Então Sadeckss, vou colar aqui a teorização da defesa de um modelo de periodização não-linear, tirada desse artigo
aqui:
Depois peço ao meu amigo que mande os artigos científicos publicados pela School of Medicine, de Buford e Wathen, que suportam esse modelo de treinamento. Mas achei um
artigo interessante, empírico, que mostra resultados da aplicação do modelo não-linear, em comparação ao linear.
Bom, se é funcional ou não, depende da aplicação individual. Mas só quero mostrar que há um embasamento teórico. Outra coisa a ser observada é que esse modelo não tem como proposta a otimização de cada característica de treino (o máximo de hipertrofia, ou o máximo de força, ou o máximo em resistência). Usei ele para fazer meu retorno aos treinos com peso e devo usá-lo novamente para fazer uma manutenção das características conquistadas na minha periodização linear atual (que só termina em fevereiro/2013).