Estávamos amarrados, com um certo tipo de cipó que possuía uma espécie de “boca” nas duas extremidades, onde ficavam as mãos, uma seiva, de coloração verde tampava a boca de ambos, eu e Melwen... A cela se abriu; umas gosmas, ou algum tipo de ser vivo feito desse tipo de matéria apareceu, levantamos e seguimo-las, nos separamos, numa bifurcação que houve numa “sala” mais parecida com uma entrada de caverna...
Na sala da suposta “execução”, fui amarrado com mais vinhas, elas estavam apertando cada vez mais... “Tenho que dar um jeito de sair daqui!” Pensei, me lembrei de algo “São plantas, certo? Então, fogo e gelo são armas contra!”, emiti uma aura gélida, mais ou menos a menos quinze graus Celsius, o ‘cipó’ e a seiva se congelaram, usei um pouco de força para quebrar a corda e um soco na boca forte para quebrar a seiva, voltei e segui pelo outro caminho da bifurcação. Lá estava Melwen, ajoelhada, olhando para cima, não necessariamente para o teto. Havia até guardas lá, retirei a maça e os eliminei facilmente, Melwen estava para ser absorvida por algo. Mais uma vez, o símbolo, e uma tempestade de estalagmites de gelo surgiram e o destruíram. Congelei as plantas e as quebrei, fiz o mesmo com a seiva da boca de minha amiga, um soco realmente forte acertou a boca, reclamou bastante, quase gritando.
Tínhamos de dar um jeito de sair de lá!
