Capitulo três – Frente a frente com um minotauro (o sonho)
Fiz esse capitulo bem rapidinho porque estou ocupado esses dias. Deve ta cheio de erros, vcs falem onde eles estão que dps eu corrijo. :assovia:
Capitulo três – Frente a frente com um minotauro (o sonho)
Norton correu para saber o que estava a acontecer ou já acontecendo. Ele chegou perto do garoto que gritava e perguntou o que estava acontecendo.
[Norton] — O que esta acontecendo? — Falou assustado.
[Menino] — Minotauros estão vindo para Rookgaard, eles querem se vingar de seus parentes mortos por caçadores. — Disse o menino chorando.
Bartney ainda estava no templo, depois de dois minutos ele resolveu sair e ver o que estava acontecendo. Ele ouviu alguns gritos de Norton.
[Norton] — Preparem as catapultas, eles são muitos. Guerreiros de Rookgaard preparem-se para a batalha!
Alguns vendedores que viram a gravidade da situação deram alguns equipamentos de graça para alguns guerreiros que não tinham nada poderem lutar. Bartney ganhou uma armadura de couro e um elmo de ferro e algumas lanças para poder atacar.
Então no meio daquele rolo todo que estava acontecendo, alguém gritou:
“Eles quebraram a barreira! Não conseguiremos segurar mais, a batalha começa agora!”
Vários guerreiros estavam nas catapultas acima das casas e alguns estavam nas ruas da vila, ambos prontos para o quer viesse.
Norton viu Bartney na rua e o gritou para sair de lá e subir até as catapultas, onde ele podia atacar com suas lanças sem ser ferido, mas infelizmente Bartney não ouviu Norton gritar e Norton não podiam descer porque tinha muita gente subindo, se ele descer ia perder seu lugar para ataque em cima das casas.
Então o primeiro minotauro que vinha atacar Rookgaard foi morto facilmente, aquele minotauro devia ser apenas uma isca para saber como estava à força do exercito de Rookgaard.
Outros minotauros começaram a aparecer nos campos para invadir a cidade, alguns eram atingidos por cima e outros penetravam, mas eram mortos pelos guerreiros que estavam na cidade.
Bartney sem entender muita coisa foi saindo da vila e indo em direção as criaturas, até que perto de uma casa abandonada ele viu um minotauro saindo de uma escada que vinha do subsolo. O minotauro o avistou e foi atacá-lo. Bartney viu que o minotauro vinha em sua direção e jogou uma lança em direção ao minotauro, a lança acertou o peito do minotauro, que com suas próprias mão retirou a lança de seu peito e voltou a correr atrás de Bartney.
[Bartney] — Socorro, mamãe. :lachrymose:
O minotauro começou a correr mais rápido e Bartney também acelerou seu passo. Mesmo assim o minotauro se aproximava cada vez mais e Bartney pensou em um jeito de matar a criatura. Ele deixou a criatura se aproximar dele e começou a correr dela de novo, mais dessa vez a criatura só estava a um metro de distancia dele.
Então Bartney pegou outra lança e do nada parou de correr e virou seu corpo a trezentos e sessenta graus, com a lança em sua frente, então o minotauro que corria muito mais que Bartney não conseguiu “frear” e como Bartney estava com a lança em sua frente e o minotauro estava muito rápido... A lança fincou no minotauro, perfurando ele de um lado para o outro, ele caiu no chão ensangüentado, sem aguentar levantar e morreu. Bartney viu que ele tinha uma armadura de ferro e pegou ela para ele, mas ela tinha um defeito, com a força da lança ela foi perfurada junto ao corpo do minotauro.
Enquanto isso tudo acontecia Bartney ouviu alguns gritos do Além...
“Acorda, já foi tudo resolvido. ACORDAAA”
Bartney abriu os olhos e viu Norton. Ele não entendeu o que aconteceu, pois ele havia matado o minotauro e do nada ele acordou no templo.
[Bartney] — Eu matei um minotauro e agora estou aqui caído.
[Norton] — Cara, tudo foi assim: Um garoto avisou que tinha alguns minotauros invadindo a cidade, ai eu fui lá ver e tempo depois eu e uns três garotos controlamos a invasão. Ai quando eu voltei você estava aqui dormindo e falando sozinho. Então o monge falou que quando eu corri para ver o que o garoto estava gritando lá, você foi levantar e bateu a cabeça na barra de ferro e desmaiou.
[Bartney] — Mas eu matei um minotauro eu juro, ele até me deu uma armadura de ferro.
[Norton] — Cara, você estava sonhando. Você deve estar confundindo com a armadura minha, a que esta furada e pendurada ali em cima no templo.
[Bartney] — Mas mano, eu tenho armadura, será que eu sonhei mesmo?
[Norton] — :kiddingme:
[Monge] — Bartney acho melhor você descansar por um tempo.
[Bartney] — Não, eu quero matar criaturas, principalmente os famosos Triolles.
[Norton/ Monge] — :seriously:
[Monge] — Olha, você não conhece o poder de um Troll não né?
[Bartney] — Olha, não conheço, mas conheço varias pessoas que matam muitos trolls todos os dias!
[Norton] — Bartney vá caçar ratos e melhorar sua mira que eu te levo nos Trolls, nos Orcs e nos Minotaurs, agora vá aos ratos treinar antes que eu desista de te levar para lugares de caça melhores.
[Bartney] — Ta bom, mas eu quero que você me leve amanhã bem cedinho para que eu fique o dia inteiro matando essas criaturas. Eu quero ser o, mas forte de Rookgaard.
Norton falou uma coisa bem baixinho perto do Monge.
[Norton] — Vai ser mas fácil contar quantas vezes ele vai morrer do que contar quantas criaturas ele vai matar.
Então o Monge deu um sorriso bem discreto e disse:
[Monge] — Arranje alguns equipamentos para ir nos trolls e não morrer tantas vezes!
[Norton] — Ta bom! :actually:
Capitulo quatro – A conversa com Tom
Bom eu já tinha começado o cap quatro a mt tempo, só não tinha terminado. Então vou posta-lo aqui. (Eu terminei ele kk)
Bom, desculpe se vocês esperavam graça, mais esse capitulo se trata da vida do Norton e do Tom! Bartney então não aparece nele para fazer noobadas.
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Capitulo quatro – A conversa com Tom
No dia seguinte, às oito e meia da manhã Bartney acordou com um barulho!
[Norton] — Vamos logo, temos que ir antes que cheguem mais pessoas lá!
[Bartney] — E como você sabe que já tem gente lá? — Disse Bartney com uma voz fosca.
[Norton] — Eu já fui lá duas vezes! :kiddingme:
[Bartney] — Ta bom, nós já vamos... Pode ir lá para fora para eu me trocar.
Então Norton se retirou do templo e sentou-se perto a loja do Tom, e então eles começaram a conversar!
[Tom] — Meu jovem, algo te preocupa, acho que algo lhe incomoda.
[Norton] — Sim, é um pouco da mistura de tudo; Estou aqui há muito tempo e não fui chamado para Mainland ainda, todos os meus amigos já foram.
[Tom] — Mais você é um bom lutador, suas armas são fortes e você parece um bom jovem, forte e confiante!
[Norton] — Tem jovens que chegaram aqui e não sabiam nada, eu os ajudei e eles aprenderam, hoje estão em Main, agora estou esperando um outro jovem que provavelmente ira a Main primeiro do que eu, de novo...
[Tom] — Talvez o seu destino seja o mesmo que o meu, ficar em Rookgaard, eu estou aqui a mais de trinta anos e o oráculo nunca me chamou, eu sou reconhecido aqui como um grande lutador, mesmo assim nunca fui chamado para Main. Depois de cinco anos aqui eu percebi que eu nunca iria para Main; O meu destino é aqui!
[Norton] — É, mas você tem uma loja e uma moradia, todo dia eu durmo no duro chão do templo, me esquentando apenas com um casaco de pele de lobo.
[Tom] — Só consegui essa loja depois de quinze anos aqui, e mesmo assim meus lucros são muito poucos, eu compro animais para tirar deles a pele e os ossos e revender para o capitão que trás os novatos para cá. Meu lucro por mês não passa de uma moeda de prata, pois os jovens não pegam os animais para me vender.
[Norton] — Eu simplesmente não acho justo o que o oráculo esta fazendo comigo, se eu soubesse que fosse assim eu ia trabalhar em Main e treinar na academia do Rei para não ter que vim até aqui, só que em vez de aceitar um cargo honorário de Carteiro eu resolvi vir para cá.
[Tom] — Amigo, os guerreiros que começam a treinar lá nunca são bem sucedidos, uma vez que morrerem e as criaturas devorarem seu corpo eles nunca mais voltaram à vida, é muito azar isso. Só que os guerreiros que passam por Rookgaard ganham uma proteção do Oráculo, sempre que morrerem voltaram a viver.
[Norton] — Acho que você não entende, eu vim para cá com intuito de treinar por no Maximo uma semana e voltar para Main, mais o oráculo nunca me chamou! Eu já venci vários duelos com criaturas daqui da ilha, minotauros, orcs e trolls; Você acha que um dia eu voltarei para Mainland?
[Tom] — Vou te contar uma coisa que eu não devia, mas se você realmente se sente desse jeito... Foi há muito tempo atrás, eu estava caçando com meu amigo, a gente sempre caçava junto e um dia o Oráculo chamou ele e não me chamou. Eu entrei em depressão por semanas até o oráculo me falar uma coisa, ele disse assim: “Rookgaard precisa de pessoas experientes, você é uma delas, por aqui passam poucos guerreiros com tal força como a sua! Você devera ficar, mas se quiseres ir eu deixo. Agora você terá escolher!”
[Norton] — Aposto que você quis ir naquela hora, mais aconteceu um incidente, certo?
[Tom] — Errado! Eu fiquei pensando durante uns dois meses no que ele me falou e decidi ficar, Main já tem vários protetores e Rookgaard tem pouquíssimos, então pensando nisso eu resolvi ficar aqui para todo o sempre!
[Norton] — Então acha que eu nunca irei para Main?
[Tom] — Isso só o tempo e o Oráculo dirá, agora você deve se concentrar em ajudar e lutar, proteger nossa vila, quem sabe o oráculo te chama para ir a Main.
Norton então caminhou de volta para o templo muito pensativo!