Gostei do capítulo, não foi maçante em nenhum momento. Teremos mais uma aventura em Rook por aqui, espero ler algo que me surpreenda. Estarei esperando o próximo cap.
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Gostei do capítulo, não foi maçante em nenhum momento. Teremos mais uma aventura em Rook por aqui, espero ler algo que me surpreenda. Estarei esperando o próximo cap.
Zerbrus, barba mal-feita, humor grotesco, casado... aquela garota linda...
Hey! está é minha história :D:D:D:D:D:D:D
Cara, está muito bom o seu capítulo... melhorou bastante desde o primeiro... evoluiu muito, tá sem os erros de gramatica que vimos...fiquei com duvidas a respeito desse roubo e sobre a garota... me cativou bastante...
Sério... seu jeito de escrever é muito bom, suas palavras são escolhidas com extrema precisão e inteligencia, continue assim que conseguira o pódio novamente! Abraços
Realmente é uma pena, mas bem que essa ta num ótimo nível, poxa gostei desse capítulo, nossa ta prendendo o leitor a história, ela vai fazer sucesso de certeza.
Post de respostas
Obrigado pelo comentário e pelos elogios. Espero que a história realmente esteja suprindo suas expectativas.
Sobre o capítulo estar meio monótono, bem, realmente, estes capítulos são essenciais para a história, mas vou tentar deixá-los o mais chamativo e interativo e o menos chato e monótono possível.
Obrigado mais uma vez, e espero que goste do capítulo 3.
Hehe, obrigado pelo elogio. Vou fazer algo bem legal para o leitor ler, assim espero, é claro.
Bem, sobre o próximno cap., ai está ele, logo abaixo dessa mensagem.
Sobre a primeira parte, não sei se quis insinuar que eu estou copiando algo de sua história, mas se pensou isso, vou te dizer que é impossível por 3 motivos:
1º Zerbrus é um NPC do Tibia, logo, ele é essencial para o enredo da parte que envolva Rookgaard.
2º Já comcei a planejar meus capítulos muito antes de se quer ler o 1º capítulo de sua história (que aliás, tenho que ler os outros 3, me lembre disso), logo, seria impossível copiar algo que não li/vi.
3º Não preciso copiar nada de ninguém, posso criar meu próprio enredo.
Mas por fim, obrigado por comentar e elogiar. Espero que goste do 3º capítulo.
Haha, obrigado pelo comentário Izan. Espero que a história continue evoluindo. Lembre-se que isso não depende somente de mim, mas sim dos leitores e comentários, que é o que move a história.
Abraço
Capítulo 3 - Uma nova força à jornada.
Olá pessoal,como sempre, não tenho muito o que dizer aqui, tudo está dito no post de respostas, logo acima desse.
Só tenho a agradecer por estarem lendo minha história, e pedir que comentem, em consideração pelo meu esforço em tentar trazer algo bom para todos vocês.
Por fim, o capítulo 3, que demorou um pouquinho a mais que o esperado (espero que não se importem). Aproveitem
Citação:
Capítulo 3 - Uma nova força à jornada.
Assim que Kruggel viu aquela linda garota, ficou sem reação alguma. Não sabia se entregava a bolsa para ela, se a cumprimentava ou se perguntava se ela estava bem.
Depois de uma breve observação por parte do garoto, concluiu que entregar a bolsa para a menina era a melhor opção. Estendeu as duas mãos na direção da garota e entregou a bolsa.
— Obrigada ! — A garota agradeceu timidamente.
— Não foi nada. Quero dizer, foi, mas não foi nada demais, digo, hum..., sem problemas. — Kruggel gaguejou e se condenou por sua estupidez.
A garota retribuiu com uma risadinha discreta.
— Posso saber o nome do rapaz que salvou minha bolsa ? — Indagou a moça abrindo um lindo sorriso em seu rosto e fazendo aparecer atiladas covinhas em suas bochechas rosadas.
— Claro que pode ! — Dito isso, Kruggel ficou estagnado.
— Então diga !
— Eer, claro, dizer, sim, meu nome é Kruggel. — Kruggel titubeou essas palavras e continuou condenando-se mentalmente.
— Que lindo nome ! Prazer senhor Kruggel, meu nome é Kamilla.
— Kamilla ? Lindo nome, também.
— Muito obrigado por salvar minha bolsa daquele malfeitor. Posso retribuí-lo de alguma forma ? — Kamilla agradeceu Kruggel.
— Bem, na verdade, por enquanto estou bem. — Obviamente, Kruggel não estava bem. Não sabia como ia conseguir dinheiro nem comida no dia seguinte, mas ficou com vergonha de pedir algo para a garota que havia acabado de conhecer.
— Verdade ? Pelo que vejo, você só está com duas maçãs na mão, sem nenhuma mochila..., tem certeza que não precisa de nada ? — Kamilla arrematou com a tentativa de Kruggel esconder sua necessidade.
— Bem, na verdade, acabei de chegar na ilha, e não tenho nada mesmo. Mas não se preocupe, eu me viro. —Kruggel tentou se livrar de favores, mas em algum lugar em seu subconsciente, ele queria que Kamilla porfiasse.
— Ah, não seja bobinho. Você salvou todas minhas economias, claro que eu tenho que me preocupar com você. Venha, me siga, vamos para um pequeno barzinho que avistei quando estava vindo para o centro.
— Bem, já que persiste. — Dito isso, Kruggel se deu por vencido e seguiu Kamilla.
— Hum, se não se importa, você já havia visto aquele sujeito que te roubou a bolsa ? — Kruggel questionou incerto.
— Na verdade, acho que já tinha visto ele uma vez andando por ai, mas não tenho certeza. — Kamilla hesitou antes de responder, o que fez Kruggel ficar intrigado. Mas, por fim, resolveu deixar isso pra lá.
Os dois andaram por mais alguns metros até que finalmente, Kruggel avistou uma placa de madeira com uma grande caneca de cerveja talhada em si.
— Chegamos ! — Kamilla se virou para Kruggel, que nesse momento estava observando atentamente o que havia ao redor da taverna. Grandes pinheiro dificultavam a averiguação de Kruggel, que consegiu ver apenas a grande torre do prédio principal aonde, de acordo com Zerbrus, ficava a sede da Academia.
Quando ouviu a voz suave e convidativa da garota, Kruggel se virou em sua direção num impulso de adrenalina e sorriu timidamente.
— Bonito o lugar. — O garoto disse confuso.
— Mas ainda nem entramos — Kamilla deu uma risadinha delicada, que fez Kruggel ficar envergonhado por seu descuido.
— Bem, eu quis dizer a..., hum..., quis dizer sobre aqui fora. Aqui fora é muito bonito, cheio de pinheiros e flores.
— Huum, pinheiros e flores ? — A garota franziu o cenho.
— Sim ! Isso mesmo, pinheiros e flores. Você não acha eles bonitos ? — Ingenuamente, Kruggel continuou olhando a sua volta, como se quisesse apresentar os pinheiros e as flores à Kamilla.
— Eer, claro que acho. Mas é melhor irmos entrando, você não acha ? — Kamilla se virou na direção da porta que levava para o interior do botequim.
— Sim, sem problemas, vamos andando.
Entrando no bar, Kruggel constatou que estava mais para um restaurante. Não havia nenhum bebum no balcão com uma caneca de cerveja na mão e muito menos era um lugar sem classe. Do contrário, a baiuca estava muito bem limpa e decorada. Vários candelabros davam um ar aconchegante. Lá era um tanto escuro, mesmo com velas iluminando, logo era um lugar perfeito para relaxar e ter um conversa tranquila, sem barulhos e gritos de eventuais bêbados que perdem o controle de si mesmos.
Kamilla foi se sentando e Kruggel, logo atrás dela, sentou-se na cadeira do outro lado da mesa redonda.
— Mas então senhor Kruggel, o que veio fazer em Rookgaard ? — Kamilla esticou o pescoço, curiosa para saber a resposta.
— Bem, como posso te explicar, eer, eu não sei. — Kruggel disse sem jeito.
— Ah, pare de bobagens, claro que sabe explicar, é só me falar.
— Não, não. Não é isso que eu não sei. O que eu quis dizer é que eu não sei o que vim fazer em Rookgaard. — Kruggel falou inseguro de qual seria a reação de Kamilla.
— Desculpe, mas não estou entendendo. — Kamilla estava com os olhos semicerrados olhando para os olhos castanho-escuro de Kruggel.
— Bem, vou te explicar o que aconteceu comigo. Hoje, pela manhã, acordei na base de uma montanha, a sudoeste daqui. Não me lembrava, ou melhor, não me lembro de nada que aconteceu antes. Não me recordo qual minha idade, como vim parar em Rookgaard, quem são meus pais, meus amigos, minha família..., enfim, não lembro de nada. — Kruggel explicou gesticulando com as mãos. Pensou por um segundo, e resolveu não falar para ela sobre a única coisa que se lembrava, que era o estranho acontecimento no esgoto.
— Nossa ! Não estou acreditando ! Nunca ouvi nada parecido. Esquecer completamente de tudo..., não sei nem o que te dizer. — Kamilla falou olhando maternalmente para Kruggel.
— Não se preocupe com isso, eu me viro. — Kruggel tentou levantar a auto-estima dos dois, que começara a ficar tristemente deprimida. — Mas, e você Kamilla ? De onde veio, por que está aqui ? Conte-me mais sobre si.
— Bem, eu sou de Carlin. Meu pai é um açougueiro e minha mãe trabalha cuidando dos meus outros dois irmãos. — Kamilla deu uma pausa em sua fala. Kruggel não entendeu o porquê, até que por fim, olhou para o lado e viu uma mulher com uma longa saia e uma blusinha de algodão.
— Desejam alguma coisa ? — A mulher indagou para Kruggel e Kamilla, que já abriam a boca para falar o que desejavam.
— Vou querer uma canja de galinha e um pão de arroz. Ah, me traga também um copo de limonada! — Kamilla, lambendo os beiços, fez seu pedido para a moça que estava parada anotando tudo em um livreto.
— E o senhor ? — A garçonete se dirigiu a Kruggel.
— Hum, não sei ao certo se devo...
— Pare já com isso. Claro que deve pedir, eu pago tudo. — Kamilla cortou Kruggel e fez bico.
— Ah, se é assim, vou pedir o mesmo que ela, só que ao invés de pão de arroz, quero pão de trigo.
— Certo, já trarei o pedido de vocês. — Dito isso, a garçonete se virou e foi à cozinha.
— Huum, como eu dizera, meu pai era um caçador de veados que abastecia boa parte dos estoques de carne de Carlin, mas resolveu parar e se tornar um açougueiro. Estava passando pouquíssimo tempo com a família. — Kamilla parou e focou seu olhar na janela do bar que estava fechada. Kruggel também se virou para olhar. Os dois ouviram um grito vindo da parte de fora do bar.
— Nossa, devem ser as ... — Kruggel não terminou a frase e foi interrompido por um forte bater de porta. Olhou para trás novamente e se surpreendeu.
— Como vai, Kamilla ? — O homem que assaltara Kamilla há algumas horas estava na porta do bar, com uma adaga empunhada, olhando fixamente para a garota.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK :D
Calma sr Darksael. tinha sido uma brincadeira, era para levar na esportiva. Eu tenho certeza que o senhor consegue criar enredos sozinho, aliás, consegue criar melhor do que eu... eu só havia comentado sobre Zerbrus aparecer na sua história... ;)
Sobre o 3º capítulo; está sensacional, apesar de não ter gostado de uns acontecimentos(como o ladrão voltar a cena). :hmm:
A escrita novamente se mostra cativante, engraçada e bem detalhada, sem muitos erros ortográficos... :y:
Achei uns erros aqui e acolá, como "caçadorde veados"... Mas se fez por entender, quer dizer, não desmereceu a história... ;)
Bem; vamos ver se esse ladrão voltar a cena será bom para o enredo, talvez eu esteja enganado... Que batalha acontecerá agora? :P
Sobre você ler meus capítulos... well... espero que o faça logo :D:D:D
Aproveita e quando terminar de ler, responda o Feedback, acho que ele pode ajudar bastante na minha história... além de aproximar o leitor :)
Pessoal, até agora apenas 1 comentário... Vamos comentar ai né, assim nem da animo de postar mais capítulos.
Olá, desculpe pela demora dos comentários...
Li o capítulo 2... Poxa, fui dando uma desanimada, aí veio o fato do ladrão... Kruggel o derrubou, encontrou com uma moça muita bonita, tá...
Só eu acho que você "maliciou" estes trechos:
Citação:
— Nossa ! Não estou acreditando ! Nunca ouvi nada parecido. Esquecer completamente de tudo..., não sei nem o que te dizer. — Kamilla falou olhando maternalmente para Kruggel.
http://files-cdn.formspring.me/photo...9759d59b00.pngCitação:
— Bem, eu sou de Carlin. Meu pai é um açougueiro e minha mãe trabalha cuidando dos meus outro dois irmãos. — Kamilla deu uma pausa em sua fala. Kruggel não entendeu o porquê, até que por fim, olhou para o lado e viu uma mulher com uma longa saia e uma blusinha de algodão.
Erros mesmo foi que teve muita repetição dos nomes, mas tirando isso, o restante ficou bom e excelente de se ler.
No aguardo do próximo capítulo.
:megusta: Sim, fiz graça no meu post.
Que "orível", fazendo a mulher pagar conta no primeiro encontro :megusta:
Curti o capítulo. Garoto tímido, conheçe uma garota mais "solta" que convida ele para passear... já vi isso em muitos lugares. Mas estou certo de que você mudará algo nessa trama. Você escreve do jeito que eu gosto, prefiro conhecer os personagens por diálogos do que por maçantes parágrafos explicativos.
Pelo que entendi ali na do "caçador de veados", no universo da sua história, as criaturas serão algo difícil de se lidar (corrija-me se eu estiver errado), só tome cuidado para não exagerar muito, detesto quando vejo na história uma intensa batalha épica e difícil contra um poderoso... troll.
Também acho que para dar um conteúdo a mais nos capítulos, você não deveria parar no antecedente de uma cena na qual ocorrerá uma ação, parar no MEIO da cena, causa muito mais curiosidade no leitor, afinal, saber como começa, a mente trabalha rápido com várias hipóteses e aí o leitor se conforma de não saber disso naquele momento, porém, se você escrever uma cena de ação surpreendente, e parar um pouco antes do fim... aí meu amigo, é partir para o abraço e ter gente cobrando capítulo.
Bom, era isso que eu queria dizer, sua história me cativa bastante, até o próximo capítulo.
Venho aqui informar à todos que não estou postando capítulos ultimamente pois estou tendo que estudar para a prova do concurso para bolsa que estou prestando, que no caso é no dia 19 de Setembro.
Pretendo em breve postar o capítuo 4, coisa de alguns dias no máximo.
Valeu pessoal, espero que entendam :timido: