tah legal a historia!!!
continua!!!
e, como o Dard, eu tb gostei da mulher =D
Versão Imprimível
tah legal a historia!!!
continua!!!
e, como o Dard, eu tb gostei da mulher =D
Capítulo V
Um adeus mais que bem vindo
Onde Drago e os outros se metem numa encrenca e a dor do adeus volta a assombrar
- E você dizia que seria simples né... - Disse Jack, sarcastico como sempre.
O curioso, é que talvez pela primeira vez em sua vida, estava certo. Alia fora quem dara a brilhante idéia de descer até os túneis da Caverna da Aranha Venenosa. Ela sugeria tentarmor atravessar o Inferno de "Minos" e ver o lendário Minotauro Mago. Jack tentou de tudo para não vir... Mas pra ele, Alia tinha um "Q" a mais...
Além disso, ela o convenceu dizendo que seria simples. Aliás, convenceu a todos. Eu, Jack, uns amigos deles, e infelizmente, Ama. Estavamos em uma caverna escura e repugnante. Fedia a urina e tinha um solo acidentado. Era fracamente iluminada por tochas presas às paredes. Havia em seu centro, uma longa mesa de madeira. O certo era dizer que aquilo era uma galeria. Grande por sinal. Havia um buraco depois de um túnel mais à frente. Ou à direita...
Estava tão escuro que nem eu sabia direito... A respiração gélida e assustada de meus amigos era o suficiente para explicar a situação. Aproximadamente uns dez ogros vagavam pela "caverna". Seus urros se deviam ao seu olfato. Sentiam nossa presença.
Estavas ocultos em um dos cantos da caverna. Só esperando uma chance de voltar, se achassemos o caminho. Sabiamos, interiormente, que teriamos de matar os ogros. Mas eramos um número maior. Porém, muitos inexperientes. Vários mal conquistaram a glória de passar da ponte de Dalheim.
Tinhamos na equipe uns doze membros. Metade nem sabia o que fazer direito. Dois eram paladinos, contando com a Ama. Senti algo roçar em minhas vestes e percebi que era Jack se ajeitando. O conheçendo bem, estava morrendo de medo. Tinha uma fobia de cavernas e besouros...
Os passos abafados dos ogros se tornavam cada vez mais próximos. Seus urros podiam assustar qualquer um. As chamas das tochas tremiam e formavam sombras nas paredes. Era uma situação difícil. Muitos morreriam. Eu só pensava em juntar lucro.
- Podiamos atacar pelo norte - Cochichou Átila, um dos amigos de Jack.
- Se soubessemos onde é o norte... - Sussurrou Jack sarcástio.
- Calados - Disse Alia com desdém - Não chamem a atenção deles!
- Eu podia distrai-los - Comentei. Era ágil o suficiente para os enganar e correr na direção oposta à eles.
- Não sei... - Respondeu Alia, preocupada.
- Não vou te deixar ir só - Disse Ama - Eu também vou!
O meu ódio psicótico por Ama crescia silenciosamente. Estavamos andando calmamente pela caverna. Na ponta dos pés. Não queriamos atrair as feras. Não agora. Estavamos muito perto dos outros. Passados pesados minutos, avistamos uma silhueta escura se mecher. Soltou um urro de aviso. Ama se preparou para o sinal. E eu para o ataque.
Foi tudo bem rápido. Ela jogou um elmo de viking longe e este colidiu com a parede, liberando um estrondo alto e metálico. O sinal. Ouviram-se os passos dos outros. Enquanto isso, eu matava silenciosamento o ogro que avistamos com a maça. Infelismente, ele tinha amigos. Vários, por sinal. Nos atacaram impetuosamente e nós corremos muito. Achamos a saída daquele lugar, e escapamos.
- Da próxima vez, não erre o caminho - Disse Jack para Alia, já fora da caverna.
- Me desculpe! Não sou perfeita...
Só estavamos eu, Jack, Ama e Alia. Os outros seguiram seus caminhos. Subimos as escadas da ponte e a atravessamos. Iamos descer, mas Dalheim nos abordou.
- Sr. Drago Aaril - Ele disse - Fico feliz em dizer que você passou ao nível seis!
Eu fiquei radiante. Meus amigos gritaram e ficaram felizes por mim. Eu já estava quase pronto pra Main. A notícia a seguir me atingiu como uma bala.
- Sr. Jack Sparrew e Srta. Alia Cloudtower, meus parabéns. O oráculo me informou qu eestão prontos. Vocês chegaram ao nível oito.
- Não podem me deixar assim! - Gritei para eles. Estavamos sobre a biblioteca. Na sala do oráculo. Ama sumira e eles estavam prontos para ir pra Carlin.
- Você ficará bem aqui! - Disse Alia.
- Em breve nos veremos por aí!
- Mas...
Antes que eu pudesse terminar, eles disseram um simplório "Olá" para o oráculo.
- Bom dia! Estão prontos para a face do seus destinos?
- Claro - Respondeu Alia.
- Sim - Disse Jack.
- Hum, que cidade vocês querem ter para viver? Carlin, Thais ou Venore?
- Carlin - Responderam juntos.
- E que vocações você escolhem? Druida, Mago, Cavaleiro ou Paladino?
- Cavaleira - Disse Alia.
- Mago - Completou Jack.
- Estão certos disso? Essa decisão é irreversível!
- Sim - Disseram. Uma forte luz negra os envolveu. E eles sumiram.
- Que Banor os proteja - Disse uma voz rouca. Me virei, escondendo as lágrimas, para ver Ama.
Hum..
legal
gostei do capitulo =D
entao, ficaram em Rook Guard apenas ele e Ama....
Não coloque niveis... isso deixa a historia meio ruim de se ler...Citação:
Fico feliz em dizer que você passou ao nível seis!
um exemplo:
Caraca mano, vc ja esta no lvl 6, q rox!
sim, eu ja to indo pra main, e meus skils ja estao 15/15 =D
aff,, os meus tao 10/10 ainda, sou mt noob...
sei que o exmplo tah horrivel, mais tah valendo, procure colocar assim:
Fico feliz em dizer que você ja esta quase pronto para ir a Main!
assim ficaria bem melhor!
Caham!Citação:
Postado originalmente por Draconian
Vc lê minhas notas de autor?
Creio que deixei claro em uma delas de que o nível que estou falando é algo tipo karatê:
Exemplo:
Uau, hj eu pidi fri itans!!11!!!!shift+1111oneone!!!!!
Isso qr dizer q vc é lvl 3!!!11!1!!1shift+11!!1!!oneone
o exemplo ta um cocô mas a idéia:
Fiz isso e sou tal nível
Mas tudo bem, só vou por isso na fase em Rook. Mais dois caps e adeus ilha nojenta!
Pena q o ritmo que você está fazendo o RP está muito lento...Podia ser um pouquinhu mais rápido né xD Mas está muito boa a história
cara...
desculpe
li sim as suas notas do autor
mais esqueci que o nível que vc estava falando é tipo o de karatê
entendi então....
desculpas mais uma vez...
Desculpem o atraso para a atualização!
Capítulo VI
Este Amor
Onde perante o medo humano da morte, o amor se manifesta...
Pra quem passava por ali, essa cena era no minimo tosca. Tosca. Uma palavra vulgar, mas que descreveria muito bem o que se passava no globo ocular de Tom naquele momento.
Drago estava sentado em um banco de madeira na loja de Tom, o caçador. Chorava rios de lágrimas. Tudo bem, seus amigos saíram da ilha, mas em questão de tempo ele também sairia, pra que chorar? Mas por uma infeliz armadilha do destino, ele sofrera muito no passado. Crescera só.
Eu estava logo em frente a loja de Obi, no poço. Não dentro dele, lógicamente. Segurava em minhas mãos um frasco vazio. Puxei as cordas e trouxe o balde cheio te água até a boca do poço. Mergulhei o frasco nele e em questão de segundos, estava cheio de água. me virei e passei a correr em direção à loja de Tom.
Entrei e não demorei a avistar Drago. Estava com uma aparência repulsiva. Estava todo marcado por suas lágrimas e sua tristeza. Me aproximei e sentei-me ao seu lado e lhe entreguei o frasco d'água.
- Tome - Eu disse - O fara sentir melhor.
- Nada pode me fazer sentir melhor! - Ele bufava com a voz fraca, sem me encarar.
- Não seja patético. Tome de uma vez e pare de chorar!
- Você não manda em mim!
- É, talvez sim. Mas posso lhe aconselhar.
- Pode ser fácil - Ele falava erguendo a cabeça, mas ainda sem me encarar - Para você. Não viu seu melhor amig ser ass...
- Chega! - Eu falei. Isso era petético - Estás esquecendo que ainda estou aqui? Não que seja muita coisa, mas é melhor que nada!
Dessa vez ele me encarou nos olhos. Abriu um sorriso e passou a rir. Animadamente. Isso era um bom sinal. Eu estava o deixando feliz. Isso o faria esqueçer o resto.
- E então - Eu falei, ficando em pé - O que acha de irmos caçar por aí?
- Sabe de uma coisa - Drago falou para mim - Você é um mistério para mim.
Sua voz ecoou pelas paredes acidentadas da caverna da aranha venenosa. Adoravamos passar horas ali com os outros. Estavamos no nível dos esqueletos nesse momento.
O lugar cheirava a mofo. Haviam ossos espalhados pelo chão junto com equipamentos rejeitados e tochas, que iluminavam a caverna tortuosa. Ouvimos um som. Uma respiração gélida se aproximava, como quem não quer nada. Mas na verdade queria nossas almas.
Ele ergueu sua clava e eu preparei minhas lanças. A criatura apareçeu e ele saltou sobre o dito cujo. Com alguns ataques, vários ossos saltavam por aí. Eu joguei uma lança contra as costales do esqueleto, e ele tremeu.
Ele agarrou Drago e o lançou contra a parede da gruta.
- Drago! - Eu gritei - Você irá pagar!
Agarrei um machado do chão e corri contra ele. O ataquei com tudo. Meu corte fora preciso. Cirúrgico. Fatal. A cabeça do morto vivo rolou no chão.
Drago ia lentamente abrindo seus olhos. Ia se movendo com dificuldade. Erguia-se com ajuda das rochas ao seu lado.
- Que bom que está vivo - Eu falei
- Por que está me ajudando?
- Me sentiria culpada se você morresse...
- Só isso?
- Bem - Eu falei constrangida me afastando - Na verdade eu gosto de você...
- Como? - Pelo tom com que ele falou, dava pra se perceber que estava perplexo.
- Aquele dia - Eu revelei - Não te confundi com um ogro... Só queria chamar tua atenção...
A verdade dói. Muito. Ele se calou. Tentei o ajudar par asairmos dali, mas ele se ergueu totalmente só e falou.
- Na verdade, eu também gosto de você
E ele foi se aproximando. As tochas se apagaram com o repentino movimento.
Juntos, crusamos toda a caverna e saímos na Clareira Principal. Caminhamos um pouco até chegar na ponte de Dalheim. Subimos, mas novamente ele me abordou. Eu fiquei nervoso.
- Não para mais né Sr. Aaril? Acaba de alcançar o nível sete!
Eu me aliviei. Mas foi por pouco tempo.
- E Srta. Ama, parabéns, nível oito!
todos saindo de Rookgaard e o coitado ainda está la...
sera que Ama esperará ele passar pro "nivel oito"?
é o que espero...
aqui estão alguns erros bobos de digitação, creio eu
amigo certo?Citação:
Não viu seu melhor amig ser
Citação:
costales
costelas correto?
preste um pouquinho mais de atenção antes de postar aqui, assim pode evitar estes erros, ou ate mesmo o Word pode te ajudar nisso, pois ele ira sublinhar em vermelho as palavras que ele achar incorretas, vc concerteza a virá e a arumará
capitulo normal, não adicionou muita coisa a historia, apenas que Ama gostava de Drago e vice-versa (coisa meio notavel) e Nào achei nenhum erro de grafia, ou de concordancia...
po, o Drago tem que ir caçar um pouco sozinho, todos estão passando o coitado ^.-
Sem mais, Draco
Bem, estou aqui pra dar uns avisos em relação à esta história.
1º Esta será uma grande história, prevista para ter mais de 50 capítulos (talez menos, mas de 60 não passa)
2º Em virtude de eu ter inscrevido esta história para o Concurso~, vou me afastar um pouquinho de Piratas de Vandura, pelo menos até começarem as semifinais.
3º Será uma história confusa em grande parte, por isso prestem muita atenção em qualquer detalhe.
Mas também estou aqui pra postare o sétimo capítulo!
Capítulo VII
Era uma vez
Onde Ama se despede e Drago encontra uma razão para viver na morte
- E ela se foi.
Se foi para o nada, para o vácuo. Para longe, mas não tanto quanto eu. Definitivamente era de cortar o coração. Mas acho que Drago exagerou ao arrancá-lo pela boca, ao cortar sua alma.
Isso tudo se assemelha a um epílogo de novela. Onde a mocinha é levado e o mocinho sai procurá-la. Mas era diferente. O mocinho estava sentado em um banco, parado. Fazia isso à pelo menos trezentos e sessenta e cinco dias.
Talvez ele já pudesse ser considerado um "rooker", como o pessoal da Ilha chamava os jovens que abandonavam o sonho de ir para o Tibia. Tantas gerações já haviam passado por aquela biblioteca. E um adolescente de quatorze anos não tinha coragem de fazê-lo.
Era justamente o que eu dizia pra ele, há três anos atrás.
O amor é incerto, injusto, surreal. Não há amor sem dor. Não há dor sem amor
Eu achava que isso havia o feito resistir às tentações sentimentais humanas, mas sua mente desestruturada o negava a força da persistência, desligava seus sentidos sempre que aquela perua passava.
Mas ele simplesmente ficava babando perante ela feito um cachorrinho sem dono. Há apenas uns anos atrás, éramos grandes amigos. Nem mesmo as mulheres podiam interferir em nossa amizade.
Mas pelo jeito, bastava eu morrer para ele sair por aí "caçando". E era por essas e outras que eu nunca amei ninguém. Pelo menos não pelo desejo. Apenas fraternalmente.
O que eu mais queria agora era gritar do meu vácuo. Direto dos pulmões. Gritar para ele ouvir minha voz. E perceber que o que eu mais queria era ajudar.
Tudo bem, eu detestava a "tipa" pela qual ele se apaixonara, mas que poder tinha eu? O máximo que eu podia fazer era afastá-los. Mas isso o faria ficar triste. E essa era a última coisa que eu queria.
Pena que eu não podia falar com ele. Avisá-lo dos perigos que o aguardam em Tibia. A vida dele será difícil. Mas eu não tenho poder para interferir na decisão e Uman. Ele quer testar Drago.
Então, cabe a mim testar também. Testar seu amor. Era patético, mas fugaz! Eu já havia feito Ama entender seus rumos. Era sua vez. E apesar de eu não poder falar com ele, eu podia entrar em contato. Através do incerto. Do inanimado.
Eu podia vê-lo sentado na loja de Tom, onde tudo começou. Mas ele não podia me ver. Uma pena. Apenas um impedimento momentâneo. Em breve um de seus "amigos" falaria comigo. De perto.
Era de minha vontade sentar-se ao seu lado. Mas era hora de entrar em ação. Hora de agir. Eu, bem, meu espírito, flutuou transparente e parou ao seu lado. Eu o olhei e ergui meu braço esquerdo e movimentei do leste para o oeste rápido. Uma brisa atingiu seu rosto, e o fez virar-se pra mim. Dava pra ver que estava intrigado pelo vento repentino.
Eu flutuei para cima de sua cabeça e passei em alta velocidade sobre seu corpo. Sentiu um calafrio. Ficou em pé e passou a olhar em volta.
- Quem está ai? - Ele pediu assustado. Era noite ainda.
- Ninguém - Eu falei, sabendo que não podia me ver.
- Pare com isso agora!
- Não pode falar com o nada, está doente? - Eu falei deprimido.
Flutuei fazendo vento. Ao seu redor, por tudo. Era um sinal. Olhei pra mesa de Tom e vi a cabeça de urso que ele usava. Ergui e a botei em minha cabeça, fazendo ruídos inaudíveis. Tudo que ele podia ver era a cabeça flutuando.
- T-Tom? - Disse ele trêmulo. Ele havia se lembrado da brincadeira que eu fazia pra animá-lo quando éramos crianças. Uma lágrima correu por sua face - É você?
Eu concordei com a cabeça de urso.
- O que você quer me dizer?
Eu ergui minha mão e passei a manipular os ares. Faziam ruídos como um ogro.
- Sua morte? O que tem ela?
Flutuei pela sala e ergui os ares para separar as botas de couro de cima da mesa. Uma estava só.
- O que isso quer dizer?
Eu peguei o facão de Tom e lasquei a parede.
- "Eu o deixei, não os deixe ser assim" - Ele leu - Com sua morte você me abandonou?
- Sim - Eu falei. E me surpreendi ao ver que ele compreendeu. Ele podia me ouvir! - Nossa história acabou! Não se prenda ao passado!
- Não posso ir, não tenho forças!
- Você quer viver assim, acabado, podre?
- Tom, eu...
- Pense nisso!
Eu falei isso e me ergui para o teto. Joguei a cabeça do urso no chão e atravessei o teto.
- Não! Não me deixe!
Eu me sentia sujo por dentro ao enviá-lo para sua vida no Tibia. Mas era o meu dever. O preparar para o que estava por vir. Ele saiu da cabana e olhou o céu. Ele me olhou, ou pelo menos olhou onde eu estava. Ele se virou e começou a caminhar em direção ao oráculo.
- Por você - Eu o ouvi dizer.
Atravessei as paredes da biblioteca e pude ouvi-lo dizer "Oi", "Druida" e "Venore".
- Está certo? Esta decisão é irreversível! - Disse o oráculo.
- Sim.
Você comete muitos erros de grafia do tipo trocar z por s, ou o contrário...
E também, na pressa de escrever, faz bastante erros de digitação, coisa que deixa o texto meio feio esteticamente...
E os dois falando que um gostava do outro, no penúltimo capítulo, achei bem superficial, sem emoção alguma...
Porém, tirando alguns errinhos de concordância desse último texto, de longe eu achei o melhor... De certa forma, conseguiu passar os sentimentos de ambos...
Dard* :)