Well,
Ta esquentando o negócio...
Tenho quase certeza que ele vai pular dentro da caixa...
Goodbye...
:D :D :D
Versão Imprimível
Well,
Ta esquentando o negócio...
Tenho quase certeza que ele vai pular dentro da caixa...
Goodbye...
:D :D :D
Naquela parte de "quando" e "caixa" foi meio chato, muita repetição...fora isso, gostei do rumo que está tomando ^.-...
Dard* :)
Interessante, muito interessante... as críticas estão dando lugar aos elogios.Me atrevo a dizer que estou acertando dardos consecutivos no mesmo lugar.
Muito obrigado.
Glory,
Wings.
Gostei, só achei novamente sem pausas, deixando essa parte corrida. O protagonista está sendo bem trabalhado, ao ponto de deixar as outras personagens sem contraste, sem brilho.
Acenda a luz das outras personagens, dê a elas importância maior, isso é possível se você abre história, abrigando o passado delas em destaque com o enredo e com o protagonista. Vamos ver no que vai dar isso...
Drasty
:riso::riso::riso:
:787: Here I go! :dry:
A história está boa sim, e não faça apenas o protagonista bem feito, faça todos de igual qualidade.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
na minha opinião se só ta acertando o centro do alvo com os dardos, ja passei de fik olhando a história para leitor da sua história, ela ta ótima que venha o proximo capCitação:
Postado originalmente por Wings
go go go new cap go go go
Essa é uma carta especial, antes que eu possa passá-la junto á historia, eu tenho um conto que, obviamente, não vai ter nada a ver com a seção. Muito obrigado á todos, que comece a fadiga:
Um conto de futebol
Imagine só, chegamos á copa do mundo, o centro do futebol, onde tudo poderia acontecer. Oras, merecemos! Pois á quem diga, diante de mais de 163 países no mundo, pois fomos OS dentre os únicos 32 os escolhidos. Subimos devagar, nos esgueirando pelas bordas, o nosso técnico não se intimidava com as críticas “Agora tirem o Ronaldo” ele dizia, “Querem tirá-lo agora?”. Pois bem, eis que, um dia, depois de vitórias consecutivas em cinco copas do mundo, não há quem não se lembre daquele “Lé” que Ronaldo deu no goleiro de Gana, ou aquele chute “Sem querer” e ilegal de Adriano, o segundo gol no jogo e o numero 200 para o Brasil. E num dia comum, 180 milhões de corações, cantando o hino nacional, em frente a teve, ao telão, ou presenciando pessoalmente tudo o que se passava... Minha nossa, era um enorme prestigio á todo o futebol. E os jogadores, entrando suados, a cada passo, 180 milhões de batidas, 180 milhões de olés, 180 milhões... E o nosso técnico, que não se intimida nunca, arriscou mais uma vez, achava estar com sorte, infelizmente... no futebol, não existe sorte, existe experiência. A mesma que não serviu de nada aos jogadores brasileiros num jogo onde tínhamos 23 estrelas, mas que nunca formaram um time. Gol!Não do Brasil, da França, gol merecido, gol bonito. Acaba o jogo, apenas um chute a gol, o sonho marcado com o seis vai esperar mais quatro anos. Não fora culpa nossa, nos incentivamos o Maximo que pudemos, não fora culpa dos jogadores, não fora culpa do nosso técnico, fora culpa de dois chutes, um de uma lenda que está para se tornar mito, outro de um craque que estava a começar, isso só poderia gerar um belíssimo gol.
Mas agora, que acabou para nos, vejamos no horizonte um novo começo, dessa vez um começo melhor... Por que, no futebol, não há melhor começo do que o fim.
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Aquele puxão seguido do grito foi tão extremo que desmaiei. Não que fosse de fazer muito isso é claro, mas o fiz. Acordei com frio, um vento soprava ao longe, bem na luz e o foco da minha imagem não fora restaurado... Algo se aproximou de mim e começou a movimentar as mãos abaixo do meu abdome.
-Quem?Quem...?
-Calma... Relaxe.
Eu me levantei der repente estava com medo, com medo do que passava anteriormente.
-Espere! Eles querem me pegar e...
Olhei para traz, havia uma mulher, uma linda mulher vestida de branco, olhos verdes.
-Olá?
-Volte a se deitar, está ferido.
Eu olhei para mim mesmo, nenhuma ferida.
-Creio não precisar, estou me sentindo bem e não vejo nenhuma ruptura.
-Oras, mas você precisa, está muito cansado desde que Rafael mandou seus demônios seda-lo.
Não havia por negar que estava realmente muito cansado, mas como ela descobrirá o que se passou?
-Quem é você?
-Não me reconhece?
Eu olhei bem, estava ainda meio atordoado então tentava restabelecer minha visão, uma mulher de cabelos encaracolados, nariz delicado...
-Elaine!
-Oras então não me esqueceu!
-Como poderia... Elaine, você está com os papéis que lhe passei?
-Estou, creio você não ter reparado, ainda, onde estamos.
E comecei a tremer pelo frio, olhei por todo lugar... estávamos em algum lugar muito aveludado, haviam outras pessoas, também vestidas de branco, e um palácio lindo ao fundo.
-Que... Que lugar é...
-Não podemos discutir isso agora, precisa descansar.
-Não, eu quero saber!
-Á meu Deus, como vocês são teimosos!
-O que...?
Não tive tempo de terminar, ela tocou em mim com o dedo gélido, aquele momento me deu muita paz, eu voltei a desacordar...
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Glory,
Wings.
Poxa, fico muito legal. Ta irado mesmo. O kara era um anjo e num sabia, huahuahua. Essa Elaine também, muito bonita. Flws.
Muito boa esse textinho sobre a Copa, mas levam à sério demais isso...
Dard* :)
Sonhei dessa vez com um branco, um branco vácuo, um branco solitário.
-Olá.
Não conseguia olhar quem era ou o que era já não via diferença entre ambos, estava tocado por paz, nada, naquele momento, iria estragar aquilo.
-Meu senhor?
Mesmo não querendo e estando deitado consegui adquirir alguma mobilidade no pescoço e, lentamente, articulei a cabeça e olhei para o ser que me chamava.
-O senhor está bem?
Era uma garotinha, uma criança vestida como tal, nada de vestidos brancos ou roupas negras, apenas uma mochila nas costas, um macacão, tênis rosa e um suéter por baixo do macacão todo listrado em cores amarela vermelha e alaranjada. Era uma linda garotinha, aparentava não ter mais que cinco anos de idade, tinha olhos verdes penetrantes, cabelos louros encaracolados que não passavam dos ombros, bochechas rechonchudas e um narizinho delicado, um queixinho pouco arrebitado também, ela colocava as mãozinhas uma na cintura e outra na frente da bochecha direita com o dedo indicador sobre o lábio. Aquilo me deu mais paz ainda, e eu abri de leve a minha boca fedida para balbuciar algumas palavras.
-Sim, estou meio alienado apenas.
Ela retirou o dedo indicador da boca e limpou-o no macacão, então chegou perto de mim, se agachou devagar e perguntou.
-Mas por que está deitado?O senhor caiu?
Aquilo me lembrara da dor insuportável que eu continha nas costas e que eu havia adquirido desde a troca de palavras com o velho. Não queria tirar a razão daquela belíssima criatura, então contei.
-Sim, eu cai, mas não me machuquei, não se preocupe.
Ela olhou para mim com uma cara de “Como assim?”.
-Mas quem cai sempre se machuca.
-É... É verdade...
-Cadê a sua mãe e o seu pai?
Estranhei a pergunta, dela, mesmo assim, desde que meu pai e minha mãe morreram num acidente de carro quando eu tinha dezesseis anos, não continha muitas memórias, pois não queria sofrer com isso. Mesmo assim, eu respondi.
-Eles... Não estão aqui. E os seus?
-Eles estão no banco da praça com o Momo.
-Momo?
-Meu cãozinho.
Eu me levantei devagar, estava num lugar de certa de um frio passivo. O lugar onde me deitava era um bucho de gramas, um pouquinho á frente havia um caminho, feito de ladrilhas. Era uma praça realmente, muita arvore, parecíamos estar no outono com folhas amareladas caindo sobre o chão, bancos posicionados nas subidas e descidas... Subidas e descidas.
-Posso saber qual o seu nome garotinha?
-Meu nome é feio, não gosto dele!Não gosto, não gosto, não gosto!
-Oras, todo mundo tem um nome que combina.
Ela olhou de “bico” para mim.
-Mas é feio...
-Não se preocupe, eu não conto pra ninguém.
-Mesmo?
-Podem me fazer cócegas até eu cansar, mas não vou contar!
Ela sorriu de um jeito meigo como só ela sabia fazer, chegou perto de mim e me puxou pelo braço, para que eu me inclinase e ela tomasse meu ouvido para contar o segredo singelo. Apesar da dor eu não me recusei a inclinar. Ela soprou o som, de tom baixo, no meu ouvido.
“Elaine”.
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Misterios e mais misterios, a epoca é de misterios...Citação:
Ao Dard,
É, as pessoas realmente acham que o futebol vai salvar o Brasil dos traficantes, políticos, mensalão, ladrões, apesar que tudo o que eu to falando, junto, é pleonasmo.
Glory,
Wings.