eu so li o começo mas achei bacana pacas
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eu so li o começo mas achei bacana pacas
Ta ficando muito bom,to esperando os próximos cápitulos.
opa... descobri essa sessão dos rps agora e dei 1 lida na sua história... gostei mto :D
Bem, obrigado a todos que postaram, comentando, elogiando e/ou criticando. Quanto mais críticas, mais fácilmente a história melhorará.
Mage Talariko, Muriloko, Lord raziel e Yuri de elysia, muito obrigado, mas vocês esqueceram de dizer se queriam o terceiro capítulo, assim como Darkness Sorcerer.
Contudo, como minha cara colega Chazys (se me permitir o colega) disse que queria ver o referido capítulo, aqui está ele:
AVISO:O capítulo é descritivo, então, por favor, não postem dizendo: "EU QUERO MAIS EMOÇÃO, PORRA!" ou coisas do tipo. Para quem estiver indeciso, o capítulo descreve a ilha de Rookgaard vista no MEU modo. É meio enfadonho, mas auxilia muito na hora de entender depois o cenário. Enfim, a escolha é sua.
Cap - 3 A Ilha
Rookgaard é a ilha dos iniciantes, todos os aventureiros e aspirantes têm que passar por ela. Alguns gostam tanto dela, de seus campos ondulantes relativamente pacíficos, que decidem ali viver para sempre.
Há um rio que divide a ilha em dois, mas ele tem duas fozes, formando um Y invertido. O pedaço de terra entre os dois cursos é muito fértil, erguendo-se lá a segunda maior cidade da ilha: Cherrytown. Essa cidade sobrevive graças a terra propícia à agricultura em que está e ao porto movimentado, maior do que o pequeno cais da cidade principal. Os habitantes de Cherrytown se dedicam a pesca, agricultura e o comércio com as ilhas a oeste de Rook, pouco se importando com o resto da ilha que os cerca. A cidade é protegida por uma paliçada de madeira e tem um pequeno portão que leva as áreas cultivadas. Uma estrada de terra sai da cidade e vai dar em uma pequena ponte de madeira, que leva a parte oeste da ilha.
As duas partes maiores de Rook se conectam graças a uma grande ponte de pedra, formando arcos por cima do caudaloso rio. Na estremidade leste dessa ponte há um pequeno povoado, Rubliem, que fica na estrada principal que liga a cidade de Rookgaard com Cherrytown. Rubliem é pouco habitada, as terras em volta do vilarejo são cultivadas para a subsitência do povoado. Dos raros mercadores que transitam entre a primeira e a segunda cidade mais importantes da ilha, Rublien cobra uma pequena taxa para manter a ponte em perfeito estado.
Ao oeste de Cherrytown, a estrada continua, sendo margeada pelos pântanos ao sul e pela floresta de Sherwood ao norte. Poucos viajantes se aventuram a continuar pela estrada, pois a floresta é enfestada de lobos e os pântanos, de criaturas peçonhentas, como as cobras venenosas. O fim da estrada é desconhecido, quem tentou chegar lá ou pereceu ou as lembranças são terríveis demais para contar para os outros.
Ao norte da ponte, ainda na parte oeste, há vários montes. Porém, no meio deles, ergue-se uma sinistra montanha, sempre enevoada. Todos que passam perto evitam olha para ela, pois daí parece emanar um poder maléfico. O povo de Rubliem chama a montanha de "A Montanha dos Trolls", pois dizem que dentro dela habitam uma enorme população dessas criaturas.
O lado leste é plano, exceto ao norte e ao sul. No norte há uma pequena cadeia de montanhas chamadas de Irvons. Ela vai do rio até a floresta de Wirkwood. Perto do sopé da primeira montanha já existiu uma vila próspera pelo ferro e cobre que extraía das montanhas. Inexplicavelmente a população da vila começou a diminuir. Pouco a pouco, várias pessoas se perderam nos túneis sob as montanhas. Então, subitamente, uma misteriosa e mortal peste se abateu sobre o povo que ainda restava. Os poucos que sobreviveram a peste se mudaram para longe. Os prédios do vilarejo ruíram, e os túneis sobre a montanha ficaram cheios de criaturas nefastas.
Ao sul das montanhas, e a leste de Rubliem, o cemitério real da cidade se assoma, mais de trezentos túmulos nobres descansam sobre a verde relva. Deserto, só é ouvida voz no cemitério nos dias de sepultamento. Entretanto, vários aventureiros que passaram pelos túmulos de noite ouvem gemidos terríveis, gargalhadas sinistras, quando um cheiro nauseabundo empesta o ar.
No extremo leste da ilha, a densa floresta de Wirkwood cobre um enorme terreno. As matas de lá não são exploradas. Ninguém que adentra muito à floresta volta. Dá para ver de fora da mata, vários picos não arborizados, o que indica a presença de muitos montes e, provalvemente, muitas cavernas assustadoras. Wirkwood costeia o oceano desde o norte, perto das Irvons, até os picos das Alsmines ao sul.
Ao sul dá para se ver com clareza a maior cidade da ilha: Rookgaard. Seus grandes muros são de pedra, seis metros de altura por um de largura. A muralha circunda toda a cidade, exceto num ponto ao sul, no qual há uma pequena brecha para permitir a circulação de pessoas e carroças. Há um grande e muito bem fortificado portão ao norte, que só é aberto quando os dois sóis nascem e é fechado quando os dois irmãos se põem no oeste. Só as pessoas com uma autorização podem abrir o portão fora desse horário.
Rookgaard, a cidade, é muito grande. Tem duas ruas pricipais: a que vai do cais ao sul até o portão no norte, passando pela praça, e a outra que vai da praça até a muralha leste. Mesmo assim, todas as ruas são pavimentadas, menos no pequeno bairro perto do portão, onde as ruas são sujas e de terra. Tudo gira em torno da praça principal. O prédio mais importante é o imponente templo de mármore, onde o monge-druida, Cipfried vive, ajudando os necessitados, ensinando os iniciantes e orando a Crunor.
Vale se lembrar da grande biblioteca, onde vive o sábio Seymour, que ajuda os aspirantes com seus conhecimentos e seu dinheiro (pois ele incentiva os heróis com dinheiro e itens). Além disso, ele é responsável pelo treinamento dos jovens guerreiros. A filha de Seymour, Amber, fica embaixo da biblioteca de seu pai, esperando ter idade suficiente para se tornar aventureira.
Por falar em dinheiro, podemos citar os irmãos que movimentam o comércio na cidade, Al Dee e Obi, vendendo e comprando objetos: armas, armaduras, calças, escudos, elmos entre outros equipamentos necessários para se viver no mundo.As esposas deles, Norma e Dixi, também estão no negócio.
Para alimentar tantas pessoas, os dois irmãos gêmeos e donos do moinho, (herdaram do pai) Willie e Billy, trabalham, semeando trigo, fabricando pães, comprando carne dos jovens caçadores, criando ovelhas e vendendo seus produtos para a cidade inteira. São os maiores arrendatários de terras na ilha.
Há, também, o curtidor, Tom, que compra corpos de coelhos ratos e lobos para fazer couro. Em frente do sempre bem humorado Tom há Rost, o ferreiro.
Na praça principal de cidade, onde há um poço e uma vala de esgoto a céu aberto, as pessoas, principalmente os jovens aprendizes, se juntam para conversar, tentar vender mercadorias, ou compra-las, fazer um grupo para caçar e explorar,ignorando o mau cheiro que sempre paira por lá.
Entre as Alsmines, a cidade e o oceano existe um extensa campina fértil que é ultilizada para o cultivo de alimentos e a criação de animais. Os campos são irrigados por inúmeros riachos que nascem nas Alsmines e deságuam no oceano. Quem detem o maior latifúndio nessas terras são os irmãos Willie e Billy.
O povo da cidade de Rookgaard é simples, se concentrando em sobreviver e treinar jovens orfãos para os exércitos do rei de Thaís. São baixos e tem tez amorenada, poucos são mais que simples fazendeiros. Vários já se impacientaram com esse tipo de vida e se juntaram aos aventureiros, tentando explorar melhor a ilha. Normalmente essas pessoas desaparecem misteriosamente.
Rookgaard vive sua vida assim.
E ai? Gostou? ALOOOO! ACORDA!
Comentários são sempre bem vindos!
Descrição é sempre bem vinda, mas a forma que você a colocou pareceu mais um documentário... LOL!
Você podia fazer uma descrição involvente e ainda assim ampliar a trama da história. Se eu fosse você reescreveria, porque está BEM ruim.
Depois de muito tempo sem postar, deixo aqui meu 4° capítulo, a disposição de críticas e sugestões, como sempre.
Obrigado a todos por lerem e comentarem!
Ao administrador da seção: Eu achei que era melhor reviver este tópico do que criar um outro e postar todos os outros capítulos de novo.
Cap_4- O inicio do começoO monge, com seu longo manto marrom se arrastando pelas pedras da rua, conduziu os jovens até uma larga rua que desembocava no cais, parecia ser a rua principal da cidade. Os aspirantes viram ruas de menor porte aos lados, mas o monge não tomou nenhuma delas, simplesmente seguindo pela avenida pavimentada. Derepente, o lado direito da rua desapareceu, estavam numa praça. O lado norte da praça era dominado por uma enorme biblioteca. O lado esquerdo, assim como o direito, estavam lotados de lojas. Feirantes vendiam seus produtos em pequenas barracas, berrando para se fazer ouvir.
Entretanto, no lado sul, uma enorme contrução se avolumava, o templo. Uma pequena escadaria dava para as imensas portas decoradas com arabescos de ouro. Na escadaria, doentes e pedintes mendigavam por dinheiro. Assim que viram Cipfried, eles abriram espaço. O grupo galgou a escadaria e parou na soleira do santuário. O monge abriu as imponentes portas douradas. Uma súbita corrente de ar frio atingiu o grupo.
Baldwin fitava os pisos de mármore e as grandes paredes de pedra abismado, imaginando a fé devotada a Crunor dos homens que construíram penosamente o prédio. Grandes colunas de mármore branco sustentavam o teto abobado. Havia belíssimas figuras pintadas no teto, representando a vida do glorioso deus. Os jovens sentiram o poder silencioso das pedras santas.
- Jovens – a voz grave de Cipfried ecoou pelo templo -vocês foram trazidos para esta ilha, Rookgaard, para serem treinados, espírita e fisicamente e afligir quem aflige a Justiça!
O religioso fez uma pausa no seu discurso, fitando demoradamente cada um deles. Quando os olhos do monge incidiram sobre os seus, Baldwin estremeceu e não conseguiu sustentar o olhar, desviando e olhando para o chão.
- Depois de formados, vos deveis lembrar do ideal, que é, seja com magia, espadas, flechas, machados ou clavas, o verdadeiro servente de Crunor nunca mata outro sem desculpa, nem a esfarrapada desculpa de aumento de bens, terras entre outros, serve de justificativa – o tom da voz de Cipfried amainou-se -Não permitam que essas juras lhes perturbem as vossas almas nesse instante.
- O dormitório comunal, embaixo da biblioteca, servirá para todos. Se eu fosse vocês eu começaria a aventura amanhã, pois a viagem deve ter lhes cansado - dizendo o monge saindo do templo- vocês encontraram mais informações sobre sua estada com o bibliotecario Seymour. Que a benção de Crunor paire sobre vocês!
Assim que os passos Cipfried deixaram de ser ouvidos, uns setes jovens, de trajes finos, e de aparência arrogante, se juntaram e começaram a cochichar perto de uma coluna.
De repente os jovens se juntaram em grupos. Baldwin se viu sozinho e estava se perguntando como iria caçar quando sentiu um leve aperto na sua mão e aspirou um cheiro de flores.
-Luise - adivinhou ele, se virou e viu a garota junto com um jovem enorme, de de tez morena e musculoso.
-Oi -disse o outro com uma voz grave -sou Ethoin Galen, da cidade das areias, Ankaramun, aspirante a cavaleiro.
-Baldwin Elerion -respondeu este com uma mesura -de Rivandal, aspirante a...
-A?- perguntou Luise interessada
-Não decidi ainda - respondeu Baldwin com um sorriso –mas eu acho que vou ser...
-Desculpe – intrometeu-se uma jovem com longos cabelos vermelhos e olhos castanhos amendoados, ela batia no queixo de Ethoin –eu queria saber se podia me juntar a esse grupo!
-Claro!- respondeu Luise, rindo –Luise Valáris, de Thais, aspirante a arqueiro.
-Zurkin Kazad – interrompeu uma voz com um sotaque carregado. Ela pertencia a um jovem pequeno de cabelos louros e olhos pretos. – De Kazzordon, aspirante a cavaleiro.
- Encantada – falou a jovem ruiva com uma mesura – Branca Deona, de Thais, aspirante a feiticeira!
- Kazzordon? – perguntou na sua voz barítona Ethoin – eu pensava que os anões não deixassem nenhum humano morar lá!
- E não deixam! Eu sou anão; Zurkin, filho de Dralin, filho de Gwendin, filho de Frondin, seu servo. Sou um descendente direto de Durin, o ancestral do clã Barba-longa. – explicou cuidadosamente Zurkin batendo os punhos quando mencionou Durin
- Bem, o que vamos fazer agora? – perguntou Luise – Pelo que eu estou achando, é melhor irmos para os alojamentos.
Sairam do templo, junto com outros grupos de jovens. Os sóis já estavam indo embora. Mesmo assim, parecia que o comércio continuaria sobre a luz do crepúsculo. Cruzaram a praça desviando de feirantes e de uma briga que despontara entre um aspirante e um vendedor. Alguns guardas correram para lá, enquanto os jovens chegavam na porta de teixo.
A porta em si era magnífica, grande, bem polida e detalhadamente entalhada. Os desenhos mostravam animáis fantásticos. A maçaneta era de latão, mas a porta não tinha fechadura. Um jovem alto e ruivo abriu a porta cuidadosamente. Um a um eles entraram.
A primeira coisa que Baldwin viu foi um enorme corredor. As paredes de pedra eram iluminadas por tochas e a madeira do chão estava imaculada. Fora raspada muitas vezes e estava encerada. Imediatamente a direita, um arco conduzia a biblioteca. Um vago cheiro de mofo empestava o ar.
De repente, um velho apareceu embaixo do arco. Ele era alto, embora andasse encurvado. Tinha uma ligeira calvíce e possuía belos olhos azuis. Estava observando os jovens, que olhavam com apreensão para o bibliotecario.
- Boa tarde – disse ele suavemente – eu me chamo Seymour.
Como ninguém respondeu, ele continuou:
- Sou o bibliotecario da ilha. Mas também sou guardião dos alojamentos. – informou – Vocês podem se acomodar no andar debaixo, tenho uns cobertores para cada um. Temos sete quartos desocupados, cada um cabe oito pessoas. Não se surpreendam com a falta de comodidade, pois estou aqui para ensinar a vocês como montar um acampamento -
Ao ouvir as últimas palavras do velho, os jovens nobres levantaram o nariz. Quando o, aparentemente, lider deles foi reclamar, Seymou lhe lançou um olhar gélido. O jovem fechou a boca instantaneamente.
- Vocês podem acender uma fogueira no centro do quarto, onde em cima há um tubo por onde sai a fumaça. De manhã, vocês receberão suas ordens e cada grupo terá um mestre. O desjejum será preparado por vocês, assim como toda a comida que vocês consumirem, a salvo em banquetes. Não quero saber de brigas, resolvam elas fora da minha biblioteca.
No discurso inteiro sua voz não se alterou, ele sempre falava aos sussurros, mas como todos se calavam quando ele falava, não fazia muita diferença, todos prestavam atenção nele. Assim que acabou falar, o velho apontou para o fim do corredor e se virou, entrando na biblioteca.
Zurkin prosseguiu no corredor, sendo imitado por todos. Depois de vários metros, o corredor se abria numa sala de mármore. Uma grande escadaria a direita levava ao andar de cima. No lado esquerdo, entretanto, uma pequena escada de pedra conduzia ao andar de baixo.
Seguiram pela escada. Ninguém falava nada, o silêncio era rompido pelo ecooar dos passos nos degraus de pedra. Baldwin chegou no subsolo e viu que a escada dava numa sala iluminada por um braseiro. O ar era esfumaçado e pesado. O cheiro de carne assada e de fogo se chocava com o mofo do andar de cima, criando uma mistura desagradável.
Na ponta da sala, uma pequena porta de maneira dava a um corredor com muitas portas. Assim que os jovens entraram no corredor, uma porta a esquerda abriu e uma garota de quatorze anos entrou no corredor. Ela olhou espantada para o grupo e apontou com um sorriso de compreenção para o meio do corredor. Os aspirantes pararam atrás da porta que a menina apontara.
Ela abriu de sopetão, revelando um homem enorme e de barba para fazer. Ele tinha os cabelos castanhos escuros e os olhos pretos. Seus músculos eram visíveis por entre seu camisote de ferro. Ele portava um enorme machado e nas suas costas pendia um escudo de formato oval e decorado com filamentos de ouro. Tinha quatro braceletes de ouro no braço direito. Tatuagens azuis enfeitavam sua pele. Suas calças eram de couro e na cabeça, nenhum elmo podia ser visto.
Olhando para eles, o gigante grunhiu e ergueu a enorme mão, chamando os jovens com um gesto. Todos entraram apreensivos na sala esfumaçada. Tinha uma fogueira no chão que iluminava o ambiente, ao mesmo tempo que deixava o ar abafado. Espalhados no chão, estavam inúmeros colchões e cobertas. Perto da fogueira havia uma enorme cadeira de madeira. Ao lado dela, uma mesinha e, em cima desta, um saco de couro.
O guerreiro se sentou na cadeira e apontou para o chão, indicando aonde eles iriam sentar. Depois que todos se acomodaram, o gigante começou a falar numa voz profunda, mais grave do que a de Ethoin. Como Seymour, ele concentrava todas as atenções, não sendo preciso repetir algo.
- Meu nome é Gabelbart – informou – sou o guerreiro da ilha. Vocês irão tirar o mestre que terão. Cada mestre tem um número que está na sacola. Alguma dúvida?
- Sim – todos se viraram para Zurkir, que tinha falado – você será também um mestre?
- Não para iniciantes que nem vocês – respondeu lentamente Gabelbart – depois de alguns anos talvez nos encontremos, agora vocês devem eleger um represantante para vir aqui e retirar o papel.
Todos os jovens começaram a sussurar, para ver que iria pegar o papel. Luise pediu para ir e, como ninguém contestou, foi. A maioria dos grupos já tinha arrumado o representante, que fizeram uma fila para pegar o nome do mestre. Luise entrou na fila, atrás do garoto ruivo. Quando chegou sua vez, hesitou um pouco e, sobre o olhar de Gabelbart pegou um papelzinho no saco, voltando enseguida para o grupo.
Abriram lentamente o papel. Numa caligrafia amplamente legível e em tinta preta havia um nome. Ouviu-se cochichos em sua volta, todos estavam comentando quem tinham tirado. O guerreiro franziu o cenho para Luise, pedindo para ela ler em voz alta o nome.
Luise pigarrou e disse numa voz forte e clara:
- Alfredo!
Bom, sei que a intenção não é fazer algo com certo humor porém seria engraçado ,na hora dos ambulantes falar
"Entre gritos de venda,Aparece um mendigo murmurando:
-FREE ITENS PLX"
Pirata'Galen.....
Boa sorte