte.
Por mim ter entrado nela (:rolleyes:), mas por finalmente ter chego alguém que pudesse ir ao mesmo nivel dos guardiões (que acaba sendo um deles).[
Alias, http://img147.imageshack.us/img147/9...ardians2en.png
Espero que goste ^^Código PHP:[URL="http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=84592"][IMG]http://img147.imageshack.us/img147/9154/osdozeguardians2en.png[/IMG][/URL]
wow cara (mais respeito escritor :wub: ) a muito bom a história ja vo bota a user bar na minha assinatura :rolleyes: :wub:
http://img147.imageshack.us/img147/9...ardians2en.png
:787: Here I go! :dry:
Muito bom, por essa eu não esperava.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Em tempo recorde e pra compensar o atraso, ai vai a primeira parte do próximo capítulo, meio curtinha mas vá lá.
Gostaria de lhes informar que houve mais uma alteração, Eu fundi os capítulos um e dois, diminuindo o número dos outros capítulos em um(o cinco virou quatro, o quatro virou três, e assim por diante).
Outra coisa, pra quem ainda não viu o nosso grande amigo Stryder fez uma userbar para Os Doze Guardiões, os interessados, não deixem de usar: xD
http://img147.imageshack.us/img147/9...ardians2en.png
E outra, após comentarem sobre a parte eu gostaria que vocês respondessem pelomenos algumas das perguntas desse quiz que eu fiz, pra me ajudar um pouco. Não precisa nem ser todas, só algumas, ai ó:Citação:
[url="http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=84592"]http://img147<font color="Red">.imag...ardians2en.png[/url]
- O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?
- Em que aspectos vocês acham que a narrativa evoluiu, e em que aspectos vocês acham que a narrativa involuiu?
- O que vocês acham que deva ser acrescentado à narrativa?
- Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
- Caso vocês tivessem que escrever uma resenha(um resumo do livro, que fica na contra capa geralmente) de "Os Doze Guardiões", como ela ficaria?
- O que vocês acham que vai acontecer?
- O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
Bem, e ai vai o ínicio do capítulo 5, espero que gostem :)
No Capítulo Anterior...
Onilink estava deitado na cama do abrigo, de olhos fechados e pensativo. Como será que estariam os outros? Sigma estava lá, atrás de remédios e Shalkan esperava novos guardiões no santuário, enquanto ele estava lá, sem ter como agir, deitado na cama de uma caverna escondida. Ele abriu os olhos, e se assustou ao perceber que tudo o que via era escuridão. Com um piscar de olhos ele voltou a ver normalmente. Havia o cano de uma arma apontada para sua cabeça.
— A espada. – disse a voz atrás da arma.
— Vai ter que me matar – disse Onilink.
— Fique calmo... – Disse Sigma, levantando as mãos vagarosamente enquanto fazia um gás ácido ir até a arma. – Eu só estou de...
— É de plástico – disse a voz do operário por detrás da arma. Sigma ouviu a arma ser disparada, e sentiu a seringa injetar um tranqüilizante em suas veias.
Capítulo 5 - Prioridades
Shalkan caminhava por uma trilha na beira da montanha, em direção ao esconderijo. “Preciso avisar a Onilink sobre o que aconteceu... E de qualquer modo é muito arriscado voltar pra floresta com esse alerta, é melhor eu aguardar um pouco”. Shalkan ainda pensava sobre o que Stryder havia lhe dito: “Os guardiões são aqueles que mantém o equilíbrio da Terra... Mas será mesmo? Será que a verdadeira missão dos Guardiões não é proteger aos humanos? Será que Stryder realmente está certo..?”. As perguntas martelavam a mente de Shalkan, após refletir sobre o que Stryder havia lhe dito, ele havia ficado confuso. Durante muito tempo haviam lhe ensinado outra coisa, mas ele nunca havia pensando em questionar daquela forma...
Alguns minutos depois, um grande estrondo ecoou pela montanha. Alarmado, Shalkan olhou para cima e viu fragmentos de rocha voando para todos os lados. “Mas o que...” Ele pensou, pouco antes de ver uma silhueta passar, vindo do lugar da explosão. A silhueta sangrava. “Mas é Onilink...?”. A silhueta tentava subir, subir, mas não conseguiu, pareceu que a silhueta não tinha forças o bastante, e lentamente ela começou a perder altura até desaparecer na floresta abaixo. Duas outras silhuetas a seguiram, ambas pretas, contrastando o céu estrelado, com mochilas nas costas de onde saía uma espécie de propulsão, permitindo o vôo. Essas silhuetas carregavam rifles de longa distância.
Uma das silhuetas apontou para o ponto na floresta onde a primeira silhueta havia caído, e as duas começaram um mergulho, naquela direção. Antes que descessem todo o percurso, porém, Shalkan fez um grande pilar de gelo sair da montanha e se chocar contra elas, congelando-as em pleno ar. “Droga...” Shalkan pensou, pulando na encosta da montanha e descendo em alta velocidade, indo em direção ao local da queda.
Cem metros de descida e dois robôs patrulha depois, ele estava lá. Ele viu Onilink se levantando vagarosamente, com as asas de energia caídas, sangrando muito no peito e no braço que segurava a espada.
— Onilink!!! – gritou Shalkan, se esquecendo de ser sigiloso. – Como eles conseguiram entrar?
— Não... Faço idéia... – disse o outro, ofegante – Preciso ir... Minha família...
— Sua família está segura – interrompeu Shalkan. – Vamos, precisamos ir, você não está em condições...
— SAIA! – Gritou ele, golpeando Shalkan com o braço bom, tombando no chão como conseqüência. – Você... – continuou, se levantando aos poucos. – Não entende... Minha família... – Ele levou a mão no peito, sem forças pra falar. Seu peito estava muito ferido, com várias costelas quebradas, e seu braço direito estava completamente inutilizado por um tiro. Ele vagarosamente trocou a espada de mão, e disse:
— Preciso ir, a minha família... – Novamente parou, sem fôlego. Sem dizer mais nada, ele abriu as asas energéticas e alçou vôo.
— Espere... – disse Shalkan em voz baixa, abismado. – ESPERE!! – gritou. Foi em vão, Onilink já estava no alto, fora de alcance, ainda que voasse sem nenhum equilíbrio. “Droga” pensou Shalkan, se preparando para correr atrás dele. Porém, a voz de um soldado o interrompeu:
— Levante as mãos, guardião.
“Porcaria” pensou Shalkan, congelando o soldado.
— Não vai dar. – Disse ele a si mesmo, ao ver que mais soldados se aproximavam. – MALDIÇÃO! – Berrou ele, começando a lutar.
Minutos antes, no esconderijo de Shalkan, Onilink estava com uma arma apontada para sua cabeça. O soldado atrás da arma disse:
— A espada.
— Vai ter que me matar. – disse Onilink.
— Nesse caso, o matarei. Primeiro você, depois a sua família.
— DEIXE-AS FORA DISSO – berrou Onilink, com toda a força que seus pulmões poderiam suportar.
— Então encostei na ferida. – Disse o soldado. – Elas já estão lá na base principal, saiba disso, e se você não colaborar pode dizer adeus a elas.
Onilink golpeou o soldado com a sua espada, arremessando-o do outro lado da sala com um grande corte no peito. Os outros dois soldados, alarmados, tentaram atirar, mas Onilink foi mais rápido e voou e direção à parede, arrebentando-a e indo céu adentro, com um filete de sangue escorrendo de seu peito.
Citação:
Postado originalmente por Heenett
Augustus Sigma
- Muito boa, por sinal.
- A Narrativa está evoluindo, embora em certos capítulos, ela não causa impacto ao leitor.
- Um maior detalhamento.
- Aventura / Mistério.
- Por hora, não sei. Deixe a história progredir.
- Eu acho que Sigma vai começar a usar seus "reais" poderes. Sabe, "aqueles".;) PS: Nara Shikamaru, heim!
- Está mais misterioso que Lost, por hora.
. to achando ótima, com um ótimo enredo e muita ação e aventura, sem falar nos mistério.Citação:
Postado originalmente por Heenett
.pra mim tudo o que a história fez foi evoluir, sempre deixando um mistério.
.não ouso dar palpite numa história tão boa.
.ação/aventura/mistério
.eu sei lá, eu num sei a história toda :P .
.eu acho que mais um guardião vai morrer, e que Sigma vai descobrir sobre a história das armaduras reagirem as emoções, ai ele vai usar isso em favor dos guardiões.
.que isso faz agente ficar viciado na história, nos faz querer ler mai e mais.
agora quanto a história, ela ta ótima, agora eu quero ver Onlink salvar a familia :rolleyes: , se vc continuar assim(pra falar a verdade so isso basta) vc cria um livro merecedor a best seller :rolleyes: :rolleyes: :rolleyes: .
go go go new cap go go go
ps.: plz plz plz passa na minha história nas férias se vc num tiver mais nada pa fazer (é nas férias que eu to na merda das provas :P )
[*] Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
Ficção
[*] O que vocês acham que vai acontecer?
Que os 12 Guardiões se darão bem no final, como sempre...
[*] O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
Hum, boa, faz com que o leitor venha sempre para ver a continuação...
Dard* :)
Só corrigindo os erros da userbar =X
Código PHP:[url="http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=84592"][IMG]http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=84592[/IMG][/url]
^^Citação:
# O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?
Maravilindo =)
# Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
Ficção.
# O que vocês acham que vai acontecer?
Tenho a minima ideia o.o
# O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
Foda.
- O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?
- Em que aspectos vocês acham que a narrativa evoluiu, e em que aspectos vocês acham que a narrativa involuiu?
- O que vocês acham que deva ser acrescentado à narrativa?
- Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
- Caso vocês tivessem que escrever uma resenha(um resumo do livro, que fica na contra capa geralmente) de "Os Doze Guardiões", como ela ficaria?
- O que vocês acham que vai acontecer?
- O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
:787: Here I go! :dry:
- Interessante, e há pontos muito surpreendentes, como um vilão sendo um guardião
- Evoluiu no todo, no geral. Regrediu nos atos, estão muito fracos!
- Está bem desse jeitinho.
- Eu classificaria como: Action/Adventure/Sci-fi
- Não há como, só ocorre resenha de livro intero!
- Creio que o guardião do ar logo entrará em cena.
- Os mistérios são muito bem pensados, criativos, nunca iria ter imaginado algo assim!
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Atenção!
Na parte três do capítulo um, eu alterei os nomes de alguns guardiões e o poder de um deles, agora ficou assim:
"— Bem, senhor, os guardiões eram doze, e o templo dizia o nome e alcunhas desses guardiões. Eles eram Heenett, o Guardião do Fogo, Augustus Sigma, o Guardião do Ácido, Stryder, o Guardião das Sombras, Onilink, o Guardião do Céu, Dard, o Guardião da Terra, Thresdárius, o Guardião das Tempestades, Shalkan, o Guardião do Gelo, Wind, o Guardião da Luz, Lalkiam, o guardião do Raio, Hurin, o Guardião do Metal, Morozesk, o Guardião da Força, e Akus, o Guardião da Água."
E peço a aqueles que ainda não responderam o quiz do post anterior que respondam, por favor ^^
Mas ai está, com vocês, a parte dois do capítulo cinco!
Na parte anterior...
Minutos antes, no esconderijo de Shalkan, Onilink estava com uma arma apontada para sua cabeça. O soldado atrás da arma disse:
— A espada.
— Vai ter que me matar. – disse Onilink.
— Nesse caso, o matarei. Primeiro você, depois a sua família.
— DEIXE-AS FORA DISSO – berrou Onilink, com toda a força que seus pulmões poderiam suportar.
— Então encostei na ferida. – Disse o soldado. – Elas já estão lá na base principal, saiba disso, e se você não colaborar pode dizer adeus a elas.
Onilink golpeou o soldado com a sua espada, arremessando-o do outro lado da sala com um grande corte no peito. Os outros dois soldados, alarmados, tentaram atirar, mas Onilink foi mais rápido e voou e direção à parede, arrebentando-a e indo céu adentro, com um filete de sangue escorrendo de seu peito.
Capítulo 5(parte 2) - Prioridades
Não muito longe dali, no jardim do santuário, surgia naquele momento uma nova silhueta. Se alguém estivesse observando aquele jardim naquela hora, ele iria ver partes do corpo de alguém se materializando aos poucos, como se ele estivesse invisível e fossem jogando tinta dourada aos poucos. A pessoa estava quase completamente coberta por um sobretudo dourado, mas que estranhamente não brilhava ou refletia a luz, a luz parecia vir do próprio sobretudo. As mãos da pessoa, única parte do corpo que estava à mostra, pareciam muito enrugadas e velhas.
Um soldado que naquele momento patrulhava o santuário viu a nova silhueta no exato momento em que ela terminava de se materializar. Rápido como um raio, o soldado recuou e se pôs sob a cobertura da parede do santuário. Após algum tempo, ele usou um espelho para observar a silhueta de detrás da parede. A silhueta estava imóvel. A luz do sol, porém, foi refletida através do espelho e ofuscou o soldado por um instante. O soldado piscou e voltou a olhar para o espelho, e quase caiu pra trás. Como num passe de mágica, a silhueta tinha sumido. “Só pode ser um guardião”. Pensou ele. “Somente um guardião não seria detectado pelas câmeras, mas pra onde ele foi? Só falta estar atrás de mim...” e naquele exato momento o soldado sentiu uma palma de mão enrugada tocar as suas costas. “Não é possível...” Pensou o soldado, começando a se virar. Antes disso, porém, ele voou em uma velocidade inacreditável e se chocou contra o muro. Não foi uma visão agradável para o guardião. Este voltou lentamente ao lugar onde originalmente estava, e começou a caminhar em direção do portal do santuário, cuja porta havia sido destruída. Enquanto andava era possível se ver seus pés, tão enrugados quanto as mãos, que usavam sandálias douradas bem simples.
Vagarosamente ele adentrou o santuário, e parou de andar ao ficar a um metro do pilar central. Durante bons minutos ele ficou naquela posição, imóvel, até que ele começou a se dirigir para uma porta na extrema esquerda. Ele parou em frente a ela e levou a mão ao peito, dentro do sobretudo, retirando de lá um cristal completamente transparente que estava preso a um cordão que circundava seu pescoço. Ele retirou o cordão de seu pescoço cuidadosamente e acomodou-o junto com o cristal em um orifício no centro da porta. O encaixe foi perfeito. Poucos segundos depois ele retirou o medalhão e recolocou-o em seu pescoço, escondido sob o manto, e a porta se abriu. Ele andou em direção ao centro do salão e lá se ajoelhou, virado para a porta, que se fechava. Lá fora, começava a chover.
Passou-se cerca de uma hora antes que algo de anormal acontecesse. A tempestade rugia forte do lado de fora do salão, ventava muito, chovia e trovejava. Um raio se chocou contra o portal do salão, e foi naquele momento que uma nova figura apareceu. Era um homem muito velho, de quase noventa anos, mas que aparentava não ter mais de sessenta, e sua pele era muito menos enrugada do que normalmente em um velho daquela idade. Longos bigode e barba no estilo orientais, muito brancos, delineavam suas finais feições também orientais. Ele parecia ser bem magro, e vestia um robe vermelho adornado com linhas brancas na gola e nas mangas.
A silhueta adentrou o santuário, afastando-se da chuva, e parou em frente o pilar central, e durante um longo tempo ele analisou cada uma das doze figuras lá pintadas. Após aquilo, ele começou a caminhar para a porta central do salão, mas foi interrompido pela abertura da porta por onde o outro guardião havia entrado. Ele virou-se com a mesma expressão serena para o velho com o sobretudo dourado, que estava parado em frente a porta aberta, e disse:
— Tempos difíceis, velho amigo.
— Muito, muito difíceis – disse o outro, sem se mexer.
— Acho que você deveria disfarçar-se, para não chamar a atenção.
— Sempre sábio, Thresdárius, sempre sábio. – Disse o outro, enquanto fazia um gesto com a mão. O sobretudo completamente dourado do velho foi substituído por uma túnica simples branca, e suas sandálias também mudaram de coloração. O cristal em seu pescoço diminuiu ao tamanho de uma pequena bijuteria, e uma bengala apareceu em uma de suas mãos. – Você vai ter que me ajudar – continuou ele – Sabe das minhas necessidades.
— Sei, Wind, você não terá problemas comigo por perto.
— Sempre o mesmo – sorriu o outro. – Sempre o mesmo, meu velho amigo.
E então os dois se abraçaram afetuosamente, matando uma saudade de longa data. Durante vários segundos continuaram daquela maneira, até que por fim ambos estavam caminhando lentamente pelo salão, decidindo o que iriam fazer:
— Você faz alguma idéia do que está acontecendo? – perguntou Wind.
— Não, não soube de nada até chegar aqui. A única coisa de anormal que eu notei é que tentaram por diversas vezes me rastrear através do uso de pequenos aparatos eletrônicos. Eu acabava com eles em tempo, mas eles sempre persistiam e enviavam novos aparatos.
— Eu confrontei muitos grupos de soldados no caminho pra cá – falou Wind, pensativo. – Eu precisei evitá-los durante todo o percurso, e por isso demorei pra chegar.
— Digo o mesmo – falou Thresdárius calmamente – e as coisas são ainda mais complicadas para mim, que não posso usar o meu poder sempre.
— Sim, concordo que seria muito suspeito... Mas de qualquer modo, precisamos definir o que fazer. Parece que já invadiram o santuário, e que tanto Heenett como Sigma tiveram que abandonar os salões. Os guardiões devem se reunir aqui, o que me leva a crer que os outros estão chegando, ou não estão muito longe.
— O óbvio que nós devemos fazer é esperar aqui – disse Thresdárius, continuando o raciocínio. – Uma vez que a floresta não é segura, podemos nos lacrar em nossos salões e esperar que os outros cheguem, para então decidirmos.
— Correto, então será isso. – Concluiu Wind. – Mas eu preciso lhe contar uma coisa, ouça atentamente – disse ele, abaixando a voz – é sobre Stryder...
E enquanto os dois Guardiões conversavam, Sigma acordava em seu novo cativeiro...
— Ahá! – Disse uma voz nada disfarçada no ouvido de Sigma. – Então, nos encontramos de novo.
Sigma permaneceu em silêncio, e de olhos fechados. Ele tentou sentir o ambiente a sua volta, onde ele estava? Ele... ele havia sido tranqüilizado por um soldado enquanto buscava suprimentos... “Droga!” Ele pensou. Não, ele não podia se enfurecer, isso o havia ajudado naquela vez mas não o ajudaria agora... Ele precisava se concentrar...
— Parece que, novamente, o Guardião do Ácido sucumbiu perante a tecnologia!
“Vou te mostrar quem sucumbiu...” Pensou Sigma. “Não, não posso pensar assim, é isso que ele quer, devo continuar como estou...”. O que ele sentia? Ele podia sentir que estava livre para fazer movimentos... E estava deitado. Lentamente ele moveu o braço direito. Havia algo envolvendo seu braço, em uma espécie de traje, e ele estava deitado sobre uma espécie de plataforma, ou um bloco... Ele tentou tocar seu corpo. Não, não conseguiu tocar seu corpo, ele tocou o traje, sim, estava trajando alguma coisa, haviam colocado algum tipo de traje especial nele...
— Não adianta fingir que ainda dorme! – Continuou a voz. – Eu posso ver a partir dos impulsos elétricos de seu cérebro que você encontra-se consciente. E não pense que não estou vendo essa mãozinha se mexer...
Ok, fingir era irrelevante. E Sigma abriu os olhos. Ele estava, em primeiro lugar, enxergando através de um vidro, ou através de outra superfície transparente. Sem dúvida eles o haviam prendido em algum tipo de traje... E o que mais ele via? Um teto branco, simplesmente branco...
— Vamos lá, sente-se, quero que conheça seu novo quarto!
Obedientemente, Sigma sentou-se na plataforma, ou melhor, cama. Ele estava em uma cela, agora aquilo havia ficado claro. Era tudo cem porcento branco, desde o traje que usava até as paredes à sua volta. A sua direita ele podia ver uma superfície transparente, uma das paredes era feita do material, e a vista dava para um corredor branco.
— Ótimo, ótimo! – Continuou a voz, com uma simpatia fingida. – Agora observe seus novos trajes.
Sigma desceu os olhos para si próprio e analisou o traje que vestia. Era completamente branco, feito de um material estranho, e tinha a aparência de um traje anti-radiação.
— Feito com um composto à base de plástico, o traje é altamente resistente e imune a qualquer tipo de corrosão ácida! – Disse a voz, como se o traje fosse um produto de televendas. – Com saída especial para a oxigenação, ele garante ao usuário oxigênio e estabilidade de pressão mesmo no vácuo!
Sigma arregalou os olhos levemente. Vácuo? Ele passou as mãos nas costas e sentiu um tubo que se ligava à parede.
— Sim, Guardião. – Disse a voz, séria, porém excitada. – Você está, nesse exato momento, preso em uma novíssima cela a vácuo, sem nenhuma presença de ar atmosférico ou qualquer outro gás. A única coisa que garante a estabilidade de temperatura, pressão, e o fornecimento constante de oxigênio é o tubo ligado à parede. E nem pense em tentar retirá-lo, pois caso o faça um mecanismo automático irá sugá-lo parede adentro e você vai ficar preso sem nenhum fornecimento de oxigênio e pior, haverá um orifício em sua roupa e ela será despressurizada, o que obviamente lhe causará morte imediata, ou os Guardiões também são imunes ao vácuo?
“Não, não somos imunes a vácuo”. Pensou Sigma, sem alterar sua expressão facial.
— Mas fique tranqüilo amigo, o tubo é extenso o suficiente para você andar pela cela, mas não o mataremos, ainda precisamos de você. Mas logo, isso acabará, portanto trate de aproveitar seus últimos dias sem fazer nenhuma confusão. Ah, e nem tente corroer sua roupa ou a cela, é tudo feito de um composto à base de um plástico altamente resistente. Agora, preciso ir, Guardião. Obrigado, e tenha um bom dia. – Concluiu a voz, como se fosse uma atendente de telemarketing.
“Maldito cientista!” Pensou Sigma, ainda sem alterar sua expressão facial. A prova de fugas, era o que aquela cela era.
— E então? – Perguntou um homem a Gustaf, logo após este desligar o microfone.
— Tudo, – disse ele, sorrindo – exatamente conforme o planejado. – Completou, sorrindo como um tubarão na praia.
:787: Here I go! :dry:
Hm... O guardião vê os impulsos elétricos ou os militares usam máquinas para ve-los. Hahaha, duvidas.
Muito bem, continue assim, me deixou preso em mais um mistério. E já chega de tanto né?
Excelente, mas vá com calma.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
o unico erro que eu achei :riso: , repetiu "tocar seu corpo" sem precisar, mas em compensação a história ta ótima, plz new cap.Citação:
Postado originalmente por Heenett
go go go new cap go go go
Os militares que usam máquinas ^^Citação:
Postado originalmente por Curiox Morozesk
Mas, vou ficar mal falado =,(
Btw, ótimo episódio ^^
- O que vocês estão achando da história "Os Doze Guardiões" como um todo?
R.: Está sendo uma ótima experiência ler "Os Doze Guardiões", explora campos muito interessantes a juventude, mas sem ficar bobo, acho que qualquer um que goste de ação e ficção, se interessa por "Os Doze Guardiões".
Na minha humilde opinião, acho que esta história é um marco na maneira de escrever da nossa geração, sério e dinâmico como "O Senhor dos Anéis", direto como "Harry Potter".
- Em que aspectos vocês acham que a narrativa evoluiu, e em que aspectos vocês acham que a narrativa involuiu?
R.: A narrativa tem evoluido muito positivamente em relação as personagens, quem agora não só tem personalidade, mas também emoções nítidas, e involui...? Talvez nos detalhes, mas desnecessários, é a tênue diferença entre Senhor dos Anéis (Que chega a ser cansativo e enjoativo), e o Harry Potter (Que torna a leitura fácil e interessante porém deixa um conteúdo relativamente pobre para um filme ou encenação)...
- O que vocês acham que deva ser acrescentado à narrativa?
R.:Sinceramente? Personagens femininos, e suas emoções, agora só entrou a família do Onilink se não me falha a memória, mesmo assim essas personagens do sexo feminino não tem maiores participações, mas acho que é pra isso que a história se encaminha...
- Se fossem classificar "Os Doze Guardiões" por gênero, qual seria(m) ele(s)?
R.:Ação, Aventura, e Ficção.
R.: Frente da Capa: Ilustração do Santuário (intacto), verso: Cenário da guerra, ou os 3 cogumelos atômicos.
- Caso vocês tivessem que escrever uma resenha(um resumo do livro, que fica na contra capa geralmente) de "Os Doze Guardiões", como ela ficaria?
Resenha:Os Doze Guardiões, conta a história de uma organização militar tentando derrubar um grupo milenar de guardiões da terra, uma aventura épica, com um nível de ação extasiante ao leitor.
- O que vocês acham que vai acontecer?
R.: Sem idéia....
- O que vocês tem a dizer em relação aos mistérios, como a misteriosa organização de Meta Humanos, entre outros...?
R.: Muito interessante, mas é importante é que até o final, TODOS os mistérios sejam resolvidos, sem deixar nada inutilmente no ar, observe que histórias mal resolvidas terminam com comentários do tipo: "É Ruim porque o final foi ruim"...
Mas minha mensagem é a seguinte: Não tome a opinião dos outros.
A história chegou aonde chegou apartir de exclusivamente suas idéias, claro que é correto estar aberto a opiniões, se algum ponto for muito crítico nós vamos denuncia-lo , mas acho que perguntar nos leva a respostas que podem te influenciar negativamente por exemplo, eu disse que a história necessitava de mulheres, ai vem mais alguns e pedem o mesmo, nisso você coloca com medo de deixar a história enjoativa, mas suponhamos que você seja péssimo para trabalhar com personagens femininas, ai você as coloca por nosso influênca, e acaba desorientando todo o sentido do texto, e o estragando...
Confie em si para escrever, Heenett.